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E vem aí o PMDB sem o P, por Carlos Motta

E vem aí o PMDB sem o P, por Carlos Motta

Agora vai!

O PMDB convocou uma convenção nacional para o dia 27 de setembro visando voltar a adotar seu antigo nome: Movimento Democrático Brasileiro (MDB), sigla que usou de 1966 a 1979, ou seja, durante a ditadura militar.

O MDB e a Arena, a Aliança Renovadora Nacional, eram os dois únicos partidos políticos permitidos pelos ditadores.

Na cabeça deles, que deram o golpe - a "revolução", como diziam e dizem seus apoiadores - para salvar o Brasil do totalitarismo comunista, democracia funcionava assim: existem os que apoiam incondicionalmente o regime, e os outros que são contra ele, mas contra de maneira educada, com tato, com jeito, para não ofender os salvadores da pátria.

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O fascismo vai bem, obrigado, por Carlos Motta

O fascismo vai bem, obrigado

por Carlos Motta

Um entre quatro eleitores brasileiros pretendem votar num fascista para a Presidência da República no ano que vem, dizem as pesquisas.

Para esses eleitores não tem a menor importância não se saber, até agora, o que pensa esse candidato sobre questões prioritárias para o futuro da nação, como o que fazer com a Previdência Social, ou sobre o funcionamento do SUS e da saúde pública em geral, onde arranjar dinheiro para a educação e programas sociais - se eles forem mantidos -, como ficará a concessão de crédito via bancos oficiais, se haverá reformas política e tributária, o que fará para deter o desemprego, onde arranjará dinheiro para investir em infraestrutura - é tanto por fazer que a lista parece interminável.

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Era uma vez um país, por Carlos Motta

Era uma vez um país, por Carlos Motta

As más notícias não cessam.

Nem é mais possível medir o tamanho da crise, uma crise econômica, política e moral jamais vista nestas terras.

Alguns ainda têm esperanças, vislumbram a bonança depois da tempestade, como se estivessem vendo uma produção hollywoodiana açucarada, uma daquelas com final feliz.

Outros já jogaram a toalha e sentem que o Brasil não é mais uma nação, mas um ajuntamento de pessoas que vivem apenas pelos seus próprios interesses, num salve-se-quem-puder no qual não existe espaço para um pingo de civilidade.

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O Brasil Novo silenciou a música do festival, por Carlos Motta

O Brasil Novo silenciou a música do festival

por Carlos Motta

O golpe, com tudo o que de ruim trouxe para o Brasil, segue fazendo as suas vítimas.

Dia a dia o país vai se tornando mais pobre, material e espiritualmente.

A inflação cai na mesma velocidade em que a paz dos cemitérios se amplia e domina todos os ambientes.

O medo toma conta daqueles que gostam de ser chamados de "empreendedores".

Poucos, aliás pouquíssimos, se arriscam em investir em seus negócios, preferem aguardar a intervenção do deus ex-machina - ou a mão invisível do mercado - que vai resolver todos os problemas.

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O Congresso e a Lei de Murphy, por Carlos Motta

O Congresso e a Lei de Murphy

por Carlos Motta

Ninguém pode dizer que o nosso Legislativo não entende de leis.

Legislar em benefício próprio, por exemplo, é uma prática mais que comum entre os nossos congressistas - eles adoram achar modos de melhorar de vida, a deles, é claro.

Também são mestres em exercitar o conjunto de enunciados pragmáticos que se convencionou chamar de "Lei de Murphy".

Um deles parece ter sido feito na medida para os nossos deputados e senadores, que volta e meia se debruçam em sua aplicação: "Nada é tão ruim que não possa piorar."

Tome-se o caso dessa reforma política que está saindo de suas mentes brilhantes.

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Todo poder ao Parlamento!, por Carlos Motta

Todo poder ao Parlamento!

por Carlos Motta

A nova que vem de Brasília dá conta que o Dr. Mesóclise e sua turma de picaretas estão bolando mais um plano para acabar de vez com as pretensões do ex-presidente Lula voltar a ocupar o cargo de chefe do Executivo central novamente. 

O truque da vez se chama parlamentarismo, esse sistema de governo no qual o presidente da República é uma figura decorativa e quem dá as cartas é o primeiro-ministro, escolhido pelo Congresso - ou Parlamento -, entre os seus.

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A fila dos anti-Lula não para de andar, por Carlos Motta

A fila dos anti-Lula não para de andar

por Carlos Motta

Não bastasse o terrorismo de alguns "analistas" e das Empiricus da vida, e lá vem um dos mais notórios garotos-propaganda do deus mercado dizer, na também notória Folha de S. Paulo, que "uma guinada populista levará tudo para o brejo", claramente se referindo a uma eventual vitória do ex-presidente Lula em 2018.

O sujeito, uma das  maiores fortunas do Brasil, a vida toda ligada à especulação, não esconde, na entrevista, sua aversão a Lula, com alegações que o distanciam do modelo de intelectual, que sempre vestiu, e o trazem para o campo dos fundamentalistas boçais da extrema-direita: "Se Lula for candidato, vai voltar o mesmo padrão de mentiras e promessas de antes. Ele declarou outro dia que nunca o Brasil precisou tanto do PT quanto hoje. Para quê? Para quebrar de novo? Para enriquecer todos esses que estão aí mamando há tanto tempo? Acho que a campanha vai ser de baixíssimo nível."

