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Os "voluntários" a pagar a conta pela Reforma da Previdência, por Gunter Zibell

Os "voluntários" a pagar a conta pela Reforma da Previdência

por Gunter Zibell

A presente Reforma da Previdência preserva os direitos a pensão por viuvez dos não-contribuintes, que voltarão a receber valor de 60% da aposentadoria do cônjuge falecido.

Mas faz recair quase todo o custo do ajuste em apenas um subgrupo: o de casais em que ambos são contribuintes do INSS e têm renda entre 2 e 6 salários mínimos.

Como se dá isso?

O Brasil tem cerca de 140 MM de adultos, onde cerca de 80 MM são casados e aproximadamente 100 MM trabalham (PEA), sendo que destes apenas 50 MM são trabalhadores formais (tirando funcionários públicos e empresários, algo como 40 MM contribuem para o INSS.)

A relatoria da Reforma da Previdência, com vistas a obter a aprovação da PEC 287, promoveu muitas alterações nos últimos meses. O projeto que irá a plenário dia 15/05 quase não se parece mais com o original apresentado em dez./2016.

Cerca de 40 MM de pessoas não trabalham e não contribuem. por óbvio não são afetados pela reforma. Caso não formem família e não tenham renda, ao completarem 68 anos (antes 65) poderão solicitar um Benefício de Prestação Continuada, no valor de 1 s.m. Isso a Reforma não toca.

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De jabuticabas e framboesas

Em geral eu não costumo depositar muita confiança em soluções jabuticaba.

Mas acho bem-sucedidas as seguintes experiências: LOAS (pensões incondicionais por idade ou rurais, estabelecidas nos anos 1970); SUS (implantado crescentemente desde meados da década de 1980); a automação das eleições e os programas de transferência incondicional de renda (bolsa-escola, bolsa-família.)

Incluo o SUS, apesar das notórias deficiências que vivenciamos, pela relação custo/benefício. Com um baixo percentual do PIB se obtém uma expectativa de vida apenas 5 anos aquém da atual do Reino Unido (e equivalente à de países desenvolvidos há uns 15 anos atrás.) Leia mais »

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Reforma da Previdência: mais problemas que soluções, por Gunter Zibell

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Por Gunter Zibell

Muitos amigos não me seguem no facebook, então de imediato trago três posts recentes sobre o tema previdenciário. Oportunamente poderão ser base para um artigo estruturado.

https://www.facebook.com/gunter.zibell/posts/1368684836536340

Meus questionamentos à Reforma da Previdência não são de ordem política. Eu já era contrário ao que Dilma/Levy propunham em 2015. Apenas piorou: quem resgatar as falas de então verá que basicamente o que mudou foi a idade mínima (falavam então em 60 anos.)

E eu sou muito favorável ao desenvolvimento de uma cultura de poupança e seguros no Brasil. Acho que é algo que nos faz falta. E se eu me arrependo de algo na vida é não ter poupado mais (não fui gastão, tampouco, pois não acho bom tomar empréstimos para consumo.)

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A questão das marchinhas, por Gunter Zibell

A questão das marchinhas

por Gunter Zibell

Todo ano esse assunto aparece. Se há quem escreve artigos defendendo a continuidade do uso de algumas marchinhas em bailes de Carnaval é porque em algum momento anterior houve o contrário, quem criticasse. Então essa discussão é uma tendência recente, pois há 30 ou 40 anos ninguém falava disso.

Vou pôr ao final deste post os artigos que apareceram este ano a respeito. (Aparecem o artigo de Daniel Martins de Barros e a entrevista com Lira Neto, por exemplo. Eu não concordo com os argumentos deles, parecem-me defesas inconvincentes de "politicamente incorreto", mas também não acho que vale a pena usar textão para desconstruir.)

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Discutindo pensões para viúvos, por Gunter Zibell

Essa discussão não está apenas enviesada por preconceito contra relações inter-geracionais, mas também distorce questões atuariais. Leia mais »

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F.A.I.R. - Feliz 2017! (Uma volta ao Mundo por 45 países)

Por Gunter Zibell

Feliz 2017, amigos e amigas! 

Para comemorar preparei uma seleção de músicas, de 45 países diferentes.

Dicas de outros clipes, no estilo da maioria, são muito bem-vindas. 

Sempre pensando em construirmos um Ano Novo Fofo, Alegre/Amável, Inclusivo e Respeitoso para todos!

