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Menino 23

MENINO 23: INFÂNCIAS PERDIDAS NO BRASIL

 27/09/2016 

 Cinema e Pipoca

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Yahoo fez buscas secretas em emails de usuários

 

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Dieese: Saneamento básico no Brasil

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Por que a rua Estados Unidos tem esse nome?, por Douglas Nascimento

Enviado por Photios Andreas Assimakopoulos

do São Paulo Antiga

Por que a rua Estados Unidos tem esse nome?

por Douglas Nascimento

Uma das coisas que mais nos perguntam por email e nas redes sociais do São Paulo Antiga é sobre a origem e significado dos nome das ruas paulistanas.

Não são poucas as pessoas que tem curiosidade em saber porque a rua tem este ou aquele nome, muitas vezes sem sentindo algum para o bairro em questão, como a rua das Borboletas Psicodélicas (sim, ela existe e fica na Vila Guarani: http://migre.me/v6hh3) ou ruas que dão significado a algo que marca uma região, como a rua Trem das Onze (http://migre.me/v6hib)

Estamos aos poucos explicando a nomenclatura das ruas da cidade, como já fizemos com as ruas da Mooca que lembram o antigo hipódromo de São Paulo. Que tal aqui falarmos da motivação do nome da rua Estados Unidos e suas vias próximas?

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Média: 5 (1 voto)

As elites agem politicamente para manter os juros altos?

Enviado por Photios Andreas Assimakopoulos

Por Carlos Drummond

Na CartaCapital

A confirmação, pelo Banco Central, na quarta-feira 31, dos juros mantidos há mais de um ano em 14,25% cristaliza o País como caso raro de estabilidade no topo em um mundo com predominância de taxas zero, insignificantes ou cadentes. À ineficiência econômica e ao exotismo da situação no contexto internacional, acrescenta-se outro recorde incômodo, o da maior taxa real média nos últimos 19 anos. A situação foi identificada em uma amostra de 11 países estudada por Thereza Balliester Reis e apresentada em dissertação de mestrado em junho, na Universidade de Paris.

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Média: 5 (8 votos)

Quem manda na nação: o voto ou o dinheiro?

Enviado por Photios Andreas Assimakopoulos

Quem manda na nação: o voto ou o dinheiro? Como os donos do poder (as elites dirigentes) dominam?

por Luiz Flávio Gomes

Urna EletrônicaNão há manual de ciência política que não ensina o valor igualitário do voto nas democracias (cada cabeça um voto). Como as pesquisas não mostram o real funcionamento do poder, sim, as aparências, quem vê superficialmente o resultado da eleição de 2014 chega à seguinte conclusão: nas classes A e B, de cada três votos, dois foram para Aécio. Nas classes D e E, de cada três votos, dois foram para Dilma. Na classe C houve divisão mais proporcional.

Dilma liderou entre os eleitores com até 2 salários mínimos (teve 63%); Aécio apareceu na frente entre os que ganham mais de 10 salários mínimos (teve 65%) (ver Datafolha). O senso comum afirmou: os pobres elegeram Dilma. As classes populares deram mais votos para Dilma (e elas são mais numerosas). Então quem manda no Brasil (e em todas as democracias do mundo) é o voto? Vamos entender o tema.

Regra 1: o voto legitima o governante (o político) a tomar decisões em nome do povo (os legitima para governarem). Só isso. Nesse sentido, a democracia é puramente procedimental (Schumpeter).

Regra 2: mas quem influencia na tomada das decisões? Em regra, o dinheiro (ou seja: os interesses dos mais poderosos).

O voto diz quem pode tomar decisões (governar) em nome do povo. O dinheiro diz quais decisões devem ser tomadas (como se deve governar). Se o dinheiro público pode construir uma escola e um hospital ou ser emprestado com taxas privilegiadas para algumas empresas poderosas, quem influencia nessa decisão?

