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Profissão Terapeuta
Formação Psicologia - Anhembi Morumbi

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Outubro Rosa: faça o autoexame e tome uma atitude caso desconfie de algo, por Matê da Luz

por Matê da Luz

Outubro Rosa é uma das épocas coloridas mais conhecidas neste hemisfério - já sabemos que é tempo de ouvir sobre o autoexame das mamas, campanha forte em cima da prevenção do câncer em tudo quanto é canto. Aplaudo a iniciativa, é claro, e compartilho a informação como posso - fortalecendo o "faça alguma coisa se encontrar algo diferente". 

Isso porque em Maio do ano passado encontrei um caroço no meu peito. Durante o banho, ops, o que é isso aqui?, nossa!, caraca, hum, não deve ser nada demais, nódulo de período fértil talvez... Não sei de onde eu tirei essa de "nódulo de período fértil", que pode até existir mas sobre o qual nunca ouvi falar e foi ali que começou minha saga de encontro a um dos períodos mais esquisitos da minha vida toda. Me conformei com o tal "nódulo de período fértil" até que a menstruação desceu e, hum, veja bem, o tal nódulo deveria ter sumido, enfim, já que fazia parte da classificação "período", momentâneo, não é mesmo? Não sumiu. 

E eu ignorei o fato. Simplesmente segui a vida caminhando e cantando como se não houvesse um caroço do tamanho de uma azeitona no meu peito esquerdo. Isso durante o tempo que passava acompanhada, né, porque quando me via sozinha, aiaiai, a paranóia começava em "ok, vou ficar bonita careca" e só parava quando conseguia adormecer ou, enfim, encontrava alguém com quem me distrair.

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A velocidade vai subir nas Marginais: ditos da catástrofe anunciada, por Matê da Luz

por Matê da Luz

Eu conheço muita, mas muita gente mesmo que justificou seu voto no Dória com base no aumento da velocidade em São Paulo. Outros tantos que também conheço, justificaram o voto nele por conta do "ele não é político". Além de achar que tem alguma coisa errada no meu círculo de pessoas - como é que eu posso conhecer tanta gente assim que vota entusiasmado porque quer andar mais rápido e, pasmém!, que deseja um candidato para um cargo político que não é um politico. 

Vamos lá. Segue o jogo, "o meu não ganhou" mas eu torço pela cidade. 

Daí que ontem mesmo o novo senhor prefieot anuncia que o aumento da velocidade nas marginais será uma das primeiras providências que ele vai tomar. E a galera comemora. Mesmo com uma matéria dessas, dizendo que os acidentes comprovadamente diminuíram, ou seja, pessoas deixaram de morrer porque a velocidade diminuiu, mas né, quem sou eu pra querer cuidar da vida dos outros, eu quero é chegar rápido e usar toda a potência do meu carro, a 50km por hora não dá pra fazer nada nessa vida (além de garantir vida, se é que me entende).

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Banhos naturais para lidar com estes tempos difíceis, por Matê da Luz

por Matê da Luz

Apelas pro que é seguro, antigo e mágico: esta é uma das receitas mais alegras pra trazer segurança ao clima aqui em casa e, se depender de mim, estas práticas vão voltar com tudo às rotinas daqui e de acolá. Porque se "lá fora" a coisa toda tá estranha, esquisita, pulsando errado - acredite, esta é uma questão muito mais profunda do que "quem eu quero não ganhou" - os ânimos internos são os que verdadeiramente balizam nossas emoções e, portanto, nossas ações. 

Pra quem não quer saber da experiência pelo misticismo, pelo caminho de encontro com o eu-interior, que é onde a segurança mora, faça pelo ritual, pela mandinga, pela esperteza de utilizar receitinhas simples de bem-estar. Ou faça porque sua avó fazia, ou porque você quer que sua neta faça. Mas faça. Em tempos bizarros, a segurança fluída da natureza transbordando num banho rotineiro faz bem não só pro corpo - mas especialmente pra alma. 

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A notícia da não vitória, por Matê da Luz

por Matê da Luz

Domingo aqui em casa foi dia de encontro. A família por parte da mãe se reuniu antes de votar e, broches #ForaTemer no peito, caminhou pela região da Paulista, cada uma ou duas em direção ao colégio eleitoral. Estava na cara: a gente era Haddad.

A gente era, não. A gente é. Porque mesmo que ele não tenha tido a menor chance na batalha contra o "não-político" João Trabalhador Dória, a gente sabe o que ele fez pela nossa cidade e, tomara Deus e todas as forças naturais e sobrenaturais, continue brilhando no que conquistamos, especialmente nós, as livres de alma.

