Revista GGN

Assine
imagem de Franklin Jr
Formação Especialista em Democracia Participativa (DCP/UFMG)

CONTEÚDOS DO USUÁRIO

Postagens

Luta pela Anulação do Impeachment ganha envergadura e é encampada por parlamentares de esquerda

À medida que o golpe se aprofunda e adquire a dimensão de uma verdadeira catástrofe para o país, em especial para as trabalhadoras e os trabalhadores, generaliza-se a percepção acerca da maior fraude de nossa história recente, que foi a aprovação pelo Congresso Nacional de um impeachment ilegal, sem crime de responsabilidade. Leia mais »

Média: 5 (2 votos)

Vacina contra a desinformação, a ignorância e a estupidez

Enviado por Franklin Jr

“Se você não for cuidadoso, os jornais farão você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas, e amar as pessoas que estão oprimindo” (MALCOM X, ativista norteamericano - 1925-1965). 

“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma” (JOSEPH PULITZER, jornalista norteamericano - 1847-1911).

Frente às epidemias de desinformação e analfabetismo político promovidas pelas "capitanias hereditárias" da grande mídia corporativa comercial (que no Brasil se tornou também uma usina de manipulação, promoção de ódio e intolerância, além de instrumento de uma guerra híbrida a serviço do sistema de dominação e opressão, do golpe contra a democracia e da geopolítica do saque) que assolam o país, torna-se fundamental identificar, mapear e difundir as fontes alternativas e contra-hegemônicas de informação e comunicação, comprometidas com a descolonização do pensamento, com os Saberes do Sul Global, com a liberdade de expressão, com a justiça e a emancipação social, com a cidadania plena, com a soberania e a autodeterminação do Brasil, e com um sistema democrático (representativo, participativo e popular) de alta intensidade social.

Leia mais »

Média: 4.9 (10 votos)

Sempre há esperança!, por Ângelo Cavalcante

Enviado por Franklin Jr

Sempre há esperança!

por Ângelo Cavalcante

Que o país está integralmente "na lona" já não resta a menor dúvida; que as macro-políticas de Temer/Meirelles estão nos catapultado para o começo do século XX em matéria de organização e promoção social é fato líquido e certo; que o ambiente social, político e econômico do país avança em um pleno de degradação é, da mesma forma, de clareza solar; existem, no entanto, estranhas novidades no ar e que não podem passar desapercebidas.

Leia mais »

Média: 5 (2 votos)

Por Sandra Helena de Souza: "O perverso silêncio dos bons"

O artigo abaixo reproduzido alerta sobre a apatia política e os perigos que ela engendra sobre os rumos do país. Escrito por Sandra Helena de Souza (Professora de Filosofia da Unifor; membro do Instituto Latino-Americano de Estudos sobre Direito, Política e Democracia - ILAEDPD), o texto foi publicado originalmente na edição deste domingo (16/0) do Jornal O POVO, e pode ser lido na íntegra a seguir: Leia mais »

Média: 5 (2 votos)

Por Ângelo Cavalcante: "O gracioso e perigoso mundo dos seres apolíticos"

Tudo é política e estejam certos, de que não há opinião, posição ou movimento que não seja político, que não se enquadre nesta ou naquela perspectiva ou concepção política. Onde está a política? Ora, está em tudo e em todos. Na igreja, na associação de bairros, nos sindicatos, escolas, universidades e na reunião dos condôminos. Está nos encontros dos amigos para um churrasquinho inocente e está no que assistimos na TV, ouvimos no rádio ou lemos no jornal. Está em nosso lazer, no trabalho semanal e na forma como nos relacionamos com tudo o que nos envolve, cerca e define. Leia mais »

Média: 5 (3 votos)

Do "Mineirinho, Vivo ou Morto" ao "Mineirinho, Leve e Solto", por Franklin Jr

Do "Mineirinho, Vivo ou Morto" ao "Mineirinho, Leve e Solto": curiosidades e contrastes do país campeão da desigualdade

por Franklin Jr

Muito embora tenhamos consciência das agonizantes assimetrias sociais que demarcam a realidade brasileira, é motivo de perplexidade não somente a astúcia, o ardil e a profusão de delinquências perpetradas pelo “Mineirinho” mais conhecido da atualidade, assim como a intrigante blindagem judicial que parece ratificar a intocabilidade deste homem cínico, que foi um dos principais artífices da conspirata golpista que está arruinando o Brasil.