(Títulos em negrito indicam a existência de post especifíco neste mesmo portal. Com o propósito de respeitar direitos autorais, sempre que conhecido foi utilizado o link no YouTube da conta Vevo dos artistas ou gravadoras.)

1. Portugal I - MICKAEL CARREIRA - Viver a Vida

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F.A.I.R. - Natal 2016... Tentando ser contemporâneo

Enviado por Gunter Zibell - pró-Rede

Primeiramente, FELIZ NATAL PRA TODOS!!!

Este ano tentei fazer algo um pouco diferente, uma playlist em que a maioria das músicas fosse um pouco mais contemporânea, pelo menos nas gravações. (Algo como 4 ou 5 não são, é verdade...)

E também com maior diversidade linguística do que o habitual inglês (13 são em 8 outros idiomas)

Tomara que vocês gostem e curtam tanto quanto eu me diverti ao fazer a seleção.

Um Natal Fofo, Amável, Inclusivo e Respeitoso para todos nós!

(Observação: minhas preferidas são #29, #26, #17, #15, #11, #9, #2 & #1.)

39. A Spaceman Came Travelling – Chris de Burgh

38. Hallelujah - Sense8 Christmas Special

37. Christmas In Our Hearts - Jose Mari Chan

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01 de janeiro, Dia da Confraternização Universal

Um apanhado de canções sobre paz, esperança e uma atitude mais positiva

 

Give Peace a Chance, por John & Yoko

Two, one two three four / Ev'rybody's talking about / Bagism, Shagism, Dragism, Madism, Ragism, Tagism / This-ism, that-ism, is-m, is-m, is-m. / All we are saying is give peace a chance

C'mon / Ev'rybody's talking about Ministers, / Sinisters, Banisters and canisters / Bishops and Fishops and Rabbis and Pop eyes, / And bye bye, bye byes. / All we are saying is give peace a chance

Let me tell you now / Ev'rybody's talking about / Revolution, evolution, masturbation, / flagellation, regulation, integrations, / meditations, United Nations, / Congratulations / All we are saying is give peace a chance

Ev'rybody's talking about / John and Yoko, Timmy Leary, Rosemary, / Tommy Smothers, Bobby Dylan, Tommy Cooper, / Derek Taylor, Norman Mailer, / Alan Ginsberg, Hare Krishna, / Hare, Hare Krishna / All we are saying is give peace a chance

 

One Day, por Matisyahu Leia mais »

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Meus 12 anos com LPs e os inescapáveis anos 80

Como quase todo ano, perto de meu aniversário (dia 05.12), preparo uma coletânea temática de músicas. 

Desta vez escolhi "Os Anos 80", que se já são marcantes (vivem sendo referenciados) para a maioria das pessoas, para mim são mais ainda. 

Mais precisamente a partir de 1978, que foi quando comecei a trabalhar e pude comprar um toca-discos. Vem daí que algumas coisas de anos anteriores ou da época da "Disco" - e listadas abaixo - só conheci então.

Pessoas mais velhas que eu pegaram os anos 60 e 70 em sua plenitude, colecionaram LPs dos Beatles ou da Elis Regina. Pessoas mais novas talvez nunca tenham comprado um LP. 

Então no meu caso coincidiu o período de mais intensa vivência (trabalhos, estudos, namoros, viagens) com o auge da indústria musical. Afinal, nesse período "pirataria" se restringia a coletâneas em fita K-7.

Era muito gostoso convidar os amigos pra ouvir discos em casa. Ou preparar fitas para ouvir nas casas que alugávamos nos finais de semana. Não faço ideia de como os jovens (14 a 26 anos) hoje em dia fazem... Leia mais »

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Músicas infantis que crianças grandes gostam

Hoje é Dia da Criança! Vamos lembrar de músicas comerciais infantis que adultos de vez em quando citam?

A Casa (de Vinicius de Moraes) - Capital Inicial

É Tão Lindo - Balão Mágico & Roberto Carlos Leia mais »

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Vamos dar uma chance ao Acelera SP?

Ontem eu votei em Ricardo Young (saí de SP faz 4 anos mas ainda não mudei o título, até porque, por várias razões, a Capital seguirá extremamente importante para minha vida.) Tem experiência como gestor, foi excelente e presente vereador e é sintonizado com o pensamento de Marina Silva.

A Rede também ofereceu ótimos nomes para vereador. Marina Helou e Pedro Markun, por exemplo.

