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o Bom Barroso

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os Brasis: um fantasma ainda assombra

um espectro ainda ronda o Brasil. tremem ao ouvir o seu nome. inútil tentar conjurá-lo. o espírito de Junho de 2013 ainda assombra permanentemente, ameaça paradigmas obsoletos e certezas decadentes. como um teimoso, sempre volta mais uma vez, e ainda outra vez. uma esfinge desafiando repetidamente a se decifrar seu enigma. Leia mais »

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Os Brasis: um glossário, por Arkx

Os Brasis: um glossário, por Arkx

crise

- já não se pode falar de uma crise do Capitalismo, e sim de um Capitalismo de crise. incapaz de se auto regenerar e submetido a crises periódicas cada vez mais destrutivas, o Capitalismo incorporou a crise como um modo de governar.

- a “crise” é uma oportunidade de reestruturação dos mercados. as medidas tomadas para superar a “crise” não servem para combatê-la. ao contrário, a “crise” é desencadeada como pretexto para aplicar tais medidas.

Crise de 2008

- sob o padrão Dólar-Ouro, o capitalismo experimentou seus “anos dourados”, com intensa industrialização, inovações tecnológicas, Guerra Fria e o Welfare State; no padrão Dólar, prevaleceu a financeirização, a revolução digital, a globalização e o “Estado mínimo”.

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Os Brasis: no tempo das “Diretas Já!”, por Arkx

Os Brasis: no tempo das “Diretas Já!”, por Arkx

naquele Domingo 28-MAI, quando Milton Nascimento começou a cantar “Coração de Estudante”, um dos hinos da campanha das “Diretas Já!” em 1984, já escurecia e a noite se misturava à névoa, que tomara por completo a orla da praia de Copacabana.

com a voz cristalina atravessando um cenário onírico, era impossível não sentir uma estranha força no ar. o tempo presente correndo ao redor daquela multidão, criando um poderoso redemoinho para conectar dois momentos históricos. separados por 33 anos, ali flutuavam lado a lado, suspensos na bruma e numa dobra do tempo: 2017 e 1984.

a História narrava a si mesma, nos desafiando a decifrá-la, como uma profecia instantaneamente realizada. para nos fazer compreender que a vida nada mais é do que as histórias que vivemos. e que as vivemos para serem contadas. e mais uma vez serem recontadas, como parte de outras histórias. compondo uma história sem fim.

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Os Brasis: ocupa Brasília, por Arkx

foto: Bruna Goularte

Os Brasis: ocupa Brasília, por Arkx

após um ano de resistência, o cerco foi rompido.

nos paneleiros globotomizados bate o arrependimento, ao se descobrirem como meros trouxinhas úteis. como ratazanas enganadas, os patos amarelos abandonam as ruas e o golpeachment começa a naufragar. já não é possível negar que o golpe nada mais é do que a guerra da lumpenburguesia brasileira contra o Povo, para exterminar com os direitos sociais e reconduzir o Brasil a um status pré Revolução de 1930.

é lançada a contra-ofensiva. numa impressionante blitzkrieg, os golpistas sofrem derrotas sucessivas.

após as grandes manifestações de 15-MAR contra as reformas regressivas e o austericídio,  realiza-se em 28-ABR a maior Greve Geral da História Brasileira.

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Os Brasis: contra-golpes, por Arkx

Os Brasis: contra-golpes, por Arkx

na guerra de famiglias a cleptocracia mordeu o próprio rabo. para não ser demolida como as empreiteiras, a JBS recusou-se a seguir mansamente ao abatedouro.

a distância entre Marcelo Odebrecht e Joesley Batista é o tamanho do racha dentro da plutocracia brasileira. um apodrecendo na Guantánamo da Lava Jato & Associados, até delatar Lula; enquanto o outro, com sua “campeã nacional” sob a proteção de USA Incorporation, incrimina Temer e os golpistas.

a realidade se encarregou de comprovar não ser possível qualquer êxito sustentável para empresas multinacionais brasileiras sem o suporte de uma política de Estado. a internacionalização é acompanhada de inevitáveis conflitos de interesses, não apenas com empresas estrangeiras, mas principalmente envolvendo as grandes questões da geopolítica mundial.

