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O recall da Era Lula impede um novo Collor eleito de se sustentar no Poder, por Alexandre Tambelli

O recall da Era Lula impede um novo Collor eleito de se sustentar no Poder

por Alexandre Tambelli

Lendo a postagem do Viomundo baseada em pesquisa do Poder 360: notícia ruim para Lula não é ascensão de Bolsonaro, mas desejo de mudança - http://www.viomundo.com.br/…/noticia-ruim-para-lula-nao-e-a… - surgiu o contraponto abaixo. 

O recall da Era Lula impede um novo Collor eleito de se sustentar no Poder.

Pesquisas de opinião de cenários eleitorais sem horário eleitoral e debates não produzem efeito prático, senão, o PSDB venceria antecipadamente sempre que disputou com o PT, em 2002, 2006, 2010 e 2014.

Não deixemos de ponderar em cenários eleitorais antecipados que o brasileiro médio tem nos momentos do cotidiano que se informa sobre a economia, a política e a realidade brasileira o intermediário: velha mídia, em especial o JN misturado com um modelo “Datena de comunicação” ou Globonews dependendo da classe social, e enveredando pró ou contra Lula (atualmente nem o contraponto do Lula Presidente temos) através de uma voz única em direção de sua destruição.

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A eleição para a esquerda: reflexões sobre como vencer e governar, por Alexandre Tambelli

Foto: Agência Brasil

Justifico, antes de tudo, a presença deste texto sobre o comportamento adequado das esquerdas em uma campanha eleitoral e nos governos (discurso e ação) porque não vejo no horizonte atual uma chance expressiva de serem abortadas eleições diretas antecipadas (mais remota as chances em começo de julho de 2017) ou em outubro de 2018. O fracasso do Golpe e do Governo Temer são notórios e a imensa maioria dos brasileiros quer uma nova Eleição Direta para Presidente (a) e Congresso. Ela virá.

E não existem as condições reais de retirar as esquerdas e os progressistas do pleito de 2018, é acionar uma bomba que pode explodir no lugar indesejado pelos golpistas e antes da hora. Com ou sem Lula teremos nosso(s) candidato(s).

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Para entender o crescimento, queda e novo crescimento do PT, por Alexandre Tambelli

Para entender o crescimento, queda e novo crescimento do PT

por Alexandre Tambelli

Lendo o texto Rezaram a missa sem o corpo presente do Fernando Horta resolvi fazer uma análise histórica colocando em contraposição à narrativa do real (os fatos concretos dos governos petistas e da realidade) X a narrativa virtual da velha mídia oligopólica (Globo, Veja, Folha, Estadão, Band, Jovem Pan, Zero Hora/RBS e poucas mais)  e seus fatos fabricados.

Coloco aqui:

Penso eu que uma análise histórica do crescimento, queda e novo crescimento do apoio social e da representação efetiva do PT nos parlamentos e governos municipais, estaduais e federais parta de um Sistema de análise de pesos e contrapesos de narrativas: virtual da velha mídia e a do PT no Poder (a realidade concreta); mais ilustrativo Sistema de análise para mim, e, talvez, sem a necessidade de uma compilação de base estatística de aumento e decréscimo de votos, militantes e parlamentares/governantes eleitos pelo partido.

A disputa por narrativas do Brasil, a virtual da velha mídia e a do mundo concreto dos governos petistas pelos fatos do cotidiano são centrais para crescimento, queda e crescimento da intenção de voto no PT.

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O pré-Golpe, o pós-Golpe e a fase terminal do Golpe, por Alexandre Tambelli

O pré-Golpe, o pós-Golpe e a fase terminal do Golpe. Uma análise dos acontecimentos.

por Alexandre Tambelli

Pensando no Xadrez do Golpe que gorou, postagem do Nassif - Xadrez do golpe que gorou - fiz um apanhado de fatos relevantes do pré-Golpe, do Golpe e da fase terminal do Golpe. Coloco aqui. 

