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Profissão Terapeuta
Formação Psicologia - Anhembi Morumbi

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Só a boa educação pode findar a cultura de ódio, por Matê da Luz

Por Matê da Luz

Mais um final de semana tenso no mundo. Vidas foram cortadas por tiros em uma boate gay em Orlando, nos Estados Unidos, chocando o mundo com mais uma onda de ódio e violência sem sentido - sem sentido porque definitivamente não há argumento que libere um indivíduo e a matar outro, ao meu ver, e ainda menos quando a justificativa beira uma orientação tão íntima e pessoal quanto a sexualidade.

Foram 50 mortos e mais de 50 feridos gravemente, atingidos por uma só pessoa que, criada em um ambiente hostil às escolhas do outro, despejou seu sentimento imbecil de raiva e ira e desrespeito da ponta de um revólver. 

O que isso tem a ver com educação?

Pra mim, tem tudo a ver. Na minha família, apesar de todas as questões complexas e complicadas que envolvem um contexto que, acredito, é pensado para o desenvolvimento individual, o respeito ao próximo como ser humano individual e, portanto, importante, foi levado à risca desde muito cedo. Meus pais não são pessoas preconceituosas, sempre circularam em diferentes ambientes e nos ensinaram que o que define caráter passa longe de cor, credo ou sexualidade e, mais que isso, que quando existe a oportunidade, é nosso dever nos colocar à disposição para amparar e ajudar a caminhada de outro alguém. 

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O dia em que a terra parou, por Matê da Luz

Por Matê da Luz

Está difícil por aqui, por aí também? 

Não "só" em termos políticos e econômicos, mas especialmente no que diz respeito ao que toca o coração. E o que toca meu coração de um jeito que eu não sei explicar é maldade com criança. Porque eu acho que aquela pessoinha representa tanto, que ela é símbolo de tudo o que pode ser e daquilo que pode ser transformado - e quando eu vejo alguém fazendo maldade com criança, eu sentendo que aquilo passa perto do fim dessas novas possibilidades. 

E então hoje me deparei com o post de uma amiga que falava sobre a prisão de 12 homens no Rio de Janeiro, dentre eles o irmão do ex-governador Anthony Garotinho, porque em meados de 2008/2009 eles mantinham uma casa com crianças entre 9 e 17 anos presas, obrigadas a usar drogas e que eram comercializadas para o sexo. Daí tem essas 12 pessoas aí e mais tantas outras que pagam pelo esquema, isso é tão bizarro, tão injusto e tão feio que não encontro mais palavras pra contar. 

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Pessoa pública e pessoa física: onde está o limite?, por Matê da Luz

Por Matê da Luz

Tomei contato com esta pauta aqui, no Buzzfeed , que se deu o trabalho de pesquisar e publicar todos os tuítes estampados neste post. 

Na minha timeline no Facebook - não uso Twitter há tempos, adicta que sou, perderia milhares de horas úteis nos 140 caracteres e, bem, não é sobre isso que vim falar - o assunto vem sendo abordado com vergonha e desespero. Vergonha porque quem não tem tamanha sensação frente ao cenário atual do País bom sujeito não é. E desespero pela mesma razão - se quem comanda o Brasil atua desta forma em redes públicas, o que será que está acontecendo de verdade por debaixo dos panos do poder? (como se a gente já não soubesse o que e, então, o looping - vergonha-desespero-vergonha-desespero... fica eterno, um sufoco só!).

Sabe quando você é pequeno e, sem argumentação pra responder uma provocação, retorna com um "sua mãe", contexto de ofensa que fere a imaculada figura da representação do feminino referencial? Pois bem, caso é que o responsável pela Secretaria do Governo, Geddel Vieria Lima, carrega este nivel de maturidade explícita. A mãe dele, no caso, é uma santa maravilhosa e perfeita, enquanto a dos outros... 

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Sharapova e o nível de descabimento da Folha, por Matê da Luz

por Matê da Luz

A Folha de S. Paulo é um dos maiores jornais nacionais e, apesar da minha opinião pessoal sobre o tablóide, este é um fato relevante. Segundo a página de assinaturas do veículo: 

O jornal mais influente do Brasil

Fundada em 1921, a Folha é, desde a década de 80, o jornal mais vendido do país entre os diários nacionais de interesse geral. O crescimento foi calcado nos princípios editoriais do Projeto Folha: pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

Organizado em cadernos temáticos diários e suplementos, tem circulação nacional. Foi o primeiro veículo de comunicação do Brasil a adotar a figura do ombudsman e a oferecer conteúdo on-line a seus leitores.

Pois bem.