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Os Brasis: o resgate, por Arkx

Os Brasis: o resgate

por Arkx

cada geração tem sua missão, ou cumpre ou trai. cada geração tem fracassado miseravelmente. aprisionadas numa maldição, na qual se repete e se repete e se repete o mesmo desafio histórico. sempre voltando à mesma fatídica encruzilhada do destino. sem nunca ultrapassá-la. sem nunca chegar a responder a incontornável questão: quem somos? o que queremos?

como em 2016, com o golpe do impeachment; como em 2015, com o “ajuste fiscal” de Dilma Roussef; como em 2014, com a Lava Jato; como entre 2009 e 2014, com as desonerações e incentivos para os grandes empresários; como em 2005, com o Mensalão; como em 2008, com a operação Satiagraha; como em 2003, com a reforma da Previdência de Lula; como em 2002, com a Carta ao Povo Brasileiro; como em 1999, com a crise cambial de FHC; como em 1994, com o Plano Real; como em 1993, com o escândalo dos anões do orçamento; como em 1992, com o impeachment de Collor; como em 1989, com o segundo debate entre Collor e Lula; como em 1985, na posse de Sarney; como em 1984, com as Diretas Já; como em 1979, com a Lei da Anistia...

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Os Brasis: genocídio, por Arkx

Foto: Christian Braga/Jornalistas Livres

Os Brasis: genocídio, por Arkx

há uma guerra. uma guerra de mundos. uma guerra contra a multilateralidade e a multipolaridade. a guerra do mundo unipolar contra todos os demais mundos. o genocídio global da grande guerra de extermínio do 1% contra todos nós.

há uma guerra. uma guerra nos territórios ocupados dos Brasis. uma guerra tão antiga quanto o próprio Brasil. a guerra da cleptocracia sociopata contra todos nós. a guerra da plutocracia predatória contra o Povo e a Nação.

há uma guerra. não uma “crise” da qual precisamos sair, mas uma guerra que precisamos ganhar, mesmo que sejamos derrotados em muitas batalhas. por que lutamos? lutamos por nossa sobrevivência. lutamos porque é assim que nos sentimos vivos.

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Os Brasis: quando serão presos?, por Arkx

Os Brasis: quando serão presos?, por Arkx

Instant Karma's gonna get you

Gonna knock you right on the head

You better get yourself together

I oribkena sçai is caoutakustas

de como uma cleptocracia sociopata arrastou o Brasil para uma guerra civil híbrida e forjou as condições inéditas para o impensável: já não haverá nenhuma retomada da economia a não ser pela aplicações das duras, necessárias e inadiáveis medidas populares”.

quando serão presos?

é o que se ouve nas vielas e nos becos, nas esquinas e nas encruzilhadas, nas senzalas e nos quilombos...

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Os Brasis: a ruptura do cerco a Stalingrado, por Arkx

Os Brasis: a ruptura do cerco a Stalingrado, por Arkx

o cerco a Stalingrado foi rompido. a farsa do golpeachment está desmascarada. os golpistas perderam a batalha das ruas.

ficou totalmente exposto qual o projeto de país da plutocracia brasileira. um Brasis como mera capitania hereditária propriedade de uma lumpenburguesia irrecuperável.

como o choque de realidade implementado pelo governo usurpador se encarrega de comprovar, já não haverá nenhum país. restará apenas uma neo-colônia com a economia devastada, conflagrada socialmente e sem qualquer estabilidade política. um país inviável com uma população amputada de sua cidadania.

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Os Brasis: rumo ao bunker fascista!, por Arkx

Os Brasis: rumo ao bunker fascista!

por Arkx

há exatamente um ano atrás, Luis Nassif publicou um de seus artigos antológicos, e premonitórios: O xadrez da batalha de Stalingrado do impeachment.

“Os alemães montaram uma blitzkrieg contra Stalingrado. Precisavam vencer rapidamente, caso contrário o inverno rigoroso jogaria contra a ocupação. Houve uma resistência heróica que segurou as tropas alemãs, expondo-as ao inverno russo. O fator tempo decidiu a batalha. É um quadro muito similar ao brasileiro.”

então, nos perguntávamos: “O que fazer?”

o que fazer? resistir

os soldados e o povo em Stalingrado resistiram porque já não havia outra coisa a fazer. não porque tivessem esperança. resistir é um imperativo ético. da tenaz resistência surgiu a saída.

