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Mr. Catra e Dragon Ball viram tema de TCC em universidades públicas brasileiras

Há, ainda, quem desenvolveu dissertação de mestrado em cima da discussão de gênero e sexualidade do BBB 10

Temas de doutorado e mestrado de universidades públicas

Jornal GGN - No artigo a seguir, da Gazeta do Povo, são apresentados os temas de dez dissertações de mestrado e teses de doutorados produzidas por estudantes das universidades públicas brasileiras colocando em dúvida a validade de financiar todo o tipo de produção de conhecimento. Há quem se debruçou em análises sobre o mangá "Dragon Ball", o discurso do sertanejo universitário "Agora eu fiquei doce" e, ainda, na discussão de gênero e sexualidade no Big Brother Brasil 10.

 
 
Dissertações de mestrado e teses de doutorado de universidades públicas incluem estudos sobre funkeiro Mr. Catra e vlogueiro Felipe Neto 

O ambiente universitário, por definição, deve ser um espaço aberto à criatividade e à inovação. Toda forma de conhecimento é válida. Por outro lado, algumas teses desenvolvidas por alunos de mestrado e doutorado em universidades públicas brasileiras são difíceis de explicar ao contribuinte, que arca com todas as despesas. A opção por temas pouco ortodoxos, especialmente nos cursos de ciências humanas e sociais, talvez ajude a explicar por que o Brasil nunca recebeu um prêmio Nobel – ao contrário de Argentina, Chile, Colômbia, Venezuela, México, Costa Rica, Peru e Guatemala. 

Veja uma lista de dez dissertações de mestrado e teses de doutorado sobre temas pouco usuais, todas apresentadas em universidades públicas.

1) Fazer banheirão: as dinâmicas das interações homoeróticas na Estação da Lapa e adjacências.

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Na Uerj, crise financeira faz evasão de alunos dobrar

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Foto:Tania Rego/Agência Brasil
 
Jornal GGN - A grave crise financeira enfrentada pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) fez a evasão de alunos dobrar no ano passado e também prejudica o interesses dos candidatos para o vestibular de 2018. 
 
Ruy Garcia Marques, reitor da universidade, afirma que houve uma diminuição nas inscrições no vestibular. “Até em casa, meu filho, de 16 anos, me diz que não sabe se quer ir para a Uerj", afirma. Para ele, levará tempo “para a gente recuperar a grandeza” do nome da universidade. 
 
A situação vivida pela Uerj é um reflexo da crise nas finanças do governo do Estado do Rio de Janeiro. Neste ano, o início das aulas foi adiada inúmeras vezes, e os alunos ainda estão cumprindo o calendário acadêmico do ano passado. Além disso, salários de técnicos e professores e o pagamento para os alunos bolsistas estão atrasados. 

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A campanha salarial das universidades públicas paulistas: do déjà vu à solucionática, por Renato Dagnino

A campanha salarial das universidades públicas paulistas: do déjà vu à solucionática

por Renato Dagnino

Talvez os colegas mais jovens não saibam da culposa sensação de déjà vu que assalta os mais velhos quando vemos se aproximar a campanha salarial nas universidades públicas paulistas.

Há quase 40 anos estamos falhando ao tentar melhorar nossas condições de trabalho e defender nosso salário.

O que segue é uma mea-culpa que fraternalmente analisa a “problemática” para convidar à concepção de uma “solucionática” que aponte para cursos de ação mais eficientes para nós, eficazes para nossas universidades e efetivos para a sociedade.

Intencionalmente ou não, nosso foco tem sido convencer os que poderiam usar seu poder político e econômico para tanto da importância do que fazemos.

Inadvertidamente, nos temos orientado na direção de um conhecimento enviesado para aumentar a competitividade de suas empresas e a chance de seus filhos conquistarem bons empregos.

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Após quase quatro meses de paralisação, Uerj volta às aulas

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Foto: Tania Rego/Agência Brasi

Da Agência Brasil

por Felippe Flehr

A Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) retoma suas atividades acadêmicas a partir de hoje (10), após quase 4 meses de paralisação. A decisão foi tomada em reunião feita na última sexta-feira (7) entre a reitoria e o Fórum de Diretores das Unidades Acadêmicas. Também retornarão às aulas os alunos do Colégio de Aplicação da Uerj (Cap-Uerj). As aulas são correspondentes ainda ao segundo semestre de 2016.  O reitor Ruy Garcia Marques explicou voltamos por respeito aos alunos e à sociedade.
 
"Na realidade teríamos que retornar no dia 17 de janeiro, porém, a situação estava impraticável. Todos os campus se encontravam sujos, sem manutenção e outros fatores. Porém, nesses três meses de negociação muita coisa evoluiu. Hoje o campus Maracanã, por exemplo, está limpo, com os elevadores funcionando, ainda que não na sua totalidade, e outros avanços. É preciso ressaltar que isso é o mínimo. Falta muitíssima coisa para se fazer," disse.
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Circo dos horrores na USP na gestão Zago, por Psicanalistas pela Democracia

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Dos Psicanalistas pela Democracia

Circo dos horrores na USP: brutalidade, feridas, sangue e lágrimas na gestão Zago

A USP ainda é uma universidade digna desse nome?

