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Após críticas de Temer e pedido de suspeição, Fachin quer posição de Janot


Foto: Marcos Correa/PR

Jornal GGN - Michel Temer considerou o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, suspeito para o investigar. O ministro relator dos processos da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, pediu para o procurador se manifestar.

Da Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin concedeu hoje (10) prazo de cinco dias para o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, se manifestar sobre pedido de suspeição feito pela defesa do presidente Michel Temer.

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A articulada sintonia de Sergio Moro e desembargador contra Lula

 
Jornal GGN - Ás 15h03 desta quarta-feira (26), o juiz Sérgio Moro decidia que ele próprio tem a competência para seguir no comando das investigações contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Era uma resposta ao recurso de Lula, pedindo que Moro se considerasse suspeito para o julgar na Lava Jato.
 
Na tentativa de verem confirmados os excessos cometidos por Sérgio Moro ao longo deste ano nas tramitações dos processos que envolve o ex-presidente, os advogados recorreram à própria Justiça Federal do Paraná, ao Tribunal Regional Federal da 4a Região (TRF-4), ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e até ao Supremo Tribunal Federal (STF).
 
Vistos por Moro como tentativas de "embaraço" à Justiça, as peças precisariam ser primeiro julgadas para, somente então, o magistrado do Paraná poder seguir com a mira sobre Lula.
 
A notícia de que o TRF-4 negou o pedido de Lula para considerar Moro suspeito foi divulgada somente nesta quinta-feira (27) pela imprensa. Mas por trás da decisão unânime do colegiado, contradições e movimentações suspeitas registram os bastidores desses despachos.
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TRF-4 nega recurso de Lula contra Sérgio Moro

 
Jornal GGN - O desembargador João Pedro Gebran Neto, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), negou considerar o magistrado federal Sérgio Moro suspeito de julgar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O julgamento, que ocorreu nesta quarta-feira (26), libera os casos referentes a Lula para a continuidade da atuação de Moro nas investigações. 
 
A defesa do ex-presidente alega que o juiz da Operação Lava Jato no Paraná atuou de forma equivocada e política, com a liberação de condução coercitivas, interceptações telefônicas ilegais, incluindo de conversas com o advogado Roberto Teixeira no exercício da profissão, além de ter levantado o sigilo dos grampos dos diálogos do ex-presidente.
 
Concordando com Moro, Gebran defendeu que "a simples verificação dos pressupostos necessários à instauração de medidas cautelares não permite dizer que o julgador seja suspeito ou esteja impedido de continuar na lide" e que a atuação de Sergio Moro foi restrita ao cotidiano jurisdicional.
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Em ação de Ricardo Teixeira no STF, Joaquim Barbosa declarou-se suspeito

Sugerido por Webster Franklin
 
 
Por Helena Sthephanowitz
 
Joaquim Barbosa já declarou-se suspeito para julgar Ricardo Teixeira
 
Então ministro do STF, Barbosa segurou processo contra ex-presidente da CBF, em 2005. Momento seria oportuno para explicar os reais motivos da 'suspeição'
 

Em 2005, o ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol Ricardo Teixeira entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF), o Agravo de Instrumento (AI) 566892, em que tentava um recurso contra "quebra de sigilo bancário em investigação" e "trancamento de Ação Penal" que corria contra ele no Tribunal Regional Federal da 2ª Região (Rio de Janeiro), movida pelo Ministério Público Federal.

No dia 1º de agosto daquele ano, o processo foi distribuído para o então ministro Joaquim Barbosa relatar. Barbosa deu andamento, entregando o processo para vistas ao procurador-geral da República (PGR), que o devolveu quatro meses depois, em 2 de dezembro. Seguiu-se o recesso do Judiciário e, em meados de fevereiro, Teixeira juntou uma petição.

Porém, no dia 9 de março de 2006, Joaquim Barbosa declarou-se suspeito e pediu à então presidenta do STF, Ellen Gracie, para redistribuir para outro relator. Isso depois de conduzir a relatoria por sete meses sem se ver em suspeição.

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Jovem baleado pelo Exército na Favela da Maré

Do Estado de S. Paulo

 
Moradores contestaram versão do Exército e fizeram protestos; complexo está ocupado pelas Forças Armadas há uma semana
 
RIO DE JANEIRO - Ocupado pelas Forças Armadas há uma semana, o Complexo da Maré, na zona norte do Rio, registrou uma morte neste sábado, 12. De acordo com os militares, um traficante resistente à investida do Exército e da Marinha reagiu a uma abordagem e foi morto na favela Vila dos Pinheiros, uma das 15 do conjunto que estão ocupadas, por volta das 7 horas.
 
Já os moradores afirmam que o rapaz era um funcionário de um lava a jato que foi confundido com um bandido. Eles protestaram contra a ação. Fecharam a Linha Amarela por duas vezes. Sustentam que os militares “plantaram” uma arma ao lado do corpo pra “justificar” a morte e tentaram incendiar um banco de automóvel na via, mas foram coibidos pela Polícia Militar.
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