Revista GGN

Assine
imagem de José Muladeiro
Formação pós graduado

CONTEÚDOS DO USUÁRIO

Postagens

Carta aberta de Paulo Nogueira a Teori: por que o senhor demorou tanto a afastar Eduardo Cunha?

Reproduzo abaixo carta aberta de Paulo Nogueira- Diretor do Diário do Centro do Mundo

Caro Teori:

Seu papel no golpe foi infame. Abjeto. Contribuiu, e muito, para o sucesso do impeachment. E ajudou também extraordinariamente para a péssima imagem do STF para vastas porções de brasileiros.

 Questão que um dia o senhor terá que responder é esta: por que o senhor demorou uma eternidade para afastar Eduardo Cunha da presidência da Câmara?

O senhor já tinha ciência de todos os crimes de Eduardo Cunha, minuciosamente documentados num documento que lhe foi passado pelo Ministério Público. Leia mais »

Sem votos

O Intruso foi à China comprar sapatos.

Segundo notícias recebidas o golpista foi tão longe para comprar um par de sapatos, tamanho 39,  por cerca de 400 Reais e um cachorro de brinquedo por cerca de  200 Reais.  Isto sim é que é defender a nossa indústria nacional.  Não sei qual a qualidade do sapato mas não deve ser melhor dos que os fabricados no Brasil em coro legítimo.   É bem possível que ele tenha comprado um de couro  sintético, muito comum na China e que imitam muito bem o couro legítimo e conseguem enganar trouxas como certos golpistas.

Imagens

Sem votos

A luta continua! Não é um refrão, é a realidade.

   Enfim, termina uma triste etapa em nossa tumultuada História!
Não é o fim, nem o começo de nada, mas pode significar a retomada de um caminho que começamos a trilhar em fins da década de 1970, quando grande parte da esquerda brasileira resolveu se reunir para criar um Partido dos Trabalhadores. Não um partido revolucionário, aos moldes do partido proposto por Lenine na Revolução Russa, mas um partido que pudesse reunir forças para  representar os trabalhadores da cidade e do campo no jogo democrático da sociedade em  que vivemos.  Muito conseguimos até agora e muito erros cometemos. Trata-se de aprender com os próprios erros e retomar a jornada.  
    Dentre os muito erros, dois podem ser claramente apontados:
  Leia mais »

Sem votos

Vocês hão de rolar como as pedras que rolam na estrada.

Os próximos dias  prometem entrar para a a História do Brasil como o terrível  momento  em que sua elite política, empresarial e jurídica, impedida pelas urnas de continuar mandando como sempre mandou, recorreu a um reles golpe para depor a presidenta democraticamente eleita.

    Este pequeno momento vai enterrar para sempre as pretensões políticas de dezenas senão de centenas de figurões, que terão impressas em suas biografias a  etiqueta, uns de traidores, outros de simples golpistas e outros de grandes oportunistas.  Poucos se salvarão.  

    Mas, como diz o povo, há males que vem para bem. Talvez este seja um deles.  Após o golpe ser consagrado pelo senado, não haverá mais  retorno. Eles entrarão definitivamente para a História, devidamente fotografados, filmados,  com suas vozes e manifestação de votos e discursos devidamente registrados e espalhados pelos rincões da internete profunda.
 
    Os poucos que se salvarão terão a oportunidade de, com o povo e sua juventude, reconstruir nossos sonhos de um país mais justo. Leia mais »

Sem votos

As duas vezes que senti vergonha de ser brasileiro.

A primeira vez foi diante da derrota de 7 a 1. Estava de passagem pela Alemanha. No lugarejo todos se conheciam e tudo se comentava. Havia uma expectativa grande. Os alemães não estavam convictos da possibilidade de seu time derrotar o Brasil. O mesmo pensava eu sobre o Brasil.

Enfim o dia chegou e eu me preparei. Bandeira e cervejas. Eu, antigo mochileiro,  guardei o hábito de sempre costurar uma pequena bandeira brasileira em minha mochila, por menor que ela fosse. No lugar todos me identificavam como tal. Foi só o jogo começar, minhas ilusões se foram. Depois de 20 minutos, desliguei a televisão e, depois de arrancar a bandeirinha de minha mochila, fui dormir. Estava humilhado e não queria ostentar pelas ruas a minha humilhação.