Quem é livre de alma, como algumas das mulheres da minha família, sabe o valor que tem uma ciclovia. Pra andar de bicicleta, de patins, de skate. Pra ver gente que quer sair na rua e, veja bem!, agora tem segurança e um motivo a mais - pessoas que se encontram de verdade, na vida real, oras bolas, quer melhor projeto de reurbanização pra uma cidade imensa como São Paulo? 

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O chatíssimo exercício de enxergar um lado único em qualquer coisa, por Matê da Luz

por Matê da Luz

Confesso: vez ou outra escrevo, apago, escrevo, apago o que vou postar por aqui. Isso porquê minha pauta quase sempre trata de temas pessoais, que escapam pelos dedos na intenção de compartilhar com (alguns) leitores que, de repente, podem se interessar pelo que me interesso - ou não, cada um tem um ponto de vista e tal, e o que me importa, na raiz da questão, é escrever pra receber algo em troca e, então, somar conhecimento, mudar pensamento e caminhar pra frente.  Daí coloco um post sobre o prazer de levar minha filha de quase 18 anos pra escola e o que recebo é 3/4 de crítica: mimo, cultuo o carro, não a deixo crescer. Dá uma preguiça danada quando você resolve compartilhar algo bacana - o estar junto em tempos de presença online, o estar junto numa idade convencionalmente de afastamento - e o retorno passa longe de ser troca: vem em forma de crítica desaforada, desabafada quase como se o outro ali estivesse ofendido com a minha prática. 

Daí penso: escrevo sobre isso? Escrevo sobre aquilo? Pra quê? Pra quem? Será que quero escrever só praqueles que concordam comigo? Hum... O tipo de troca que vem nos comentários não é de fato minha responsabilidade. Escrevo pra pensar, pra refletir, pra trocar. Se o que o outro lado tem a me ofertar de volta é agressivo, isso não é responsabilidade minha. "Ah, mas você se expressa e não quer que os outros se expressem?" - quero, quero muito, quero sim: só desejo que a expressão do outro não esgote o assunto ali, mas sim que permita o diálogo fluído, aquela troca rica que só é possível quando a gente não encerra um assunto com nossa opinião-e-ponto-final. 

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Eu levo minha filha de quase 18 anos para a escola todos os dias, por Matê da Luz

O porquê de eu levar minha filha de quase 18 anos para a escola todos os dias

por Matê da Luz

Minha adolescente tem quase 18 anos, acho que quem acompanha as postagens por aqui já tem conhecimento. O que muita gente - daqui e da minha "vida real" - ainda não sabe é o verdadeiro motivo de eu ainda levá-la para o colégio rotineiramente, de carro, quando ela "poderia muito bem pegar um ônibus". 

Sim, ela poderia muito bem pegar um ônibus, por diversos e diferentes motivos, dentre eles o de extrema relevância que dá conta de muitas horas de sono a mais na minha própria rotina. Se você é como eu, uma pessoa que aprecia a arte de uma noite bem dormida (e que vez ou outra sofre com insônias terríveis, perceba o drama!), bem, você sabe muito bem do que isso se trata.

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Yansã, minha mãe, por Matê da Luz

por Matê da Luz

Segundo a Wikipedia:

Oyá, a deusa do Rio Niger, é representada com um alfange e uma cauda de animal nas mãos, e com um chifre de búfalo na cintura. Na mitologia iorubáXangô casou-se com três de suas irmãs, deusas de rios: Oyá, Oxum (deusa do rio Osun) e Obá (deusa do rio Obá). Nas lendas provenientes do candomblé, Iansã foi mulher de Ogum e depois de Xangô, seu verdadeiro amor. Xangô roubou-a de Ogum.

O nome Iansã é um título que Oyá recebeu de Xangô. Esse título faz referência ao entardecer, Iansã pode ser traduzido como "a mãe do céu rosado" ou "a mãe do entardecer". Ao contrário do que muitos pensam, Iansã não quer dizer "a mãe dos nove". Xangô a chamava de Iansã pois dizia que Oyá era radiante como o entardecer ou como o céu rosado e é por isso que o rosa é sua cor por excelência.

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A relevância de confiar no invisível a todo e qualquer momento, por Matê da Luz

por Matê da Luz

Há tempos sigo uma caminhada espiritual amparada pela vivência na Umbanda. 

Para mim, trilhar este caminho estudando, conhecendo e aplicando as sabedorias invisíveis e culturais tem importância vital: a inserção em um grupo de afins, a convivência com explanações possíveis sobre assuntos que vez ou outra parecem impossíveis de lidar, o acolhimento dos braços da mãe de santo e das próprias entidades, que despencam dos ceús para trabalhar em prol das melhorias humanas, tudo isso e mais um tanto, acalmam minha busca por paz de espírito, que é aquela sensação de que está tudo bem, independente de como esteja. 

