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Dilma Rousseff contra as almas sebosas

Publicado no Brasil 247

Até aqui, o roteiro do impeachment seguiu a lógica previsível. Leia mais »

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Dilma Rousseff contra as almas sebosas

Publicado no Brasil 247

Até aqui, o roteiro do impeachment seguiu a lógica previsível. Leia mais »

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Prisão sugere elo entre PSB e crime organizado

Uma ação do GAECO (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) aprisionou dez pessoas suspeitas de pertencerem ao PCC (Primeiro Comando da Capital) no interior de São Paulo. A lista inclui um assessor do prefeito de Campinas, Jonas Dozinette (PSB), que governa em coligação com o PSDB.

O título acima, propositalmente bombástico, sugere como a mídia tucana interpretaria o episódio se envolvesse uma gestão petista. Ironias à parte, contudo, o exagero é apenas aparente. Afinal, o assessor preso, filiado ao PSB, ocupava um cargo de confiança no gabinete do alcaide. E pode representar a influência da notória rede criminosa na cúpula administrativa de uma das maiores cidades do país.
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Prisão sugere elo entre PSB e crime organizado

Uma ação do GAECO (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) aprisionou dez pessoas suspeitas de pertencerem ao PCC (Primeiro Comando da Capital) no interior de São Paulo. A lista inclui um assessor do prefeito de Campinas, Jonas Dozinette (PSB), que governa em coligação com o PSDB.

O título acima, propositalmente bombástico, sugere como a mídia tucana interpretaria o episódio se envolvesse uma gestão petista. Ironias à parte, contudo, o exagero é apenas aparente. Afinal, o assessor preso, filiado ao PSB, ocupava um cargo de confiança no gabinete do alcaide. E pode representar a influência da notória rede criminosa na cúpula administrativa de uma das maiores cidades do país.
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A estranha reação do STF, por Guilherme Scalzilli

Por Guilherme Scalzilli

Publicado no Brasil 247

O debate sobre as flagrantes inconstitucionalidades que marcaram o encarceramento do senador Delcídio Amaral está deixando passar a grande questão do episódio: por que prender o indivíduo agora? Por que não processá-lo nos ritos normais, que acabariam inevitavelmente arruinando sua carreira política e seu apoio no Congresso?

A tese de “obstrução da Justiça” é ridícula. Ora, depois que o Judiciário conheceu o teor das gravações, a chance das tramóias vingarem desintegrou-se. Réu nenhum conseguiria fugir. Além disso, do ponto de vista estratégico, seria mais inteligente acompanhar as manobras de Amaral, apanhando todos os envolvidos no auge da ação criminosa.

Então repito: por que interromper um conluio fadado ao fracasso, diminuindo assim o alcance das investigações? Que tipo de malefício Amaral poderia causar conspirando à toa, sob a fiscalização atenta das autoridades?

Isento e probo como é, o STF não precisa temer ilações maldosas. Com o apoio da imprensa, os ministros citados já tiveram inúmeras oportunidades para afastar qualquer suspeita incômoda. A prudência legalista inclusive traria benefícios à imagem da corte, manchada exatamente pelo partidarismo intempestivo dos tempos de Joaquim Barbosa.

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A estranha reação do STF

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A pauta do golpe

A tese do impeachment perde adeptos a cada semana que passa. Nas cúpulas midiáticas, empresariais, partidárias, jurídicas e acadêmicas dissemina-se a visão de que a ideia não é apenas inviável, mas perigosa e inconsequente. Então o que explica a sua permanência nos debates cotidianos? Leia mais »

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A pauta do golpe

A tese do impeachment perde adeptos a cada semana que passa. Nas cúpulas midiáticas, empresariais, partidárias, jurídicas e acadêmicas dissemina-se a visão de que a ideia não é apenas inviável, mas perigosa e inconsequente. Então o que explica a sua permanência nos debates cotidianos? Leia mais »

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O quinhão do Timão

 
 
É vergonhosa a festa que a crônica futebolística faz com o título corintiano. Um mínimo de espírito crítico levaria a questionar o merecimento da conquista, e até a sua lisura.
 
