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Por que a TAM saiu ilesa do acidente que vitimou mais de cem, por Luis Nassif

Acidente com avião da TAM no aeroporto de Congonhas completa 10 anos
Acidente com avião da TAM no aeroporto de Congonhas completa 10 anos - Foto:Milton Mansilha/Agência Lusa

A não-identificação de nenhum culpado no acidente da TAM de dez anos atrás, que vitimou mais de uma centena de pessoas, é mancha na reputação do Ministério Público Federal, particularmente do procurador Rodrigo de Grandis.

O Procurador buscou culpados individuais, operador de vôo, pilotos (que morreram no acidente), ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil). Levou algum tempo para entender que um acidente de tal porte não depende de um fator específico, mas de uma soma de fatores.

Aqui no Blog um leitor trouxe o fio da meada para entender o acidente, logo após sua ocorrência. Mas há uma incapacidade crônica de alguns procuradores de trabalhar fora dos autos. Ora, um acidente de tal relevância exigiria uma investigação que transcenderia a mera elaboração de laudos técnicos, seja do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), da ANAC ou de quem quer que seja. Mesmo porque, esses órgãos se limitam a identificar aspectos parciais da questão, como o fato do piloto ter se enrolado no manejo dos instrumentos. Além disso, a imprensa estava empenhada em atribuir a Lula todos os males do país, e concentrou-se especificamente na questão do recapeamento da pista.

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Mulheres são presas em confusão com Tia Eron em voo da LATAM

Jornal GGN - Uma delegação de mulheres baianas que estava a caminho da IV Conferência Nacional de Políticas Para Mulheres, foi detida em um voo da LATAM (antiga TAM), em Brasília. Depois de constatarem que a deputada federal Eronildes Vasconcelos Carvalho, a Tia Eron, do PRB, estava no avião junto com o tucano Jutahy Magalhães, elas proferiram algumas palavras de ordem e a o comandante se recusou a levantar voo e mandou chamar a Polícia Federal para conduzi-las para fora da aeronave.

Em áudio que circula no Whatsapp, uma das mulheres da delegação dá sua versão para os fatos. “Neste momento, companheiras, nós estamos aqui num avião, em Brasília, presas. A delegação baiana e todos os passageiros de um voo LATAM estão presos esperando a Polícia Federal porque nós nos colocamos aqui contra os coxinhas, contra os deputados golpistas que estão aqui no vôo, colocando com palavras de ordem o nosso ponto de vista. E de uma forma truculenta o comandante fechou o voo e disse que nós só saímos daqui depois que a Polícia Federal chegar”, diz.

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TAM: os exterminadores de custo exterminaram seu futuro

 
Não existe figura mais execrável no capitalismo moderno que o "exterminador de custos".
 
Não se julgue que seja desimportante reduzir custos. Mas não existe inteligência corporativa nas empresas que colocam a redução de custos acima da visão estratégica.
 
Há limites para essa redução. Se afeta a clientela, se compromete a venda futura, não adianta economizar trocados agora e perder o bonde depois.
 
É o caso da TAM, a empresa que já foi um orgulho do país.
 
No início da abertura econômica dos anos 90, a TAM era o exemplo acabado de que o país tinha condições de oferecer qualidade global. E nem se pense que a TAM oferecesse a qualidade ignorando a necessidade de rentabilidade.
 
Comandante Rolim, um daqueles gênios empreendedores intuitivos, montou sua estratégia adquirindo aviões de menor qualidade e menor custo. Compensava a menor qualidade oferecendo um serviço de primeiríssima ao passageiro, desde os estofamentos de couro nos bancos ao tapete vermelho. Conquistou o público corporativo com esse upgrade e com os planos de milhagem. Nas empresas, era o funcionário que pressionava o RH para voar pela TAM. E a TAM tinha o menor custo operacional e a passagem mais cara: ela vendia qualidade.

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Airbus afirma que TAM poderia ter evitado acidente ao reorientar voo 3054

Jornal GGN - Processada pela Itaú Seguradora para que a reembolse, a Airbus, em réplica na Justiça, apontou os pontos que levaram à tragédia. Para ela, o que aconteceu é por culpa da empresa aérea, a TAM, que sabia das condições da pista, no caso Congonhas, e que poderia ter redirecionado o 3054 para outro aeroporto evitando a tragédia ocorrida em 2007.