No meu post sobre a participação da minha filha nas manifestações escrevi que acendi uma vela para seu anjo da guarda e, para minha surpresa, um dos comentários dava conta de lembrar que este é um hábito incomum nos dias de hoje. Por aqui, de forma ritualística, as velas são acesas como forma de encaminhar pedidos, agradecimentos e incendiar energias de movimento, conectando minha mente às vibrações invisíveis, estas que me são tão preciosas e que acabam por abrandar o nervosismo, a ansiedade, as amarguras comuns a esta vida. 

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Escola da Cidade promove Curso Livre de Arquitetura em São Paulo

por Matê da Luz

Uma das minhas principais frustrações nesta existência é a incapacidade de desenhar e, resumindo bastante a ópera, não ser arquiteta. Algumas lembranças afetivas da pré-adolescência dão conta de uma dupla de amigas que passava a tarde a desenhar suas casas, a local e a de férias, veja bem. Apenas uma delas se formou em arquitetura, e não fui eu. 

Daí encontrei este curso livre promovido pela escola da cidade, ministrada por gente competente e querida, e fui xeretar: não é um curso para virar arquiteto, mas sim para explorar a paixão por arquitetura. 

Acho que vai ser dessa vez :) Afinal de contas, estimular paixões rejuvenesce, faz bem pra alma e amplia horizontes, sabe como é?

O descritivo segue abaixo: 

Curso livre "ARQUITETURA PAULISTANA - MÓDULO 7"
inscrições abertas | vagas limitadas

Estão abertas as inscrições para mais um módulo do curso! :)

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Setembro amarelo e a relevância em falar sobre o suicídio, por Matê da Luz

por Matê da Luz

Alguns meses vêm sendo coloridos para conscientização da população acerca de temas relevantes e comuns, e Setembro é a vez de falar em suicídio.

"Ah, mas que tema pesado." Mais pesado ainda, te garanto, é o fardo que as pessoas com tendências suicídas carregam. Primeiro porque "é feio" pensar em suicídio, mais ainda falar sobre ele. Segundo porque, no final das contas, o suicida é uma pessoa que esqueceu o sentido de compartilhar. 

Você sabia que o Brasil é o oitavo país do mundo com maior índice de mortes assim? Pois é, acho que está mais do que na hora de abrandar a abordagem da temática e falar sobre ela.

Este é um ponto de vista individual, compartilhado em algumas linhas terapêuticas que têm como premissa o dividir para curar e, ao meu ver, tem eficácia na prevenção de sentimentos de não-pertencimento, revalorização do indivíduo e possível resgate de auto-estima e equilíbrio, pilares fundamentais para querer viver. O falar sobre acalma, além de promover uma troca onde a pessoa com tendências desgostosas tem a oportunidade de se sentir válida, ouvida, encorajada a vasculhar seus escombros e recomeçar, de novo e de novo, quantas vezes forem necessárias. 

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Margareth Menezes e a energia radiante de Dandalunda, por Matê da Luz

por Matê da Luz

Meu primeiro contato com Margareth Menezes foi na Bahia, num evento patrocinado por uma empresa de comunicação e, logo ali, fui tomada pela energia daquela pessoa radiante, alegre e que manifestava no palco vibrações contagiantes. Não conhecia nenhuma música dela e, mesmo assim, dancei a noite toda. 

De volta pra casa, pesquisei e encontrei a discografia belíssima e enorme, me rendendo aos encantos desta que, ao lado de Daniela Mercury e Carlinhos Brown na composição (não gosto muito das músicas que ele canta, não...) faz da Bahia o celeiro de buenas ondas de músicas.

Neste exato momento, estou apaixonada e viciada em Dandalunda, que fala um tanto sobre as manifestações de Oxum, orixá do encanto, do amor e da prosperidade, e entendo que faz parte do meu contexto atual: quem anda comigo já deve estar enjoado mas, em todo caso, este problema não é meu :) 

A letra, segundo Brown, "foi uma homenagem que fizemos a Mãe Maiamba, uma filha de Oxum que dedicou sua vida ao candomblé. Ela é a presença viva dos angolanos em um terreno muito simples do Candeal. Há 65 anos, ela canta 'Dandalunda Maimba Coquê' saudando Oxum e pedindo paz e prosperidade ao mundo" e, então, há de fazer pulsar por aqui e acolá!

Coquê! 

