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Instituto Datafolha: não dá pra acreditar nas pesquisas.

Será divulgado neste próximo sábado, 5/4, o resultado da pesquisa sobre em quem o eleitor votaria para presidente.

Realizado pelo instituto Datafolha. Encomendado pelo grupo Folha da Manhã.

É tipo de pesquisa que já nasce desmoralizada e portanto dever ser desconsiderada.

E deve ser desconsiderada porque os tipos de questionamentos feitos antes da pergunta central – em quem o eleitor votaria para presidente- induz a resposta dada pela pessoa, ou, como dizem, “esquentam o entrevistado”.

Percebam a manipulação.

”Você diria que, nos últimos 30 dias, notou aumento, diminuição ou não notou mudanças no preço dos alimentos?”

“Nos últimos doze meses, você alguma vez foi assaltado, roubado ou agredido?”

“Você tomou conhecimento da polêmica envolvendo a compra de uma refinaria nos Estados Unidos pela Petrobras em 2008?”

“(Se SIM) Você diria que está bem informado, mais ou menos informado ou mal informado sobre esse assunto?”

E ainda:

“Na sua opinião, a presidente Dilma Rousseff tem muita responsabilidade, um pouco de responsabilidade ou nenhuma responsabilidade no caso de compra da refinaria dos Estados Unidos pela Petrobras?”. Leia mais »

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Os golpistas de 1964 e os 21 anos do nada.

“Matem os terroristas, matem os carteiros que entregam as cartas. [Matem] os familiares, os amigos, seja o que for. Só não quero que morra nenhum de vocês”. Palavras do general Humberto de Souza Mello, dando ordem para executar os guerrilheiros.

Pré-golpe de 64 : O Brasil estava um caos, hiperinflação, desemprego, greves, instituições ameaçadas, insegurança, saúde precária, milhões sem acesso à educação.

E, males dos males, para fanáticos alucinados: a ameaça comunista pairava no ar. Elites assustadas pediam, pediam não, imploravam pela intervenção do exército.

Mas para tal intervenção eles precisavam, infelizmente, do apoio do povo, ou a “Geni”, de Chico Buarque. “Você pode nos salvar/Você vai nos redimir/Você dá pra qualquer um/Bendita Geni!”.

Mas o povo relutava. O IBOPE escondia pesquisas de aprovação ao governo João Goulart. Inclusive de boa parte do empresariado.

Então a população apoiava o presidente? “Ao ouvir tal heresia/ A cidade em romaria/ Foi beijar a sua mão/ O prefeito de joelhos/ O bispo de olhos vermelhos/ E o banqueiro com um milhão”. Leia mais »

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Dilma Rousseff é honesta. Não há nada que temer sobre a refinaria.

Como escreveu Cláudio Lembo, em um de seus artigos: “Nada é linear na vida social dos brasileiros. Vai-se aos trancos e barrancos sem qualquer preocupação com a sensatez. O brasileiro é pautado pelos jornais televisados. Especialmente, os das grandes redes.

O âncora falou, é verdade. Falta senso crítico. Os debates – os poucos que ainda existem – são conduzidos por coordenadores engajados. Nada de democracia. Sempre monocórdios”.

Por isso que qualquer notícia, qualquer mesmo, partindo dos grandes meios de comunicação temos que desconfiar. Ficar com um pé-atrás. Duvidar sempre. Se não corremos o risco de nos tornarmos massa de manobra dos interesses de poucos.

Manipulando a notícia, mais desinformam que informam. Jogando com dois momentos diferentes da economia eles embaralham dados. É um balaio-de gato.

É o caso da compra da refinaria de Pasadena, EUA, pela Petrobrás.

Segundo saiu nos telejornais. A Petrobras pagou US$ 360 milhões por 50% da refinaria. Um ano antes a Astra Oil teria adquirida a mesma por US$ 42,5 milhões. Leia mais »

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MDS divulga resultados atualizados do Brasil Sem Miséria.

Dia 21 fevereiro o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) divulgou os dados do programa “Brasil sem Miséria” (BSM).

Este programa surgiu da necessidade do país erradicar a extrema pobreza que ainda viviam milhões de brasileiros.

Dos 36 milhões de beneficiados pelo Bolsa Família, infelizmente, 22 milhões ainda viviam em condições de miserabilidade.

