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Funcionários e estudantes protestam em defesa da Uerj

 
Jornal GGN - Nesta quarta-feira (18), estudantes e funcionários realizaram um ato em defesa da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). A instituição tem sido afetada por falta de recursos, causando prejuízos às atividades acadêmicas e ao funcionamento do Hospital Universitário. 
 
“A população precisa nos dar este apoio. A Uerj é um patrimônio do nosso estado. Ela não é minha, é de todos. Nossa situação hoje é triste”, afirma a estudante Natália Trindade. Leia mais »
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UERJ pode se tornar primeira grande universidade fechada pelo PMDB, por Jean Wyllys

 
 
Por Jean Wyllys, via Facebook
 
 
A Universidade do Estado do Rio de Janeiro, uma das maiores e mais conceituadas do país, corre sério risco de não reabrir as portas nesse ano. É isso que diz a carta aberta do Conselho Universitário, divulgada esta semana, endereçada ao governador Luiz Fernando Pezão. Segundo a universidade, faltam condições básicas de manutenção das atividades e os salários de novembro, dezembro e o décimo terceiro dos funcionários não foram pagos.

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O debate interditado diante do retrocesso econômico e social, por Fernando Nogueira da Costa

Debate Interditado

por Fernando Nogueira da Costa

Em um momento de retrocesso do social-desenvolvimentismo para o neoliberalismo, o debate das decisões cruciais – aquelas que mudarão o contexto brasileiro de maneira irreversível a não ser à custa de muitas perdas de rendas e riquezas –, na mídia (impressa e televisa) nacional, está interditado. O denominado PIG (Partido da Imprensa Golpista) só publica colunas e artigos daqueles que apoiaram (e ainda mantém o apoio a) o golpe parlamentarista.

Qual é o problema de não aparecer o contraditório, sufocando vozes oposicionistas e discordantes tanto do ajuste fiscal quanto da reforma da Previdência Social? Os tomadores das decisões, seja do Poder Executivo golpeado, seja do Poder Legislativo não eleito para aprovar este programa de governo, que foi derrotado em 2014, erram ao não analisar todas as consequências políticas e socioeconômicas de seus atos unilaterais!

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Servidores da UnB entram em greve contra a PEC 241

Jornal GGN - Nesta segunda-feira (24), os servidores técnico-administrativos da Universidade de Brasília (UnB) entraram em greve em protesto contra o Projeto de Emenda Constitucional (PEC) 241, que limita os gastos públicos por 20 anos.

Para o Sindicato dos Trabalhadores da Fundação Universidade de Brasília (Sindtfub), a PEC ataca os direitos dos trabalhadores e também é uma ameaça para os direitos sociais.

Mauro Mendes, coordenador do Sintfub, diz que a discussão também envolve a reforma da Previdência e dos direitos trabalhistas, que irão “atingir todos os servidores públicos e todos os setores produtivos do país”.

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Professores da Unicamp decidem suspender greve

Jornal GGN - Os professores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) decidiram, em assembleia realizada ontem (30), suspender a greve iniciada no começo do mês de junho. Eles também resolveram que irão continuar a luta "em defesa da universidade pública, de qualidade e socialmente referenciada". Deste modo, a Comissão de Mobilização será mantida para prosseguir com a programação de eventos e debates que estão sendo realizado na Unicamp pelo Movimento SOS Universidade.

Segundo informe apresentado pela Comissão, o reitor da Universidade, José Tadeu Jorge, se comprometeu a negociar os itens específicos da pauta de reinvidicações, mas afirmou que o reajuste possível de ser concedido no momento é de 3%, diante da situação financeira da Unicamp.

A categoria pedia aumento de 12,3% nas remunerações, para compensar o índice inflacionário desde abril do ano passado. Segundo a Comissão, o reitor também se comprometeu a reabrir as negociações assim que existir uma recuparação na arrecadação do ICMS no Estado de São Paulo.

