imagem de Jose de Almeida Bispo

CONTEÚDOS DO USUÁRIO

Postagens

Hoje, assinei, para experimentar, o Netflix. Exceto a internet não gosto de ter assinatura de nada; mas acabei caindo na cantada da propaganda e assinei o tal canal de filmes pela rede. Vinte e seis reais e uns quebrados por mês, e aí me vem à lembrança valores doutros tempos e a constatação do quanto caíram os valores da indústria do entretenimento por conta da digitalização e consequente pirataria. O mesmo CD que eu comprava há vinte anos na banca de jornais, ou seja, preços populares, em dez reais, continua em dez reais. Tudo bem se aqueles R$ 10 de 1995 não fossem hoje iguais a R$ 50,58, conforme o IGP-DI.E sobre os filmes? Em 1997 um amigo abriu uma locadora e, por se tratar de um negócio pequeno não dispunha de funcionários o tempo integral, mormente no período noturno, quando o fluxo era maior; e eu que nada tinha pra fazer pela tardinha, ia pra lá "peruar" e o ajudava no despacho das locações. Conversávamos muito, e, de fato, eu vivia com ele os dramas de administrar aquele negócio. Leia mais »

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Coisas de "técnicos"

Um amigo, funcionário federal recebe um contracheque e, lá no rodapé, onde ninguém costuma olhar, está escrito que a partir de julho, este mês, portanto, pra continuar a receber seu contracheque vai ter que pedir. Óbvio, ele não recebeu absolutamente nenhuma outra comunicação. É mais ou menos como a safadeza criada de uns tempos pra cá, qual seja a de você receber uma proposta de negócios (que só é bom pra quem propõe) e, ao não se manifestar, implicitamente ser entendido como aceite. Pois bem. O meu amigo, em vias de aposentadoria, tecnologicamente é um dinossauro. E não tem obrigação absolutamente alguma de adivinhar quais, e muito menos aceitar as imposições nem sempre necessários das inovações. Aí chega ele aflito: vai ficar sem seu contracheque. Tento ajudar-lhe buscando acessar o sistema e cadastrá-lo pra continuar a receber o dito contracheque em papel como tem feito há 37 anos. Ocorre que o sistema é cheio de pegadinhas em nome da segurança – que pra turma de Obama e até demais hackers, pés de chinelo inclusive não é nada – e aí o sistema bloqueia. Leia mais »

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Hoje: 394 anos da lenda da prata.

Em 16 de julho de 1619, finalmente a comitiva do Governo-Geral, com seu mais novo comandante, o governador-geral D. Luiz de Sousa chegou numa colina qualquer do lugar conhecido desde remotas eras, pelos indígenas, seus habitantes, por Gandu, caa andu em tupi, ou, mata rala, no hoje município de Itabaiana, estado de Sergipe. Por quase três décadas, Melchior Dias Moreia, neto materno de Diogo Álvares Correia, o Caramuru; e paterno de Garcia Dias d’Ávila, o lendário primeiro latifundiário brasileiro havia se esmerado em cartas e mais cartas e até em viagens a Lisboa e até Madri, em busca de licenças pra explorar uma mina de prata. Ninguém o tinha ouvido. Coube a D. Luiz a esperteza de buscar ver se conseguia algum fruto pessoal pelo feito. Mas era fruto estritamente pessoal; e Melchior não estava a fim de “entregar o ouro”; fazer a glória de ninguém e ficar a chupar dedo. Trouxe o Governador à dita colina e nesta se travou um duelo de palavras entre a autoridade máxima do país e um subalterno, mesmo que da linhagem mais nobre que então havia no país. Leia mais »

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Chorrinha

Não houve jeito: dessa vez ela definhou pra valer. Mas, num último gesto de grandeza de sua parte, talvez achando que seu último ato viesse a profanar a última morada de seu dono, aproveitou de mais um momento de solidão e desapareceu. Só foi reconhecida pela sua carcaça porque os urubus que aproveitavam o resto do que restava, também nobres, não tocaram na cabeça que guardou por anos o cérebro de tanta inteligência e nobreza. Assim acabou uma saga simples, trivial como qualquer outra, mas revestida de especialidade, justo pelos seus momentos derradeiros, da cadela Chorrinha. Leia mais »

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Até isso, meu Deus?

Eu custo acreditar. Quero crer que alguém tenha intensificado, tenha majorado de forma fantástica os números. Sessenta mil pessoas, é muita gente. O título da reportagem, portanto, se autoaplica. Quando se pensa que se já viu tudo em matéria de bestialidade e sua dissimulação neste país, e especificadamente em relação ao Regime de de 1964, o regime democrática das Organizações Globo e seus sócios no PIG, eis que aparece uma coisa dessa. Alguém poderia aprofundar isso? Saber se realmente procedem essas informações? Se são reais?

