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Moro não mandou prender Lula porque seria "imprudente" causar "trauma" na sociedade

 
Jornal GGN - Na mesma sentença em que condenou Lula a 9 anos e meio de prisão e mais 19 anos sem assumir cargos públicos por causa do triplex, o juiz Sergio Moro disse que tem motivos de sobra para "cogitar a prisão preventiva" do petista. Porém, recuou de fazê-lo alegando que "a prisão cautelar de um ex-presidente não deixa de envolver certos traumas" e optou pela decisão mais "prudente", que é deixar Lula recorrer em liberdade.
 
No despacho, divulgado nesta quarta (12), Moro disse que além de Lula ter sido condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, o processo revelou que o petista teria mandado destruir provas para dificultar o trabalho da Lava Jato. O juiz citou os depoimentos de Renato Duque e Leo Pinheiro.
 
Além disso, usou entrevistas e falas de Lula, publicadas na grande mídia, para alegar uma suposta tentativa de intimidação das autoridades. 
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Acidentes com fogos de artifício aumentam 25% em época de festas de São João

No período das festas de São João triplicar os casos de acidentes traumáticos e crianças são as principais vítimas

Jornal GGN - A Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), divulgou dados que alertam para os casos de acidentes com fogos de artifícios, principalmente, no período das festas juninas e julinas. Os números mostram que, nessa época de tanta diversão e brincadeira, o aumento do volume de casos no Pronto-Socorro chega a triplicar, sendo as crianças as principais vítimas.

O Dr. Diogo Garcia, coordenador do Núcleo de Trauma do Hospital Samaritano de São Paulo, afirma que durante as festas de São João os casos de acidentes aumentam em 25%. Desses, 70 % são crianças “e que, na maioria das vezes, vão ficar com sequelas para o resto da vida”, explica.

A amputação de membros, comprometimento da visão e perda parcial dos movimentos (lesão nos tendões), estão entre os traumas mais comuns provocados por esse tipo de acidente.

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Traumas podem afetar genes de filhos de vítimas

Jornal GGN - Uma equipe de pesquisa do hospital Mount Sinai, de Nova York, concluiu que mudanças genéticas decorridas de traumas podem ser transmitidas para os filhos das vítimas. Até agora, este é o sinal mais claro de que as experiências de vida de uma pessoas podem afetar as gerações seguintes.

A pesquisa liderada por Rachel Yehuda fez um estudo genético com 32 homens e mulheres que foram prisioneiros de campos de concentração nazistas, testemunharam ou sofreram torturas, ou foram obrigados a se esconder durante a Segunda Guerra Mundial. Os cientistas também estudaram os genes dos filhos dos participantes, sabidamente mais propensos a distúrbios de estresse, e compararam com os de famílias judias que não moravam na Europa durante a guerra.

Da Folha

Traumas afetam genes até de filhos das vítimas

HELEN THOMPSON, DO "GUARDIAN"

Mudanças genéticas derivadas de traumas sofridos por sobreviventes do Holocausto podem ser transmitidas aos filhos destes, no mais claro sinal até o momento de que as experiências de vida de uma pessoa podem afetar as gerações subsequentes.

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Vítima da ditadura argentina tinha dúvidas sobre sua identidade

 
 
De O Estado de S.Paulo
 
 
Ignacio Hurban, o neto desaparecido da líder das Avós da Praça De Maio, Estela de Carloto, disse nesta sexta-­feira (8), que tinha dúvidas sobre sua identidade e não sabia exatamente quem era até descobrir seu passado.
 
Uma das vítimas dos sequestros de bebês promovidos pela ditadura argentina (1978/­1983) falou pela primeira vez sobre o processo de descoberta de sua verdadeira família.

"Estou aproveitando (o momento), mas o que mais aproveito é a felicidade dos outros. Tive uma vida muito feliz e me aconteceram muitas coisas maravilhosas, mas hoje vivo uma nova etapa maravilhosa da minha vida. Estou emocionado", disse o músico, cujo nome original é Guido de Carlotto.

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Israel continua a atingir crianças em ataques à Faixa de Gaza

Crianças palestinas mortas em ataques israelenses

Por Mohammed Omer

Do Al Jazeera

Rafah, Faixa de Gaza – A mãe de três filhas e um filho, Umm Fadi, está tentando confortar suas crianças, mas a menina de nove anos, Raghd, chora a noite inteira enquanto os ataques aéreos israelenses continuam a atingir a Faixa de Gaza. “É difícil explicar política para as crianças. Elas ouvem os meninos de outros bairros falarem que Israel está bombardeando de novo, mas eu não consigo dizer por que”. Umm Fadi vive com o marido e os filhos no campo de refugiados de Tal al-Sultan.

Na quinta-feira, um ataque aéreo israelense matou sete civis palestinos, incluído cinco crianças. Segundo o Ministro da Saúde, é o maior número de mortes em um único ataque desde que começou a ofensiva de três dias. A estimativa do Ministério é de que 32 palestinos já tenham sido mortos, mais de 230 estejam feridos e 64 casas tenham sido completamente destruídas.

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