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A entrevista de Dilma à TV suíça

Enviado por Jackson da Viola

Jornal GGN - Em passagem pela Suíça, a presidente Dilma Rousseff concedeu uma entrevista falando sobre sua trajetória política desde a Ditadura, até à queda provocada por um impeachment por crime de responsabilidade fabricado pela oposição.

Dilma respondeu a perguntas sobre economia e rebateu as denúncias de corrupção que ganharam o mundo por conta da Petrobras. Ela disse que não teve participação pessoal em qualquer esquema. Ela também disse que, ao contrário do que a mídia brasileira tenta exportar, o maior crime de corrupção da história não é a Lava Jato, mas sim a quebra de instituições financeiras na crise de 2008.

Assista à entrevista completa aqui.

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A CIA não matará o Papa Francisco, mas pode usar as mãos de cardeais, por J. Carlos de Assis

Movimento Brasil Agora

A CIA não matará o Papa Francisco, mas pode usar as mãos de cardeais

por J. Carlos de Assis

A virtual derrota para a Rússia no Leste da Ucrânia, a derrota também para a Rússia em Aleppo, o desastre estratégico representado pelo Brexit na Europa Ocidental e, sobretudo, a vitória de Donald Trump nas eleições norte-americanas são parte de uma cadeia de desastres estratégicos que estão fulminando o esquema de poder global concebido no núcleo neoconservador-neoliberal dos Estados Unidos. Acima disse, paira uma ameaça moral sem paralelo: o Papa Francisco, condenando o capitalismo financeiro com audácia inaudita.

Não é  impossível matar um Papa. Afinal, é um homem, e todos os homens são vulneráveis. O Grande Chefão de Francis Coppola mostrou como provavelmente o Papa João Paulo I foi assassinado pela Máfia. Contudo, ele representava um desafio local na Itália. Francisco é um desafio global. Diante de desafios globais a CIA mudou de tática. Não mata diretamente. Usa levantes populares que podem começar com uma campanha contra a corrupção, a favor dos Direitos Humanos ou pelo meio ambiente.

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Relato de sexo sem consentimento não foi apologia ao estupro, decide Ministério Público

Jornal GGN - O Ministério Público decidiu arquivar uma representação do deputado federal Jean Wyllys (PSOL) contra o ator Alexandre Frota. O artista usou um programa de televisão para relatar um episódio em que teria forçado uma relação sexual com uma "mãe de santo", fazendo uso de sua "fama" como ator da Globo. No episódio, ele diz que abordou diretamente a mulher sobre sua vontade de penetrá-la e ela, segundo Frota, não consentiu verbalmente.

As falas de Frota revoltaram as redes sociais à época. O relato levantou debates sobre estupro. Mas ao analisar o pedido de Wyllys, o MP entendeu que não era o caso de apologia, apenas Frota narrando um caso de sua vida.

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Documentário aborda papel da mídia no assassinato de Eloá

Por Ingrid Matuoka

Quem matou Eloá?: a mídia e a violência contra a mulher

Na CartaCapital

Foi um “crime de amor”, um “crime passional”, diziam os noticiários em outubro de 2008 sobre os cinco dias em que Lindemberg Alves, o “jovem trabalhador de 22 anos que gostava de jogar futebol e teve uma crise de ciúmes”, manteve Eloá Cristina Pimentel, 15 anos, em cárcere privado sob constante ameaça e violência.

As 100 horas em que ela ficou presa foram transmitidas por diversos canais da tevê aberta, em tempo real, com ar de filme de ação. O desfecho se deu no dia 17, quando a polícia invadiu o apartamento e Lindemberg matou a ex-namorada com um tiro na cabeça e outro na virilha.

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STF derruba restrição de horários para programas com classificação indicativa

 
Jornal GGN - O Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou nesta quarta-feira (31) a limitação para veicular programas de rádio e televisão em horários antes não permitidos, segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
 
O dispositivo proibia, por exemplo, que programas para maiores de 14 anos fossem exibidos antes das 21h. Agora, as emissoras de rádio e TV têm liberdade para definir os horários de programação, devendo apenas exibir o aviso sobre o conteúdo dos programas.
 
O fim da regra foi motivado pela Ação Direta de Inconstitucionalidade protocolada pelo PTB, em 2001, e que tramitava no Supremo Tribunal Federal (STF), desde 2011. De acordo com o relator da ação, o ministro Dias Toffoli, a restrição era inconstitucional. 
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Após decisão do Supremo, Erundina e Freixo são convidados para debate em TV

Jornal GGN - A deputada federal Luiza Erundina, candidata do PSOL à Prefeiutra de São Paulo, participará na sexta-feira (2) do debate promovido pela Rede TV, a partir das 22h15. 

A emissora decidiu convidá-la foi após a maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal facultar aos veículos de comunicação, sem necessidade de aval de outros candidatos, a participação de partidos pequenos em debates políticos em rádio e televisão.