Então, “Em 2 de junho de 2011 o Governo Federal lançava o Plano Brasil Sem Miséria (BSM), com o objetivo ambicioso de superar a extrema pobreza até o final de 2014. O Plano se organiza em três eixos: um de garantia de renda, para alívio imediato da situação de extrema pobreza; outro de acesso a serviços públicos, para melhorar as condições de educação, saúde e cidadania das famílias; e um terceiro de inclusão produtiva, para aumentar as capacidades e as oportunidades de trabalho e geração de renda entre as famílias mais pobres. Leia mais »

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Manifestações na Venezuela e no Brasil. O mesmo “modus operandi”.

Ontem houve manifestações na capital de São Paulo. Ocorreu o de sempre. Black Blocs na frente, manifestantes atrás .

Os primeiros com o mesmo lema: proteger e provocar. Na somatória vandalizar.

O movimento “nãovaitercopa” saiu a propalar: investimentos em saúde, educação, segurança e não gastar bilhões do dinheiro público em construções de estádios. Para poucos se locupletarem.

Seria um debate excelente, se o ano fosse de 2005.

Não é gasto, é investimento. A visibilidade do Brasil. O turismo. A economia dinâmica. A inserção do país nos roteiros dos grandes eventos. Não só os esportivos. A imagem do brasileiro como um novo ator no cenário mundial. O retorno do dinheiro.

Por outro lado: O Brasil é um país pobre. Muitos problemas sociais e de infraestrutura que precisam de investimentos prioritários. Não é o momento de gastar em obras faraônicas. A corrupção. A FIFA corrupta também e etc.

Talvez um plebiscito.

Houve chamamento para protestos nesse ano. Apareceram alguns poucos abnegados. O congresso pouco fez. Leia mais »

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A Globo não tem vergonha na cara.

Essa Globo é patética.

Não acreditando no poder de discernimento da população produz matéria debochando dos brasileiros

Ora bolas! Pensam eles ( os marinhos e jornalista acéfalos) que o povo brasileiro é empregado sabujo de suas manobras e desejos.

No “Bom dia Brasil” de hoje (19/02/2104) colocaram reportagem sobre o jeitinho brasileiro. Mais propriamente a malandragem do nosso povo. Que reclama sobre corrupção, sonegação de impostos, esperteza e no fundo fazem o mesmo.

Entrevistando transeuntes incautos e imberbes no seu acreditar questionam:

-você é contra levar vantagem em tudo?

- Sim

Mas você nunca furou um fila?

E o entrevistado, pego de surpreso ou contratado, responde: é, na verdade eu já furei fila. E fica com a cara de idiota.

Para outra:

- você é contra a sonegação de imposto de renda?

- Claro! Sou totalmente contra.

-Mas você nunca comprou um produto pirateado?

Responde a ingênua ou contratada: já, então eu sou desonesta. E dá uma risadinha com cara de todos.

Entra no ar a entrevista com um economista: as pessoas cobram muito dos que devem muito imposto, mas se esquecem que os pequenos que sonegam pouco também comentem crime. Leia mais »

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Luiza Erundina e o debate na FESPSP, no final um comício.

Debate “50 anos do golpe: Nunca mais”. Com Luiza Erundina e Frei Beto, FESPSP, Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Sexta-feira, 31 de Janeiro de 2014, 19:30.

Golpe de 64 completará exatos 50 anos no dia 31 de março.

Frei Beto – adepto da Teologia da Libertação, é militante de movimentos pastorais e sociais, tendo ocupado a função de assessor especial do presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva entre 2003 e 2004. Foi coordenador de Mobilização Social do programa Fome Zero. Leia mais »

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USP 80 anos. E um apelo: resistir ao populismo.

Entre vários artigos sobre os 80 anos da USP versando sobrea a história da universidade. Recheados de elogios. E problemas passados e futuros há um que se destaca pelo libelo conservador, sem papas-na-língua escreve: “A USP precisa resistir ao apelo populista que visa facilitar o ingresso de estudantes”, Estado de S. Paulo, pag. A3, “Os 80 anos da USP”, 25 de Janeiro.

Como “apelo populista” entenda-se: não às cotas, não à democratização da USP.

Pois, para o jornal só o vestibular, frio e imparcial, é capaz de selecionar os melhores entre os melhores.

A presença de alienígenas, proveniente de camadas menos privilegiadas, seria um atraso educacional. Por incapacidade. Falta de condições de acompanhar tão seleta aula e seus laureados doutores.

É o preconceito na sua essência. O problema está no sujeito. Não nos mecanismos sociais.

É a meritocracia neoliberal na sua justificativa para a perpetuação de suas desigualdades e injustiças.