Eis a reportagem da Tribuna de Minas: Leia mais »

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Festa do ridículo.

Achei esquisito, pra dizer o menos, quando meu garoto mais novo chegou em casa falando numa tal de festa do ridículo. Que diabos será isso, pensei. No dia seguinte chega um colega dele fantasiado de Waldick Soriano, com direito a chapéu, óculos e uma enorme flor na lapela. Sai ele fantasiado de sei lá o quê e me aparece outro cabra fantasiado do Falcão e uma menina vestida de periguete com piercings até sabe lá Deus onde, tudo falso, óbvio. Segundo ele foi um festão, que já foi repetida mais duas vezes, anualmente.  Leia mais »

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Ironias.

IRONIAS!

Meu pai, que se vivo estivesse estaria completando no dia 27 de março, 99 anos, alfabetizou-se usando esta lousa que preservo. Isso foi pelos idos de 1922 a 1926; e, a bem da verdade a lousa foi usada para escrever e fazer cálculos; ou, aprender a "ler e contar", como dizia à época. Também já um tecnologia ultrapassada, mas ainda corrente no interiorzão do Brasil. O Ministério da Educação começa a partir de agora a fornecer às escolas públicas, tablets que substituirão livros e uma série de mídias usadas na Educação. O salto é gigantesco; mas guarda certa semelhanças, ao menos no formato, não acham?

 

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Nosso crônico desperdício municipal.

Numa busca um pouco demorada e aprofundada que fiz dentro da série documental Anais da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, causou-me certo espanto a quantidade de referências de documentos históricos dos tempos coloniais acerca da falta de interesse em bem administrar os municípios; e até da visível existência de vícios, dentre os quais a apropriação, o roubo do erário público. É que em geral sempre se tem a tendência de esquecer que os vícios de hoje são sucedâneos e resultantes de erros passados; e eu, de certa forma assim também pensava.

Uma matéria veiculada hoje, envolvendo o município de Canindé de São Francisco, no meu pequeno Sergipe, em conjunto com a pequeniníssima amostragem de ontem do Fantástico da Rede Globo de Televisão, sobre os desmandos em vários municípios brasileiros na nas suas respectivas passagens de governo me levou à curiosidade e consequentemente à montagem desse pequenino estudo aqui. Leia mais »

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Nada mais conveniente...

Nada mais conveniente... mais apropriado: contratar um Rato para administrar um bando chamado Telefônica/Vivo. Eis o "Primeiro Mundo" do PIG e seu presidente Fernando Henrique Cardoso. Saímos do monopólio estatal pra cairmos no monopólio da ratazana espanhola, entre outras.

Excelente, como sempre, o artigo de Santayana (clique)

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Tecnicalidades burras ou má intenção?

Durante doze anos tenho consultado invariavelmente as Contas Públicas possíveis de serem consultadas e que tem maior interesse direto para mim. Faço isso desde que pus um site no ar em março de 2001, e em cujo já dividi tais informações mediante lincagem com todos que o acessaram. Pois bem; mas de vez em quando há certas "reestruturações" que, ou deixam as informações ocultas, ou simplesmente somem com elas.

O Tesouro Nacional disponibilizou por mais de dez anos as contas de cada Município, obviamente com algum atraso, mas nada que não desse ao menos pra se fechar questionamentos específicos. Pois não é que agora modificaram a página mais "para especialistas" e como propaganda do que informações? E o pior, não consigo acessar boa parte do material e em especial este, sobre as contas anuais, outrora aqui (clique). Mudaram ou simplesmente a retirarram do ar, já que vasculhei boa parte da nova estrutura, teoricamente pertinente ao objeto e não encontrei bulufas de nada. Seria interessante que fizessem as coisas pra facilitar; e não para complicar. Leia mais »

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É só não ouvir certos comentaristas econômicos...

Constata a Receita: pequenos só fazem crescer. Crise? Só nos grandes. Nas reuniões da FIESP; da Associação Comercial de São Paulo... no PIG. Cá entre nós, os que não desgrudam da Globo News, CBN, Folha, Estadão, Exame... e dos seus comentaristas econômicos; os que acreditam em duendes. Só não se arrebentam de vez porque muito grandes; e todo mundo tem medo que, como paquidermes enormes caiam no jardim acabando com todas as margaridas, gerânios, rosas, lírios, dálias... já para os pobres coitados menores, que numa espécie de solidariedade de classe acreditam nos comentaristas, não há SEBRAE ou fundos governamentais de socorro que resolvam.