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os Brasis: Sul de Minas se levanta contra o desmonte da Previdência

 

Enviado por arkx

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os Brasis: territórios ocupados, por arxk

Por arkx

“Este é o estatuto da lei, que o Senhor ordenou, dizendo: Dize aos filhos de Israel que te tragam uma novilha ruiva, que não tenha defeito, e sobre a qual não tenha sido posto jugo.”

Números 19:2

há uma guerra. mas não uma guerra no mundo. e sim uma guerra de mundos. uma guerra contra a multilateralidade e a multipolaridade. a guerra do mundo unipolar contra todos os demais mundos. nesta guerra mundial híbrida em curso, a batalha do Brasil ganha dimensões épicas.

para onde se olhar na cena do crime do golpeachment, estarão por toda a parte as impressões digitais da máquina de guerra Anglo-SioNazi.

desde a revelação por Snowden da espionagem da NSA com alvo na Petrobrás e na própria Presidência da República, passando pela recepção com honras de Chefe de Estado do muy amigo Eduardo Cunha no Knesset, até o batismo de Jair Messias Bolsonaro nas águas do rio Jordão, conduzido pelo pastor Everaldo, líder do PSC, no mesmo dia do afastamento de Dilma Roussef.

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Os Brasis: a hora do jogo, por arkx

Por arkx

como encaixar num quebra-cabeça a peça definitiva, mesmo sabendo que ela não vai se encaixar? como colocar em jogo o craque que decidiria a partida, apesar dele apenas querer jogar para a platéia? como jogar na mesa o triunfal às de trunfo, se ele insiste em pular fora do baralho?

o cenário que vivemos no Brasil é inédito e, ao mesmo tempo, aterrador. nunca antes neste país o jogo esteve tão às claras, mas nunca também as cartas estiveram tão embaralhadas.

mais uma vez o novo tenta nascer, não apenas o velho se recusa a morrer, como é mantido artificialmente vivo conectado a caros, e geralmente inúteis, aparelhos, ironicamente denominados pela indústria médico-hospitalar como “suporte de vida”.

mas o que nasce primeiro? o programa mínimo e sua estratégia? ou o candidato viável eleitoralmente para viabilizá-lo? ou continuamos nos perdendo nas falsas questões? e sendo assim, qual a questão que, de fato, importa?

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os Brasis: dragar o atoleiro

“eu vi as notícias de hoje, cara. sobre um executivo rico. apesar de não ser muito legal, eu tive que dar uma risada quando olhei a fotografia. ele esticava sua cabeça abaixada para fora de um carro. não havia notado que as coisas tinham mudado. a matéria deu milhares de views. mas nem todos que liam sabiam ao certo do que se tratava.”

um dia desses – a day in the life - 22/06/2015

“Eu não era o dono do governo, eu era o otário do governo. Eu era o bobo da corte do governo.”

Marcelo Odebrecht - 01/03/2017

a esquizofrenia política brasileira segue insuperável. Leia mais »

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Fotos

SM - Nominal x Real - Anual

WikiLeaks - Temer informante

Greve x PT

Tarifa Zero x IPI Zero

no tempo das “Diretas Já

JBS x Odebrecht

Lula Curitiba 10-MAI-2017

rumo ao bunker fascista

quando serão presos?

#31M

Stalingrad Fora Temer

Escândalo da Carne

Vídeos

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Documentos

o que a Esquerda se recusa a entender sobre Trump

o que a Esquerda se recusa a entender sobre Trump:

1. Sanders foi o grande catalisador das imensas insatisfações sociais aprofundadas pela não superação da crise de 2008. contudo, o “socialista democrata” não foi capaz de derrotar a viciada máquina de seu partido. tampouco enfrentou à altura o esquema Clinton. pior, a ele capitulou ao apoiar Hillary. deixou seus seguidores à deriva;

2. a tática Democrata de focar o processo político na defesa do “direito da minorias”, nunca passou de cortina de fumaça para ocultar a causa das crescentes desigualdades sociais: uma economia girando em torno dos interesses dos 1% para pauperizar todos os demais; Leia mais »

Áudio

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