As tensões e conflitos entre estudantes, docentes e funcionários da USP se tornaram corriqueiras, diárias e crescentes ao longo da gestão do reitor Marco Antonio Zago. Tais tensões eclodem muitas vezes em conflitos violentíssimos com a participação da polícia militar, que tem sido acionada pelas instâncias superiores e age, com a autorização da reitoria, com toda a brutalidade ao seu alcance para intimidar os membros da comunidade acadêmica no livre exercício de seu direito de se manifestar.

São muitos os episódios que demonstram que o campus da USP se tornou um palco de horrores e, paradoxalmente, uma usina de práticas discricionárias, intimidatórias e verticalizadas. Custa acreditar que o diálogo em questões cruciais para a universidade, do lado de dentro dos portões, se converte em golpes de cassetete, chutes na cabeça, bombas de gás lacrimogênio, gás de pimenta e detenções de manifestantes, trabalhadores e estudantes dessa mesma universidade.

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Reitor da UFRJ aponta ameaças contra a autonomia universitária e a liberdade de cátedra

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Jornal GGN - Em carta para os participantes de seminário da Andifes, Roberto Leher, reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) fala sobre as ameaças dos últimos tempos contra a autonomia universitária, a liberdade de cátedra e até mesmo contra a própria ciência.
 
“Em todo o mundo, pairam nuvens de chumbo sobre a liberdade de cátedra”, diz o reitor, que também fala de ações de setores do Poder Judiciário que tentam “cercear a voz das universidades”. 
 
“O vigor democrático das federais e das estaduais sinaliza um futuro promissor para a educação superior pública em nosso país e atualiza o lugar central da luta pela autonomia das universidades públicas”, afirma o reitor.

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Funcionários e estudantes protestam em defesa da Uerj

 
Jornal GGN - Nesta quarta-feira (18), estudantes e funcionários realizaram um ato em defesa da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). A instituição tem sido afetada por falta de recursos, causando prejuízos às atividades acadêmicas e ao funcionamento do Hospital Universitário. 
 
“A população precisa nos dar este apoio. A Uerj é um patrimônio do nosso estado. Ela não é minha, é de todos. Nossa situação hoje é triste”, afirma a estudante Natália Trindade. Leia mais »
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UERJ pode se tornar primeira grande universidade fechada pelo PMDB, por Jean Wyllys

 
 
Por Jean Wyllys, via Facebook
 
 
A Universidade do Estado do Rio de Janeiro, uma das maiores e mais conceituadas do país, corre sério risco de não reabrir as portas nesse ano. É isso que diz a carta aberta do Conselho Universitário, divulgada esta semana, endereçada ao governador Luiz Fernando Pezão. Segundo a universidade, faltam condições básicas de manutenção das atividades e os salários de novembro, dezembro e o décimo terceiro dos funcionários não foram pagos.

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O debate interditado diante do retrocesso econômico e social, por Fernando Nogueira da Costa

Debate Interditado

por Fernando Nogueira da Costa

Em um momento de retrocesso do social-desenvolvimentismo para o neoliberalismo, o debate das decisões cruciais – aquelas que mudarão o contexto brasileiro de maneira irreversível a não ser à custa de muitas perdas de rendas e riquezas –, na mídia (impressa e televisa) nacional, está interditado. O denominado PIG (Partido da Imprensa Golpista) só publica colunas e artigos daqueles que apoiaram (e ainda mantém o apoio a) o golpe parlamentarista.

Qual é o problema de não aparecer o contraditório, sufocando vozes oposicionistas e discordantes tanto do ajuste fiscal quanto da reforma da Previdência Social? Os tomadores das decisões, seja do Poder Executivo golpeado, seja do Poder Legislativo não eleito para aprovar este programa de governo, que foi derrotado em 2014, erram ao não analisar todas as consequências políticas e socioeconômicas de seus atos unilaterais!

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Servidores da UnB entram em greve contra a PEC 241

Jornal GGN - Nesta segunda-feira (24), os servidores técnico-administrativos da Universidade de Brasília (UnB) entraram em greve em protesto contra o Projeto de Emenda Constitucional (PEC) 241, que limita os gastos públicos por 20 anos.

Para o Sindicato dos Trabalhadores da Fundação Universidade de Brasília (Sindtfub), a PEC ataca os direitos dos trabalhadores e também é uma ameaça para os direitos sociais.

Mauro Mendes, coordenador do Sintfub, diz que a discussão também envolve a reforma da Previdência e dos direitos trabalhistas, que irão “atingir todos os servidores públicos e todos os setores produtivos do país”.

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Professores da Unicamp decidem suspender greve

Jornal GGN - Os professores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) decidiram, em assembleia realizada ontem (30), suspender a greve iniciada no começo do mês de junho. Eles também resolveram que irão continuar a luta "em defesa da universidade pública, de qualidade e socialmente referenciada". Deste modo, a Comissão de Mobilização será mantida para prosseguir com a programação de eventos e debates que estão sendo realizado na Unicamp pelo Movimento SOS Universidade.