O divórcio da Globo e do Capital empresarial com o Governo Temer passa, acima de tudo, por uma opinião pública que se voltou para o lado oposto, retrocedendo o rubicão do Golpe e escolhendo outras pontes para seguir, não necessariamente as terras governadas pelo PT. 

Temer não tem nenhuma popularidade e gerou uma ingovernabilidade extrema, a ponto de estagnar a economia. Se um país não produz nada, não gera empregos e vende só o básico da sobrevivência de sua população a maioria do empresariado sequer garante um ganho de Capital expressivo (por exemplo, significativo nas vendas a prazo) para aplicar, ter lucros significativos no Mercado Financeiro.

Quando as tratativas do Golpe prosperaram, o ambiente social brasileiro estava infestado de uma narrativa falsa, mas crente para o brasileiro médio: problemas socioeconômicos do Brasil pelo baixo PIB estavam ligados única e exclusivamente à incompetência de Dilma e do PT no Governo Federal e à corrupção generalizada neste Governo. O Governo não se prontificou em produzir uma contra narrativa.

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Temer não é um sujeito ideológico, é um negociante, por Alexandre Tambelli

Temer não é um sujeito ideológico, é um negociante. Este é o problema maior do Golpe.

por Alexandre Tambelli

Lendo o último texto do Fernando Horta no GGN - Foucault, você e Temer - me veio a ideia de comentar o post buscando simplificar os raciocínios sobre Temer e o Golpe. Coloco aqui também:

Temer não é um sujeito ideológico, é um negociante, este é o problema maior do Golpe.

Penso eu que Temer é apenas um sujeito que vive a vida com duas intenções:

Estar no Poder e ganhar dinheiro por estar no Poder.

Quando se tornou o Poder maior no Brasil não foi por motivo ideológico.

E por isto é que o Golpe não anda bem das pernas.

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Buscando razões para o desembarque da Globo do Governo Temer/Aécio, por Alexandre Tambelli

​Buscando razões para o desembarque da Globo do Governo Temer/Aécio

por Alexandre Tambelli

O Golpe patrocinado pelo Mercado, pelo Imperialismo Norte-Americano, por parte do grande empresariado nacional, ancorados na Globo & velha mídia + a Lava-Jato pretendia ser (era o discurso) a grande retomada no rumo do crescimento da economia, do PIB e do emprego e nada disto aconteceu, certo?

Com Temer & Cia. e o neoliberalismo radical não se chegará jamais a uma retomada dos níveis de crescimento econômico-social e de emprego dos tempos de Lula e primeiro mandato de Dilma, pré-Lava-Jato. Esta afirmação não é controversa, a realidade não mente.

Apesar de ser um desejo do Mercado, a mais usual voz nos microfones da Globo e parceiro de negócios, vamos ser sinceros, segurar a opinião pública com este Governo e as suas reformas neoliberais, Governo que é o mais corrupto da nossa História não dá.

Está se tornando um custo muito alto, financeiro e de imagem, a manutenção desse sistema corrupto e incompetente por parte do Capital apoiador do Golpe.

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Jornada de Junho de 2013 foi resultado de um Processo Histórico e preparou as ruas para o Golpe, por Alexandre Tambelli

Jornada de Junho de 2013 foi resultado de um Processo Histórico e preparou as ruas para o Golpe

por Alexandre Tambelli

Lendo o texto do Fernando Horta: 2013: as selfies revolucionárias horizontais e apolíticas, http://jornalggn.com.br/…/2013-as-selfies-revolucionarias-h… me veio a ideia de contextualizar as Jornadas de Junho.

Coloco aqui minha visão do que aconteceu lá e levou até 2016 e o Impeachment. 

Para analisar as Jornadas de Junho de 2013 é preciso entendê-la acima de tudo como o resultado de um Processo Histórico, envolvendo dois elementos centrais:

1) O Governo de centro-esquerda do PT;

2) Os meios hegemônicos e oligopólicos de comunicação no Brasil capitaneados pela Rede Globo & velha mídia.

