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Zelotes

Após dois anos, Operação Zelotes fecha primeira delação premiada

Foto: Agência Senado

 

Por Felipe Pontes

Da Agência Brasil

Após mais de dois anos de atuação, a Operação Zelotes teve sua primeira delação premiada homologada pela Justiça Federal, informou hoje (11) o Ministério Público Federal (MPF). O acordo foi com o réu Paulo Roberto Cortez, ex-integrante do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf).

Em troca do desbloqueio de seus bens e de ter sua pena limitada a um ano de prestação de serviços comunitários, Cortez deu detalhes sobre o esquema para fraudar decisões do Carf, que é a última instância de recursos administrativos conta a cobrança de impostos e onde, em geral, são julgadas dívidas milionárias com a Receita.

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TRF considera Trabuco inocente


Foto: LULA MARQUES/AGÊNCIA PT
 
Jornal GGN - O presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, foi considerado temporariamente inocente pela segunda instância no âmbito da Operação Zelotes. A Quarta Turma do Tribunal Regional Federal (TRF) decidiu, por unanimidade, atender ao habeas corpus de Trabuco na investigação de esquema de corrupção junto ao Conselho de Administração de Recursos Fiscais (Carf), paralisando a ação.
 
Juntamente com outras noves pessoas, o presidente do Bradesco era acusado por jogo de influências e envolvimento com o grupo que corrompeu integrantes do Carf para tentar anular uma dívida junto à Receita Federal, no ano de 2014.
 
Trabuco era acusado de corrupção relacionada à compensação de créditos de PIS e Confis sobre juros de capital próprio e também relacionada à revisão tributária nos últimos cinco anos. Os investigadores levantaram provas, desde e-mails, apreensão de documentos, fotografias, cópias de mensagens entre os investigados, além dos depoimentos colhidos pela Polícia Federal.
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Indiciamento da Zelotes contra Lula e ex-ministros do PT alarma por acusação sem provas


Foto: Wilson Dias / ABr
 
Jornal GGN - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi indiciado pela Polícia Federal no andamento das investigações da Operação Zelotes. O documento não tem validade em processos penais e tem peso, apenas, como ferramenta de investigação da PF. Em resposta, a defesa de Lula disse que "repudia toda e qualquer ilação sobre seu envolvimento em atos ilícitos a respeito da edição da MP 471, alvo da Operação".
 
Em nota emitida logo após as publicações noticiosas de que Lula estava sendo alvo de mais um indiciamento, como se o mesmo equivocadamente valesse de forma acusatória no andamento do processo na Justiça, os advogados Cristiano Zanin Martins e Roberto Teixeira alertaramn que nem sequer tomaram conhecimento do indiciamento. 
 
"Desconhecemos o documento emitido hoje pela Polícia Federal, mas reforçamos que Lula foi submetido, nos últimos dois anos, a verdadeira devassa e nenhuma prova foi encontrada, simplesmente porque não houve de sua parte qualquer ato de corrupção, ao contrário do que tem afirmado seus acusadores", afirmou a defesa em comunicado.
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Lula chama Sarkozy, Hollande, Dilma e FHC como testemunhas em ação da Zelotes

Jornal GGN - A defesa do ex-presidente Lula convocou os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Dilma Rousseff, além dos de Kjell Stefan Löfven (Suécia), François Hollande e Nicolas Sarkozy (França), como testemunhas na ação penal que tramita em Brasília, em função de denúncias da operação Zelotes.

Lula é acusado de pela Procuradoria da República de ter praticado crimes de tráfico de influência, organização criminosa e lavagem de dinheiro com a compra de 36 caças suecos Gripen, pelo governo Dilma, além da aprovação da Medida Provisória 637/2013.

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Lula entrega à Justiça defesa contra acusações da Zelotes

Jornal GGN - A defesa de Lula e seu filho, Luis Claudio Lula da Silva, entregou, nesta quarta (8), resposta à acusação do Ministério Público Federal na operação Zelotes, onde o ex-presidente é acusado pelos crimes de tráfico de influência, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

De acordo com a denúncia, Lula teria recebido vantagens indevidas em dois momentos do governo Dilma: na compra dos caças Gripen e na aprovação da Medida Provisória 627/2013, que concede benefícios fiscais a montadoras do setor automobilístico.