Em sua defesa, diz que que "a culpa da 'vítima' TAM foi muito mais grave do que que qualquer culpa porventura atribuível à Airbus". Coloca eventuais erros de pilotos como sendo, também, responsabilidade da TAM, não podendo ser atribuído a ela. A TAM não comentou essas acusações, dizendo à Folha que não é parte do processo e por isso nada tem a declarar.

O caso se alonga, desde 2007, devendo respostas aos parentes das vítimas e à sociedade. A ação não é por respostas, somente por ressarcimento aos cofres da Itaú Seguradora dos R$ 350 milhões desembolsados com indenizações. A seguir a matéria em questão.

da Folha

TAM sabia de risco em Congonhas e poderia ter desviado voo, diz Airbus

Para fabricante, exceto por problemas na pista, causas da tragédia são todas culpa da empresa aérea

Companhia aérea não se defendeu de acusações, pois não é parte na ação; procurada pela Folha, não se pronunciou

DE SÃO PAULO

Antes do acidente, a TAM sabia que a pista de Congonhas estava escorregadia, afirmou a Airbus à Justiça, em sua defesa no processo. Chovia no momento do pouso.

Assim, poderia ter "excepcionalmente redirecionado seus voos em condições de chuva, inclusive o fatídico voo 3054, para outro aeroporto".

Segundo a fabricante, "a decisão da TAM de continuar operando voos com destino ao e saída de Congonhas deve ser vista como causa secundária para o acidente".

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Airbus distribui responsabilidades por acidente da TAM em 2007

Jornal GGN - O acidente da TAM, verdadeiro desastre que abalou o país em 2007, com 199 mortos, ainda não teve conclusão. A Airbus, fabricante da aeronave, responsabiliza a TAM, os pilotos, a Infraero e as condições da pista. É a primeira vez que a empresa européia dá sua opinião a respeito do desastre.

As declarações vieram à tona pois a Airbus foi acionada pela Itaú Seguros, seguradora da TAM, que arcou com as indenizações devidas pela tragédia. Itaú afirma que a aeronave apresentou defeitos, ou seja, falha no projeto, e a Airbus respondeu que não, distribuindo as responsabilidades. O valor em questão é de R$ 350 milhões.

A TAM é a maior cliente da Airbus na América Latina, e a empresa não havia se manifestado até então sobre as responsabilidades no acidente. Com a ação da Itaú Seguros, a empresa se manifestou no processo e ficou público. A Airbus descreve, em sua defesa, cada erro cometido pelos responsáveis em questão. Leia a matéria a seguir.

da Folha

Airbus culpa TAM, Infraero e pilotos por desastre em 2007

Em defesa na Justiça, fabricante aponta desorganização da empresa e da estatal

TAM não comentou e Infraero disse que pista tinha boas condições; ação pede ressarcimento por indenizações pagas

RICARDO GALLODE SÃO PAULO

A fabricante Airbus disse à Justiça que os dois pilotos, a TAM e as condições de Congonhas são os responsáveis pelo acidente em que um avião, ao tentar pousar no aeroporto paulistano, cruzou toda a pista e explodiu contra um prédio, em 17 de julho de 2007.

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MP pede 24 anos de prisão para diretores da Anac e TAM pelo acidente do A-320

Jornal GGN – O Ministério Público Federal em São Paulo apresentou à Justiça as alegações finais do processo que busca os culpados pela morte de 199 pessoas que embarcaram na aeronave Airbus A-320, em julho de 2007.

A Promotoria pediu 24 anos de prisão para a ex-diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Denise Abreu, que ludibriou uma desembargadora federal para conseguir a liberação da pista principal do Aeroporto de Congonhas, onde ocorreu o acidente, e para o então diretor da TAM, Marco Aurélio Miranda, que conhecia as más condições do local. Caso a Justiça confirme a conduta, a sentença será cumprida em regime fechado.

A denúncia do MPF foi recebida pela Justiça em julho de 2011, logo após o ajuizamento. Inicialmente, os réus foram denunciados por, na modalidade culposa, expor a perigo a segurança do transporte aéreo. No decorrer do processo, entretanto, a partir da análise de elementos colhidos, o Ministério ficou convicto de que tanto Denise quanto Marco Aurélio assumiram o risco por eventuais acidentes. 

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MP pede prisão para ex-diretora da ANAC por acidente da TAM em 2007

Do Estadão

 
Nas alegações finais da ação, MPF recomenda à Justiça Federal a condenação de Denise Abreu, da Anac, e de Marco Aurélio Miranda e Castro, da TAM. Acidente matou 199 pessoas
 
Fausto Macedo - O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO - A Procuradoria da República pediu pena de até 24 anos de prisão para a ex-diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) Denise Abreu e para o ex-diretor da TAM Marco Aurélio Miranda e Castro como responsáveis pelo acidente do voo JJ3054, em 17 de julho de 2007, no Aeroporto de Congonhas, zona sul de São Paulo. Na tragédia, morreram 199 pessoas.