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A explosão da bolha maniqueísta: o fim do Governo Temer, por Alexandre Tambelli

Foto - Justificando

A explosão da bolha maniqueísta: o fim do Governo Temer

por Alexandre Tambelli

Este episódio da derrocada final do Golpe de Temer & Cia. via depoimento direto da JBS na Procuradoria Geral da República e confirmadas as provas junto ao STF é nada mais nada menos do que o coroamento final de uma realidade paralela que explodiu: a da bolha maniqueísta! Esta, hoje, fugiu do controle dos seus participantes.

O jogo da inimizade coletiva, produtor da bolha, dividindo o país entre homens de bem: mercadistas, pró-americanos, moristas, aecistas, bolsonaristas e os homens maus: petistas, lulistas, dilmistas, esquerdistas, bolivarianos, comunistas, progressistas saiu do controle e ruiu.

A narrativa dos meios de comunicação hegemônicos capitaneados pela Rede Globo & velha mídia não pode mais conter o dique que transbordou e alagou as terras protegidas dos noticiários seletivos, das denúncias pela cor da camisa, das omissões pelo partido e Ideologia e do ódio produzido para defesa de interesses particulares de um grupo de pessoas contra todo um País.

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Não existe a possibilidade de uma Direita Política no Brasil, por Alexandre Tambelli

Por Alexandre Tambelli

Comentário ao post "Xadrez do dia seguinte da Greve Geral"

A grande marca do Brasil de hoje é não ter espaço para a formação de uma Direita Política.

O Sistema organizou a estrutura seguinte:

Rede Globo & velha mídia oligopólica, Lava-Jato e Procurador Geral da República + Supremo e outras partes do Judiciário comandam os políticos que terão vez e voz no lado político da Direita e Extrema-Direita.

Nos tempos atuais esse Sistema está articulado numa verticalidade em 4 esferas: a Global, a Nacional, a Estadual e a Municipal e é um Sistema comandado pela Ideologia Neoliberal Radical.

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Datafolha, Moro e Lula, por Alexandre Tambelli

Datafolha, Moro e Lula

por Alexandre Tambelli

Um comentário ao Datafolha.

Sempre que fazem uma pesquisa presidencial há o condicionante anterior de preparar o terreno real para que se possa auferir um resultado mais ao gosto do Instituto.

Vou fazer um Datafolha ataco sem parar o Lula para a pesquisa dar um resultado Y e não o resultado Y+1 para Lula. Aqui todo mundo é de acordo, e sabe como funciona. 

Depois vem a outra estratégia de encontrar um adversário. Ele aparece nas pesquisas como quem pode vencer Lula. Então, Moro (o nome de hoje) aparece em cenário de segundo turno empatado com Lula, mas, sempre, o candidato do PT, seja Lula ou Dilma, com a quantidade de votos menor, menor que a margem de erro.*** 

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A Globo, a população, o serviço de utilidade pública, a notícia e a Greve Geral, por Alexandre Tambelli

A Globo, a população, o serviço de utilidade pública, a notícia e a Greve Geral

por Alexandre Tambelli

Certa vez Geraldo Alckmin determinou que haveria aumento da tarifa de ônibus rodoviária (metropolitano e intermunicipais) entre cidades do Estado de São Paulo.

Só que ele fez um acordo com os meios de comunicação aliados, Globo, Band, JP, Estadão, Folha, etc. para que não fosse divulgado o aumento para a população.

Estaria no Diário Oficial do Estado a informação, mas não seria informado o usuário do serviço rodoviário paulista. (Assim, quem não pega diariamente um ônibus na rodoviária/terminal não saberia que o Governo Alckmin aumentou o preço da passagem - evitou, em benefício próprio, alguma manifestação contrária ao aumento e a perda de Ibope pessoal).

