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CONTEÚDOS DO USUÁRIO

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Edifício Altino Arantes completa 70 anos

 por Douglas Nascimento

O maior símbolo arquitetônico da cidade de São Paulo está assoprando velinhas. O Edifício Altino Arantes comemora neste mês de junho 70 anos! Leia mais »

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Menino 23

MENINO 23: INFÂNCIAS PERDIDAS NO BRASIL

 27/09/2016 

 Cinema e Pipoca

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Yahoo fez buscas secretas em emails de usuários

 

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Dieese: Saneamento básico no Brasil

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Por que a rua Estados Unidos tem esse nome?, por Douglas Nascimento

Enviado por Photios Andreas Assimakopoulos

do São Paulo Antiga

Por que a rua Estados Unidos tem esse nome?

por Douglas Nascimento

Uma das coisas que mais nos perguntam por email e nas redes sociais do São Paulo Antiga é sobre a origem e significado dos nome das ruas paulistanas.

Não são poucas as pessoas que tem curiosidade em saber porque a rua tem este ou aquele nome, muitas vezes sem sentindo algum para o bairro em questão, como a rua das Borboletas Psicodélicas (sim, ela existe e fica na Vila Guarani: http://migre.me/v6hh3) ou ruas que dão significado a algo que marca uma região, como a rua Trem das Onze (http://migre.me/v6hib)

Estamos aos poucos explicando a nomenclatura das ruas da cidade, como já fizemos com as ruas da Mooca que lembram o antigo hipódromo de São Paulo. Que tal aqui falarmos da motivação do nome da rua Estados Unidos e suas vias próximas?

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As elites agem politicamente para manter os juros altos?

Enviado por Photios Andreas Assimakopoulos

Por Carlos Drummond

Na CartaCapital

A confirmação, pelo Banco Central, na quarta-feira 31, dos juros mantidos há mais de um ano em 14,25% cristaliza o País como caso raro de estabilidade no topo em um mundo com predominância de taxas zero, insignificantes ou cadentes. À ineficiência econômica e ao exotismo da situação no contexto internacional, acrescenta-se outro recorde incômodo, o da maior taxa real média nos últimos 19 anos. A situação foi identificada em uma amostra de 11 países estudada por Thereza Balliester Reis e apresentada em dissertação de mestrado em junho, na Universidade de Paris.

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Quem manda na nação: o voto ou o dinheiro?

Enviado por Photios Andreas Assimakopoulos

Quem manda na nação: o voto ou o dinheiro? Como os donos do poder (as elites dirigentes) dominam?

por Luiz Flávio Gomes

Urna EletrônicaNão há manual de ciência política que não ensina o valor igualitário do voto nas democracias (cada cabeça um voto). Como as pesquisas não mostram o real funcionamento do poder, sim, as aparências, quem vê superficialmente o resultado da eleição de 2014 chega à seguinte conclusão: nas classes A e B, de cada três votos, dois foram para Aécio. Nas classes D e E, de cada três votos, dois foram para Dilma. Na classe C houve divisão mais proporcional.

Dilma liderou entre os eleitores com até 2 salários mínimos (teve 63%); Aécio apareceu na frente entre os que ganham mais de 10 salários mínimos (teve 65%) (ver Datafolha). O senso comum afirmou: os pobres elegeram Dilma. As classes populares deram mais votos para Dilma (e elas são mais numerosas). Então quem manda no Brasil (e em todas as democracias do mundo) é o voto? Vamos entender o tema.

Regra 1: o voto legitima o governante (o político) a tomar decisões em nome do povo (os legitima para governarem). Só isso. Nesse sentido, a democracia é puramente procedimental (Schumpeter).

Regra 2: mas quem influencia na tomada das decisões? Em regra, o dinheiro (ou seja: os interesses dos mais poderosos).

O voto diz quem pode tomar decisões (governar) em nome do povo. O dinheiro diz quais decisões devem ser tomadas (como se deve governar). Se o dinheiro público pode construir uma escola e um hospital ou ser emprestado com taxas privilegiadas para algumas empresas poderosas, quem influencia nessa decisão?