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Alexy à Brasileira ou a Teoria da Katchanga

 

 

By  - Juiz Federal, professor de Direito Constitucional Leia mais »

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Há 140 anos, a última pena de morte do Brasil

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A Máfia de Pedro Taques

A máfia de Pedro Taques - A dissimulação de um ex-procurador da República ávido pelo poder 
A máfia de Pedro Taques (Procurador contrário a PEC 37)

A dissimulação de um ex-procurador da República ávido pelo poder

16 de Mai de 2013
www.midianews.com.br

Esta não é uma história comum. Mas de um cidadão que se apresentou à 
sociedade mato-grossense como um vestal, enganando aqueles que caem em 
suas meias-verdades e fazendo dessa enganação um meio de vida 
consoante com sua busca pelo poder.

O que se pretende aqui, não é nada mais que arrancar a máscara daquele 
que, por trás dela, se esconde como um mero aproveitador, ambicioso, 
de olho em oportunidades de se dar bem, indiferente aos desígneos e 
desejos do povo, embora finja estar em sua defesa.

Pedro Taques era um Procurador da República - até aí todo mundo sabe,  Leia mais »

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Com sonho de ler, casal de catadores é alfabetizado em cooperativa em MT

Com sonho de ler, casal de catadores é alfabetizado em cooperativa em MT

29/02/2016 Leia mais »

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Imigrantes adoecem e morrem em prisões privatizadas nos EUA

Por Seth Freed Wessler

Traduzido por Anna Beatriz Anjos

Os nove homens acordaram assustados com os gemidos de dor vindos da cama onde Nestor Garay dormia na pequena cela que compartilhavam. Era por volta de 1h30 da manhã do dia 26 de junho de 2014 na Penitenciária de Big Spring, oeste do estado do Texas, quando alguns deles saltaram de seus beliches para verificar o que acontecia com Garay. Ele não respondia a estímulo nenhum.

O grupo pediu ajuda a um carcereiro. Ao chegar à clínica da prisão, segundo relatórios médicos, Garay permaneceu inerte. Sua mão direita estava fraca e ele havia urinado nas calças. “Levem-no ao hospital. Este homem está morrendo”, implorou um dos companheiros de cela. Em vez disso, deram a Garay, de 41 anos, medicamentos anticonvulsivos e o prenderam novamente.

Indalecio e Alvara Garay mantêm um santuário do Dia dos Mortos em sua casa na cidade de Santa Helena, Califórnia. Foi feito em homenagem aos entes queridos já falecidos, incluindo seu filho Nestor Garay, que morreu na prisão após ter sofrido um derrame (Foto: Stan Alcorn/Reveal)

 

 

 

Quando a enfermeira da manhã o viu às 6h15, seu rosto estava caído e seu braço direito, contraído. Demorou mais de uma hora para que fosse levado ao pronto-socorro local e depois transferido para um hospital maior na cidade de Midland. Lá, John Foster, o neurologista que o examinou, disse que Garay havia sofrido um derrame e que qualquer esforço para salvar sua vida, após tantas horas, seria inútil. Garay morreu, algemado a uma cama de hospital. “O momento certo para salvar sua vida teria sido… quando ele caiu da cama”, afirmou Foster.

Big Spring é diferente das demais prisões federais dos Estados Unidos. É uma das 11 instalações do Bureau of Prisons (BOP) usadas exclusivamente para estrangeiros. Alguns são detidos por crimes que qualquer um poderia cometer: a prisão de Garay, por exemplo, ocorreu por venda de drogas. Mas dos cerca de 23 mil internos desse obscuro sistema carcerário, 40% cumprem pena por crimes de imigração, de acordo com dados de 2014 – a maioria por “reentrada ilegal” ou por cruzar novamente a fronteira após ser deportada.