O abismo no qual o país foi lançado pelo golpe de 2016 e pelos atos ilegais e estelionatários dele derivados, se inscreve de maneira geral na vida nacional como ruína econômica, política, social, cultural, moral e também judicial, tendo em vista o excepcionalismo punitivista que, sob as réguas de um penalismo medieval seletivo e do espetáculo midiático, chicoteia com uma mão cruel os despossuídos e também aqueles que os defendem [1], e com a outra mão adula docemente os poderosos.

Leia mais »

Média: 5 (6 votos)

Saídas democráticas, por Franklin Jr

Por Franklin Jr

Saídas democráticas: Ao menos dá para casar?

O próximo domingo (28) promete mais uma série de mobilizações contra o golpismo. É hora de resgatar a política e as ruas são o melhor caminho para aquecer o caldeirão de possibilidades que nos apontarão as saídas deste pesadelo e o reencontro com a primavera democrática. O que fazer? Será possível construir uma teia de opções mutuamente potentes?

Antes de qualquer coisa, de ser dilmista, lulista ou esquerdista (ou até mesmo direitista), é preciso ter apreço pela Constituição e zelar pela institucionalidade democrática. Nesta perspectiva, a solução mais decente para a crise e mais coerente com o regramento constitucional vigente (a Constituição Federal de 1988), que não dependa de nenhum tipo de remendo ou de emenda constitucional, é, hoje, a anulação do processo de impeachment ilegal.

Considerando a assertiva do dramaturgo francês, Jean Cocteau, de que “o futuro não pertence a ninguém” especificamente, a anulação do impeachment ilegal e a restituição do legítimo mandato presidencial de Dilma até 2018, é uma linha de luta pela qual as forças populares deveriam insistir até esgotar as suas possibilidades. A apreciação e o julgamento do mandado de segurança impetrado junto à Suprema Corte é uma janela de possibilidade que continua aberta.

Leia mais »

Média: 4.9 (9 votos)

Tem(er) uma pedra no meio do caminho, é preciso ver além para suplantá-la, por Franklin Jr

“O inferno dos vivos não é uma coisa que será; se há algum, é aquele que já está aqui, o inferno que habitamos todos os dias, que formamos estando juntos. Há dois modos para não o sofrermos. O primeiro torna-se fácil para muitos: aceitar o inferno e fazer parte dele até o ponto de não vê-lo mais. O segundo é arriscado e exige atenção e aprendizagem contínuas: buscar e saber reconhecer quem e o que, no meio do inferno, não é inferno, e fazê-lo durar, e dar-lhe espaço.” 
(Ítalo Calvino, in: Le cittá invisibili, Einaudi, Torino 1972).

Tem(er) uma pedra no meio do caminho, é preciso ver além para suplantá-la

por Franklin Jr

Não nos equivoquemos, a continuação do golpe se expressa pela manutenção do usurpador ou por sua substituição, via eleição indireta, por um outro postiço qualquer, como querem as oligarquias midiáticas e financeiras, pilares da pós-verdade e da extorsão nacional, que mais lucram com o descalabro induzido num país que destina cerca de 43% do seu orçamento para pagamento de juros, amortizações e refinanciamento de uma dívida pública irreal, único do mundo, ao lado da Estônia, que não taxa lucros e dividendos e nem tributa grandes fortunas, dilatando a farra institucionalizada dos predadores da nação.

