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Por que a TAM saiu ilesa do acidente que vitimou mais de cem, por Luis Nassif

Acidente com avião da TAM no aeroporto de Congonhas completa 10 anos
Acidente com avião da TAM no aeroporto de Congonhas completa 10 anos - Foto:Milton Mansilha/Agência Lusa

A não-identificação de nenhum culpado no acidente da TAM de dez anos atrás, que vitimou mais de uma centena de pessoas, é mancha na reputação do Ministério Público Federal, particularmente do procurador Rodrigo de Grandis.

O Procurador buscou culpados individuais, operador de vôo, pilotos (que morreram no acidente), ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil). Levou algum tempo para entender que um acidente de tal porte não depende de um fator específico, mas de uma soma de fatores.

Aqui no Blog um leitor trouxe o fio da meada para entender o acidente, logo após sua ocorrência. Mas há uma incapacidade crônica de alguns procuradores de trabalhar fora dos autos. Ora, um acidente de tal relevância exigiria uma investigação que transcenderia a mera elaboração de laudos técnicos, seja do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), da ANAC ou de quem quer que seja. Mesmo porque, esses órgãos se limitam a identificar aspectos parciais da questão, como o fato do piloto ter se enrolado no manejo dos instrumentos. Além disso, a imprensa estava empenhada em atribuir a Lula todos os males do país, e concentrou-se especificamente na questão do recapeamento da pista.

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Grupo confirma morte de massoterapeuta e mãe que estavam em avião com Teori

Jornal GGN - O Grupo Emiliano divulgou na manhã desta sexta (20) o nome das duas mulheres vítimas do acidente aéreo em Paraty, litoral do Rio de Janeiro. A massoterapeuta Maíra Panas, e sua mãe, Maria Hilda, estavam no avião com o ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki e Carlos Alberto Filgueiras, dono do Grupo. O piloto era Osmar Rodrigues. Todos morreram no acidente que será investigado pela Polícia Federal e Ministério Público Federal.

Em nota à imprensa, o Grupo Emiliano explicou que Maíra e a mãe estavam juntas no avião a convite do empresário Carlos Alberto, cliente da massoterapeuta. 
 
"Informamos que as duas passageiras do avião que seguia para Paraty (19/01) eram Maira Ilda, 23, e a mãe Maria Ilda, 55. Maira era massoterapeuta e prestava serviço a Carlos Alberto Fernandes Filgueiras, que passava por tratamento no ciático. Maria Ilda, professora da rede infantil de ensino, veio de Juína, no Mato Grosso, visitar a filha, que morava em São Paulo. Carlos Alberto as convidou para um fim de semana em Paraty."
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Quem indenizará a Chape? Quem deverá indenizar os jogadores?, por Percival Maricato

Direitos

Quem indenizará a Chape? Quem deverá indenizar os jogadores?

por Percival Maricato

Muitas relações de direito passarão doravante a serem discutidas a partir da tragédia da Chapecoense

Com a estúpida queda do avião da LaMia,  que matou todo o elenco da Chapecoense, dezenas de jornalistas e dirigentes do clube, se de fato a causa tiver sido falta de combustível, haverá direito de indenização do Chapecoense e todas as vítimas, A da Chape é pela pela perda do elenco e quiçá até técnico e diretores, o que perdeu e o que deixou de ganhar num prazo razoável. O elenco diz o nosso colunista João Sucata estava se valorizando, poderia chegar a valer uns  vinte milhões de reais ou mais. A função que desenvolviam técnico e diretores podem também ter valor financeiro mensurado, se o clube for a Juízo.  Um perito nomeado por um juiz pode ter que calcular quanto devia valer o elenco, o suficiente para reconstituir um time capaz de chegar a final de um sulamericano ou até ser campeão do torneio.

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As vítimas do discurso de ódio

do Não Me Kahlo

via Facebook

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A expedição do Greenpeace após o desastre de Mariana

Jornal GGN - O Greenpeace decidiu enviar uma equipe de pesquisadores aos distritos de Mariana (MG) atingidos pelo rompimentos das barragens da mineradora Samarco, no início do mês. No último dia 14, a expedição chegou a Bento Rodrigues, a primeira comunidade afetada.

O "cenário desolador" voltou ao noticiário nesta segunda (16), com a informação de que o distrito deixará, de fato, de existir. Os moradores, em assembleia, decidiram reconstruir suas vidas em outro local, e aguardam que a empresa responsável pelo incidente apresente o plano de recuperação, que deve prever novas moradias para as vítimas do desastre.

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Vítimas de ditaduras elaboram documento para garantir justiça na América Latina

Abertura do seminário sobre os 40 anos da Operação Condor (José Cruz/Agência Brasil)

Da Agência Brasil

Pouco antes de subir no púlpito do Auditório Tancredo Neves, no Ministério da Justiça para discursar, Gilney Viana foi avisado de que teria apenas três minutos. O tempo restrito não o intimidou: "Preciso fazer um minuto de introdução", avisou, e seguiu: "Todos os trabalhos da Comissão de Anistia, da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos e Comissão Nacional da Verdade foram restritos".

