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Zveiter

Mariz expõe prática "horrorosa e seletiva" da Lava Jato ao defender Temer na Câmara

Foto: Reprodução

Jornal GGN - O advogado Antônio Cláudio Mariz disse à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, nesta segunda (10), que os procuradores do Ministério Público Federal esconderam depoimentos que mostram que não existe conexão entre a mala de dinheiro recebida por Rodrigo Rocha Loures da JBS e interferências no Cade. 

"Essas provas seletivas não vieram na denúncia. Se tivessem sido citadas, o relator teria feito menção a elas", disse Mariz, comentando o relatório apresentado pelo deputado Sergio Zveiter (PMDB) à CCJ, defendendo que a Câmara conceda autorização ao Supremo Tribunal Federal para processar Temer.
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Denúncia contra Temer "não é fantasiosa" e precisa ser investigada, defende relator

Foto: Lula Marques/Agência PT

 

Jornal GGN - O deputado federal Sergio Zveiter (PMDB-RJ) apresentou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), na tarde desta segunda (10), um relatório orientando a Câmara a votar a favor da denúncia da Procuradoria Geral da República contra Miche Temer, permitindo, assim, que o Supremo Tribunal Federal decida se o presidente deve ou não ser processado por causa da delação da JBS.

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"Tropa de cheque" de Temer manobra na CCJ e revolta deputados

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - A sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara que aguarda a leitura do parecer do deputado Sergio Zveiter sobre a denúncia da Procuradoria Geral da República contra Michel Temer, já começou com bate-boca. Isso porque, para garantir que terá os votos necessários à derrubada de um eventual relatório favorável à denúncia, o governo Temer decidiu trocar, à força, parlamentares que participam do colegiado.

Segundo Ivan Valente (PSOL), aliados do Planalto trocaram, nesta segunda (10), pelo menos 12 deputados que não fecharam acordo para salvar o Temer. Um deles, o Delegado Waldir, do PR, deixou a cadeira durante a sessão da CCJ aos berros.

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Zveiter e a proposta de criação do paralegal

Por Monier

Ironia da vida, há cerca de 20 anos a OAB-RJ, fez uso do quinto constitucional, que em teoria ingênua serve para valorizar a advocacia, oxigenando a dura jurisprudência formalista dos magistrados com teses vindas de advogados preparados pela prática profissional. Teoria bonita, para quem sabe o que escreveu Piero Calamandrei. Aquela teoria toda, que na prática é outra.

E foi pelo quinto que, provavelmente no início da década de 90, a advocacia carioca catapultou um Zveiter advogado para o TJ-RJ, depois para o STJ, esbarrando em algum momento desses a família no STJD, que é vinculado à CBF, aquela que obedece a Globo. Caminho este pelo qual acumularam capital político de alguma forma para colocar o advogado Sergio Zveiter na cadeira de deputado para a legislatura 2011/2015. Aquele mesmo, da notícia veiculada no site do Tribunal Superior do Trabalho na semana passada, em que o escritório foi condenado pelo modo de tratar uma advogada que aceitava ganhar pouco.

E foi assim, com a ajuda do quinto constitucional, que a advocacia nacional mordeu o próprio rabo. O quinto constitucional abriu caminho para que, após 20 anos, um advogado apresentasse um projeto que fragiliza a instituição. Praticamente uma comprovação do efeito borboleta. A própria matéria assume que a OAB era contra, por razões óbvias para quem entende algo sobre o mercado atual da advocacia.

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Escritório dos Zveiter é derrotado em ação trabalhista

Enviado por Monier

Esses dias circulou no site a notícia do problema da OAB-RJ com a indicação da filha do Fux, e a deterioração do instituto do quinto constitucional. O que havia nascido para oxigenar a jurisprudência com mentes jurídicas elevadas e aquilatadas pela prática da advocacia, entrou em um redemoinho sem sentido. Que só explica pelo conceito dado pelo genial Raymundo Faoro, ex-presidente da OAB federal em seu Os Donos do Poder: patrimonialismo em vez de busca do mérito.

Pois agora, no site do Tribunal Superior do Trabalho, a notícia da condenação por danos morais do escritório dos Zveiter: o do fundador Waldemar, que foi desembargador pelo quinto constitucional a partir da OAB-RJ, e ex-ministro do STJ, onde se chega por indicação política; que foi de Sergio, hoje deputado federal, e que é o cidadão que consta da ata que deu base à condenação; que foi de Luiz, também desembargador pelo quinto, certa vez obrigado pelo CNJ a se afastar do seu cargo no STJD, instituição particular, pois incompatível com a magistratura, e também o que responde a PAD no mesmo CNJ por questões com a Cyrela; e o de Flávio, o noticiado pelo Juca Kfouri em: http://blogdojuca.uol.com.br/2014/01/por-que-flavio-zveiter-preside-o-stjd/

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