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Balanço do golpe II

A base parlamentar

A causa direta do golpe foi o desmoronamento do apoio a Dilma Rousseff no Congresso Nacional. O desgaste começou com o fracassado projeto de criar um “centrão” via PSD, ganhou cores vingativas após a chegada de Eduardo Cunha à presidência da Câmara e virou conspiração quando Michel Temer o substituiu no comando dos insatisfeitos. Leia mais »

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Balanço do golpe I, por Guilherme Scalzilli

Balanço do golpe I, por Guilherme Scalzilli

Introdução

Os equívocos administrativos dos governos Dilma Rousseff são insuficientes para explicar o sucesso do golpe. Os péssimos índices sócio-econômicos, a corrupção e a impopularidade não abreviaram os mandatos de José Sarney e FHC, por exemplo.

A associação dos fracassos gerenciais de Dilma com a queda visa dar a esta um verniz meritório, criando pretextos para a negociata que os golpistas apelidaram “julgamento político”. A responsabilização da vítima esconde suas tentativas de resistência e, acima de tudo, os esforços sistemáticos da mídia, do Judiciário e do Congresso para sabotá-las.

A viabilização do golpe se deu no âmbito estratégico. O impeachment representou uma confluência de elementos que foram se articulando ao longo dos últimos três ou quatro anos, nem sempre de forma planejada, mas partindo de setores com o mesmo interesse.

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Lula também será vítima do "julgamento político", por Guilherme Scalzilli

por Guilherme Scalzilli

Publicado no Brasil 247

Jamais existiu a menor perspectiva de Lula ser tratado com isenção nos processos da Lava Jato. Sua condenação em primeiro grau é tão óbvia quanto o viés antipetista do Judiciário. "Não temos provas cabais, mas temos convicção", o mote da denuncia feita pelo Ministério Público, resume perfeitamente essa tendência. Leia mais »

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Lula também será vítima do "julgamento político"

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Balanço do golpe I

Introdução

Os equívocos administrativos dos governos Dilma Rousseff são insuficientes para explicar o sucesso do golpe. Os péssimos índices sócio-econômicos, a corrupção e a impopularidade não abreviaram os mandatos de José Sarney e FHC, por exemplo. Leia mais »

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Dívida histórica, por Guilherme Scalzilli

por Guilherme Scalzilli

É importante manter e divulgar registros detalhados sobre o apoio de políticos, jornalistas, magistrados, empresários e até militantes de redes sociais ao golpe parlamentar contra Dilma Rousseff. Contribuir para essa memória equivale a manter a chama da resistência nos tempos sombrios que se anunciam.

Haverá muitas oportunidades para que a conta seja cobrada. Durante a escalada arbitrária dos justiceiros ideológicos, a consumação da impunidade dos corruptos não-petistas, a dilapidação do patrimônio público, o desmonte de programas sociais.

Sabemos que os mais cínicos tentarão forjar espanto e salvar suas reputações. Pois serão desmascarados. Ninguém pode fingir inocência diante da natureza e das consequências do impeachment, que estiveram muito claras desde o início.

Um lugar de honra na galeria de horrores será ocupado pelo Supremo Tribunal Federal. A corte desperdiçou todas as chances de barrar o avanço do golpe, evitando o circo midiático da Lava Jato e punindo os corruptos que elaboraram o impeachment.

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Dívida histórica

É importante manter e divulgar registros detalhados sobre o apoio de políticos, jornalistas, magistrados, empresários e até militantes de redes sociais ao golpe parlamentar contra Dilma Rousseff. Contribuir para essa memória equivale a manter a chama da resistência nos tempos sombrios que se anunciam. Leia mais »

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Golpe a Jato, por Guilherme Scalzilli

Golpe a Jato, por Guilherme Scalzilli

O país assiste passivamente à consumação do golpe parlamentar contra Dilma Rousseff. As audiências no Senado se transformaram em farsa legitimadora do processo, repetindo a eleição indireta que alavancou o regime militar de 1964. Antes e agora com aval do STF, da mídia corporativa e do empresariado.

Se algo desautoriza esse paralelo, não é a falta de arbítrio no caso atual. Abusando de suas prerrogativas e agindo em sintonia com a agenda do impeachment, o comando da operação Lava Jato sabotou cada esboço de resistência petista no Congresso. As gravações ilegais que antecederam o processo na Câmara e o indiciamento de Lula às vésperas da decisão no Senado dispensam comentários.

O tal “juízo político” dos senadores se resumiu a negociatas promovidas pelo banditismo interino. Grupos sem respaldo popular tomaram o governo de assalto e garantiram, no interior da máquina, que a invasão ficasse irreversível. E, pior, com estratagemas bem mais lesivos do que as manobras contábeis usadas contra Dilma.

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Golpe a Jato

O país assiste passivamente à consumação do golpe parlamentar contra Dilma Rousseff. As audiências no Senado se transformaram em farsa legitimadora do processo, repetindo a eleição indireta que alavancou o regime militar de 1964. Antes e agora com aval do STF, da mídia corporativa e do empresariado. Leia mais »

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As medalhas de Lula e Dilma

Frustraram-se as previsões catastrofistas sobre os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Fica escancarado, mais uma vez, o caráter mentiroso, provinciano e irresponsável das bravatas apocalípticas. As desculpas dos seus propagadores (“não foi bem isso que eu quis dizer”) apenas reforçam, pelo gesto de explicar, a ridícula admissão do erro.