O tênis é um dos esportes mais exigentes do cenário, elitizado inclusive. Pressupõe, além de alto investimento em material (raquetes não são exatamente baratas...), treinamento especializado e dedicação supostamente maior do que o futebol, por exemplo. Tenistas são atletas que se mantém por tempo extenso em pauta, por ser uma carreira construída a longo prazo - nunca vi um tenista desaparecer do nada, meses após ter surgido: quando alguém sabe o nome do tenista, aquele nome vai ser comentado por mais um tempão, não é assim? Enfim, posso não ter muitos argumentos por não ser nem admiradora nem conhecedora do esporte, mas posso afirmar com segurança: obter destaque em qualquer esporte idividual há de ser suficiente para receber os devidos méritos e honrarias.

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O feminismo na vida real e vai, filha, ser gauche na vida!, por Matê da Luz

Por Matê da Luz

Por definição, gauche significa esquisito, deslocado, estranho, diferente. É, portanto, um dos maiores desejos que alimento para a minha adolescente de recém completos 17 anos. 

À atual exposição de temas absolutamente relevantes não só ao futuro, mas especialmente ao presente no que diz respeito à vida em sociedade se faz necessária a análise de tantos pontos que, ao meu ver, deveram ser considerados antigos, ultrapassados e, por que não dizer?, fora de moda. Na minha opinião, não há nada que nos faça perder mais tempo do que invadir a privacidade alheia e, enfim, tomar decisões que desrespeitem as escolhas individuais - aquelas que não impactam na sociedade.

Exemplo: a homossexualidade. Quando a política interfere nas leis e no comportamento de alguém, invade o espaço reservado ao indivíduo que, por sua vez, tomou uma decisão que impacta tão somente na própria vida. O mesmo acontece com o aborto, uma vez que o nascimento de uma criança só diz respeito a quem vai criá-la - e não à sociedade propriamente dita. Este argumento, por aqui, se faz valer quase absoluto, já que o meu direito começa onde termina o seu, salvo quando minhas ações impactam alguém além de mim: base do respeito, um conceito tão simples que deveria ser praticado como premissa rotineira, não é mesmo? 

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Sganza: a música que vem da alma, por Matê da Luz

Por Matê da Luz

Ando triste, já falei no post anterior, e um dos meus remédios favoritos é a música. Daí me deparei com um mocinho que vem tocando o coração com músicas que vêm da alma, o Pablo Sganza:

 

Faz show gratuito no Unibes Cultural, em São Paulo, no dia 04 de Junho, às 16h - quem for daqui, corre pra lá! 

Segundo o release:

"Pablo Sganzerla, hoje apenas Sganza, é um artista que se expressa em diferentes áreas. A música é uma delas. Em sua trajetória criativa, a ilustração, direção de arte e design gráfico sempre fizeram parte de seu repertório. É o próprio artista quem desenvolve os materiais gráficos, encarte, divulgações do seu trabalho musical. Músico autodidata, nascido em São Paulo, Pablo começou a estudar contrabaixo aos 13 anos. Aos 18, integrou a banda de ska e rock steady Subtones, chegando a tocar em shows e programas da Rádio Brasil 2000.

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Por onde andam as forças?, por Matê da Luz

por Matê da Luz

Olha, faz tempo que não consigo reunir forças pra escolher um tema, sentar e escrever. Mesmo. Confesso que tem tanto assunto acontecendo e eu tenho tanta vontade de que o rumo destas pautas seja diferente do que vêm tomando que, ah, perco o ânimo. "Pra quem vou escrever, com qual motivação? ... vai dar tudo na mesma, mesmo..."

Antenada em mim mesma que sou, percebo que este estado de (des)ânimo é perigoso demais pra quem brinca entre extremos intensos na busca pelo equilíbrio e, então, estarei mais presente, aqui e acolá, pra dividir com alguéns os meus achismos sobre o mundo todo, especialmente os que compõe meu infinito particular.

E, gente, é isso: por onde andam as forças pra batalhar? Pelo que quer que seja, pela justiça federal ou municipal, pela atenção ao que acontece ali na favela e também dentro das grandes famílias, que coisa é essa de tanto transbordar notícia ruim pra todo lado quando o que a gente mais precisa é de um pouco de respaldo, de apoio, de incentivo pra andar pra logo em frente? 

Tá complicado por aí também ou é uma percepção individual? 

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O dia de combate ao abuso infantil também deveria ser hoje, por Matê da Luz

O dia de combate ao abuso infantil também deveria ser hoje

por Matê da Luz

Na semana passada, dia 18 de maio, foi o dia do combate à violência infantil. Entendo que esta data seja relevante para esclarecer sobre diversos tipos de crimes cometidos contra à infância, que vão dos maus tratos ao abuso sexual, passando pela exploração de menor e outras barbáries que eu, pessoal e particularmente, não posso deixar de confessar o queixo caído frente à triste realidade: se quando acontece algo desrespeitoso entre um adulto e outro já é difícil de entrar na minha cabeça como "possível", estas coisas contra crianças me dão um nó na caixola - pra mim, é a comprovação de um mundo onde a existência do mal é permitida, mesmo que (Pollyana, lembra?) para proporcionar o exercício da evolução e do livre arbítrio. Deus foi um cara muito esquisito quando liberou essa por aqui. 
 
