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Como anda a entrega do petróleo brasileiro aos estrangeiros, por Mauro Santayana

Como anda a entrega do petróleo brasileiro aos estrangeiros

Por Mauro Santayana

O governo Dilma caiu, a economia está cada vez pior, mas a manipulação midiática continua canalha, mendaz, descarada e imparável.

Não bastasse a manipulação de dados e prazos em recentes mensagens publicitárias - sem contestação, principalmente jurídica, da oposição, que prova que, no quesito estratégico, é tão incompetente fora como dentro do poder - a última manobra de alguns jornais e emissoras particularmente hipócritas está voltada para convencer os desinformados que compõem seu público que a recuperação do preço das ações da Petrobras neste ano se deu por causa da mudança de diretoria e da “venda” de 13.6 bilhões de dólares em ativos e não graças à recuperação da cotação do petróleo nos mercados internacionais, além da compra de bilhões de reais em ações quando elas estavam no fundo do poço, por parte de “investidores” estrangeiros, que nunca deram bola para o discurso catastrófico e derrotista dos inimigos da empresa.

Os últimos três “negócios”, feitos na derradeira semana de 2016,  foram a transferência de uma usina de  biocombustíveis para os franceses e de duas empresas (petroquímica e têxtil) para mexicanos.

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Sérgio Moro não nomeou o prefeito em Curitiba, por Armando Coelho Neto

Sérgio Moro não nomeou o prefeito em Curitiba

por Armando Rodrigues Coelho Neto

Os relatos dos breves viajantes nunca me deram a ideia exata dos lugares onde estiveram. Não exatamente assim, a escritora Clarice Lispector fala da superficialidade dos diagnósticos feitos por muitos depois de curtas temporadas em lugar qualquer. Essa fala tem esse vício e exige reserva do leitor.

A história começa com um motorista de táxi no interior França, onde estive recentemente.

- O Brasil tem novo presidente, disse o motorista.

- Não, não temos. O que existe é um impostor, pois estamos sob um golpe de estado, respondi.

- Parece que sim, está confuso, respondeu...

Achei estranha a politização do chofer. Sobretudo porque, salvo exceções, os taxistas são conservadores e costumam papagaiar frases prontas dos remediados a quem transportam. Não quero dizer com isso que taxistas franceses são ou não são politizados. Aquele pelo menos parecia saber algo sobre o Brasil, além de Neymar e Pelé. E quando eu disse que o presidente é um mal caráter, para minha surpresa usou o termo inglês "smogler" (contrabandista).

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Os apátridas que querem vender o Brasil aos EUA, por J. Carlos de Assis

Os apátridas que querem vender o Brasil aos EUA, por J. Carlos de Assis

O senhor Mangabeira Unger, como estrategista, e o senhor Modesto Carvalhosa, como jurista, são como uma espécie de corpo sem espírito. O senhor Mangabeira desfila sua condição de importante intelectual de Harvard  mas, até onde eu saiba, nunca provou qualquer contribuição relevante àquela universidade norte-americana. Parece que vive da glória de ter sido apanhado num sorteio de cartas de garotos ao Presidente norte-americano, coisa que faz questão de frisar em qualquer conversa como prova de seu acesso ao poder naquele país.

É de Mangabeira que roubei o enunciado acima, na medida em que ele sustenta numa entrevista a O Globo, jornal que é inimigo declarado do Governo, que o Mercosul é um corpo sem espírito, recomendando sua suspensão – tese também de O Globo. À parte a invasão de prerrogativa do Itamaraty na formulação da política externa brasileira, isso a partir de uma Secretaria secundária na estrutura do Estado, ele simplesmente desmonta com sua agressividade verbal a única política externa brasileira que sobreviveu a todos os presidentes da República, desde Sarney, com excelentes resultados comerciais a nosso favor.

Não sou um “especialista” em Mangabeira. Tive com ele uma única conversa, no Rio, numa época em que ele cortejava o senador Crivella para ser, ele, Mangabeira, candidato a presidente da República. Fiquei imaginando um comício para 100 mil pessoas no qual Mangabeira tomasse a palavra com aquele sotaque carregado de gringo, vomitando arrogância para todo lado. Será que os eleitores entenderiam? No quadriênio seguinte Mangabeira se ofereceu a Lula para ser vice de Dilma, garantindo ter os votos do Nordeste...

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