Por conseguinte, as saídas que desejamos democraticamente, seja por meio de um novo sufrágio ou da anulação do impeachment, são a antítese do golpismo, e optar pela bandeira das eleições diretas não é impeditivo para que se opte também por defender a anulação do golpe.

Se a intenção é nos valermos de todos os mecanismos disponíveis para estancar o retrocesso e superar a crise, o mínimo que podemos ao menos tentar fazer é concatenar as estratégias, na esperança de que vingue algo positivo.  

Leia mais »

Média: 5 (4 votos)

Um ato pela anulação do golpe: o caminho é o diálogo e a confluência no campo democrático, não é hora de jogar a toalha.

 “Tenho apenas duas mãos e o sentimento do mundo”

- Carlos Drummond de Andrade

As campanhas de mobilização cidadã de agora, sejam elas pela renúncia, por impeachment (embora seja muito bizarro impitimar um postiço, não-eleito), por diretas já e, principalmente, pela anulação do golpe, se tornam fundamentais para fortalecer as bases da resistência de amanhã, caso o golpe de estado conflagrado em 2016 se aprofunde e instale um quadro de caos e violência generalizada. Digo principalmente a anulação do golpe porque o caldo entornou e começa a virar um tsunami. Leia mais »

Média: 5 (2 votos)

Ainda sobre os dilemas das lutas por Diretas e pelo Anula..., por Franklin Jr

Ainda sobre os dilemas das lutas por Diretas e pelo Anula...

por Franklin Jr

Ainda sobre os dilemas das lutas por Diretas Já e pela Anulação do Impeachment fraudulento, a minha posição hoje é seguir apoiando a anulação (independentemente de se lideranças da esquerda apoiem ou não; independentemente de se a própria presidenta legítima, Dilma Rousseff, apoie tácita ou explicitamente, ou não; independentemente de se configurar uma improbabilidade de vitória do ponto de vista da ‘realpolitik’; apoio porque é uma luta absolutamente correta), e observar mais e tentar melhor compreender o movimento por eleições antecipadas, inclusive se se trata de eleições apenas para presidente ou se seriam eleições gerais.

Ontem (19/05), a presidenta Dilma declarou que "a única saída para a crise são eleições diretas, já!". Ao invés de ter dito que eleições diretas (só pra presidente ou gerais?) são "a única saída" para a crise, ela poderia ter dito que é uma das saídas. Não achei muito feliz esta afirmação dela, pois negliencia outra saída, que a meu ver é a mais decente e legítima, que é a própria anulação do impeachment fraudulento, inconstitucional e, por todos agora sabidamente, criminoso. Há um movimento organizado pela anulação do impeachment, acho que ela e outras lideranças democráticas deveriam ser mais cuidadosos com o que dizem. 

Leia mais »

Média: 5 (6 votos)

QUAL É A MELHOR SAÍDA PARA A TRAVESSIA DO JOGO BRUTO?

"A vida começa no final de sua zona de conforto"

― Neale Donald Walsch.

Diante de uma renúncia do ‘postiço’, a solução ‘constitucional’ seria via eleições indiretas, ou seja, mais um golpe contra a soberania popular depois do impeachment fraudulento e criminoso.

É claro que a arte da política também comporta a dimensão de jogo, e sabemos que nas atuais condições, em que a democracia foi quase que completamente sequestrada pela plutocracia, o jogo é bruto, muito bruto. Sabemos que o comando do jogo bruto suplanta as possibilidades do sistema político e as diretrizes são dadas por corporações privadas (em especial por oligarquias midiáticas e do sistema financeiro).

É claro que no meio deste jogo brutal, uma proposta de emenda à Constituição Federal para a realização de Eleições Diretas antecipadas pode ser uma solução aparentemente legítima e talvez menos traumática, mas não deixa parecer ou se caracterizar uma gambiarra, dado que não coloca fim no golpe. Leia mais »

Média: 5 (1 voto)

E AGORA?.. no apocalíptico fiapo do tempo da remissão.

