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Conceito de popularidade não se aplica a Temer, por João Vergílio

Por João Vergílio Gallerani Cuter

Comentário ao post "Xadrez do novo Ministério Temer"

É um erro pensar que Temer tenha "baixa popularidade". Neste momento, ele não PODE ter popularidade - o conceito de "popularidade" não se aplica a ele no mesmo sentido em que se aplica a Dilma, Cunha ou mesmo Lula. Um vice-presidente não tem uma narrativa de atuação política suficientemente densa para ser associada a um conceito forte de "popularidade" - aprovação ou reprovação do modo como atua ou atuou. Existe a narrativa do "golpe", da "conspiração", que é forte entre ativistas de "esquerda", na qual Temer é um dos principais vilões; existe a narrativa do "impeachment" legítimo e necessário, na qual ele não é propriamente um herói, mas uma espécie de "mal necessário" - é a narrativa dominante em Higienópolis e adjacências sociais.
 
Mas há uma imensa maioria de cidadãos - metade dos quais votou em Dilma, metade em Aécio - para a qual Temer é apenas uma expectativa que pode se realizar, ou não. Para esta imensa maioria da população, Temer tem que mostrar a que veio. Só depois de um ou dois meses começará a se formar uma "narrativa de poder" que pode ser popular ou impopular. Por enquanto, essa narrativa só existe para pessoas que frequentam blogs de discussão política - é a situação de todos nós aqui. 

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FORA DA RETA

A lógica de Marcelo Coelho é inalcançável. Limito-me a reproduzi-la, sem conseguir entendê-la. 

Em suma, disse o seguinte. É impossível que um tribunal erre na tipificação e também na dosimetria. Se erra na dosimetria, não pode errar quanto à tipificação. E se erra na tipificação, pelo menos na dosimetria ele acerta. Como Barroso afirmou que houve dois erros, e não um, é Barroso que está errado, não o tribunal. Leia mais »

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Sem direitos autorais haverá apagão cultural?

Autor: 

SERÁ MESMO?

Sem direitos autorais, haveria um apagão cultural...

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QUANTO CUSTA?

Autor: 

      É verdade que campanhas eleitorais têm um custo alto. É assim no Brasil, e é assim no restante do mundo. Mas é falso que as coisas devam ser assim. Comícios, por exemplo. Que impacto direto pode ter um comício que reúne algumas milhares de pessoas (em sua grande maioria com voto já decidido), diante de um universo de dezenas de milhões de eleitores? Quantos votos ganha um carro de som? Nas eleições proporcionais, santinhos e cartazes emporcalhando as ruas podem até desempenhar um papel relevante, mas nas majoritárias significam muito pouco. As pessoas já saem de casa com seu voto para prefeito, governador ou presidente previamente decidido. É só a televisão que tem o poder de determinar o resultado de uma eleição. As mensagens produzidas pela emissora, em seu noticiário, e pelos partidos, no horário gratuito, estas, sim, têm muita força. E é na produção das inserções televisivas que os partidos têm que gastar dinheiro a rodo, pagando por muitas delas e contratando equipes milionárias capitaneadas por marqueteiros para conseguir, no fim, um produto que possua o formato familiar do entretenimento e da propaganda. Leia mais »

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