Viana, hoje com 70 anos, integra o Comitê pela Verdade, Memória e Justiça do Distrito Federal, é bancário aposentado, graduado em medicina e foi uma das vítimas da ditadura militar. Tinha 18 anos quando foi preso pela primeira vez. Participou da resistência armada e, como tantos, viu amigos e parentes presos, torturados, mortos. Como um dos sobreviventes, diz que tem a obrigação de falar.

"Tenho dois cunhados que foram assassinados, minha mulher foi torturada, meus amigos foram assassinados, quem pode falar por eles? Óbvio que é quem sobreviveu. Sou sobrevivente de uma guerra, que hoje cobra do Estado não uma pensão, queremos reparação moral à altura e, se isso não ocorrer com a judicialização dos crimes dos torturadores, acho que vai ser sempre parcial", disse em entrevista depois do discurso de três minutos.

Nessa sexta-feira (25), Viana participou – junto com representantes de mais de 50 organizações da Argentina, Venezuela, Brasil, Paraguai e Uruguai – da segunda Consulta Pública do Fórum de Participação Social do Instituto de Políticas Públicas em Direitos Humanos (IPPDH), do Mercosul. O evento começou com um seminário sobre os 40 anos da Operação Condor, que foi uma aliança de colaboração entre os regimes ditatoriais da América do Sul nas décadas de 1970 e 1980.

Durante todo o dia, os participantes, além de compartilhar histórias, fizeram proposições conjuntas para garantir a verdade, memória e justiça na região. Entre as proposições está a construção de diretrizes regionais com para a preservação de lugares de memória. As medidas vão orientar a identificação de antigos centros de tortura, por exemplo, e o tratamento que deve ser dado para que os espaços sejam resignificados como locais de repúdio a crimes contra a humanidade. As sugestões serão sistematizadas e entregues às autoridades dos países.

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Muçulmanos estão entre as principais vítimas de intolerância religiosa no Rio

Enviado por Alfeu

O representante da Sociedade Beneficente Muçulmana do Rio, Fernando Celino, a aeromoça Ana Cláudia Mascarenhas e a atendente de telemarketing Ana Carolina Jimenez oram na Mesquita da Luz (Fernando Frazão/Agência Brasil)

Representante da Sociedade Beneficente Muçulmana do Rio, Fernando Celino ora ao lado de mulheres muçulmanas na Mesquita da Luz

Da Agência Brasil

Por Flávia Villela

Insultos, cusparadas, pedradas e ameaças de morte são algumas das denúncias de agressões contra muçulmanos no Rio de Janeiro nos últimos meses.

Depois dos adeptos das religiões de matriz africana, os seguidores do islã são os que mais sofrem com a intolerância religiosa no estado, segundo o Centro de Promoção da Liberdade Religiosa e Direitos Humanos da Secretaria de Direitos Humanos e Assistência Social.  Desde janeiro, pelo menos uma denúncia é recebida mensalmente. A estimativa é que haja 2 mil muçulmanos vivendo no Rio.

Os números destoam dos demais estados do Brasil. Apenas cinco denúncias de Islamofobia foram feitas ao Disque 100 da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. As mulheres, mais facilmente identificadas nas ruas pelo uso do véu, são as principais vítimas de violência.

A aeromoça Ana Cláudia Mascarenhas, 43 anos, levou um soco de um homem após ser xingada de terrorista em pleno centro da cidade.

Muçulmanos estão entre as principais vítimas de intolerância religiosa no Rio. A aeromoça Ana Cláudia Mascarenhas relata casos de agressão em entrevista na Mesquita da Luz (Fernando Frazão/Agência Brasil)

Muçulmanos estão entre as principais vítimas de intolerância religiosa no Rio. A aeromoça Ana Cláudia Mascarenhas relata casos de agressão em entrevista na Mesquita da Luz (Fernando Frazão/Agência Brasil)

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Pesquisa mostra que 66% das mulheres foram vítimas de algum tipo de violência

Da Agência Brasil

Por Marli Moreira

As agressões domésticas entre casais podem induzir os jovens que vivem nesses ambientes a comportamentos violentos e machistas, segundo mostra a pesquisa Violência Contra a Mulher: o Jovem está Ligado?, feita Instituto Data Popular, sob encomenda do Instituto Avon. A pesquisa é parte das ações da campanha global da entidade "Fale sem medo – não à violência doméstica", do movimento 16 Dias de Ativismo contra a Violência de Gênero.

O instituto ouviu mais de 2 mil jovens com idades entre 16 e 24 anos, nas cinco regiões do país, sobre os temas relacionamento afetivo, relacionamentos virtuais, sexualidade, Lei Maria da Penha e violência entre os casais.

Ao serem questionadas, com base em uma lista de agressões apresentadas sobre algum tipo de ataque sofrido, 66% das mulheres responderam positivamente. Já 55% dos homens admitiram ter praticado alguma das ações mencionadas na sondagem – xingar, empurrar, ameaçar, dar tapa, impedir de sair de casa, proibir de sair à noite, não deixar usar determinada roupa, humilhar em público, dar um soco, obrigar a ter relação sexual sem vontade e ameaçar com arma, entre outras.

