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Vitória

Temer vai garantindo folga para absolvição da denúncia na Câmara


Foto: Marcos Corrêa/PR/Fotos Públicas
 
Jornal GGN - A vitória de Michel Temer na Câmara dos Deputados já está quase garantida, segundo interlocutores e aliados do mandatário na Casa. Em placares realizados pelo Estadão e pela Folha de S. Paulo, são pelo menos 186 votos a favor do envio da denúncia contra o presidente ao Supremo Tribunal Federal (STF) e pelo menos 94 contra.
 
Ao todo, são necessários 342 votos de deputados para que Temer possa ser processado pelo Supremo, o que ainda é um cenário aparentemente inconclusivo. Sabe-se, por outro lado, que o mandatário mobiliza as lideranças e alianças que têm para que parlamentares não retrocedam do apoio e garantam a sua absolvição direta.
 
Segundo o Painel da Folha desta quarta-feira (26), o próprio presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que se apresentava como um dos principais beneficiários da eventual queda de Temer e mostrava sinais de dissidências frente ao contexto de fidelidade absoluta ao governo atual, admite a vitória.
Sem votos

TSE decide que Michel Temer permanece na Presidência da República


Foto: TSE
 
Jornal GGN - O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) impediu a saída de Michel Temer da Presidência da República por crimes de financiamento de campanha da chapa com a ex-presidente Dilma Rousseff. Conforme já previsto, quatro ministros não concordaram com o entendimento do relator Herman Benjamin e votaram pela absolvição.
 
Com duração de três dias, o julgamento contou com polêmicas, debates e discussões. Dependia dessa decisão concluída hoje a saída do mandatário. Em seguida, seria preciso outra determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) para que fossem feitas eleições diretas no país. 
 
Mas a segunda opção tornou-se quase indiferente após os posicionamentos da maior Corte eleitoral do Brasil nesta sexta-feira (09). A última chance dependeria que o Congresso deixasse passar a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Temer na Lava Jato, esperada para os próximos dias. A grande base do peemedebista, contudo, deve brecar também esta alternativa.
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Periferia da Grande Vitória sofre sem patrulha do Exército e da polícia

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Jornal GGN - Moradores de bairros da periferia da Grande Vitória (ES) convivem com a insegurança devido ao patrulhamento insuficiente das ruas, que acaba privilegiando regiões nobres e locais de maior movimento. 
 
“Na segunda passada o ladrão bateu com o carro na frente da minha loja. Ele correu e houve até troca de tiros. Hoje cedo passou um caminhão do exército, mas ele só passou pela avenida e não voltou mais”, relata um comerciante da cidade de Serra. 
 
A Secretaria de Segurança do Estado (Sesp) e a Força-Tarefa das tropas federais afirmam que o patrulhamento está sendo realizado, mas não explicaram em quais bairros e qual o efetivo direcionado para estes locais. 

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A fábula contada em Vitória fala também das outras capitais, por J. Carlos de Assis

Movimento Brasil Agora

A fábula contada em Vitória fala também das outras capitais

por J. Carlos de Assis

A praça de guerra e de pilhagem em que se transformou Vitória, no Espírito Santo, é o novo normal da sociedade brasileira. É a própria expressão da falência dos Estados, dos quais nada menos que 12 viram seu PIB retroceder até 2010, de acordo com a consultoria Tendências citada pelo jornal O Globo. O que o jornal não diz é o que está provocando essa tragédia econômica e social da qual não se vislumbra nenhuma sinal de recuperação no horizonte. Parece que é obra da ira divina, e não culpa dos homens.

Tenho repetido aqui com frequência que a razão última da crise dos Estados é a dívida que lhes foi imputada pelo Governo Federal. É uma dívida que nunca existiu, pois foi paga na origem pelo Governo Federal em nome dos Estados. Numa Federação, se a União paga uma dívida do conjunto dos Estados, quem está pagando, em última análise, é o contribuinte lá na base da pirâmide federativa, isto é, no município. Ele não pode ser cobrado duas vezes. E, tendo sido cobrado, os pagamentos indevidos devem ser ressarcidos.

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Em Vitória, falta de policiamento provoca suspensão de aulas e atendimento de saúde

 
Jornal GGN - Na manhã de hoje (6), a prefeitura de Vitória (ES) suspendeu o início do ano letivo nas escolas municipais em razão da falta de policiamento na cidade. As unidades de saúde também não irão funcionar, com exceção de alguns postos de pronto-atendimento. 
 
Desde a noite de sexta (3), amigos e familiares de policiais militares realizam protestos e impedem a saída de carros e policiais dos quartéis. Entre as reivindicações, estão reajuste salarial, pagamento de auxílio-alimentação, adicionais noturno e por periculosidade e insalubridade.
 