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Após show midiático, Guido Mantega é absolvido em inquérito na Zelotes

 
Jornal GGN - O ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, foi excluído das acusações pela Polícia Federal no esquema da Operação Zelotes. Instaurado em 2015, Mantega virou alvo por suspeita de atuação para modificar decisões do Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais) a favor de uma empresa. Em maio de 2016, a imprensa mobilizou o noticiário para acusar o ex-ministro. Isento de indícios, apenas a Agência Estado publicou que Guido Mantega foi "livrado" do inquérito.
 
Mais de um ano transcorreu para que a delegada federal Rafaella Vieira Linhas Parca não encontrasse indícios de irregularidades contra Mantega no esquema. Tratava-se de uma das frentes de apurações envolvendo o Grupo Cimento Penha, que conseguiu reverter multas no valor de R$ 106 milhões em uma votação no Carf.
 
Procuradores da República e delegados da Polícia Federal iniciaram uma empreitada para acusar Mantega. A primeira das tentativas era verificar a extensão do relacionamento do ex-ministro com o empresário Victor Sandri, da Cimento Penha. 
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Juízes apostam corrida para ver quem pega Lula primeiro, por Helena Chagas

Jornal GGN - Os juízes Sergio Moro, de Curitiba, e Vallisney Oliveira, de Brasília, parecem apostar uma corrida para ver quem condena o ex-presidente Lula primeiro. Em artigo publicado na noite de segunda (19), Helena Chagas avaliou que, coincidentemente, Moro aceitou a segunda sua denúncia contra Lula (a terceira na Lava Jato e a quinta do petista neste ano) dias após o Datafolha mostrar que o ex-presidente é o favorito para 2018. 

Lula é réu três vezes na Lava Jato, uma em Brasília, por obstrução de Justiça envolvendo Nestor Cerveró e Delcídio do Amaral, e dua em Curitiba, pelo caso triplex e, agora, por propina da Odebrecht. Além disso, é acusado de tráfico de influência nas operações Janus e Zelotes.

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Justiça Federal aceita denúncia contra Lula e seu filho na zelotes

Jornal GGN - A defesa do ex-presidente emitiu nota à imprensa afirmando que a Justiça deve decidir a favor Lula no final do processo da Zelotes em que o ex-presidente é acusado de tráfico de influência em torno da aprovação da Medida Provisória 627/2013. A força-tarefa afirma que o filho de Lula recebeu pagamentos de uma consultoria em troca de uma emenda à MP que beneficiou montadores.

A Lava Jato, porém, deixou vazar uma delação premiada da Odebrecht que aponta caciques do PMDB como responsáveis pela "venda" dessa MP ao empresariado. De acordo com a delação, Romero Jucá teria recebido R$ 5 milhões após a aprovação do projeto. Jucá teria falado em nome de Renan Calheiros e contado com a ajuda de Eduardo Cunha, na Câmara.

A emenda que garantiu benefícios a montadoras, aliás, é de autoria de Cunha.

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Delação da Odebrecht à Lava Jato desmonta denúncia da Zelotes contra Lula

Força-tarefa da Zelotes diz, sem apresentar provas, que o filho de Lula recebeu propina após a aprovação da Medida Provisória 627/2013. Mas, segundo delação da Odebrecht, os empresários interessados em fazer mudanças na MP procuraram e pagaram, na verdade, quem detinha poder de decisão dentro do Congresso: Romero Jucá e a cúpula do PMDB

Jornal GGN - A delação bombástica de um ex-executivo da Odebrecht que toma conta do noticiário desde sábado (10) também lança dúvidas sobre a última denúncia que o Ministério Público Federal ofereceu à Justiça de Brasília contra o ex-presidente Lula, por tráfico de influência.

Sem apresentar provas, a força-tarefa da Zelotes diz que Lula tentou influenciar na aprovação da Medida Provisória 627/13 para favorecer montadoras que, em troca, pagariam propina a um lobista. Este, por sua vez, faria acertos com um dos filhos do ex-presidente.

Mas os documentos da Odebrecht mostram que quem participou diretamente da "venda" dessa MP ao empresariado foi Romero Jucá (PMDB), que teria falado em nome de Renan Calheiros (PMDB). Do lado da Câmara, a articulação foi feita com Eduardo Cunha (PMDB).