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Nos últimos 12 meses, 54% dos consumidores foram vítimas de fraude, diz estudo

Um estudo realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostrou que 54% dos consumidores brasileiros foram vítimas de fraude nos últimos 12 meses. O levantamento, feito de 11 a 13 de fevereiro, ouviu moradores de todas as capitais brasileiras.

As fraudes mais comuns foram propaganda enganosa, entrega de serviço diferente do contratado, dificuldades para acionar a garantia de um produto e o abastecimento do carro com combustível adulterado. Muitos consumidores, no entanto, não perceberam a fraude quando ocorreu. Do total de entrevistados, 28% confirmaram terem sido “vítimas de fato”. Outros, porém, confirmaram ter sido vítimas de golpe apenas mediante outras perguntas indicativas de situações de fraude.

O estudo não revelou um perfil típico das vítimas, como idade ou grau de escolaridade, mas mostrou que uma grande parcela de brasileiros se expõe a muitas situações de risco todos os dias. Foram feitas perguntas sobre o comportamento das pessoas em situações como dirigir acima do limite de velocidade ou mudar as senhas de e-mail ou cartões. Leia mais »

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Deputado aponta falta de vontade política na identificação de ossadas de vítimas da ditadura

Da Rede Brasil Atual

Deputado vê falta de vontade política para identificar ossadas de vítimas da ditadura

Por Rodrigo Gomes

O presidente da Comissão da Verdade da Assembleia Legislativa de São Paulo, deputado Adriano Diogo (PT), criticou hoje (25) a falta de ação do Estado brasileiro na identificação de ossadas de militantes políticos assassinados durante a ditadura (1964-1985). Em apresentação de laudos sobre a morte de Arnaldo Cardoso Rocha, que atuava na Ação Libertadora Nacional (ALN), questionando a versão oficial de que ele morreu em uma troca de tiros, o parlamentar firmou que não é por falta de gente capacitada que não se realizou a identificação dos ossos. "Faltou vontade política." Leia mais »

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Mulheres vítimas de violência terão abrigo provisório em São Paulo

São Paulo – As mulheres paulistanas vítimas de violência terão, a partir do final de 2014, um abrigo provisório, local onde poderão permanecer com seus filhos enquanto recebem apoio de uma equipe multidisciplinar. “A mulher em uma situação de vulnerabilidade que não tem para onde ir, e ainda não é o caso de ir para uma casa abrigo, fica na Casa de Passagem até a saída do ciclo de violência”, explicou a ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, Eleonora Menicucci.
 
A primeira Casa de Passagem na capital paulista ficará no bairro Vila Mariana. Diferentemente dos abrigos existentes, que recebem mulheres em situação de risco, as casas terão endereços conhecidos. Para o financiamento do projeto, São Paulo vai receber R$ 3 milhões do governo federal.
 
A cidade de São Paulo assinou acordo destinado a treinar a Guarda Civil Metropolitana para atender às ocorrências envolvendo violência contra a mulher. Leia mais »
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ONU lança página para ajudar vítimas do tufão nas Filipinas

O Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) lançou uma página na Internet para receber doações financeiras online destinadas a apoiar a ajuda humanitária aos sobreviventes do tufão Haiyan, que atingiu as Filipinas.
 
A página está disponível no endereço http://www.acnur.org/doe-para-filipinas, na qual o doador pode escolher o valor e a modalidade de pagamento.
 
Além dos milhares de mortos e feridos após a passagem do tufão, estima-se que o tufão tenha deslocado cerca de 800 mil pessoas. “O nível de destruição que estamos assistindo é absolutamente chocante”, disse o Alto Comissário das Nações Unidas para Refugiados, Antonio Guterres.
 
Como primeira resposta emergencial, o ACNUR enviou um avião com lonas plásticas, cobertores, roupas e outros itens de ajuda para cerca de 1.400 famílias. O avião saiu de Dubai, onde fica um dos armazéns da agência. Leia mais »
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Bancada feminina defende sanção de projeto sobre atendimento a vítimas de violência sexual

Jornal GGN - Autora do PLC (Projeto de Lei da Câmara) 3/2013, que trata do protocolo de atendimento a vítimas de violência sexual nos hospitais da rede pública, a deputada Iara Bernardi (PT-SP) defende que a presidenta Dilma Rousseff sancione integralmente o texto, aprovado no início deste mês no Congresso Nacional. A presidenta Dilma tem até esta quarta-feira (1º) para decidir se irá vetar trechos do projeto ou sancioná-lo integralmente.
 
 
O texto diz que o atendimento deverá incluir o diagnóstico e tratamento de lesões, exames para doenças sexualmente transmissíveis e gravidez e preservação de materiais que possam ser coletados no exame médico legal. “A responsabilidade sobre a aprovação do projeto é do Congresso Nacional, não da presidenta Dilma. O projeto foi aprovado por unanimidade em todas as comissões e nos plenários das duas Casas. Leia mais »
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NÃO SE ENSINA A DIRIGIR NO BRASIL E ELES NÃO MORREM - MATAM !

JÁ DEU! Leia mais »