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Na Unicamp, ato unificado faz Via Crucis em defesa da universidade pública

Jornal GGN - Nesta quarta-feira (22), professores, estudantes e funcionários da Unicamp realizarão um ato unificado em defesa da universidade pública, com uma caminhada com 14 paradas e intervenções musicais e discursos.

Na Via Crúcis, o ato irá percorrer diversos pontos do campus da universidades, a partir das 9 horas. De acordo com os organizadores, o objetivo do protesto é chamar a atenção para a urgência da luta em defesa de uama universidade "pública, gratuita, de qualidade e socialmente referenciada para todos".

A ideia da caminhada é percorrer o trajeto como em um cortejo fúnebre, apresentando as reivindiações das categoras participantes. “O clima geral deverá ser solene: o silêncio, as falas pontuais, alguns cânticos e músicas, a gestualidade e a vestimenta dos participantes irão evocar a gravidade da situação de forma simbólica, com o objetivo de sensibilizar a comunidade acadêmica à reflexão", disseram os organizadores.

Desde o dia 10 de maio, os alunos tem ocupado a reitoria da Unicamp em protesto contra o anúncio de corte de verbas e por um programa de cotas étinico-raciais. No dia 2 de junho, os professores da Unicamp iniciaram greve para reivindicar uma série de itens, como novas negociações para reajuste salarial.

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Inscrições para ensino superior público começam amanhã

Da Agência Brasil

Candidatos podem consultar vagas disponíveis no Sisu; inscrições começam amanhã

Por Mariana Tokarnia

Os candidatos a entrar no ensino superior público já podem consultar as vagas disponíveis no portal do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). A consulta pode ser feita por instituição, por cidade ou por curso no site do Sisu.  Nesta edição, são ofertadas 56.422 vagas em 65 instituições públicas de ensino superior para o segundo semestre deste ano.

As inscrições poderão ser feitas de segunda-feira (30) a 2 de junho. O número de vagas aumentou 1,5% em relação às cerca de 55,6 mil ofertadas no segundo semestre do ano passado. Podem participar do Sisu os estudantes que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2015 e não tiraram zero na redação.

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Ministro da Educação diz que universidades públicas continuarão gratuitas

Da Agência Brasil

“As universidades públicas continuam gratuitas. Qualquer informação diferente é falsa”, afirmou hoje (18) o ministro da Educação e Cultura, Mendonça Filho, em nota enviada à imprensa.

O comunicado foi feito após repercussão sobre a proposta de emenda à Constituição (PEC) em tramitação no Congresso Nacional para regulamentar a cobrança em cursos de extensão, especialização e pós-graduação lato sensu em universidades públicas.

A PEC 395/2014, que ainda deverá ser votada em segundo turno na Câmara dos Deputados, determina que o ensino público superior de graduação e de pós-graduação acadêmica (mestrados e doutorados) continue gratuito, mas as instituições poderão cobrar pelos cursos de extensão e de pós-graduação lato sensu, ou seja, as especializações.

A proposta não obriga a cobrança. Dessa forma, a universidade decidirá se deseja ou não cobrar pelos cursos. Enquanto deputado, Mendonça Filho defendeu a medida na Câmara.

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Juíza que proibiu reunião estudantil perdeu o apoio até dos proponentes da ação

Jornal GGN - Alunos da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) entraram com recurso para suspender a liminar que proíbe a realização de uma assembleia estudantil que iria discutir a posição dos alunos em relação ao processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. 

A proibição veio de uma juíza da 9ª Vara Cível de Belo Horizonte, que acatou o pedido de dois alunos da faculdade. Eles alegam que o Centro Acadêmico tem sido utilizado como "aparelhamento partidário", apoiando posicionamentos contrários à maioria dos estudantes. A Faculdade de Direito da UFMG repudiou a liminar e disse que os alunos não podem ser privados de discutir "quaisquer temas dentro do ambiente acadêmico".