Na ignorância apelativa o governo tucano paulista não entende a profundidade e o alcance das mudanças na sociedade com programas de inclusão. Leia mais »

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Se ficar o bicho come, se correr o bicho pega, se …

Bordão são frases repetidas continuamente. Utilizados para marcar lugar, personagens, situações ou comportamento.

Muitos hão de se lembrar desses:

Em novelas: “Tô certo ou tô errado?”, Lima Duarte, Roque Santeiro, 1985. “´É justo, muito justo, é justíssimo”, José Wilker, Renascer, 1993. ”Ó xente, my god”, Eva Wilma, Indomada, 1997. ”Jamanta não morreu”, Cacá Carvalho, Torre de Babel, 1998. “Cada Mergulho é um flash”, Mara Manzan, O Clone, 2001. “Jesus, me chicoteia”, Mariana Rios, Malhação, 2008.

Em humorísticos: “Trabalho na Globo!”, Bózo, Chico Anysio. “Só podia ser o Chaves”, Chaves.

Os bordões caem ou não no gosto popular dependendo do sucesso do programa, do personagem e, principalmente, do canal de televisão onde passam. Os citados acima, excetuando Chaves (SBT), são todos da tv globo. Ainda o canal de maior audiência.

Esta técnica de fixação também está sendo usada por apresentadores, jornalistas, colunistas.

A emissora dos irmãos Marinhos, através dos telejornais, difundi o “Imagine na Copa”.

Após mostrar algum tipo de problema, nos aeroportos, por exemplo, seus ancoras olham para a câmera e dizem: “imagine na copa”.

 

O que significa? Se está ruim, sem pressão, imagine quando a situação exigir mais. Será o caos.

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Prisão de João Paulo Cunha, Joaquim Barbosa e Homer Simpson.

Por que João Paulo Cunha, condenado no processo 470, ainda está solto?

Porque Joaquim Barbosa não assinou seu pedido de prisão e viajou de férias. Só retorna ao convívio de seus pares em fevereiro.

Neste período assumiram o comando do supremo a ministra Carmen Lúcia (7 a 20 de janeiro) e o ministro Ricardo Lewandowski (de 21 até o retorno de Barbosa)

Por que nenhum deles assinou o decreto da prisão de João Paulo?

Porque eles acompanharam o que diz o Art. 341 do regime interno: “Os atos de execução e de cumprimento das decisões e acórdãos transitados em julgado serão requisitados diretamente ao Ministro que funcionou como Relator do processo na fase de conhecimento.”, observado o disposto nos arts. 38, IV, e 75 do Regimento Interno.”.

Há exceções: o interino poderia assinar em caso de urgência. De aposentadoria do relator. De falecimento. Impedimento. Não é o caso Leia mais »

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Rolezinho: se a perferia não vai ao shopping, o xópim vai à periferia.

“Rolezinho” sempre existiu, é intrínseco ao ser adolescente se reunir em turmas, ter uma turma. Não tinha este nome. Encontros para jogar, dançar, organizar algum evento, um passeio é fato comum. Para os mais religiosos, encontros na igreja, no templo, na mesquita, na sinagoga, no terreiro, no salão e por aí vai.

Em outras épocas não tínhamos a facilidade tecnológica. As redes sociais. Era no bate-papo, no cara-a-cara.

Em outras épocas, 20 anos apenas, a periferia das grandes cidades eram guetos. Lá o jovem nascia, lá o jovem crescia, casava e morria. Marcar encontro, nestes templos do consumismo classe média, era terrível. Havia a complicada logística: distância, discriminação, passagem de ônibus, roupa e o ambiente opressor. Então restava ao garoto periférico na periferia ficar. Na praça, ou mesmo a rua, sentado na calçada, eram os locais dos encontros. Na escola, na entrada ou na saída adolescentes ficavam conversando, sonhando, futurando. De vez em quando uma festa. O assunto? Não tinha assunto, eram muitos assuntos. Leia mais »

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Mesmo tipo de piada: francês processado, brasileiro enaltecido

De caso em caso a discussão volta à tona: até que ponto alguém pode causar mal a alguém e se esconder atrás da tal “liberdade de expressão”?

O comediante francês Dieudonné M’bala M’bala teve a exibição do show censurado. O governo francês alega que o artista prega o antissemitismo, além de discriminar EUA, chineses e mulheres, nos seus espetáculos. Com piadas consideradas de mal gosto e ofensivas ele é acusado de colocar lenha na fogueira do ódio.