Os resultados do Campeonato Brasileiro expõem os privilégios dos clubes favorecidos pela CBF e pela Rede Globo. Da primeira vêm os “erros” de arbitragem. Da segunda, a proteção financeira das cotas de TV.
 
O Corinthians recebeu cerca de R$ 100 milhões, mais do que o triplo da parte reservada a oito dos vinte clubes que disputam o Brasileiro. Leia mais »
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O quinhão do Timão

O quinhão do Timão    É vergonhosa a festa que a crônica futebolística faz com o título corintiano. Um mínimo de espírito crítico levaria a questionar o merecimento da conquista, e até a sua lisura. Os resultados do Campeonato Brasileiro expõem os privilégios dos clubes favorecidos pela CBF e pela rede Globo. Da primeira vêm os “erros” de arbitragem. Leia mais »

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Rescaldos da tragédia

Apesar da perplexidade e da desinformação, podemos antever certos desdobramentos narrativos da infâmia parisiense. Mais especificamente, as versões que não merecem o endosso de observadores críticos.

No flanco esquerdista, o desprezo cínico pelas vítimas e os argumentos geopolíticos de justificação da violência. O extremismo islâmico é inaceitável sob todos os aspectos. Não há “choque de cultura”, guerra ideológica ou relativismo pós-modernoso que faça a barbárie parecer aceitável numa circunstância e deplorável em outra. Leia mais »

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Rescaldos da tragédia

Apesar da perplexidade e da desinformação, podemos antever certos desdobramentos narrativos da infâmia parisiense. Mais especificamente, as versões que não merecem o endosso de observadores críticos.

No flanco esquerdista, o desprezo cínico pelas vítimas e os argumentos geopolíticos de justificação da violência. O extremismo islâmico é inaceitável sob todos os aspectos. Não há “choque de cultura”, guerra ideológica ou relativismo pós-modernoso que faça a barbárie parecer aceitável numa circunstância e deplorável em outra. Leia mais »

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A quem serve o Judiciário brasileiro?

Uma ação contra o deputado estadual Barros Munhoz (PSDB) prescreveu em abril, depois de três anos inativa no Tribunal de Justiça. Mesmo destino devem ter os processos do “mensalão tucano”, remetidos pelo Supremo Tribunal Federal à Justiça mineira. A peça contra Eduardo Azeredo, por exemplo, ainda aguarda distribuição. Graças a decisões do STF, o inquérito dos cartéis metroviários paulistas isentou políticos do PSDB, mesmo os citados em depoimentos dos réus. Leia mais »

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A quem serve o Judiciário brasileiro?

Uma ação contra o deputado estadual Barros Munhoz (PSDB) prescreveu em abril, depois de três anos inativa no Tribunal de Justiça. Mesmo destino devem ter os processos do “mensalão tucano”, remetidos pelo Supremo Tribunal Federal à Justiça mineira. A peça contra Eduardo Azeredo, por exemplo, ainda aguarda distribuição. Graças a decisões do STF, o inquérito dos cartéis metroviários paulistas isentou políticos do PSDB, mesmo os citados em depoimentos dos réus. Leia mais »

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O retrocesso é o motor da crise

A herança progressista que as administrações do PT deixaram na esfera legislativa tem sido aos poucos anulada pelo Congresso Nacional. Um novo paradigma legal para os direitos individuais está em processo de gestação, ameaçando impor ao país uma agenda fundada no obscurantismo e na intolerância.           O dano materializa-se através do oportunismo das lideranças conservadoras, que aproveitam o endosso do inclassificável Eduardo Cunha e a inabilidade da base governista para contaminar os projetos em tramitação. Como são medidas que interessam aos lobbies privados, fica fácil aglutinar a maioria fisiológica. Mas o fenômeno tem origem fora dos meandros parlamentares. Toda a estrutura viciadaque dá poderes supremos a Cunha e incentiva a descarada traição dos supostos aliados do Planalto se alimenta do fantasma da crise político-econômica. Leia mais »

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