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imagem de Julio Cesar Ferreira
Formação Engenharia Elétrica - UNESP/Ilha Solteira

CONTEÚDOS DO USUÁRIO

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Aneel alivia pena para usinas com atraso na operação - VALOR ECONÔMICO

 

As geradoras de energia que tiverem usinas com atraso no início de operação terão um relaxamento na punição por parte da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A flexibilidade da autarquia está prevista em uma norma - resolução nº 595/2013 - aprovada no fim do ano passado e que entrará em vigor em fevereiro. De acordo com o órgão, 22 termelétricas, de um total de 35 em construção, possuem algum tipo de atraso no cronograma. A situação é a mesma para 22 hidrelétricas, de um total de 25.

A nova regra estabelece as condições para a compra de energia pelas geradoras cuja usina estiver em atraso em operação. Pela legislação do setor, as empresas precisam comprar no mercado o volume de energia necessário para honrar seus compromissos, em caso de atraso na implantação do empreendimento.

A resolução 595 prevê algumas "bondades". As principais são uma tolerância de três meses de atraso para a aplicação de sanções e a exclusão de responsabilidade do gerador nas situações em que o atraso na operação ocorrer por caso fortuito ou força maior. Nesta hipótese, na prática, a Aneel não aplicará sanções. Leia mais »

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Não há linhas no Nordeste e no Sudeste chove pouco - VALOR ECONÔMICO

 

Enquanto o país volta a ser castigado neste mês por uma oferta de água inferior à média histórica na região Sudeste, onde estão as principais hidrelétricas, vários parques eólicos estão ociosos no Nordeste devido aos atrasos na construção das linhas de transmissão.

As chuvas mais fracas que as usuais, aliadas a um consumo de energia recorde na última semana em razão das altas temperaturas, obrigaram o Operador Nacional do Sistema (ONS) a ligar mais térmicas. Essas usinas são movidas a gás natural, diesel, óleo combustível e carvão, o que faz com que o Brasil fique mais dependente de energias não renováveis e mais poluentes.

A situação de abastecimento agravou-se na semana passada, quando o preço do megawatt-hora no mercado de curto prazo subiu 18%, para R$ 483, considerado um patamar crítico. Em janeiro de 2013, o preço da energia superou a barreira de R$ 500 por MWh, elevando os riscos de racionamento. Leia mais »

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