A matéria aqui (clique no título para ler por completo):

Pequenas e médias empresas são menos afetadas pela crise Leia mais »

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Sinais da tragédia nacional

Há pouco, cutucando arquivos digitalizados dei com a pérola que segue:

 

"Em data de 5 de Fevereiro officiou-me o Juiz de Direito da Comarca de Laranjeiras nestes termos:

'As cadeiras d'ersta comarca achão-se actualmente providas em pessoas que tem a necessaria capacidade para ensinar a mocidade; alguns dos professores cumprem bem com as obrigações dos seus empregos; outros, porém, firmes no erroneo systema de que huma vez providos pódem a asalvo menoscabar das leis, e do juramento por elles prestado, nenhum cuidado empregão[empregam]  em ensinar a mocidade, que depois de muitos annos de escola sahem peiores do que entrarão [entraram] para as aaulas, pois nellas vão aprender máos costumes, e vicios, que não levarão [levaram] da casa de seus paes; e se alguem ha que censure tal conducta aos professores, RESPONDEM QUE NA SUA SALA NÃO HÁ SENÃO MENINOS POBRES, E QUE SEUS FINS HE[é] SEREM SAPATEIROS, PESCADORES, ETC., como se a nação não tivesse interesse, que esses mesmo sapateiros e pescadores fossem homens bem morigerados;(...)'" (*) Leia mais »

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Coisas das PF do B

PF do B, hoje popularmente conhecida como PF tucana ou do Serra (Itagiba and Co.), paga por todos os brasileiros, supostamente a serviço somente da Lei, mas, como capitães do mato, "levando pedras feito penitentes e erguendo estranhas catedrais".

Quem lembra disso?

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Ê, Peão!

Tem coisas que a gente nunca se cansa de ouvir. E ainda por cima, no meio da constelação também aparecem Renato Teixeira e o saudoso Pena Branca.

Grande violeiro Almir Sater!

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Luiz Gonzaga e Dominguinhos

Eu tinha quase certeza; mas faltavam elementos mais fortes pra comprovar: o motorista aqui é Dominguinhos, mesmo.

Na cena, Luiz Gonzaga e Dominguinhos, depois de uma apresentação na cidade de Itabaiana, Sergipe, a desperdir-se de Seu João Marcelo, então promotor de festas nela, e na época em que Dominguinhos residiu em Aracaju com Anastácia onde, entre outras fizeram a antológica "Tenho Sede". Declarações do próprio Dominguinhos dadas num documentário exibido na semana passada na TV (esqueço o canal) tiraram qualquer dúvida minha: é ele mesmo o motorista da Rural.

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Histórias que a História oficialmente esqueceu

Tanque da Pedreira - A Última Chance de Sobrevivência de um Império?

Trata-se de uma provocação com base na documentação por mim recolhida sobre o período da frenética busca pela prata no Brasil, a geopolítica da época com três nações disputando o teatro mundial: Espanha, Inglaterra em ascensão e Portugal tentando se reerguer depois de seis décadas de desastres administrativos em suas colônias e perda substancial de seus postos de comércio, durante a dominação espanhola.

O trabalho é amadoríssimo, obviamente; mas foi a melhor forma que achei de contar esta história que traz o mundo pro miolo de minha cidade e de sua história.

Tanque da Pedreira: A Última Chance de Sobrevivência de um I

Documentos

Tucanos e eleições municipais

Há coisas que mais parecem outras coisas do que propriamente aquilo que aparenta ser. Ou, no mínimo escondem coisas, às quais denunciam, justo por  aparentemente querer esconder.

Aécio, Guerra e Cunha Lima estarão amanhã, 26, no interior de Sergipe prestigiando um candidato do PR, que é apoiado por um empresário controlador de várias siglas partidárias e que tem um irmão senador no PSC. Ah, talvez Albano Franco também se faça presente.

Os "ninjas"

A gente convive diariamente com coisas das quais não compartilhamos, e naturalmente não aceitamos, mas que aprendemos a medianamente tolerar, seguindo aquelas regras populares de que “não se mata o que não se come”, "não se dá murros em pontas de facas", etc..
Numa roda de bar com alguns amigos, observo que a TV mais adiante está a exibir um flash sobre o mensalão. Coincidentemente um dos amigos porta uma revista que não identifiquei qual, mas em cuja foi possível ver a chamada de uma matéria sobre os problemas domésticos de Obama em gerenciar uma economia tensamente em estado de decomposição. Enquanto meu olhar se apercebe disso, o papo aqui é sobre corrupção eleitoral nas campanhas municipais atuais locais. Um dos presentes lembra que numa das cidades em discussão, a grande contrariedade da oposição é que, quando foi situação, não teria sabido, segundo eles, “fazer a coisa” como os atuais mandatários. Em linguagem clara: não teria sabido bem roubar. Leia mais »

Áudio

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