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Supremo libera participação de nanicos em debates na TV

Jornal GGN - A maioria do Supremo Tribunal Federal decidiu, nesta quinta (25), que os veículos de imprensa podem convidar candidatos com representatividade junto à opinião pública para debates, mesmo que a bancada federal não disponha de nove deputados, conforme exigido por lei.

Isso favorece candidatos como Luiza Erundina e Marcelo Freixo (PSOL), que foram descartados dos debates na Band porque, sem quórum parlamentar, só poderiam participar com a concordância de dois terços dos adversários. Freixo e Erundina aparecem em segundo e terceiro lugar na pesquisa do Datafolha de julho.

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Emissoras públicas declaram apoio à continuidade da TV Brasil

Da Agência Brasil

A Rede Nacional de Comunicação Pública, que reúne 16 emissoras públicas estaduais de TV, publicou uma nota pública manifestando apoio da entidade à continuidade da TV Brasil, emissora pública da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). A decisão de escrever a nota foi tomada durante uma reunião mensal que as emissoras fazem para falar de programação e tratar da troca de conteúdos.

A EBC é uma empresa pública que, além da TV Brasil, é gestora da TV Brasil Internacional, daNBR, de oito emissoras de rádio, da Agência Brasil e da Radioagência.

A  Rede Nacional de Comunicação Pública diz que a “ameaça de suspensão da TV Brasil é gravíssima”. "A hipótese de descontinuidade da TV Brasil prejudicaria diretamente toda estrutura de comunicação pública no país, na medida em que boa parte da programação das emissoras regionais é fornecida dela", diz a nota.

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Ministério Público investiga como igrejas ocupam as grades de emissoras de TV

Jornal GGN - Após a Ancine revelar que programação religiosa tem mais espaço nas TVs abertas do que telejornais, o procurador da República Sergio Suiama, do Rio de Janeiro, decidiu abrir um inquérito para investigar como esses programas ocupam as grades da Bad, Record, RedeTV e TV Gazeta. Ele quer saber se as igrejas alugam os espaços ou se compram como se fosse espaço de publicidade, duas práticas proibidas por lei.

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TRF3 julgará incitação de violência a homossexuais por Silas Malafaia

 
Jornal GGN - O Tribunal Regional Federal (TRF3) negou um recurso do pastor Silas Malafaia em ação civil pública por incitação à violência contra homossexuais. O Ministério Público Federal (MPF) entrou com o processo após Malafaia criticar o uso de imagens de santos em publicidade pelo uso de preservativos, durante a Parada do Orgulho LGBT de 2011.
 
Durante o seu programa “Vitória de Cristo”, veiculado pela TV Bandeirantes, o pastor falou que a Igreja Católica deveria "entrar de pau" e "baixar o porrete em cima" dos homossexuais.
 
"Os caras na parada gay ridicularizaram símbolos da Igreja Católica e ninguém fala nada. É pra Igreja Católica entrar de pau em cima desses caras, sabe? Baixar o porrete em cima pra esses caras aprender (sic). É uma vergonha", defendeu Malafaia no programa na Bandeirantes.
 
A Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais Travestis e Transexuais (ABGLT) acionou o MPF que, após inquérito, concluiu pela ação civil, pedindo a retratação de, no mínimo, o dobro do tempo da mensagem homofóbica e que a TV não veicule conteúdo que incite violência ou desrespeito contra homossexuais, com fiscalização da União.
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“Uma Noite em 67” abre a semana do canal Curta!

O canal preparou uma lista de documentários que serão apresentados durante toda a semana, com horários alternativos

Jornal GGN – O canal Curta! prepara toda semana uma programação especial, repleta de documentários, para o público. Hoje, dia 19 de julho, a exibição pretende atrair os amantes da música popular brasileira. A estreia, na Segunda da Música, fica por conta de “Uma noite em 67”, um convite para viver a final do Festival da Record que mudou os rumos da MPB, a partir das 22h05.

Como a semana não para por aí, na Terça das Artes, dia 19 de julho, vai ao ar “Oscar Niemeyer – A Vida É Um Sopro”. O documentário narra a trajetória do arquiteto Oscar Niemeyer, mostrando como sua vida profissional se cruza com a história do Brasil.

A Quarta de Cinema, dia 20 de julho, é do road movies (filme de estrada) “Cinema, Aspirinas e Urubus”. O encontro de dois homens de mundos completamente distintos que se passa no sertão brasileiro em 1942, já foi atração em muitos festivais, com participação na Mostra Un Certain Regard (Um Certo Olhar) do Festival de Cannes 2005; Festival do Rio, no "Prêmio Especial do Júri" e o prêmio de "Melhor Ator"; e na Mostra São Paulo, como o primeiro filme brasileiro a receber o prêmio máximo de "Melhor Filme".

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A TV como fator de desinformação, por Francisco Julio Xavier

do Observatório da Imprensa

A TV como fator de desinformação

Por Francisco Julio Xavier

Estamos vivendo a era do desespero. Gritam por socorro os noticiários, desesperados – essa é a palavra, estão a sombra do desastre – por sucumbirem depois de uma era em que os meios tradicionais de comunicação reinaram no cenário midiático. Pode parecer uma teoria negativista, mas não é; seria positivista – creiamos.