Os manifestantes também denunciam o  sucateamento da frota e falta de perspectiva de carreira. Policiais militares são proibidos pelo Código Penal Militar de fazer greve ou paralisação, sob pena de prisão. 

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Ignorância global na avaliação da vitória eleitoral de Trump, por J. Carlos de Assis

Por J. Carlos de Assis

Movimento Brasil Agora

Ignorância global na avaliação da vitória eleitoral de Trump

Tive o privilégio de ser um dos poucos economistas políticos brasileiros que, bem antes da subida de Donald Trump nas pesquisas de opinião, saudei com dois artigos a possibilidade de sua vitória na corrida eleitoral norte-americana. Agora me delicio com a quantidade de comentários idiotas que muitos articulistas, comandados pelo inefável sistema Globo, despejam no pobre eleitor e telespectador brasileiro a respeito de todas as maldades que Trump fará contra o mundo e, principalmente, contra os imigrantes mexicanos.

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TRF-4 impõe nova derrota à Procuradoria da República do Paraná, por Marcelo Auler

A rejeição da denúncia foi noticiada no blog em setembro de 2015.

A rejeição da denúncia foi noticiada no blog em setembro de 2015.

 

TRF-4 impõe nova derrota à Procuradoria da República do Paraná e aos delegados Aecistas da Lava Jato

Marcelo Auler

Mais uma vez a tentativa do procurador da República Daniel Coimbra e dos delegados federais da Operação Lava Jato de processarem por calúnia o delegado Mario Renato Castanheira Fanton e o agente de Polícia Federal Dalmey Fernando Werlang foi rejeitada no Judiciário. Em decisão unânime, no último dia 15/09, a 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Suil) confirmou a decisão do juiz da 12ª Vara Federal de Curitiba, Danilo Pereira Júnior, quem em setembro de 2015, não apenas rejeitou a denúncia, como em uma crítica velada ao MPF, apontou erro na capitulação do tipo penal.

Ao relatar o caso na sessão do dia 15, o desembargador Leandro Paulsen deixou claro que não há o que rever na decisão do juiz Pereira Júnior:

“Não há reparos a serem feitos sobre a decisão.

A análise da denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal, ainda que em cotejo com as ‘provas’ que a instruíram, é bastante tormentosa, porquanto, como bem salientou o magistrado de primeiro grau, são lançadas imputações genéricas e pouco elucidativas. Ao que tudo indica, o elevado grau de generalidade da peça se deve à proximidade pessoal do signatário da inicial com os fatos, fazendo com que tenha conhecimento acerca de premissas fáticas que qualquer outro leitor da peça desconhece. Entretanto, como é sabido, elementos estranhos aos autos são absolutamente incapazes de subsidiar persecução criminal”.

 

Agente Dalmey Werlang (à esquerda) e DPF Mario Renato Fanton,denunciados por calúnia após revelarem o grampo ilegal.

Agente Dalmey Werlang (à esquerda) e DPF Mario Renato Fanton denunciados por calúnia após revelarem o grampo ilegal.

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Cerco judicial: jornal Século Diário, de Vitória (ES), é alvo de assédio processual

Cerco judicial

Jornal Século Diário, de Vitória (ES), é alvo de assédio processual por parte de autoridades: censura prévia, exclusão de matérias e condenações criminais

O jornal eletrônico Século Diário, de Vitória (ES), uma das publicações pioneiras do gênero no País com 16 anos ininterruptos de existência, está proibida de falar sobre as viagens da primeira-dama do Estado custeadas pelo erário, sem justificativa legal. A liminar impondo censura prévia faz parte da quarta decisão da Justiça capixaba, em ações movidas pelo atual governador Paulo Hartung (PMDB) desde que assumiu seu terceiro mandato, no início de 2015.

Mas diferentemente das medidas anteriores, o juiz de 1º grau não impôs somente a exclusão de reportagens do ar, como também proibiu que o jornal fizesse referência em seu noticiário sobre a decisão. “É um expediente que guarda semelhança com as práticas mais nefastas dos regimes ditatoriais, ocorrendo em plena era democrática”, afirma o diretor-fundador do jornal, Rogério Medeiros, primeiro presidente do Sindicato dos Jornalistas do Espírito Santo (1979), membro da diretoria da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) no início da década de 1980 e ocupante de cargos públicos no Estado no final do século XX.

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Londres elege o primeiro prefeito muçulmano de sua história

Enviado por Henrique O.