11, somente onze brasileiros humilharam toda uma nação. Leia mais »

Sem votos

Sai uma Presidenta, quem entra?

Como devemos chamar este impostor que vai ser empossado pelo Congresso? Queiramos ou não ele vai falar em nome da Presidência, mesmo não sendo um presidente. Ele também vai ter o poder de indicar um bando de impostores para ocupar os cargos da República.

Entretanto, pelo que representa o cargo de presidente de um país, nós não podemos esculachar e sair por aí chamando este impostor de Impostor. Isto, perante os outros países, soaria como algo totalmente não civilizado.

Mas então como se referir a esta pessoa?

Na Ciência, quando temos alguma coisa que se parece com outra mas não tem as mesmas características que lhe conferem realidade, os cientistas recorrem à sabedoria dos antigos gregos e apõem a terminação “óide” à palavra que nomeia a coisa verdadeira. Leia mais »

Média: 5 (1 voto)

Brasil, tragédia em um ato!

Uma votação na câmara dos deputados.  Todos disputam quem conseguirá desempenhar o papel mais jocoso. Não conseguem  , pois o prêmio fica nas mãos do trapaceiro mor que dirigia o espetáculo. Agora em seu desenvolvimento vemos como os personagens brigam antecipadamente pelo botim. Não se entendem, e como poderiam? A única coisa que os une é que querem o poder sobre o reino do brasil. Querem cortar a cabeça da rainha e de seus apoiadores. Inesperadamente, do fundo do pobre cenário surgem outros personagens, em coro, bradando “diretas já”. Eles trazem a milagrosa e esperta proposta de impedir que a cabeça da rainha seja cortada pelos palhaços, cortando-a eles próprios. Neste momento, pela esquerda do cenário, surge uma sombra, velho conhecido, que adentra triunfalmente o recinto pedindo calma aos presentes. Eis suas palavras: Senhores, não manchem suas mãos com o sangue inocente da rainha. Minha sugestão é que convençamos ela própria a cortar sua cabeça. Leia mais »

Média: 5 (1 voto)

Brasil em ritmo de ópera bufa, por José Muladeiro

Por José Muladeiro

Como introito uma votação na câmara dos deputados, onde a maioria disputava quem conseguiria desempenhar o papel mais jocoso. Não conseguiram, pois o prêmio ficou nas mãos do trapaceiro mor que dirigia o espetáculo.

Agora em seu desenvolvimento vemos como os personagens brigam antecipadamente pelo botim que está quase em suas mãos. Não se entendem, e como poderiam?

A única coisa que os une é que querem o poder sobre o reino do brasil. Querem cortar a cabeça da rainha.

Inesperadamente, do fundo do pobre cenário surgem outros personagens, em coro, bradando “diretas já”.

Eles trazem a milagrosa e esperta proposta de impedir que a cabeça da rainha seja cortada pelos palhaços, cortando-a eles próprios.

Pode-se antever o final desta ópera bufa tropical. Todos unidos, sem vencido e sem vencedores, dividindo entre si as benesses do botim.

O povo que assiste começa a se retirar, amuado. Esqueceram-se de o convidar para o banquete final.

 

Cai o pano e a vida jocosa do reino do brasil continua como antes. 

 

Leia mais »

Média: 4 (8 votos)

O brasil em ritmo de ópera bufa (atualizado)

Voltamos a republicar o folhetim para informar os nobres leitores que o enredo da ópera sofreu uma atualização.

Sua publicação se faz necessária para evitar que o cidadão tenha uma síncope no teatro, pois afinal a mudança do enredo promete ser uma cena bem forte para os de estômago fraco.

A mudança está realçada em negrito.

Como introito uma votação na câmara dos deputados, onde a maioria disputava quem conseguiria desempenhar o papel mais jocoso. Não conseguiram, pois o prêmio ficou nas mãos do trapaceiro mor que dirigia o espetáculo. Leia mais »

Média: 5 (1 voto)

A Elite que temos (autora: Helena Romão)

A Elite que temos (autora: Helena Romão)

Apresentação: Muladeiro Leia mais »

Sem votos

Senhor, não nos deixeis cair no conto do vigário!, por José Muladeiro

Por José Muladeiro

Estamos no auge da luta de classes. Isto é o que mais se lê neste momento nos blogs e se ouve nos discursos de deputados, senadores e lideranças sindicais.

