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A imprensa e a tragédia

Uns poucos parágrafos para entender como funciona a imprensa brasileira, que teve - e tem - um relevante papel nesta tragédia que se abateu sobre a nação:

@ Não existe jornalismo imparcial. Todos os jornalistas, sem exceção, têm lado, têm time, têm preferências, têm preconceitos, porque são humanos, não robôs; Leia mais »

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Triste país de poucas esperanças

Da mesma forma que a consumação do golpe que afastou Dilma Rousseff da Presidência da República foi um dos mais vergonhosos episódios da história do Brasil, o fim melancólico do governo golpista, apenas um ano depois de iniciado, é motivo de tristeza para quem acredita nos valores democráticos.

É óbvio que todos os que fazem parte desse governo de canalhas e corruptos, e todos os que o apoiam, não merecem outra sorte a não ser a mais severa responsabilização pelos seus crimes e o repúdio de toda a sociedade. Leia mais »

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Brasil despreza o maior projeto econômico do século, por Carlos Motta

Foto RTP

Brasil despreza o maior projeto econômico do século

por Carlos Motta

A ausência do Brasil na reunião de cúpula promovida pela China para impulsionar o mais ambicioso projeto econômico de âmbito mundial deste século, o Cinturão e Rota, indica a verdadeira dimensão do governo golpista que tomou conta do país há um ano. 

O Cinturão e Rota, proposto em 2013,  é, resumidamente, um plano para conectar a Ásia com a Europa e a África ao longo e além das rotas comerciais antigas, construindo uma rede de comércio e infraestrutura sem precedentes na história mundial.

O custo total do plano é estimado em mais de US$ 4 trilhões. 

Segundo explicou para os participantes do fórum o presidente chinês, Xi Jinping, o mundo enfrenta hoje uma série de desafios: o comércio e o investimento desacelerados, o desenvolvimento cada vez mais desequilibrado, o impacto da migração de grande escala de refugiados e imigrantes, assim como guerras, conflitos e terrorismo.

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Rumo à Idade Média, por Carlos Motta

Rumo à Idade Média

por Carlos Motta

As sessões da Câmara Municipal de Serra Negra se iniciam com os vereadores rezando o "Pai Nosso" (foto), contrariando a laicidade do Estado brasileiro.

A maior obra da cidade é um centro de convenções que a Igreja do Evangelho Quadrangular está construindo, com capacidade para abrigar 15 mil "fiéis".

Evangélicos lotam os hotéis em diversos encontros distribuídos ao longo dos anos.

O município, de 28 mil habitantes, tem ruas nas quais se vê mais templos e igrejas que casas comerciais.

Serra Negra, a 140 quilômetros da capital paulista, faz parte do chamado Circuito das Águas Paulista, supostamente formado por estâncias hidrominerais.

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As várias faces do demônio

O diabo tem muitas faces, acreditam os religiosos.

Deveriam também, neste mundo material em que vivem, crer que a corrupção, eleita o mal maior desta triste nação, se espalha e sobrevive e se fortalece travestida de variadas e multicoloridas roupagens.

O observador nem precisa ser muito atento para se deparar com ela no seu dia a dia. Leia mais »

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Jogava pedras no telhado do juiz e repetia "não há Justiça, não há Justiça..."

Um certo conto, ou novela, ou romance, que li há muito tempo e do qual não guardei o seu nome nem o de seu autor - com quase certeza latino-americano -, e que se passa num vilarejo ermo, desses perdidos neste mundo imenso, tem uma passagem da qual, volta e meia, me recordo: o protagonista, um camponês miserável, para se vingar de um juiz que, em vez de lhe fazer justiça, manteve a sua sentença execrável, passa a jogar pedras, escondido nas sombras da noite, no telhado de sua casa, tirando-lhe o sono, o sossego, e amedrontando-o.

E a cada pedra jogada, repetia para si a mesma frase: "Não há justiça, não há justiça." Leia mais »

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Um país dividido e à beira do abismo da ditadura

O colunista da revista semanal, que se vangloria de ter criado o termo "petralha" e até outro dia se refestelava com o uso do substantivo "apedeuta" em seus textos, escreve que a decisão do juiz que mandou fechar o Instituto Lula representa um "impressionante rasgo de autoritarismo" e "agressão" à ordem legal.