Conforme antecipado nesta segunda-feira, 7, pelo Estadão.com.br, em alegações finais do processo na Justiça Federal, o procurador da República Rodrigo de Grandis defende que Denise e o então diretor de Segurança de Voo da TAM sejam condenados por atentado contra a segurança de transporte aéreo. Para ele, os dois assumiram o risco de expor a perigo as aeronaves que operavam em Congonhas e pede a alteração da imputação penal, de culposa, cuja pena máxima é de 4 anos, para dolosa.

Caso a Justiça confirme a conduta dolosa e condene Denise e Castro, a pena será em regime fechado. As alegações foram apresentadas na sexta-feira.

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Ex-diretora da Anac diz que procurou juíza para impedir monopólio da TAM

Do Estadão

Acusada por maior tragédia da aviação no País diz que procurou juíza para impedir monopólio

Ex-diretora da Agência Nacional de Aviação Civil foi interrogada nesta sexta-feira sobre o acidente do voo JJ3054, em 17 de julho de 2007, que deixou 199 mortos

14 de fevereiro de 2014 | 23h 18

A ex-diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) Denise Maria Ayres Abreu disse nesta sexta-feira, 14, em interregatório sobre o acidente do voo JJ3054, em 2007, que deixou 199 mortos no Aeroporto de Congonhas, que procurou uma juíza federal do Tribunal Regional Federal da 3.ª Região  para evitar que a companhia TAM tivesse monopólio aéreo na cidade de São Paulo. Denise e outros dois dirigentes da TAM na época do acidente são acusados pelo Ministério Público Federal (MPF) de atentado contra a segurança do transporte aéreo.

Denise foi denunciada por supostamente ter procurado uma juiza federal de segunda instância do tribunal para convencê-la a liberar a pista de Congonhas, depois que o MPF havia conseguido uma liminar (decisão provisória) para impedir o funcionamento do local por falta de segurança com base em relatos de problemas de pouso. Leia mais »

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Denise Abreu: o lobby que ajudou na tragédia da TAM

Acusada por maior tragédia da aviação no País diz que procurou juíza para impedir monopólio

Ex-diretora da Agência Nacional de Aviação Civil foi interrogada nesta sexta-feira sobre o acidente do voo JJ3054, em 17 de julho de 2007, que deixou 199 mortos

14 de fevereiro de 2014 | 23h 18

A ex-diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) Denise Maria Ayres Abreu disse nesta sexta-feira, 14, em interregatório sobre o acidente do voo JJ3054, em 2007, que deixou 199 mortos no Aeroporto de Congonhas, que procurou uma juíza federal do Tribunal Regional Federal da 3.ª Região  para evitar que a companhia TAM tivesse  monopólio aéreo na cidade de São Paulo. Denise e outros dois dirigentes da TAM na época do acidente são acusados pelo Ministério Público Federal (MPF) de atentado contra a segurança do transporte aéreo.

Denise foi denunciada por supostamente ter procurado uma juiza federal de segunda instância do tribunal para convencê-la a liberar a pista de Congonhas, depois que o MPF havia conseguido uma liminar (decisão provisória) para impedir o funcionamento do local por falta de segurança com base em relatos de problemas de pouso.

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Comandante Rolim e os estagiários do Banco Nacional

Por Emerson de Pieri

Comentário ao post "Carta à presidente da TAM"

Era inverno de 1989, nós estávamos no aeroporto Santos Dumond no Rio de Janeiro, quando uma moca muito bonita e simpática nos interceptou e nos convidou para voar na TAM. Naquela época, o Electra ainda era estrela na ponte-aérea e nós gostavamos de viajar lá no fundão, onde tinham aquels bancos em forma de “U”. Ali, dava para fazer uma bagunca mais completa. Leia mais »

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Comandante Rolim e a importância do atendimento ao cliente

Por jns

Comentário ao post "Carta à presidente da TAM"

Fui roubado!

 

Sim, roubaram uma fita cassete com uma extraordinária - inesquecível - palestra que o meu grande Comandante proferiu no lançamento do FIAT Tempra em Betim – nem sei mais qual foi o ano do lançamento.