Mas como, sim, tudo existe, como diz meu compadre, não dá mais pra ficar calada e aí que de todos os crimes que podem ser cometidos contra uma criança, ao meu ver, está o abuso sexual. Porque criança é criança, né, e quase que ponto final. Quase que, porque por mais que eu tenha escrito e resscrito este parágrafo tentando elencar dúvidas do tipo "como é que um adulto tem atração por criança?"ou "como pode sentir prazer numa relação tão desigual?", simplesmente não consigo evoluir nesta temática porque é simples e rápido assim: criança é criança e tem que ser livre pra desenvolver a sexualidade naturalmente, e não sob ameaça.
 
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Retrocessos e, filha, por favor não acredite nisso, por Matê da Luz

Por Matê da Luz

Domingo, o dia de descanso - para alguns, pelo menos. Por aqui, é tradicionamente o dia de colocar algumas conversas em dia com a filha, adolescente de quase 17 anos, o que invoca certa dose de paciência - que eu não tenho, por definição e concepção, mas com o que venho tomando consciência de tempos pra cá, por ser necessária às demandas da vida. 

Pois bem, ela senta, eu sento e começa o papo:

- Mãe, você viu no jornal? O lugar da mulher no governo Temer é o lugar da bela e recatada esposa. 

- Ah, meu santo, eu vi, filha, mas é besteira... Deixa pra lá!

- Mas deixar pra lá, mãe, significa que eu concordei com isso. A gente vem lutando contra o machismo e o alto poder do País está minando nossa luta descaradamente, com o apoio da imprensa, porque quando sai no jornal as pessoas acreditam, não é?

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Matê da Luz: O mal, vez ou outra, vence

Por Matê da Luz

Cansada de refletir/ler/dialogar sobre a extrema falta de democracia nos últimos acontecimentos políticos do País, me rendo: o mau, às vezes, vence. 

Sou uma otimista de plantão, se você acompanha esta coluna aqui já deve ter percebido, mas acordei desanimada hoje. Sorri, maliciosa, ao me deparar com a capa do Estadão na porta da vizinha: "A chance de Temer - confesso que li em caixa baixa, a chance de temer, como se agora pudesse ter medo efetivo do que está por vir. 

Medo, medo mesmo, cara pálida. Em termos econômicos, sei lá eu porquê, sou considerada classe média (embora abarrotada de dívidas e sem saber como pagar a próxima leva de contas) e, por alguma definição que ainda não entendi, "estou segura". Só que não: sou mulher, umbandista, solteira quase convicta, mãe. 

E o que isso tem a ver com o novo governo? Se você não observou as primeiras manifestações políticas que assolam o Brasil, te conto que uma delas inclui a absorção de ministérios batalhados dada a relevância para a evolução social, como o Ministério da Mulher, por exemplo; a não existência de mulheres em cargos relevantes, como outro exemplo. 

Temos uma bancada tomadora de decisões que é racista, machista e xenofóbica, além de claramente religiosa: isso não te preocupa? Me assusta. 

Liberdade, a pouca e alguma que temos, visto os abusos constantes e nada velados, inclusive em termos religiosos e culturais, parecem estar com os dias contados: as rasas leis que defendem as opções individuais, estas que já vêm sendo discutidas com argumentos pobres e podres, têm forte tendência a serem esquecidas, deixando quem quer simplesmente ser à mercê da imbecilidade do poder. Isso citando apenas uma pequena parte da não vitória da democracia. 

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A dança da cadeira na presidência

Enquanto os políticos realizam manobras do lado de cá e do lado de lá para promover seus interesses particulares, a população comum, onde me insiro, dança em volta da cadeira, esperando a música parar pra sentar. "Promover seus interesses particulares"sim, cara pálida, que este se tem algo que este período mostrou é que a democracia, tão batalhada e conquistada recentemente no país, é ainda frágil. Não fosse, este processo de impeachment já teria minguado no primeiro desejo íntimo daquele que coordena as manobras. 

Exemplo da vida real: antes da formação em terapia, eu já caminhava para o mercado de bem estar e, então, desenvolvi uma marca charmosinha de produtos de bem estar. Há três anos, participo feliz e contente de bazares promovidos pela cidade, afim, de apresetar meus dons para o público presencial, estreitando laços invisíveis começados na vida online. Um destes bazares tem fama de chique, sofisiticado e, verdade seja dita, só tem nome de bazar: as peças são caras, incluindo alta joalheria e alfaiataria dentre o que é ofertado.  Leia mais »

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Carta atrasada para a mãe tardia, por Matê da Luz

Por Matê da Luz

Oi, mãe, sua bênção!