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Alexy à Brasileira ou a Teoria da Katchanga

 

 

By  - Juiz Federal, professor de Direito Constitucional Leia mais »

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Há 140 anos, a última pena de morte do Brasil

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A Máfia de Pedro Taques

A máfia de Pedro Taques - A dissimulação de um ex-procurador da República ávido pelo poder 
A máfia de Pedro Taques (Procurador contrário a PEC 37)

A dissimulação de um ex-procurador da República ávido pelo poder

16 de Mai de 2013
www.midianews.com.br

Esta não é uma história comum. Mas de um cidadão que se apresentou à 
sociedade mato-grossense como um vestal, enganando aqueles que caem em 
suas meias-verdades e fazendo dessa enganação um meio de vida 
consoante com sua busca pelo poder.

O que se pretende aqui, não é nada mais que arrancar a máscara daquele 
que, por trás dela, se esconde como um mero aproveitador, ambicioso, 
de olho em oportunidades de se dar bem, indiferente aos desígneos e 
desejos do povo, embora finja estar em sua defesa.

Pedro Taques era um Procurador da República - até aí todo mundo sabe,  Leia mais »

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Com sonho de ler, casal de catadores é alfabetizado em cooperativa em MT

Com sonho de ler, casal de catadores é alfabetizado em cooperativa em MT

29/02/2016 Leia mais »

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Imigrantes adoecem e morrem em prisões privatizadas nos EUA

Por Seth Freed Wessler

Traduzido por Anna Beatriz Anjos

Os nove homens acordaram assustados com os gemidos de dor vindos da cama onde Nestor Garay dormia na pequena cela que compartilhavam. Era por volta de 1h30 da manhã do dia 26 de junho de 2014 na Penitenciária de Big Spring, oeste do estado do Texas, quando alguns deles saltaram de seus beliches para verificar o que acontecia com Garay. Ele não respondia a estímulo nenhum.

O grupo pediu ajuda a um carcereiro. Ao chegar à clínica da prisão, segundo relatórios médicos, Garay permaneceu inerte. Sua mão direita estava fraca e ele havia urinado nas calças. “Levem-no ao hospital. Este homem está morrendo”, implorou um dos companheiros de cela. Em vez disso, deram a Garay, de 41 anos, medicamentos anticonvulsivos e o prenderam novamente.

Indalecio e Alvara Garay mantêm um santuário do Dia dos Mortos em sua casa na cidade de Santa Helena, Califórnia. Foi feito em homenagem aos entes queridos já falecidos, incluindo seu filho Nestor Garay, que morreu na prisão após ter sofrido um derrame (Foto: Stan Alcorn/Reveal)

 

 

 

Quando a enfermeira da manhã o viu às 6h15, seu rosto estava caído e seu braço direito, contraído. Demorou mais de uma hora para que fosse levado ao pronto-socorro local e depois transferido para um hospital maior na cidade de Midland. Lá, John Foster, o neurologista que o examinou, disse que Garay havia sofrido um derrame e que qualquer esforço para salvar sua vida, após tantas horas, seria inútil. Garay morreu, algemado a uma cama de hospital. “O momento certo para salvar sua vida teria sido… quando ele caiu da cama”, afirmou Foster.

Big Spring é diferente das demais prisões federais dos Estados Unidos. É uma das 11 instalações do Bureau of Prisons (BOP) usadas exclusivamente para estrangeiros. Alguns são detidos por crimes que qualquer um poderia cometer: a prisão de Garay, por exemplo, ocorreu por venda de drogas. Mas dos cerca de 23 mil internos desse obscuro sistema carcerário, 40% cumprem pena por crimes de imigração, de acordo com dados de 2014 – a maioria por “reentrada ilegal” ou por cruzar novamente a fronteira após ser deportada.

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Vídeos

Se a Lei Áurea Acontecesse Hoje

Algumas coisas, incluindo decisõe de governo, podem ser vistas claramente sob a perspectiva do tempo... E uma coisa é certa: Nossas ditas elites nunca mudam.

 

https://www.youtube.com/watch?v=mtUcUgDj8ZQ

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