Ele disse, para a platéia, que não se interessava por carrões potentes porque a concorrência poderia, sem nenhum toque de mágica, produzir um veículo mais possante a cada momento.

Rolim, um bravo, afirmava que ficava aborrecido por não receber nenhuma ligação dos vendedores e fabricantes para saber se ele estava satisfeito ou não com o produto adquirido.

Ele revelou que 'ficou puto' com uma montadora brasileira, cujo carro, recém-adquirido, ter apresentado defeitos primários como a maçaneta para acionamento do vidro das janelas ficar emperrada ao ser movimentada.

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Nas asas da TAM

Nos tempos inesquecíveis do comandante Rolim, a TAM conseguiu fazer em uma aeronave de segunda - o Fokker 100 - o vôo mais confortável do país.

Sem Rolim, e dispondo da mais moderna frota de aviões do país, a aventura de voar pela TAM tornou-se isso:

        A. Na Gol, é possível fazer checkin por aparelhos móveis. A TAM, que inovou no uso de sistemas informatizados, não possui até hoje aplicativos mobile.

        B. Inúmeras vezes libera-se a entrada de passageiros no portão de embarque antes do avião estar em condições. A consequencia é a formação de filas, com passageiros em pé aguardando a última limpeza a bordo. Leia mais »

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O acidente da TAM: a culpa não foi do piloto

Nenhuma companhia aérea planeja a queda de seus próprios aviões. Então, talvez tenha havido algum exagero retórico de minha parte, ao imputar comportamento criminoso à direção da TAM, devido à queda do avião no aeroporto de Congonhas.
 
Mesmo assim, não há como deixar de lado as responsabilidades não apenas da companhia como da própria Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).

O relatório do acidente aponta erro humano como causa do acidente. Posto que pilotos são submetidos a treinamento continuado, é certo que erros humanos ocorrem em situações de estresse, em que o piloto se vê à frente de um acúmulo de problemas a serem administrados simultaneamente.

No acidente, havia a seguinte confluência de fatores. Nenhum isoladamente explicaria o acidente. A soma deles, sim.

A TAM agiu burocraticamente, tratando cada um dos fatores isoladamente, sem atentar que o perigo estava na confluência de todos eles. 

Por exemplo:

1. Reverso travado
 
A regulamentação autorizava pousar em Congonhas mesmo com os dois reversos travados. Leia mais »
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“Fui eleita bode expiatório para esconderem as mazelas do setor aéreo”, afirmou ex-diretora Anac

Jornal GNN - No final da tarde desta quinta-feira (8) ex-diretora da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), Denise Abreu, declarou à imprensa que teria sido eleita “bode expiatório do sistema político para esconder as mazelas do setor aéreo do país”. O desabafo foi feito na porta da Justiça Federal de São Paulo, onde acompanhou o segundo dia de audiências do processo sobre o voo 3054, da TAM.
 
Em julho de 2007, a aeronave vinha de Porto Alegre para o aeroporto de Congonhas. Porém, ao decolar não conseguiu pousar na pista e colidiu com um galpão da companhia, causando a morte de 199 pessoas. Denise é ré no processo criminal que investiga o acidente. Indignada com as acusações, afirma que foi usada para “blindarem o governo”.  A ex-diretora afirmou sua disposição de revelar nos bastidores toda “a verdade” sobre o acidente em seu depoimento, que deve ocorrer em 2014.
 
Além de Denise, dois diretores da TAM foram denunciados pelo crime de atentado contra a segurança de transporte aéreo. Leia mais »
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TAM Linhas Aéreas tem nova presidente

Jornal GGN – Claudia Sender, vice-presidente da unidade de negócios domésticos da TAM Linhas Aéreas será a nova presidente da companhia, no lugar do presidente da holding TAM S. A. Marco Antonio Bologna que acumulava funções. Segundo a empresa a ideia é que a executiva se dedique integralmente às operações aéreas de passageiros no território brasileiro.

A executiva que já trabalhou no setor de bens de consumo, nas áreas em marketing e planejamento estratégico, está na empresa há dois anos e meio.  Sender é engenheira química formada pela Universidade de São Paulo (USP) e tem MBA pela Harvard Business School.

Com a divisão de funções, Bologna, que acumulava o cargo desde fevereiro do ano passado, “poderá se concentrar na consolidação da fusão com a Lan, nas relações institucionais da empresa e do Grupo Latam Airlines no Brasil e na representação da gestão brasileira no grupo Latam Airlines”, informou a companhia. Leia mais »

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