Da RFI

Sadiq Khan é eleito o primeiro prefeito muçulmano de Londres

O deputado trabalhista Sadiq Khan, 45 anos, foi eleito na noite desta sexta-feira o primeiro prefeito muçulmano da história de Londres, confirmando a larga vantagem apontada pelas pesquisas nos últimos dias.

A vitória de Khan vem atenuar a decepção sofrida pelo Partido Trabalhista inglês durante as eleições regionais e locais da última quinta-feira (5), na Grã-Bretanha. O sucesso do candidato trabalhista, filho de imigrantes paquistaneses que cresceu em uma moradia popular de Londres, ganha uma dimensão simbólica importante nesta eleição, após derrotar Zac Goldsmith, de 41 anos, filho do milionário das finanças Jimmy Goldsmith e candidato do partido conservador de David Cameron, atual primeiro-ministro do país.

Sadiq Khan manteve-se à frente das intenções de voto dos londrinos mesmo com os ataques do rival conservador que o acusavam de ser “próximo a religiosos radicais” e de “fornecer oxigênio aos extremistas”. Durante a campanha, Sadiq Khan rebateu as acusações afirmando que o rival Zac Goldsmith possuía uma retórica similar ao americano Donald Trump, cujo objetivo era dividir os londrinos em função de sua religião, além de se encontrar desconectado da realidade por fazer parte de uma elite milionária.

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Vitória de Picciani não acalma desafios do governo na Câmara

 
Jornal GGN - Apesar do apoio da bancada governista, a vitória de Leonardo Picciani (PMDB-RJ) na recondução à liderança do PMDB na Câmara não representa, ainda, cenário garantido para as pautas de medida fiscal da presidente Dilma Rousseff. Com a derrota da aposta de Eduardo Cunha - o deputado Hugo Motta (PB) -, o presidente da Câmara já prometeu "guerra" a Picciani e, portanto, ao governo.
 
O resultado da eleição para o líder do partido foi apertado. Ainda que com 7 votos a mais na aposta do governo - e também do ministro da Saúde, Marcelo Castro, que foi demitido por um dia pela presidente Dilma para endossar a votação -, Hugo Motta garantiu 30 votos a seu favor. Serão, assim, 30 alvos da equipe de Dilma para aderirem às pautas governistas na Câmara.
 
Aliados do presidente da Câmara afirmam que, além de contar com os 30 deputados que votaram em Motta para ter coro nas suas chapas avulsas das comissões, Cunha garante-se pela influência sobre as bancadas do PP, PR, PTB e PSC.
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Vale recorre de interdição no porto de Tubarão

Jornal GGN – A Vale recorreu da decisão da Justiça Federal do Espírito Santo de interditar parte das suas operações no porto de Tubarão, em Vitória. O advogado da empresa disse que a interdição causa prejuízos de R$ 35 milhões por dia. “A interdição afeta catastroficamente a economia do Espírito Santo e do Brasil e tem reflexo em empresas menores que operam na área”, disse.

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O Brasil é nosso principal parceiro do futuro, diz Macri

Durante entrevista coletiva, o candidato oposicionista que presidirá a Argentina disse que o Mercosul está "em uma situação de quase congelamento há muitos anos"
 
 
Jornal GGN - O candidato oposicionista, novo presidente da Argentina, Mauricio Macri, que teve a sua vitória anunciada na noite deste domingo (22), afirmou em seu discurso que pretende fortalecer as relações comerciais com os países latinoamericanos. "Eu quero dizer aos irmãos da América Latina e do mundo que queremos ter boas relações com todos os países. Queremos trabalhar com todos. Sabemos que a Argentina tem muito a oferecer ao mundo", disse, após os agradecimentos iniciais e as promessas para a sua gestão, a partir de 2016.
 
 
Durante coletiva de imprensa, que está sendo realizada na manhã desta segunda (23), Macri afirmou que o Brasil é o principal parceiro futuro da Argentina. "Eu já disse que como viagem oficial, a primeira que vou ter será ao Brasil, que é nosso principal parceiro futuro. Já liguei para vários [políticos brasileiros], para cumprimentar e reiterei a todos as mesmas palavras que afirmei ontem a noite. Queremos ter, construir, proteger boas relações com todos os irmãos da América Latina, e com o mundo", disse o novo presidente. "A Argentina necessita fazer intercâmbios econômicos, culturais, com todos os países, buscando, assim, melhores oportunidades para nós, argentinos", completou.
 