Sim, em uma sociedade baseada em classes sociais, os atritos entre as classes é uma constância. Mas há momentos em que estes atritos se acirram a tal ponto que a classe dos de cima clama que não pode continuar como está, enquanto a classe dos de baixo clama que não está disposta a continuar sendo regida pelos de cima.

São forças antagônicas que se chocam. Nestes momentos é comum o surgimento de propostas de saídas baseadas em poderes que se colocam acima dos interesses das classes em luta.

No Brasil do momento tanto os cima, como os de baixo, ensaiam saídas deste tipo.

Os de cima querem a destituição da Presidenta e a proclamação de um presidente fantoche, tudo em nome de uma tal “concertação”.

Os de baixo, pela voz da Presidente e outras lideranças de esquerda, propõe que se inaugure um novo momento político que seria um governo de ampla “coalizão social”.

Leia mais »

Média: 5 (5 votos)

Já temos nossa música de fundo..

Por José Muladeiro

à luta companheiros. 

Este é o espírito deste povo brasileiro.  Vamos combater o golpe com alegria e determinação. E que os golpistas não paguem para ver do que somos capazes. Muito amor se transformará no mais mortal ódio do mundo. À luta companheiros.

Leia mais »

Média: 4.5 (15 votos)

A luta contra o golpe se fortalece.

Com exceção do PSTU, toda a esquerda se uniu contra o golpe. Mesmo que cada um defenda suas próprias propostas, muita delas extremamente críticas ao atual governo Dilma, o recado é claro: a defesa do ambiente democrático é importante para os trabalhadores e portanto deve ser importante para os verdadeiros socialistas. Importante parte da esquerda diz, ruim com Dilma, pior sem ela. Leia mais »

Sem votos

Slam, a Resistência

vejam e ouçam a voz do Brasil novo que não pede licença para existir

 

 

Sem votos

Golpe, Revolução ou saída negociada, qual a saída?

Pensando no futuro deste país, vale a pena uma saída negociada, quando esta negociação terá que ser feita com o que há de pior na sociedade brasileira? Vamos, mais uma vez, fugir das reformas estruturantes necessárias, tudo para que as coisas se acalmem? Ou seria melhor ir para o embate frontal entre as forças em jogo, e quem vencer que aplique suas reformas e se mantenha no poder, se conseguir se manter? Por quanto tempo mais vamos ficar aturando uma imprensa controlada por meia duzia de famílias, que usam deste oligopólio para transformar seres humanos em bestas humanas? Por quanto tempo mais vamos suportar a injustiça fiscal que exaure o pequeno e enriquece o grande? Por quanto tempo mais vamos suportar que, num estado laico, ideias religiosas seja trazidas para dentro do aparelho de estado? Por quanto tempo mais vamos continuar suportando que um MP seja detentor do poder de subjugar todos os outros poderes? Por quanto tempo mais vamos continuar com um sistema eleitoral que privilegia os que tem dinheiro para se elegerem? Leia mais »

Sem votos

Fotos

Nao me deixem de fora.

Vídeos

Sem colaborações até o momento.

Documentos

Setor da Defesa movimentou R$ 202 bilhões no Brasil em 2014, revela estudo ABIMDE – FIPE

Setor da Defesa movimentou R$ 202 bilhões no Brasil em 2014, revela estudo ABIMDE – FIPE

FONTE: FIPE/ABIMDE

Como parte das comemorações de 30 anos, a ABIMDE (Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança) apresentou em agosto, o resultado do estudo inédito que revela que a Base de Indústria da Defesa (BID) movimentou R$ 202 bilhões, ou 3,7% do PIB brasileiro, em 2014. “Apresentamos à sociedade o resultado dos impactos do Complexo da Defesa na economia brasileira mensurado pela FIPE com a chancela do ex-ministro Delfim Netto”, disse o presidente da associação Sami Youssef Hassuani para empresários do setor, autoridades civis e militares e convidados durante o evento realizado no auditório do Comando Militar do Sudeste, na capital paulista. Leia mais »

Áudio

Sem colaborações até o momento.