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Torquato Jardim

Governo Temer decide manter diretor-geral da PF

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - O governo Temer decidiu manter Leandro Daiello no cargo de diretor-geral da Polícia Federal. A informação foi confirmada ao Estadão pelo ministro da Justiça Torquato Jardim, que disse que Daiello aceitou ficar no posto pelo tempo que for necessário.

"Pedi para ele ficar porque temos vários projetos em andamento. Precisamos dar continuidade à preparação da nova Política Nacional de Segurança Pública e à modernização da Polícia Federal com mais atuação em tecnologia e internacional. Não me pareceu adequado que o diretor-geral da Polícia Federal se afastasse agora”, afirmou o ministro.

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Negando obstruir Lava Jato, governo corta recursos da PF e não nega mudar comando


Foto: Beto Barata/PR
 
Jornal GGN - A nomeação de Torquato Jardim para o Ministério da Justiça, no dia 28 de maio deste ano, pleno ápice da maior crise do governo de Michel Temer, foi considerada pelos próprios investigadores uma tentativa de respostas e até freios à Operação Lava Jato. Exatos dois meses depois, o ministro anuncia que a "falta de dinheiro" poderá afetar Operações da Polícia Federal, órgão de investigação subordinado à pasta.
 
Assim que assumiu, Torquato Jardim mostrava a intenção de modificar o comando da Polícia Federal, com a retirada do diretor. Ele admitiu, no final de junho, o objetivo, mas mudou de ideia com as especulações sobre a interferência do Executivo na PF. Decidiu manter o delegado Leandro Daiello na direção.
 
"O Ministério da Justiça e a Polícia Federal fazem questão de expressar à sociedade brasileira a sua absoluta harmonia na condução das duas instituições. O noticiário que está aí é, para usar um termo moderno, a pós-verdade. Não corresponde à realidade, não constrói afabilidade e não ajuda a boa condução dos interesses públicos", disse o ministro, em coletiva, após as informações.
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Ministro deveria consultar MPF antes de mexer na Lava Jato, diz procurador

Foto: Reprodução/G1
 
 
Jornal GGN - O procurador da República Athayde Ribeiro Costa disse, nesta quinta-feira (27), que o ministro da Justiça, Torquato Jardim, deveira ter consultado o Ministério Público Federal que atua na Lava Jato antes de acabar com a exclusividade da força-tarefa da Polícia Federal que estava dedicada à operação, em Curitiba. A declaração foi feita durante coletiva de imprensa sobre a prisão de Aldemir Bendine, ex-presidente da Petrobras.
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Ministro da Justiça viaja para coibir Janot de falar mal de Temer nos EUA

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - O ministro da Justiça Torquato Jardim viaja às pressas aos Estados Unidos após saber que Rodrigo Janot, procurador-geral da República, estará em Washington nesta semana para eventos ao lado de integrantes do Departamento de Justiça estadunidense, o DOJ.
 
Segundo coluna de Lauro Jardim em O Globo, Torquato chega amanhã aos EUA e "vai conversar com diplomatas brasileiros e pesquisadores especializados em Brasil."
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Governo Temer nega troca no comando da PF para frear a Lava Jato

Foto: Agência Brasil

Da Agência Brasil

O ministro da Justiça, Torquato Jardim, desmentiu hoje (24) rumores de troca do comando da Polícia Federal (PF) e disse que no trabalho do ministério “não há nomes, há instituições”. Ao lado do diretor da PF, Leandro Daiello, Jardim disse que o governo não está “preocupado com personalidades” e que os dois têm trabalhado “com absoluta harmonia e camaradagem”.

“Não há nomes, há instituições. Não estamos preocupados com personalidades. Estamos comprometidos com a instituição”, disse o ministro em rápido pronunciamento à imprensa convocado neste sábado. “É preciso cobrir mais espaço do território. Seja para cada um dos crimes que mais preocupam a administração pública: drogas, armas, os crimes financeiros e o que começa agora que é o tráfico humano. Esse é o novo desafio, é o nosso compromisso institucional.”

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Governo Temer já tem nome novo para a PF e Lava Jato reage à mudança

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - O governo Temer pretende trocar o comando da Polícia Federal e fazer mudanças na parte administrativa, o que provocou reação de membro da força-tarefa da Lava Jato. O procurador do núcleo em Curitiba (PR), Carlos dos Santos Lima, apontou, nas redes sociais, que a intenção do ministro da Justiça Torquato Jardim é "barrar as investigações por todo o País". "Sem a Polícia Federal, as investigações oerdem muito de sua força operacional."

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Torquato Jardim, um ministro deplorável e patético, por Janio de Freitas

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Foto: Marcos Corrêa/PR
 
Jornal GGN - Em sua coluna de hoje (1) na Folha de S. Paulo, o jornalista Janio de Freitas comenta sobre os três titulares do ministério da Justiça durante o governo Temer: Alexandre de Moraes, ex-secretário de Segurança de São Paulo e hoje ministro do STF, Osmar Serraglio, deputado ligado aos ruralistas, e Torquato Jardim, ex-ministro do TSE e que ocupava a pasta da Transparência.
 
O novo ministro mal assumiu o cargo e já devastou sua imagem, pontua Janio, ao dar uma entrevista com falas que “entraram pelo grotesco e saíram na indicação de que trouxe um risco à continuidade de investigações importantes”.
 