Fiz minha parte como cidadão e se não rolou, paciência. Fiquei sem representação na Câmara. Melhor estratégia, melhor marketing, melhor sorte em 2020. Leia mais »

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Todos os caminhos levam a 2018

Dada a ansiedade dos brasileiros com economia e política, alguma solução constitucional irá prevalecer entre hoje e final de 2018:

1) Não há nenhuma interrupção de mandato e o governo se manterá até o final, com baixas taxas de popularidade (como o ano de 1989 para Sarney);
2) Impeachment (mas com base em alguma improbidade administrativa comprovada e lembrando que basta 1/3 em qualquer das duas casas para rejeitá-lo);
3) cassação da chapa eleita com base em alguma grave irregularidade na campanha (caminho preferido por setores da oposição mas ainda improvável);
4) renúncia, referendo, etc (igualmente ainda pouco prováveis) Leia mais »

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O errado, o aceitável e o melhor, por Gunter Zibell

Por Gunter Zibell

Eu não me preocuparia tanto com os Social Justice Warriors (pessoas que em discussões tentam impôr modos muito específicos ou dogmáticos de como as pessoas devem lidar com os preconceitos nas sociedades.)

São visíveis nas redes sociais, assim como quase tudo que é extremado recebe uma amplificação desnecessária. Podem só estar querendo aparecer e a capacidade real de influenciar pode ser pequena.

O que realmente importa é como a maioria dos pertencentes a grupos identitários pensa e como a maioria dos não-pertencentes a esses grupos (potencial "reação") pensa sobre as respectivas demandas.

Daí resultam interações e tendências. E é relevante observarmos se a tendência de um pensamento é de crescimento ou não. Devemos defender aquilo que acreditamos, claro, até ser hegemonia. Mas não precisamos nos preocupar se já se tratar de tendência favorável.

Para o conjunto de questões que envolvem preconceitos (como classismo, racismo, machismo, intolerância a crenças políticas ou religiosas, homofobia e xenofobia), mesmo que ocorram retrocessos (como manifestações políticas de ultra-direita na Europa), a tendência pelo Mundo é mais favorável que não desde que conceitos na Convenção de Direitos Humanos da ONU foram sendo mais e mais divulgados.

Ser preconceituoso ou discriminador, e principalmente tentar reforçar isso, é hoje considerado ERRADO na maioria das sociedades. No mínimo para se exercer uma posição tosca em público, que até a 1a. metade do século XX seria banal, precisa-se recorrer a sofismas ou falácias.

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Petróleo, sim e não.

Algo que eu sempro levo em conta: a Venezuela tem a mesma população (30 MM) e as mesmas reservas de óleo (400 bi de barris) que a Arábia Saudita. No entanto produz 1/4 do que aquele país extrai. A racionalidade não está em extrair todo o petróleo e queimá-lo e aumentar o aquecimento global, mas em melhorar a distribuição de como isso é feito.

Há mecanismos de mercado para isso, e, destarte custos mais elevados de exploração, bastaria que o governo Chavez tivesse permitido há mais tempo a exploração por transnacionais (o que o novo governo futuro de lá, a ser instalado a partir de 2019, fará de qualquer jeito), que hoje a Venezuela estaria com o dobro do PIB e nenhum dos seus graves problemas econômicos. Leia mais »

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A dificuldade demográfica para os Republicanos elegerem presidente

Por Gunter Zibell - pró-Rede
 
 
É improvável que Republicanos vençam nos EUA para Presidente. Para Congresso é outra estória, dado o voto distrital que a sobrerrepresentatividade dos estados do Meio-Oeste, como aqui ocorre com Norte e Centro-Oeste.
 
O mínimo de votos delegados é 269 e, desde 1992, há 22 estados, com 252 votos, que quase só votam em presidente democrata (bastava New Hampshire, em 2000, ter dado maioria a Gore que Bush Jr não teria se eleito).
 
Ainda não saíram pesquisas por estados, mas mesmo considerando que alguns estados oscilantes, como Florida, Virgínia e Colorado, sejam Republicanos, desta vez (e não há a rigor razão para esperar isso), os Democratas ganham.
 
Não têm muita utilidade as pesquisas quando dizem Fulano 52 x Siclano 48. Isto porque o voto Republicano é mais concentrado. Não adianta ter 70% dos votos em 30 estados se os Democratas conseguirem 51% nos outros 21, em geral mais populosos (o único estado muito populoso + republicano é o Texas).
 
E o peso das minorias quase 'explodiu' nas últimas 3 décadas. De 1960 a 1990, o voto branco ficou em torno de 85%. Agora, espera-se entre 70 e 75%.
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