Tem se tornado um constante drama para meios hegemônicos a queda em receita vindo da publicidade, causa maior, devido ao seu enfraquecimento em audiência e alcance de público, que agora não tem apenas o controle remoto, mas a vastidão das redes sociais e da internet como toda.

Algo que podemos constatar é a luta diária travada pelos meios em reverter essa situação de distanciamento do público para a internet. Uns se preparam para esse novo cenário e tentam a convergência, mesmo que tímida. Outros abrem espaço amplo para as pautas oriundas da rede – em massa, das mídias sociais.

Dada a carência de audiência, cada vez mais visível, a hora de reverter a nova onda está se deslanchando em desespero nítido e ridículo. A televisão tenta, a todo custo, destruir a nossa inteligência, já que não consegue combater a nossa migração para a rede mundial de computadores.

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Perfeito midiota enfrenta dificuldade para entender noticiários, por Luciano Martins Costa

 
Jornal GGN - No artigo à seguir, Luciano Martins Costa avalia os últimos acontecimentos da política divulgados através da lente da grande imprensa e, ainda, como ela trabalha para acomodar as novas notícias ao discurso do impeachment que vem defendendo. "É preciso entender a relação entre linguagem, ideologia, poder e dominação (...). Dizem alguns especialistas em comunicação que, quando a chamada realidade objetiva supostamente retratada pelo jornalismo está muito complicada, o melhor é buscar metáforas em obras de ficção".
 
 
 
Por Luciano Martins Costa
 
A empatia, ou seja, quando o que está dito tende a satisfazer o leitor ou acomodar suas inquietações, sem provocar insights ou curiosidade, é porque o discurso do poder funcionou
 
Está difícil acompanhar o noticiário?
 
De repente, você ficou confuso, como a senadora Marta Suplicy, que abandonou a canoa furada do PT e embarcou na caravela do PMDB – apenas para descobrir que a nau está sem rumo e infestada de ratos.
 
No meio da confusão, o presidente do Senado, Renan Calheiros, ameaça dar voz de prisão à polícia, ou seja, quer pedir aos colegas do Congresso que votem o impeachment do procurador-geral da República, Rodrigo Janot.
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TV russa analisa "o golpe silencioso no Brasil"

Da Imprensa Internacional Denuncia o Golpe

Dr. Mark Weisbrot, do Centro de Pesquisa Econômica e Política e do Just Foreign Policy, em Washington, é um dos grandes críticos que acompanha com atenção e preocupação o que vem acontecendo no nosso país. Nesta entrevista ao canal russo RT, ele fala sobre o que está por trás do golpe de Estado no Brasil em termos geopolíticos.

Vale a pena ler, também, um texto fundamental dele que já traduzimos por aqui:

Diplomacia cifrada de Washington apoia tentativa de golpe no Brasil

Por Mark Weisbrot *
 
No HuffPost (EUA) - Versão original pode ser lida aqui
 
Tradução de Marina Lang
 
No dia seguinte à votação de impeachment na Câmara dos Deputados do Congresso do Brasil, um dos líderes da iniciativa, senador Aloysio Nunes, viajou a Washington D.C. Ele tinha reuniões agendadas com diversas autoridades, incluindo Thomas Shannon, do Departamento de Estado.
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Helena Chagas: Temer refém do falso dilema TV pública e governamental

Por Helena Chagas

Em Os Divergentes

O governo Temer corre o risco de ficar refém de uma falsa escolha entre comunicação pública e comunicação governamental. As duas podem e devem existir separadamente porque são coisas diferentes. Comunicação pública, com foco na cidadania, no debate, em ações educativas e abrindo espaço à diversidade e a uma programação com participação da sociedade. Comunicação de governo, tão importante quanto, destinada a divulgar amplamente, com transparência e qualidade, todas as ações e programas governamentais, numa obrigatória prestação de contas do Executivo à população.

Hoje, coexistem numa mesma empresa, a EBC, a TV Brasil, um canal de comunicação pública, e a NBR, o canal de notícias do Executivo. E há uma grande confusão, tanto perante a opinião pública quanto dentro do próprio governo, sobre quem faz o quê. Sob o mesmo chapéu do sistema estatal de comunicação, vive-se uma esquizofrenia. A TV Brasil não é e nem quer ser governo. É sustentada pelo orçamento do Executivo mas não quer ser chapa-branca. A NBR, com orçamento e recursos menores, é uma espécie de patinho feio do sistema, relegada a um papel secundário na EBC.

Não deveria ser assim e é preciso haver mudanças de desenho institucional e administrativo. A mais óbvia, a separação das duas: o público para um lado, buscando também outras formas de financiamento com prestação de serviços e interação com a sociedade, e o governista para o outro, sem medo de ser chapa-branca, com um canal forte de divulgação de seus atos, a exemplo dos outros poderes.

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