O colunista classifica Torquato como deplorável e patético, e afirma que agora os integrantes da Força-Tarefa da Operação Lava Jato terão razão ao achar que as investigações estão “sob ameaça real de cerceamento”. 

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Temer sofre invertida de Serraglio, que tomou o mandato e foro de Loures na Câmara

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - O governo Michel Temer teve uma notícia nada agradável nesta terça (30). Osmar Serraglio, inconformado com a maneira como foi demitido do Ministério da Justiça, rejeitou a pasta de Transparência e decidiu voltar para a Câmara Federal. Com isso, seu suplente, Rodrigo Rocha Loures, tem de devolver o cargo e, consequentemente, fica sem foro privilegiado. O problema para Temer é que Loures já ficou conhecido como o "deputado da mala" de dinheiro da JBS e está na mira da Lava Jato.

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Ministro da CGU critica prisões longas e vazamentos da operação "lava jato"

Torquato Jardim apontou que TRF-4 derrubou condenações de executivos por falta de prova, e não diferente interpretação de norma

do Conjur

PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS

Ministro da CGU critica prisões longas e vazamentos da operação "lava jato"

Por Felipe Luchete

Responsável pelo Ministério da Transparência, Fiscalização e Controle (CGU), o ministro Torquato Jardim criticou, nesta terça-feira (21/2), alguns procedimentos da operação "lava jato". O ministro listou problemas como as longas prisões provisórias, com duração de até 30 meses, e condenações sem provas, já reconhecidas pela Justiça. Ao comentar a operação, ele afirmou ainda que vazamentos seletivos geram “nulidade absoluta” de processos.

A uma plateia de advogados, na noite de terça-feira (21/2), em São Paulo, o ministro afirmou que a operação tem como desafio encontrar “equilíbrio entre o bem jurídico a ser tutelado e os meios [que utiliza] para chegar até lá”. As declarações foram feitas durante reunião promovida pelo Cesa (Centro de Estudos das Sociedades de Advogados).Para Torquato Jardim, o pretexto de chegar à ética na política não pode descumprir princípios fundamentais nem abandonar o princípio do in dubio pro reo (na dúvida, a favor do réu). 

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Ministro cancela processo seletivo para órgão de combate à corrupção

Jornal GGN – O ministro da Transparência, Fiscalização e Controle, Torquato Jardim, está sendo criticado por funcionários da nova pasta (antiga CGU) por revogar uma portaria que criava um processo de seleção interna para os cargos de direção e assessoramento do órgão de fiscalização e combate à corrupção do Executivo. Com isso, o ministro passa a ser o único responsável por escolher quem vai ocupar esses cargos.

Servidores protestaram e realizaram uma Assembleia Geral Extraordinária na manhã da última sexta-feira (5). “Ninguém esperava, essa portaria foi um avanço da gestão Valdir Simão (ex-ministro da CGU), depois de muito tempo sem critério nenhum para a nomeação de cargos de chefia e direção”, disse o presidente do sindicato, Rudinei Marques. Para ele, a decisão foi uma “tesourada” para aparelhar o Ministério.

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Ministro sugere demissão de servidores da CGU contrários a Temer

Jornal GGN - Durante vídeoconferência com servidores do Ministério da Transparência, Fiscalização e Controle, o novo ministro Torquato Jardim afirmou que os servidores que tiverem uma "incompatibilidade insuperável" com o governo Temer tenham a "dignidade de pedir esponteneamente a sua exoneração". Torquato assumiu o ministério após a saída de Fabiano Silveira, que foi gravado criticando a condução da Operação Lava Jato em conversa com o senador Renan Calheiros.

No vídeo, transmitido internamente pela TV CGU, Torquato também afirma que os trabalhos no ministério pressupõem que os servidores tenham "compatibilidade política, filosófica e ideológica" com o governo interino de Michel Temer. A fala do ministro foi recebida com receio pelos servidores, que são contrários à extinção da Controladoria-Geral da União. 

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Temer aposta em Torquato Jardim para Ministério da Transparência

 
Jornal GGN - Para substituir Fabiano Silveira no polêmico Ministério da Transparência, Fiscalização e Controle, que extinguiu a antiga Controladoria Geral da União (CGU), Temer apostou em Torquarto Jardim, ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
 
Com respeitado currículo na área jurídica e reconhecido por sua atuação no Tribunal, o novo ministro, por outro lado, possui bom trânsito entre os parlamentares. Assim como o ex-conselheiro Fabiano Silveira, Torquato também recebeu o aval do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).
 
O objetivo de Temer foi evitar resistências no Congresso Nacional, de servidores da antiga CGU e com apoio da bancada do PMDB, tanto na Câmara, quanto no Senado. Calheiros foi quem indicou o antigo ministro, que pediu demissão nesta segunda-feira (30), após o vazamento de áudio em que Fabiano teria aconselhado Renan e investigados na Operação Lava Jato.
 
De acordo com reportagem da Folha, o interino Michel Temer não mudou a estratégia para a pasta, que significou o principal órgão de transparência e combate à corrupção nos governos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. Para a reformulação do Ministério, ainda manteve a influência do senador peemedebista. 
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