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Queda de homicídios em SP é obra do PCC, e não da polícia

 

Queda de homicídios em SP é obra do PCC, e não da polícia, diz pesquisador

BBC BRASIL - Thiago Guimarães, De Londres

Em anúncio recente, o governo de São Paulo informou ter alcançado a menor taxa de homicídios dolosos do Estado em 20 anos. O índice em 2015 ficou em 8,73 por 100 mil habitantes - abaixo de 10 por 100 mil pela primeira vez desde 2001. Leia mais »

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Brasil pode criar a Indústria 4.0 verde e amarela

(Agência CNI de Notícias)

O que é a indústria 4.0 para você? Esqueça todas as ideias pré-concebidas relacionadas a algo cibernético e muito distante da realidade atual. O termo que vem sendo adotado em alguns lugares do mundo trata da nova revolução industrial. Leia mais »

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Vídeos

Se a Lei Áurea Acontecesse Hoje

Algumas coisas, incluindo decisõe de governo, podem ser vistas claramente sob a perspectiva do tempo... E uma coisa é certa: Nossas ditas elites nunca mudam.

 

https://www.youtube.com/watch?v=mtUcUgDj8ZQ

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Áudio

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Comentários

17/02/2017 - 08:14

A maldição de Tântalo paira sobre a camarilha e seus associados (Peça 1 e 2 do Xadrez)...

 

"...Embora cercado de tudo o que é essencial à vida, à sobrevivência e às necessidades interiores, o espírito humano é insaciável. Não consegue usufruir da abundância daquilo que o rodeia, porque os ventos dos desejos afastam o que está ao alcance da mão. Está constantemente buscando mais, sem sequer usufruir do que lhe está próximo. Essa é uma eterna condenação, que tortura e suplicia. Seu olhar visa a um horizonte sempre mais longínquo.

Ao mesmo tempo, um paradoxo leva-o a sobreviver porque é a ansiedade e o desejo de infinito que o sustentam. É filho dos deuses, como Tântalo, mas habita um frágil corpo material que lhe impõe limites. E, nessa dupla realidade, vive o embate das lutas diárias, andando na terra, com o olhar voltado para o infinito. ..." (em Oscar Luis Brisolara, FURG)

26/01/2017 - 09:48

 A Construção do Viaduto Santa Ifigênia  Douglas Nascimento

Quando andamos pelo centro de São Paulo e precisamos atravessar o centro velho para o centro novo, temos uma série de opções para fazê-lo. Seja pelo Viaduto do Chá, Viaduto Santa Ifigênia ou mesmo pelo boulevard do Vale do Anhangabau, as opções são muitas. Porém até o final do século 19 a travessia era bastante complicada.

A situação até que melhorou um pouco com a construção do Viaduto do Chá, aberto em 1892, mas para quem estava lá pelos lados do Mosteiro de São Bento e queria ir até a Igreja de Santa Ifigênia, por exemplo, tinha que caminhar muito para se deslocar.

O mapa abaixo, de 1895, mostra bem esta situação. O ponto 1 é o Mosteiro de São Bento, enquanto o 2 a igreja de Santa Ifigênia. Era preciso ir até o Viaduto do Chá, observe:

 


Detalhe do mapa de São Paulo em 1895

Fazia-se necessário a construção de um outro viaduto para melhorar ainda mais o acesso aos dois lados do centro de São Paulo. E esse novo empreendimento viria a ser o Viaduto Santa Ifigênia.

A discussão sobre este novo elo entre os Largos São Bento e Santa Ifigênia começou ainda no século 19, em 1890, quando o Viaduto do Chá ainda estava sendo construído. A obra parecia que ia sair do papel já em 1893, ano em que a Câmara Municipal autorizou a desapropriação dos terrenos que pertenciam ao Mosteiro de São Bento e a Cia Paulista de Vias Férreas e Fluviais.

 


Na foto, o Viaduto Santa Ifigênia em 1916 (clique para ampliar)

Para que o viaduto observado na foto acima saísse finalmente do papel, muitas acaloradas discussões na Câmara Municipal iriam acontecer. A obra foi pauta de debate por vários anos, com destaque em 1904, 1906 e 1908. Foi neste último ano quefinalmente o Viaduto Santa Ifigênia começaria a ser realidade.