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Doria é a candidatura do imediato, não a ideal para velha mídia, por Alexandre Tambelli

Foto - El Pais Brasil

Doria é a candidatura do imediato, não a ideal para velha mídia

por Alexandre Tambelli

Vou opinar sobre a candidatura Dória (a de uma eleição direta antecipada) e a candidatura ideal para a velha mídia de 2018 para frente, pensando, a partir da pluralidade de brasis. Veio o texto abaixo a partir da leitura do texto do brilhante articulista Jeferson Miola: Dória, o Berlusconi da Lava-Jato?

A pergunta que me vem é se é possível vencer uma Eleição no Brasil sendo apenas o anti-Lula? Postura atual do Dória.

Claro que a ideia de construir um candidato de "fora da Política" como solução para o Pós-Temer é a tentativa que sobrou à velha mídia por causa de toda a liberdade irrestrita dada aos seus "aliados políticos de ocasião", que dessa liberdade irrestrita ficaram com o currículo de honestidade nada competitivo.

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Qual o significado político da foto: Moro e Karnal amigos? Uma reflexão.

Como muitos de nós busco uma resposta para a repentina amizade de Moro e Karnal. Façamos uma reflexão coletiva. 

Temos uma estratégia em andamento da Elite Midiática capitaneada pela Rede Globo de Televisão nestes dias que correm:

A de tirar o Golpe e seus articuladores centrais no Brasil do seio (a imagem) da extrema-direita, não se associando ao Bolsonaro e aos seus seguidores, aos desvios de conduta Ética (vide as delações seguidas) não mais possíveis de serem escondidos de Aécio Neves e de José Serra, ao discurso mais virulento e odiento que foi o resultado do antipetismo necessário ao sucesso do Golpe de 2016.

Como disse o André Araújo aqui no GGN, ontem, o Leandro Karnal é o neoliberal Globonews, e tem a vantagem de ter uma imagem/ roupagem mais moderna, conciliadora, nova, imparcial e humana. Leia mais »

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Senador Humberto Costa do PT nas páginas amarelas da Veja: quem se beneficia?, por Alexandre Tambelli

Por Alexandre Tambelli
 

É interessante notar o comportamento da militância petista e de esquerda + os lulistas e dilmistas em relação ao fato do Senador Humberto Costa do PT dar uma entrevista para as páginas amarelas da Revista Veja (revista de extrema-direita e com ausência explícita de qualquer respeito para com a Ética, a verdade, com os Direitos Humanos e o Jornalismo).

Há uma indignação coletiva. Eu compartilho desta indignação.

Apenas acredito que precisamos observar o outro lado, o lado do Golpe, da qual a Veja pertence, e a abertura repentina para uma entrevista destas.

É só o outro lado que tem benefício desta entrevista. Pensemos comigo.

Quais dois fatos marcantes estão em movimentação no Brasil de fevereiro de 2017?

1) O Governo do Golpista Temer se esfarela e sua aprovação não passa de 10% mesmo com toda a velha mídia oligopólica apoiando Temer até janeiro de 2017. 63% dos brasileiros desaprovam por completo o Governo do Golpe.
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O brasileiro médio é educado para o individualismo, por Alexandre Tambelli

O brasileiro médio é educado para o individualismo

por Alexandre Tambelli

Tentando pensar e entender o Brasil e o individualismo do brasileiro médio nasceu este texto e surgiram as reflexões particulares que seguem. Compartilho aqui.

(brasileiro médio entendido como aquele que não foi à escola ou recebeu (mesmo que poucos anos de estudo) e recebe uma Educação formal voltada para o individualismo (mercado de trabalho, vestibular, carreira, sucesso profissional), para conquistas materiais e individuais, com os princípios da meritocracia arraigados e que se informa e compreende a realidade do Brasil e do Mundo a partir da velha média, em especial via Rede Globo de Televisão, e sua defesa intransigente da Ideologia Neoliberal e do mérito pessoal). E não uma formação educacional em busca de uma cidadania plena.

Para entender o Brasil de hoje é preciso buscar a pergunta básica:

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