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Uma Justiça feita de ternos importados, por Carlos Motta

Uma Justiça feita de ternos importados

por Carlos Motta

A antecipação, por parte do presidente do TRF-4, de que o recurso do ex-presidente Lula contra a sua condenação, a ser apreciado por aquele tribunal, vai para a lata do lixo e a sua pena de prisão perpétua será mantida, foi recebida com surpresa por muita gente.

É incrível a ingenuidade dos brasileiros, mesmo da parcela da sociedade que se julga - e muitas vezes é - bem informada.

Parece, para essas pessoas, que o Brasil vive um momento de esplendor democrático, que as suas instituições estão, como se diz, "funcionando normalmente", com uma imprensa e meios de comunicação a serviço da sociedade, e onde o poder público faz o impossível para diminuir a desigualdade entre os cidadãos e tornar a sua vida cada vez melhor.

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A vida no país calmoso e hereditário, por Carlos Motta

A vida no país calmoso e hereditário

por Carlos Motta

A peça teatral de Dias Gomes "O Bem Amado", transformada em novela que marcou época na Globo e revelou para todos o protótipo do político brasileiro, o prefeito Odorico Paraguaçu, interpretado por Paulo Gracindo, foi inspirada num episódio que muitos juram ser real e alguns duvidam que tenha existido.

Contei essa historinha anos atrás, na crônica "País Calmoso e Hereditário", que virou título de meu e-book reunindo escritos sobre a vida brasileira. 

E para quem quiser partir para os "finalmentes", como diria Odorico, vai a seguir o "causo", que achei no Google anos atrás, num site da cidade de Guarapari, onde se passa a historinha, e cujo protagonista pode ser ainda visto em várias regiões do país onde haja uma tribuna, exalando toda a cultura e inteligência que marca o povo brasileiro.

Odorico Paraguaçu, para a nossa tristeza, está vivo, bem vivo, cada vez mais vivo.

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Lula é parte da solução, não do problema, por Carlos Motta

​Lula é parte da solução, não do problema

por Carlos Motta

O ex-presidente Lula é o homem mais odiado pela oligarquia nacional desde que por aqui aportou a esquadra de Pedro Álvares Cabral.

Nem Getúlio Vargas, nem Jango, igualmente políticos detestados pelos homens de bem, mereceram tratamento igual.

A perseguição a Lula é implacável, feroz, incansável.

Seu destino já está traçado: vai morrer numa cela, por crimes tão absurdos quanto a natureza do ódio que o vitima.

Para seus algozes, prendê-lo é pouca coisa - além disso, é necessário assassinar a sua reputação, humilhar o seu legado, punir todos os que têm admiração por ele, ou são seus amigos ou mesmo familiares.

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Comédia à brasileira

A direita brasileira é uma piada.

E uma piada pronta, como mostrou o deputado federal paraense com a sua grotesca tatuagem para louvar o chefe.

Ou como demonstra diariamente a incrível doutora Janaína com seus tuítes inacreditáveis. Leia mais »

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A nossa ordem e o nosso progresso, por Carlos Motta

Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

 

Por Carlos Motta

 

As instituições estão funcionando normalmente.

É o que dizem diversas autoridades.

E funcionam, sim.

Funcionam tão bem que a maior parte de seus integrantes forma uma casta de privilegiados, para a qual a crise econômica que teima em não ir embora faz cócegas - se muito.

Os três Poderes, por exemplo, vão muito bem, obrigado.

O Executivo, ocupado por um bando de políticos da mais baixa extração, que tomaram o poder devido a um golpe, no novo estilo que dispensa a força militar, se não está firme e forte, ao menos se aguenta, no alto de seus 2% de aprovação.

O Legislativo, esse circo de horrores, faz seus negócios impunemente, mercadejando abertamente apoios às mais abjetas propostas, que levarão o país à Idade Média.
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E agora, o que fazer?

"lucro contábil do Bradesco cai 5,4% no trimestre, a R$ 3,911 bi"

"Lucro da Vale encolhe 98% no trimestre e fica em R$ 60 mi"

"Klabin encerra trimestre com prejuízo de R$ 377,6 milhões" Leia mais »

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O enorme poder da música, que o Brasil despreza, por Carlos Motta

O enorme poder da música, que o Brasil despreza

por Carlos Motta

Descobri por acaso, no Youtube, uns vídeos do 8 º Festival Choro Jazz, realizado, acho, em dezembro, na famosa Jericoacoara, no Ceará. 

É uma coisa de louco!

Que músicos maravilhosos existem no Brasil!

Um evento como esse - e sei que há muitos mais pelo país afora, no ano todo -, deveria encher de vergonha as nossas "autoridades", que não têm a menor noção do potencial da música brasileira como produto de exportação, ou melhor, como uma das armas mais poderosas do "soft power", esse instrumento de dominação cultural que os americanos dominam tão bem.

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A ingenuidade, os estilingues e os canhões, por Carlos Motta

A ingenuidade, os estilingues e os canhões

por Carlos Motta

A ingenuidade de algumas pessoas chega a ser comovente.

Elas pensam e agem como se o mundo fosse habitado por anjos e não seres humanos, que, como se sabe, são tão cheios de defeitos e maldade como vazios de virtudes e bondade.

O caso do Brasil é emblemático.

Não é novidade para ninguém que uma elite perversa, ignorante, escravagista e racista, uma oligarquia incapaz de qualquer gesto de humanidade, manda no país desde sempre, e nunca, sob hipótese nenhuma, vai permitir que os sobre os seus imensos privilégios paire sequer uma minúscula nuvem de contestação.

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