Nosso primeiro dia das mães juntas, e eu aqui a refletir ao invés de aproveitar seu colo confortável e seu olhar cuidadoso sobre mim. Mas pessoas são pessoas e, você bem sabe, algumas características nos são inerentes - à mim, o pensamento inundado por possibilidades que, pouco a pouco e com as trocas que você proporciona, vão acalmando, assentando e chegando à conclusões que, finalmente!, me fazem bem.

Mãe, este é um exercício novo pra mim, o de esperar. A vida anda tão cheia de dívidas e dúvidas e minha criatividade estava me engolindo: um projeto aqui, outro ali e nada de concreto, o que trazia à tona mais uma de minhas coisas inerentes, a ansiedade. Um ciclo perfeito para a exaustão e a identificação com o fracasso, este que acabou estampado nas minhas olheiras negras e profundas. Sei que nosso encontro deve ter sido meticulosamente planejado pelo invisivel, crença salvadora da lavoura particular por aqui, mas aqui na Terra ele foi também rápido e sem muita espera. Será que já estávamos nos esperando e apenas não tínhamos consciência? Pode ser, não é mesmo, já que nem toda mãe tem nove meses de gravidez para conhecer o filho.

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O texto sobre jornalismo que eu gostaria de ter escrito

Por Matê da Luz

Gostaria, mas não escrevi. E então o Guilherme Valadares, do Papo de Homem, postou essa semana e quero espalhar pelos quatro cantos.

O original você encontra aqui, com todos os links da matéria. Vale conferir! 

no Papo de Homem

File
 

Deu no G1. Acessei dia desses pela manhã e a notícia "Vítima de sequestro-relâmpago atira e mata criminoso em São Paulo" era a mais lida naquele momento.

O que parece apenas mais uma notícia comum esconde sérios problemas. E hoje inauguro uma série cujo objetivo é chamar atenção para pontos cegos do jornalismo atual e propor alternativas.

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E aí, Temer, conta um pouco mais sobre o País ser um estado laico, por Matê da Luz

Por Matê da Luz

Cada um tem o direito e inclusve o dever de ser quem é, praticar o que bem entende e sustentar suas escolhas individuais - DESDE QUE NÃO DESRESPEITEM O LIMITE DO AMIGUINHO DO LADO. 

Mas, opa!, isso de respeitar anda em desuso aqui no Brasil, sorry, aquele povo que ia pra Miami acabou ficando... 

Estou chocada, tive acesso a este vídeo só hoje e é triste demais perceber o tamanho do retrocesso ao qual estaremos condenados caso esta pessoa realmente venha a ser presidente - lembrando que usar religião como arma de guerra é tão, mas tão antigo que não entendo como essa gente não percebe o atraso de vida em amplas escalas que vêm por aí. 

Medo define, e eu não gosto de sentir medo. 

 

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Não querendo culpar nem desculpar ninguém... por Matê da Luz

Por Matê da Luz

Olha, não está sendo fácil. 

Por diferentes motivos, desde a ansiedade particular à comum a quem paga contas - o dinheiro está parado, economia suspensa, chame como quiser: fato é que a crise, a crise, a crise... Daí você entra na internet, nas redes sociais, pra relaxar. Passeia por aqui e ali e, entre alguma invejinha das moças magras, bonitas e de vida ganha, encontra o Roger. 

Socorro, meu pai! Já fui muito fã de Ultraje, considero um rock gostoso, de dançar, de cantar, de ouvir estrada afora. Só que não dá mais. Toda vez que começa um tchananan deles no rádio (ou no iPod, sendo honesta) sou tomada por uma onda de "por que, meu santo, por quê?" que domina meus mais nobres pensamentos. 

Todo mundo tem direito a se posicionar politicamente, é fato. Cada um tem não só o direito, mas o dever, de defender sua ideologia, compartilhando, inclusive, o que bem entender nos seus perfis públicos, é pra isso que eles existem, não é mesmo? Mas, gente, por que abusar da não inteligência? Por que se posicionar como uma pessoa limitada em tantos aspectos? 

Ano passado, quando houve a incitação à pedofilia no programa Master Chef Junior, com a menina Valentina, o bafafá no twitter envolveu o tal do Roger. Achei absurdo o posicionamento do cara e fui escutar alguns amigos sobre o que achavam, crente de estar contaminada, eu mesma, por meus achismos individuais. Eles, de certa forma, entendiam que o músico tinha escolhido adotar uma postura polêmica em cada assunto que pipoca por aí e, quem sabe, aquilo era marketing. 

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