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Mesmo cercado pela Lava Jato e Zelotes, Lula é o único que cresce no Datafolha

 
Jornal GGN - Denunciado na Zelotes e na Lava Jato por supostos crimes que vão desde tráfico de influência, passando por recebimento de vantagens indevidas na forma de um sítio e um triplex no Guarujá, até uma mal explicada tentativa de obstruir as investigações, o ex-presidente Lula foi o único entre os principais presidenciáveis que cresceu no Datafolha nos último cinco meses.
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Lula agora é denunciado na operação Zelotes por tráfico de influência

 

Jornal GGN - Seis meses após dizer na IstoÉ que tem convicção de que houve pagamento de propina na compra de mais de três dezenas de caças Gripen pelas autoridades brasileiras, a força-tarefa da operação Zelotes decidiu denunciar formalmente, nesta sexta (9), o ex-presidente Lula, agora por tráfico de influência.

À Justiça de Brasília, o Ministério Público Federal no Distrito Federal diz ainda ter indícios de corrupção contra mais três acusados: os empresários Maurício e Cristina Mautoni, da M&M, e o filho de Lula, Luiz Cláudio, sócio da LFT.

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Zelotes mira em fraudes envolvendo Itaú e BankBoston, diz jornal

Jornal GGN - A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta (1º), a oitava fase da Operação Zelotes, que investiga organizações criminosas que atuavam na manipulação do trâmite de processos e no resultado de julgamentos no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais, o Carf. Segundo informações da Reuters, os alvos são os bancos Itaú e BankBoston.

Esta nova etapa da operação aponta a existência, entre os anos de 2006 e 2015, de conluio entre um conselheiro do Carf e instituição financeira. O esquema criminoso envolvia escritórios de advocacia e empresas de consultoria.

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Com patrimônio investigado há 5 anos, Palocci ganha dois novos inquéritos no MPF

Jornal GGN -  O ex-ministro Antonio Palocci tem seu patrimônio investigado pelo Ministério Público Federal desde 2011, quando a imprensa publicou reportagens sobre ele ter crescido 20 vezes em poucos anos. Apesar de todo esse tempo, não houve detecção de anomalias na evolução patrimonial. O MPF, contudo, afirmou ao Conjur que aproveitou os dados para abrir novas investigações contra Palocci, que está preso desde o mês passado pela Lava Jato. Entre os fatos investigados está a possibilidade de Palocci ter cometido improbidade administrativa ao prestar consultoria à montadora Caoa, alvo da Zelotes.

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Fim da CPI do Carf foi motivada por pressão do governo

 
Jornal GGN - Seis meses após ser criada, a CPI do Carf, criada para investigar esquema de corrupção além do que pautado na Operação Zelotes, contou com apoio do governo interino de Michel Temer, do presidente da Câmara Rodrigo Maia (DEM-RJ), do PSDB e de lobby de empresas para o seu fim.
 
O novo presidente da Câmara determinou que novos empresários suspeitos de integrarem o esquema de corrupção do Carf, investigado pela Operação Zelotes, sejam impedidos de depor na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). A decisão assinada em julho deste ano, em uma das primeiras tomadas de Maia, gerou a conclusão dos trabalhos na última quinta-feira (11), sem sequer votar o relatório final.
 
Maia havia revogado uma determinação de Waldir Maranhão (PP-MA), seu antecessor, que prorrogava os trabalhos da comissão por mais 60 dias. Os deputados queriam ouvir outros investigados, como empresários e grandes doadores de campanhas eleitorais.
 
Ao contrário dos 60 dias concedidos por Maranhão, Maia reduziu para 26 dias o prazo final, "exclusivamente para discussão e votação do relatório". Com isso, o deputado do DEM colocou fim ao avanço dos trabalhos, impedindo que outros suspeitos prestem depoimentos e a mira das investigações fossem além.
 
 
Como consequência, a CPI terminou na última quinta, sem conseguir votar o relatório final. A medida foi uma estratégia que partiu não só de Maia, como dos próprios bastidores do Planalto. Isso porque o parecer do relator Carlos Bacelar (PR-BA) focou na criminalização dos bancos, o que irritou a equipe de Michel Temer.
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Quem é o juiz que transformou Lula em réu na Lava Jato?

Jornal GGN - Não é a primeira vez que o juiz federal Ricardo Leite, que transformou Lula em réu na Lava Jato por suposta tentativa de obstruir a investigação, vive seus quinze minutos de fama. Em 2015, ele entrou numa polêmica no âmbito da Operação Zelotes que ganhou as páginas dos principais jornais. O Ministério Público Federal teve de pedir seu afastamento. Motivo: "Negou todos os pedidos de prisão dos investigados [na Zelotes], suspendeu escuta telefônica e não autorizou buscas e apreensões", o que travava o sucesso da operação contra grandes empresas.

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