 

Parece incoerente criticar a politização boçal do evento e depois politizar o seu sucesso. A questão é que toda a cobertura midiática dos Jogos foi politizada, tanto nos ataques anteriores quanto na aparência neutra do patriotismo que dominou as transmissões.

 

Nada é mais escandalosamente partidário que omitir o papel dos governos Lula e Dilma na realização dos Jogos e, acima de tudo, na conquista de medalhas e marcas inéditas. Comemorar a superação de atletas humildes e esconder os programas petistas que os apoiaram rebaixa o cinismo jornalístico a uma desonestidade própria de estelionatários.

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As medalhas de Lula e Dilma

Frustraram-se as previsões catastrofistas sobre os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Fica escancarado, mais uma vez, o caráter mentiroso, provinciano e irresponsável das bravatas apocalípticas. As desculpas dos seus propagadores (“não foi bem isso que eu quis dizer”) apenas reforçam, pelo gesto de explicar, a ridícula admissão do erro.

 

Parece incoerente criticar a politização boçal do evento e depois politizar o seu sucesso. A questão é que toda a cobertura midiática dos Jogos foi politizada, tanto nos ataques anteriores quanto na aparência neutra do patriotismo que dominou as transmissões.

 

Nada é mais escandalosamente partidário que omitir o papel dos governos Lula e Dilma na realização dos Jogos e, acima de tudo, na conquista de medalhas e marcas inéditas. Comemorar a superação de atletas humildes e esconder os programas petistas que os apoiaram rebaixa o cinismo jornalístico a uma desonestidade própria de estelionatários.

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Medalhas são mesmo prioridade?, por Guilherme Scalzilli

por Guilherme Scalzilli

Como em toda competição internacional, a turma do provincianismo vira-latas tentará desmoralizar os resultados da delegação brasileira nos Jogos Olímpicos do Rio. Agora, por motivos óbvios, com fúria redobrada.

O ramerrão é previsível: contas descabidas forjando custos exorbitantes por medalha, fracasso de expectativas supervalorizadas, comparações absurdas com outros países.

Não defendo o ufanismo cego, nem reduzo toda crítica a ressentimento antipatriótico. Apenas cobro consistência argumentativa, a partir de duas premissas complementares.

Primeiro, uma base conceitual e estatística sólida. A referência a qualquer exemplo internacional demanda conhecer seus programas de apoio, suas legislações específicas, os valores aplicados em cada modalidade, etc.

Segundo, a adoção de um modelo coerente de investimento, sem esquizofrenias sobre o papel do Estado no incentivo ao setor. Queremos que o esporte de ponta ganhe prioridade no uso do dinheiro público? Ou medalhas são responsabilidade da TV Globo, da Adidas, do Bradesco, da Vale?

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Medalhas são mesmo prioridade?

Como em toda competição internacional, a turma do provincianismo vira-latas tentará desmoralizar os resultados da delegação brasileira nos Jogos Olímpicos do Rio. Agora, por motivos óbvios, com fúria redobrada. Leia mais »

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Emoções olímpicas, por Guilherme Scalzilli

por Guilherme Scalzilli

A simultaneidade abrangente da televisão diminui o fascínio grandioso da experiência nos Jogos Olímpicos, mas a presença nas competições impossibilita apreender algo além delas próprias. Paradoxalmente, a impressão de amplitude e diversidade fica mais nítida à medida que essas características se fazem menos apreensíveis.
 
O clima geral é festivo, deslumbrado e ordeiro. A sensação de segurança predomina, inclusive nas regiões sensíveis. Chega a soar surpreendente o baixíssimo número de ocorrências negativas registradas pela mídia. São inúmeras disputas simultâneas, multidões imensas circulando por centenas de quilômetros sem parar, pessoas de todas as nacionalidades, faixas etárias e motivações.
 
Sim, ocorrem problemas. No BRT, principalmente, que não se preparou para as responsabilidades assumidas pelo transporte rodoviário nos Jogos. Não existem mapas das linhas especiais no site da empresa, nem nas estações. Muitos funcionários dão informações desencontradas. Ninguém organiza as aglomerações nos horários de pico.

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Emoções olímpicas

A simultaneidade abrangente da televisão diminui o fascínio grandioso da experiência nos Jogos Olímpicos, mas a presença nas competições impossibilita apreender algo além delas próprias. Paradoxalmente, a impressão de amplitude e diversidade fica mais nítida à medida que essas características se fazem menos apreensíveis. O clima geral é festivo, deslumbrado e ordeiro. A sensação de segurança predomina, inclusive nas regiões sensíveis. Chega a soar surpreendente o baixíssimo número de ocorrências negativas registradas pela mídia. São inúmeras disputas simultâneas, multidões imensas circulando por centenas de quilômetros sem parar, pessoas de todas as nacionalidades, faixas etárias e motivações. Sim, ocorrem problemas. No BRT, principalmente, que não se preparou para as responsabilidades assumidas pelo transporte rodoviário nos Jogos. Não existem mapas das linhas especiais no site da empresa, nem nas estações. Muitos funcionários dão informações desencontradas. Ninguém organiza as aglomerações nos horários de pico. Também houve e há falhas logísticas. Leia mais »

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