 

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Pop Plus, evento de moda e cultura plus size, movimenta o cenário paulistano

Plus size é um conceito que vem sendo cada vez mais abordado nas redes e rodas de moda, cultura e sociais. Isso porque existe uma batalha para que as pessoas celebrem quem são de diferentes maneiras e com suas diferentes formas, seguindo na contramão de uma indústria poderosíssima que dita tamanhos cada vez menores para os corpos ideiais e que vem, ano após ano, perpetuando a cultura da negligência e transtornos alimentares, dentre outras atividades tão perigosas quanto. 

Encontrar um mercado/evento que celebra estas diferenças e faz acontecer em São Paulo é uma enorme alegria e, no mais, prova de que existe espaço para todos - inclusive para empresas e empreendedores que desejam focar seus negócios em públicos segmentados, olha a oportunidade aí, gente!  Leia mais »

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A sensação de impotência quando um filho vai manifestar, por Matê da Luz

por Matê da Luz

No meu último post escrevi sobre um acontecimento com minha filha na manifestação da última segunda-feira. Indevidamente abordada, sentiu na pele as emoções de uma polícia descontrolada e imputada de um poder bizarro. Como mãe, ficou a preocupação sobre os próximos passos: deveria eu conter a expressão primária do indivíduo, que é se manifestar, tendo em vista o cenário violento que se instaurou sem exceção? 

Não. Primeiro porque não concordo com práticas de silenciar o que a alma pede; segundo que, por definição, adolescentes têm este desejo nato de pertencer e, particularmente, admiro as escolhas de pertencimento dela; terceiro, não menos importante, porque eu mesma só não participo mais ativamente indo às ruas por me considerar peso morto, aquela que tem tremedeira frente às multidões e medo, muito medo, do que vai acontecer mas, respeitosa que sou às individualidades, preciso me adequar às escolhas de quem me é diferente. 

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Manifestação na Paulista e os abusos da polícia, por Matê da Luz

Foto: Gabriela Bilo/Futura Press

por Matê da Luz

Por diversos motivos ontem não tinha como ser um dia como outro qualquer: passei o tempo todo colada na TV, enquanto trabalhava, escutando toda argumentação/acusação do processo de impeachment. 

Uma das coisas agradáveis, comentei com minha irmã, foi escutar diversas vezes "senhora presidenta", refrescando minha memória sobre aquele momento onde a democracia existiu. Pena que, muito antes daquele momento, a história já estava escrita, com final infeliz. Dá um desânimo, sabe? Deve saber...

Daí chega o horário da filha vir embora da escola. Por precaução e cuidado, sempre manda um whatsapp falando ue entrou no ônibus. Ontem não mandou. Estranhei mas, como ela é toda livre, pensei "mãe tem que aprender a desencanar". Só que não desencanei. Ligação a cobrar no telefone de casa - ela avisa que está descendo do ônibus porque a Paulista está interditada pela manifestação e, então, ela vem andando pra cá. Calculo uma hora, no máximo uma e meia - eram 18h, pra balizar a sensação que foi vivida por aqui. 

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Tiro ao alvo, por Matê da Luz

por Matê da Luz

A pequena responde à pergunta mesmo quando não proferida. Adora contar que vai ser bióloga marinha, estilista, escritora, desenhista, astronauta, policial e algumas outras coisas que variam conforme as condições de temperatura e pressão – o chamado mood do dia. Fala, ainda, sobre os planos de sair de casa aos 19 ou 23 anos, ter um ou dois ou três filhos, andar de moto “mesmo que você me proíba, mãe” e sobre morar na casa da tia Fê, em Bath. São tantos planos e sonhos que ela diz que vai escrever pra não esquecer do que quer. E eu fico feliz. Muito, muito feliz.

Há cinco anos, completados hoje, um amigo de infância – infância mesmo, da escola, sabe? – pulou de uma janela bem alta, tão alta quando sua angústia. Desde aquela época, este amigo não cabia nele mesmo: era uma pessoa que sempre buscou entender onde estava, o que queria, o que deveria fazer e por quem fazer. Estive ao lado dele em alguns momentos de imensa indecisão, e dado o final desta história, não consigo acreditar que quando falava que ele haveria de encontrar um projeto de vida, algo que o movesse nesta vida, ele tenha me escutado. Sei que algumas poucas pessoas fizeram o mesmo, como um outro amigo dele, um indivíduo interessantíssimo que conheci, infelizmente, quando fomos dar suporte às pouquíssimas pessoas que estiveram naquele cemitério debaixo de um sol extremamente desnecessário. Infelizmente porque tenho certeza que esse amigo, assim como eu, estava muito empenhado em apoiar nosso amigo a encontrar um caminho, qualquer que fosse, que não o da janela.

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