Do G1

 
Reunião discutiria processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. A faculdade e a OAB-MG repudiaram decisão e alegaram censura.

O Centro Acadêmico Afonso Pena (CAAP), da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), entrou com um recurso na Justiça para suspender a liminar que proibiu a realização de uma assembleia nesta sexta-feira (29).  A reunião iria discutir o posicionamento político dos alunos sobre o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff e “possíveis desdobramentos e medidas a serem tomadas”.

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USP pode cassar aposentadoria de ex-reitor

Jornal GGN - Um processo interno aberto pelo atual reitor da Universidade de São Paulo, Marco Antonio Zago, pretende cassar a aposentadoria de seu antecessor, João Grandino Rodas, sob a alegação de que o ex-reitor tomou medidas que lesaram os cofres públicos e provocaram desequilíbrio financeiro da universidade.

Rodas se aposentou em agosto, após cumprir mandato entre 2010 e 2014, com um salário bruto de R$ 20 mil. Caso a punição se confirme, será a primeira vez que um reitor da USP perde sua aposentadoria. Rodas se defende dizendo que não tomou as medidas sozinho e que o próprio Zago sabia das ações, já que era seu pró-reitor.

O processo administrativo disciplinar foi instaurado em junho, após sindicância indicar que o ex-reitor  não levou em conta opiniões técnicas e o Conselho Universitário (instância máxima da escola) ao adotar medidas que aumentaram os gastos da USP.

Da Folha

USP quer cassar aposentadoria de ex-reitor por 'lesão aos cofres públicos'

O reitor da USP, Marco Antonio Zago, abriu processo interno contra seu antecessor, João Grandino Rodas, para cassar a aposentadoria do ex-dirigente. A alegação é que Rodas tomou medidas que causaram "lesão aos cofres públicos" e desequilíbrio financeiro da universidade.

O ex-reitor, de 70 anos, cumpriu mandato entre 2010 e 2014 e se aposentou em agosto passado, com um salário bruto de R$ 20 mil.

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Sindicato dos professores critica volta de Mercadante para o MEC

Da Carta Maior

 
Em greve há 128 dias, professores avaliam que a situação de penúria das universidades deve se agravar ainda mais.
 
Najla Passos
 
A volta do petista Aloísio Mercadante para o Ministério da Educação (MEC) é uma ação estratégica do governo para viabilizar a privatização das universidades públicas. A avaliação é da 1ª vice-presidente do Sindicato Nacional dos Docentes do Ensino Superior (Andes-SN), Marinalva Oliveira, que, nesta segunda (5), participou do ato em defesa da educação pública, realizado por professores de todo o país, em frente ao órgão. 
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USP congela 20% dos gastos

Jornal GGN - A Universidade de São Paulo decidiu contingenciar 20% da verba de custeio e investimento para este ano devido a dificuldades financeiras. O principal problema é a queda na arrecadação do ICMS, que é a principal fonte de recursos da USP e teve queda de 3,9% entre janeiro e julho deste ano, comparado com 2014. A maior parte de verba da universidade vem de uma parcela de 5% do ICMS, repassada pelo governo estadual.

De acordo com a reitoria, a instituição deve economizar R$ 114 milhões com o congelamento, e o reitor, Marco Antonio Zago, disse que isso não afetará o cotidiando na universidade. Desde o ano passado, a USP tem feito cortes de despesas, como suspensão de grandes obras e programa de demissão voluntária. Mesmo assim, sua folha de pagamento consome 102% do Orçamento.

Da Folha

Crise financeira faz USP congelar 20% dos gastos

Em meio a dificuldades financeiras, a USP decidiu congelar (contingenciar) 20% da verba de custeio e investimento para este ano.

Segundo informe distribuído internamente, a principal fonte dos recursos da universidade (o ICMS) está 3,9% menor de janeiro a julho deste ano em relação a 2014, em termos reais (descontada a inflação).