 
Ainda nesta manhã, Mauricio Macri afirmou que o Mercosul está "em uma situação de quase congelamento há muitos anos" e expôs a necessidade de aumentar as relações comerciais com o Chile. "Integração vai depender muito de colocar dinâmica no Mercosul, que está em uma situação de quase congelamento há muitos anos. E eu gostaria de pedir à presidente Bachelet para intensificar a relação com o Chile. Sou um admirador do povo chileno, de todos os avanços e progressos que tiveram. Então, anuncio com o maior dos entusiasmos a agenda de integração séria, para unificar uma matriz energética, aumentar o intercâmbio econômico e cultural de modo geral", afirmou.
 
 
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Os significados da vitória de Macri na Argentina, por Wagner Iglecias

Por Wagner Iglecias

Cristina Kirchner deixa a presidência da Argentina com cerca de 50% de aprovação a seu governo. No entanto isso não foi suficiente para que conseguisse fazer com que seu correligionário Daniel Scioli, ex-governador da província de Buenos Aires, alcançasse a Casa Rosada. O kirchnerismo, iniciado com a presidência de Néstor Kirchner, em 2003, e encerrado com a derrota apertada para o direitista Maurício Macri, neste domingo, acumulou muitos êxitos: conseguiu reestruturar a dívida externa do país, após a quebra completa da economia argentina entre 2000 e 2002; criou políticas sociais destinadas à diminuição da pobreza; recuperou o poder de compra dos setores médios e ampliou o mercado doméstico; reestatizou empresas públicas privatizadas a preços módicos como a petroleira YPF, a Aerolíneas Argentinas, o sistema de transporte ferroviário e o setor de previdência social; promoveu uma política externa mais ativa e altiva que seus antecessores, apostando na integração latino-americana, na diminuição da dependência em relação aos EUA, no impulso à Unasul e nas relações Sul-Sul; reviu a lei que anistiava os crimes contra os Direitos Humanos praticados durante a última ditadura militar (1976-1982); propôs, para financiar políticas sociais aos mais pobres, uma maior tributação dos mais ricos e dos setores que ganharam muito dinheiro com a exportação de commodities; e aprovou legislação visando desconcentrar a propriedade dos meios de comunicação até então nas mãos de dois ou três grupos econômicos.

O kirchnerismo disputou a sua sucessão com Scioli, um candidato oficialmente kirchnerista, mas na prática um tanto distante do projeto político representado por Néstor e depois Cristina. Pacato, pouco carismático, defendendo sem grande entusiasmo bandeiras importantes, mas consideradas já insuficientes por parte do eleitorado argentino, em especial os mais jovens, Scioli viu um repaginado Maurício Macri quase supera-lo no 1º turno e finalmente derrota-lo na rodada final. E isso mesmo com uma união de última hora de diversas correntes peronistas em torno de seu nome.

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Luciana Genro e Jean Wyllys comemoram vitória de Dilma

 
Jornal GGN Luciana Genro comemora vitória de Dilma, alertando que a luta da esquerda ainda se manterá: "Nesta vitória da Dilma o que mais me alegra é ver os comentaristas da Globo se lamentando e saber que os reacionários viram os seus planos de ganhar mais força frustrados. Venceu o PT contra o retrocesso", disse a ex-candidata a presidência pelo PSOL pela rede social Facebook.
 
Diante de seu posicionamento de críticas, tanto ao PSDB, quanto ao PT, na disputa de primeiro turno, Genro ressaltou o papel da esquerda: "Menos mal. Mas é a esquerda que abandonou suas bandeiras que abriu espaço para o PSDB crescer tanto. Por isso não abrimos mão de ser oposição e construir uma esquerda coerente. Nossas lutas não são decididas nas urnas mas sim nas ruas. É lá que estaremos sempre!", completou.
 
A mesma posição teve o deputado federal pelo PSOL Jean Wyllys: "Não passarão, a gente disse — e não passaram! Leia mais »
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"Mar de lama": As semelhanças nos discursos de Aécio e Carlos Lacerda


Dilma: a vingança de Vargas contra Carlos Lacerda

Por Rodrigo Vianna, na Revista Fórum

Se Dilma ganhar, essa eleição vai significar também a vingança de Getúlio Vargas contra  o “lacerdismo”.

Sei que o tempo presente nos chama. Mas um pouco de História vai bem. Na verdade, vou falar de um passado que é  presente…

Vocês sabem que Carlos Lacerda (foto ao lado) foi o governador do Rio (e jornalista, e dono de jornal) que fazia oposição violenta contra Getúlio Vargas e o trabalhismo – isso tudo lá nos anos 1950 e 1960.

Chamado de “O Corvo” pelos getulistas, Lacerda era bancado pelos EUA. E tinha apoio de uma classe média furiosa com os direitos trabalhistas, com a criação da Petrobrás e com a entrada em cena da “ralé” (que passava a definir eleições – votando em Vargas ou nos candidatos apoiados por ele).

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