Fica cada dia mais patente o brutal equívoco (senão a má fé) daqueles que bradaram pela queda de Dilma Rousseff, apoiaram o vilipêndio institucional contra a democracia, o assalto ao sufrágio e a afronta à Constituição, e que agora simplesmente se calam e cruzam os braços ante o descalabro total. Contudo, ainda podem mudar de atitude e tentar se redimir. Leia mais »

Média: 5 (3 votos)

Basta de “danos MoraEs” contra a democracia, contra a soberania e contra o povo brasileiro!, por Franklin Jr

Basta de “danos MoraEs” contra a democracia, contra a soberania e contra o povo brasileiro!

por Franklin Jr

QUATRO PASSOS ESSENCIAIS PARA DESMIOLAR O NOVELO DA CRISE E RETOMAR O FIO DA MEADA:

1º passo: anular o golpe (a farsa do impeachment);

2º passo: anular a sucessão de ilegalidades e estelionatos dele decorrentes;

3º passo: Eleições Diretas Gerais, Já! (ou mesmo em 2018, restituindo minimamente a legitimidade institucional e a confiança política e cidadã);

4º passo: restaurar a democracia que tínhamos para construirmos a que desejamos (de altíssima intensidade social), retomar os trilhos e prosseguir a trajetória das reformas estruturais ou de base (urbana, agrária, fiscal, tributária, política, de comunicação etc).

Leia mais »

Média: 4.5 (11 votos)

AS 7 IRMÃS, 1 TIO (SAM) e 292 SABUJOS versus UM POVO (QUE VIROU MANADA?)

É a geopolítica, estúpido! É a cobiça internacional sobre a 6ª economia mundial, a maior potência energética, hídrica, mineral e biodiversa do Planeta, cara pálida!

Estamos no olho do furacão da "Guerra Híbrida", que aqui no Brasil chamamos de 'Golpe'. O golpe é a dinâmica colonial, local, de uma geopolítica global do saque, movida pelo grande capital e as metrópoles imperiais, a fim de, inclusive, buscar um reequilíbrio financeiro pós-crise internacional de 2008, à custa do suor e do sangue do povo brasileiro.  Leia mais »

Média: 5 (3 votos)

Luiz Ferraro: Entre tragédias - Personagens em busca de um novo autor

Sugestão de Franklin Jr

Tenho a honra de publicar no meu blog o texto de um querido amigo, o Luiz Ferraro (pai, paulista radicado na Bahia, professor, engenheiro agrônomo, doutor pelo CDS/UnB), no qual ele tece um paralelo entre a tragédia grega e a nossa farsesca tragédia brasileira, elencando uma cartografia inicial, na qual recorre a personagens estereotipados como “representação heurística”, que “não abarcam nuances, mas ajuda a entender a tragédia”. Para superar, é preciso começar a entender. 

ENTRE TRAGÉDIAS - PERSONAGENS EM BUSCA DE UM NOVO AUTOR

Por Luiz Ferraro*

Tragédia grega - história marcada pela inevitabilidade do terrível desfecho, já previsto e anunciado.

Tragédia brasileira - ou farsa - repetição de padrões e ciclos terríveis, conhecidos.

Personagens: estereótipos, representação heurística, não abarcam as nuances, mas ajuda a entender a tragédia... não representam ninguém, ninguém é nenhum desses estereótipos, mas cada um pode combinar em si vários elementos, até contraditórios.

Senhores: únicos com o final que desejam, que é um futuro igual ao passado. São os tais menos de 1%. Detém muito patrimônio e poder. Mestres do jogo e tem seus intelectuais orgânicos que falam por eles.

Leia mais »

Média: 3.4 (5 votos)

Fotos

Sem colaborações até o momento.

Vídeos

Sem colaborações até o momento.

Documentos

Sem colaborações até o momento.

Áudio

Sem colaborações até o momento.