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Na Unicamp, funcionários fazem greve contra altos salários

Jornal GGN - Funcionários técnico-administrativos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) entraram em greve a partir desta sexta-feira (21), pedindo o fim dos altos salários pagos a professores e integrantes da reitoria.

Após determinação da Justiça, a Unicamp teve de divulgar uma lista que mostra que em torno de mil servidores ganham acima do teto constitucional, de R$ 21,6 mil. O reitor José Tadeu Jorge aparece na lista com duas matrículas, uma com salário de R$ 14,9 mil e outra com R$ 35 mil, com uma remuneração maior que a do próprio governador paulista, Geraldo Alckmin.

Da Folha

Funcionários da Unicamp entram em greve contra supersalários

Os funcionários técnico-administrativos da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) decretaram greve por tempo indeterminado a partir desta sexta (21). O objetivo é pedir o fim dos "supersalários" pagos a professores e integrantes da reitoria.

De acordo com a lista divulgada pela instituição após determinação da Justiça, cerca de mil servidores ganham acima do teto constitucional, que no Estado de São Paulo tem como referência o salário do governador Geraldo Alckmin (PSDB), de R$ 21,6 mil.

O reitor José Tadeu Jorge é um deles. Ele aparece na lista com duas matrículas, uma delas com salário bruto de R$ 14,9 mil e a outra com R$ 35 mil. Somadas, as remunerações sem descontos superam o total pago ao governador paulista.

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A péssima gestão das universidades paulistas

 
Por André Araújo
 
Uma loucura que se comete no Brasil desde a Constituição de 88 - a autonomia financeira de  entes, corporações e organismos sustendos com dinheiro público.
 
É entregar o estoque de queijo aos ratos. Nos tempos da Constituição de 1946, o Poder Judiciario não construía prédios e nem comprava equipamentos, era o Estado que fazia e provia. Hoje o Tesouro dá um cheque em branco a organismos sem exigir nada em troca e aí começa a farra de gastos com o dinheiro que não tem dono.
 
As três Universidades Estaduais paulistas tem uma vinculação cativa na receita do ICMS, em torno de 10%, a partir daí podem fazer o que quiserem com o dinheiro e como fazem. ESTÃO FALIDAS com números estarrecedores.
 
A UNICAMP tem 18.698 alunos e 8.527 funcionários, FORA OS PROFESSORES, que são 1.795. A relação FUNCIONÁRIO/ALUNO é de 2,18, cada funcionário corresponde a pouco mais de 2 alunos, uma aberração.

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Onde está a Pátria Educadora?, por Maria Fernanda Arruda

Do Correio do Brasil

Onde está a 'Pátria Educadora'?

Maria Fernanda Arruda

Os presidentes Lula e Dilma Rousseff reconhecem a educação escolar como instrumento básico para integração do povo brasileiro, independentemente de renda, à sociedade moderna. O que foi feito se orientou neste sentido? O Projeto Pátria Educadora será isso, ou uma carta de submissão ao capitalismo internacional? Quem os assessora?

No último 3 de julho, Roberto Leher assumiu o cargo de reitor da UFRJ, que exercerá até 2019. Seu discurso de posse conteve uma nota simpática e que promete um não-acomodamento nas magnificências de uma reitoria: mencionou uma gestão compartilhada e o objetivo de obter a cassação do título de doutor honoris causa, concedido ao ditador Emílio Garrastazu Medici. Muito mais a fundo, o novo reitor alongou-se em críticas ao que se aponta como sendo a Pátria Educadora: lembra que o Governo Federal está concedendo verbas maiores para dar acesso de estudantes em instituições privadas, do que aquelas que libera para as universidades federais, observando que os gastos com o FIES permitiriam que se dobrasse o número de vagas na UFRJ. Nas suas palavras, “grande parte dos recursos do MEC para custeio da educação financia fundos de instituições privadas, mais preocupadas com fins lucrativos – não são instituições educativas, são instituições financeiras”.

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