Segundo informe apresentado pela Comissão, o reitor da Universidade, José Tadeu Jorge, se comprometeu a negociar os itens específicos da pauta de reinvidicações, mas afirmou que o reajuste possível de ser concedido no momento é de 3%, diante da situação financeira da Unicamp.

A categoria pedia aumento de 12,3% nas remunerações, para compensar o índice inflacionário desde abril do ano passado. Segundo a Comissão, o reitor também se comprometeu a reabrir as negociações assim que existir uma recuparação na arrecadação do ICMS no Estado de São Paulo.

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Na Unicamp, ato unificado faz Via Crucis em defesa da universidade pública

Jornal GGN - Nesta quarta-feira (22), professores, estudantes e funcionários da Unicamp realizarão um ato unificado em defesa da universidade pública, com uma caminhada com 14 paradas e intervenções musicais e discursos.

Na Via Crúcis, o ato irá percorrer diversos pontos do campus da universidades, a partir das 9 horas. De acordo com os organizadores, o objetivo do protesto é chamar a atenção para a urgência da luta em defesa de uama universidade "pública, gratuita, de qualidade e socialmente referenciada para todos".

A ideia da caminhada é percorrer o trajeto como em um cortejo fúnebre, apresentando as reivindiações das categoras participantes. “O clima geral deverá ser solene: o silêncio, as falas pontuais, alguns cânticos e músicas, a gestualidade e a vestimenta dos participantes irão evocar a gravidade da situação de forma simbólica, com o objetivo de sensibilizar a comunidade acadêmica à reflexão", disseram os organizadores.

Desde o dia 10 de maio, os alunos tem ocupado a reitoria da Unicamp em protesto contra o anúncio de corte de verbas e por um programa de cotas étinico-raciais. No dia 2 de junho, os professores da Unicamp iniciaram greve para reivindicar uma série de itens, como novas negociações para reajuste salarial.

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Inscrições para ensino superior público começam amanhã

Da Agência Brasil

Candidatos podem consultar vagas disponíveis no Sisu; inscrições começam amanhã

Por Mariana Tokarnia

Os candidatos a entrar no ensino superior público já podem consultar as vagas disponíveis no portal do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). A consulta pode ser feita por instituição, por cidade ou por curso no site do Sisu.  Nesta edição, são ofertadas 56.422 vagas em 65 instituições públicas de ensino superior para o segundo semestre deste ano.

As inscrições poderão ser feitas de segunda-feira (30) a 2 de junho. O número de vagas aumentou 1,5% em relação às cerca de 55,6 mil ofertadas no segundo semestre do ano passado. Podem participar do Sisu os estudantes que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2015 e não tiraram zero na redação.

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Ministro da Educação diz que universidades públicas continuarão gratuitas

Da Agência Brasil

“As universidades públicas continuam gratuitas. Qualquer informação diferente é falsa”, afirmou hoje (18) o ministro da Educação e Cultura, Mendonça Filho, em nota enviada à imprensa.

O comunicado foi feito após repercussão sobre a proposta de emenda à Constituição (PEC) em tramitação no Congresso Nacional para regulamentar a cobrança em cursos de extensão, especialização e pós-graduação lato sensu em universidades públicas.

A PEC 395/2014, que ainda deverá ser votada em segundo turno na Câmara dos Deputados, determina que o ensino público superior de graduação e de pós-graduação acadêmica (mestrados e doutorados) continue gratuito, mas as instituições poderão cobrar pelos cursos de extensão e de pós-graduação lato sensu, ou seja, as especializações.

A proposta não obriga a cobrança. Dessa forma, a universidade decidirá se deseja ou não cobrar pelos cursos. Enquanto deputado, Mendonça Filho defendeu a medida na Câmara.

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Juíza que proibiu reunião estudantil perdeu o apoio até dos proponentes da ação

Jornal GGN - Alunos da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) entraram com recurso para suspender a liminar que proíbe a realização de uma assembleia estudantil que iria discutir a posição dos alunos em relação ao processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. 

A proibição veio de uma juíza da 9ª Vara Cível de Belo Horizonte, que acatou o pedido de dois alunos da faculdade. Eles alegam que o Centro Acadêmico tem sido utilizado como "aparelhamento partidário", apoiando posicionamentos contrários à maioria dos estudantes. A Faculdade de Direito da UFMG repudiou a liminar e disse que os alunos não podem ser privados de discutir "quaisquer temas dentro do ambiente acadêmico".

Do G1

 
Reunião discutiria processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. A faculdade e a OAB-MG repudiaram decisão e alegaram censura.

O Centro Acadêmico Afonso Pena (CAAP), da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), entrou com um recurso na Justiça para suspender a liminar que proibiu a realização de uma assembleia nesta sexta-feira (29).  A reunião iria discutir o posicionamento político dos alunos sobre o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff e “possíveis desdobramentos e medidas a serem tomadas”.

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