Em resposta a um jornalista, crítico contundente do comediante, disse: “Quando ouço o Patrick Cohen [jornalista judeu] falar… penso estas a ver a câmaras de gás… que pena!”.

Em Dezembro de 2003 apareceu no talk-show sobre política “You Can’t Please Everyone”, vestido de militar, com uma máscara de ski preta e um chapéu judeu ortodoxo com os dois cachos de cabelos e convidou a audiência a juntar-se “ao eixo américo-sionista, o único que oferece felicidade e o único onde há a hipótese de viver um pouco mais”. Concluiu o discurso levantando o braço e gritando “Isra-heil”. Leia mais »

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Raul Seixas, o profeta, e as redes sociais.

O Profeta Raul Seixas certa noite teve um sonho, disse que era um sonho de sonhador, de maluco. Não é bem assim meu caro LUAR. O seu sonho parecia um sonho. Hoje está perto de virar realidade. Tenho um sonho, você sonha o mesmo sonho, o sonho se torna realidade.

As redes sociais tornaram seus sábios versos desejosos em possibilidades concretas. Manifestações, Black Blocs, Rolezinho, Occupy, Indignados. Encontros e relacionamentos. Para o bem ou pra mal. Estão abertas portas do universo. De um mundo sem líderes. Com outro viés. Anárquico.

Quem sabe consigamos um dia parar o mundo. Um protesto acima do protesto. Um basta. Um chega. Um novo sistema de convivência. Uma explosão de ideias e debates e alucinações. Sem imposição e prepotência. Nem ingerência, mesmo de ET´s. Momento de reflexão. De comprimentos. De abraços. E beijos. A mãe com sua filha. O pai com seu filho. A filha com os irmãos. A amiga com amigos. A vida com perfume. A rosa com o cravo, sem briga, sem tapa.

O Dia em que a Terra Parou

Essa noite eu tive um sonho
de sonhador
Maluco que sou, eu sonhei
Com o dia em que a Terra parou
com o dia em que a Terra parou

Foi assim Leia mais »

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Mensalão e Trensalão: um peso, duas medidas.

No caso mensalão o STF fez um pacotão, juntou parlamentares e cidadãos comuns no processo, já no caso chamado “trensalão” o tratamento será diferenciado.

Segundo reportagem de Luiz Orlando Carneiro, publicado no Jornal do Brasil, “ é certo que (o ministro Marco Aurélio do STF) vai desmembrar o processo (do trensalão), a fim de que apenas os parlamentares sejam julgados pelo plenário do Supremo, caso a denúncia seja acolhida.”.

Se o plenário aceitar a denuncia serão julgados os seguintes políticos: deputado federal Arnaldo Calil Jardim (PPS) ; José Aníbal (PPS), Edson Aparecido dos Santos (PPS) e Rodrigo Garcia (DEM), os três últimos secretários do atual governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. As acusações sobre os demais serão realocadas em estâncias inferiores. Ou seja, o pessoal do “trensalão” terá direito a novo julgamento. A recorrer, qualquer seja a sentença a eles imputadas, a tribunais superiores. Leia mais »

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Caso Dreyfus, Émile Zola e o processo do Mensalão.

Esta e a história do mundialmente conhecido Caso Dreyfus. Oficial francês Alfred Dreyfus (1859-1935) acusado de alta traição e condenado a prisão perpétua. Pena cumprida na ilha do Diabo, Guiana francesa, América do Sul.

Ano de 1894. Uma empregada da embaixada alemã encontrou no cesto de lixo da sala de coronel Schwarzkoppen uma carta que considerou suspeita. Prontamente entregou-a ao serviço secreto francês.

Após analisarem o conteúdo concluiram que só podia haver uma pessoa capaz de escrevê-la: Dreyfus. Por quê? O oficial era o único judeu e na França no fim do século XIX havia uma onda de xenofobia, nacionalismo e antissemitismo. Logo… só podia ser ele.

Baseado no memorandum do serviço secreto eles o condenaram. No entanto seu irmão Mathieu Dreyfus descobriu que o verdadeiro traidor era Esterhazy, também oficial francês de origem nobre. Houve então segundo julgamento. No entanto foi mantido o resultado do primeiro: o judeu era o culpado, continuando preso na ilha.

Esse resultado causou a fúria e a indignação de Émile Zola (1840-1902), escritor francês. Em carta aberta ele acusou o governo francês de antissemitismo. Leia mais »

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