O Estadão, uma das vozes mais estridentes do conservadorismo nacional, diz em editorial que "é perniciosa a tentativa de transformar a Lava Jato na grande panaceia nacional; além de não tirar o país da crise, esse modo de conduzi-la, como se tudo estivesse podre – como se os poderes constituídos já não tivessem legitimidade para construir soluções –, inviabiliza a saída da crise." Leia mais »

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A miséria volta às ruas

Em cerca de meia hora, no sábado passado (6 de maio), em dois quarteirões da Rua 13 de Maio, centro comercial de Amparo, cidade de 70 mil habitantes do Circuito das Águas Paulista, uns 10 pedintes abordavam os passantes, que ainda tinham de se desviar de uma meia dúzia de camelôs. Leia mais »

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E o Brasil real vai se calando

Com a diferença de poucos dias, a música popular brasileira perdeu o cantor Jerry Adriani, um dos protagonistas da "Jovem Guarda", o cantor e compositor Belchior, autor de versos perenes, e Almir Guineto, o sambista completo. 

Estão internados outros dois notáveis artistas, Arlindo Cruz, compositor de mais de 300 sambas gravados por inúmeros cantores, inclusive ele próprio, e Luiz Melodia, um dos principais renovadores da MPB.  Leia mais »

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O Brasil sem os malditos petralhas

A coisa aqui tá preta - para os petralhas.

Interessante que o petralhíssimo Chico Buarque, 41 anos atrás, previa, na letra de sua Meu Caro Amigo, o clima do Brasil de hoje.

Ou, com esse verso, ele quis retratar a situação do Brasil de 1976, aquele da ditadura militar? Leia mais »

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O jovem procurador e a velha hipocrisia

O procurador paranaense juvenil, um dos líderes da turma dos lava-jatos, ficou inconformado com a decisão do Supremo Tribunal Federal de fazer cumprir a lei, ou seja, deixar que José Dirceu aguarde, em liberdade, seu julgamento em segunda instância, como milhares de outros cidadãos brasileiros. Leia mais »

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O jogador boquirroto e a adoração do fascismo

O jogador do Palmeiras Felipe Melo saiu jovem do Brasil e rodou por vários clubes europeus, tendo retornado ao seu país há poucos meses. Já se meteu em várias confusões nos campos, o que não o impediu de até integrar a seleção brasileira. Outra característica de sua personalidade é sua língua solta: boquirroto, quase sempre confunde sinceridade com ofensas.

Melo tem salário de cerca de R$ 500 mil mensais e, portanto, ocupa o topo da pirâmide social, faz parte do 1% dos mais ricos, a elite econômica do Brasil, essa que nada de braçadas na crise que já desempregou 14 milhões de trabalhadores.  Leia mais »

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Flores não mancham blusas de cashmere

As fotos do prefeito paulistano jogando no chão, com expressão de fúria, as flores que uma ciclista lhe ofereceu, em homenagem aos "mortos nas marginais", referência ao aumento de acidentes naquelas vias depois de decretada a ampliação do limite de velocidade, revelam com exatidão a personalidade do "João Trabalhador", como o misto de empresário, apresentador de TV, político e "gestor", gosta de se denominar.

Fosse ele tão inteligente como lhe atribuem seus admiradores, sua reação teria sido diferente. Leia mais »

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O Brasil Novo e seus personagens de ficção, por Carlos Motta

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Imagem: Reprodução

Por Carlos Motta

O Brasil Novo é tão diferente de tudo o que já se viu que seus protagonistas, os homens de bem que se instalaram nos gabinetes refrigerados da Casa Grande, cansados da dura realidade do dia a dia, incorporaram ilustres e afamados personagens de ficção.

Observemos, por exemplo, o mais alto chefe de Executivo, o culto Dr. Mesóclise: é como se o Amigo da Onça, o imortal personagem criado por Péricles, tivesse saído das páginas de O Cruzeiro, onde, durante anos, estampou seu oportunismo e mau-caratismo, características de boa parte dos brasileiros que obedecem fielmente a prestigiada Lei de Gerson, aquela da regra de ouro de que o importante é levar vantagem em tudo. 

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Como vai ser bom negociar diretamente com os patrões!

Vai ser interessante ver, daqui a algum tempo, quando a legislação trabalhista "modernizada" já estiver em vigor, esse pessoal que odeia os sindicatos e diz que sindicalistas não passam de um bando de vagabundos, negociar aumentos de salários com seus patrões.

Conheci vários desses tipos: os colegas do Sindicato dos Jornalistas chegavam na redação, e eles corriam para o cafezinho ou fingiam trabalhar, fazendo de conta que não prestavam atenção nos informes que eram dados, geralmente sobre as campanhas salariais. Leia mais »

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