Com a obra aprovada, cinco empresas tiveram seus projetos aprovados em concorrência pública, a saber: Giulio Micheli, Bromberg Haecker & Cia, Schmidt & Trost, Cia Mecânica Importadora, e Lion & Cia. Venceu a disputada concorrência a firma de Giulio Micheli.

E assim em 1910, vinte anos depois da primeira discussão favorável a obra, a construção do Viaduto Santa Ifigênia saia do papel. E, como mostra a foto abaixo, não seria nada fácil erguer o viaduto, sobretudo devido a grande quantidade de imóveis entre os dois pontos que seriam ligados e que teriam de ser desapropriados e demolidos.

 


Vale do Anhangabau e Santa Ifigênia vistos do lado do centro velho, em 1910 (clique para ampliar)

Todo o material utilizado na estrutura do novo viaduto veio da Bélgica. O material todo, cerca de 1100 toneladas de estruturas metálicas, desembarcaram no Porto de Santos e partiram para a capital através da linha férrea. Já a montagem foi realizada pela empresa Lidgerwood Manufacturing Company Limited, sob a direção do engenheiro Giuseppe Chiappori, que era sócio de Giulio Micheli, enquanto a execução das fundações ficou a cargo do mestre de obras e carpinteiro alemão Johann Grundt.

 


O início de tudo, em 1910, cenário não lembra a São Paulo que conhecemos (clique para ampliar)

Previsto para ser concluído em 1912, o Viaduto Santa Ifigênia acabou levando um ano a mais que o previsto para ter sua construção acabada. A grande ausência de mão de obra especializada e a demora em concluir as desapropriações foram os grandes responsáveis pelo atraso.

 


Viaduto Santa Ifigênia em obras. Ao fundo o Mosteiro de São Bento

Atualmente quando uma obra sai do papel temos ampla documentação fotográfica. Mas como eram registrados esses grandes empreendimentos no passado ?

O viaduto Santa Ifigênia foi a primeira grande obra viária paulistana amplamente documentada através da fotografia. Ainda era bastante caro fotografar, mas a municipalidade optou por documentar sua construção, cujas imagens são pouco conhecidas pelos paulistanos.

Neste aniversário de 463 anos de São Paulo, trazemos para nosso leitor o álbum de fotos da construção do Viaduto Santa Ifigênia. São dezenas de imagens que mostram o grande esforço que foi erguer esse gigante de aço no coração de nossa cidade.

Todas as imagens foram realizadas durante os anos de 1910 e 1911 pelo fotógrafo F.Manuel.

GALERIA:

 F.Manuel
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Algumas coisas importantes podem ser observadas nas fotografias mostradas na galeria. A primeira delas é a existência ainda, no centro da cidade, de um grande número de construções coloniais. Esse cenário urbano seria drasticamente modificado nos anos posteriores a inauguração do viaduto. O cenário tranquilo do centro paulistano de 1910 e 1911 também é algo digno de nota.

O viaduto Santa Ifigênia foi inaugurado em 26 de julho de 1913 pelo então prefeito de São Paulo Raimundo Duprat, também conhecido como Barão de Duprat.

 


Na foto, o prefeito Raimundo Duprat (centro) corta a fita de inauguração

 

20/12/2016 - 13:01

...observado. Não  havia notado a existência do padrão bem consistente.

20/12/2016 - 08:06

"Zanin Martins entendendo a psique de Moro resolveu de forma legal e civilizada não deixar passar nenhuma das pequenas ilegalidades de Moro, contestando na raiz qualquer pequeno desvio. Estas contestações legais e civilizadas são registradas nos autos como tais, não cabendo ao advogado nenhuma repreensão, porém na prepotência de Moro elas se tornam um desacato a sua personalidade e o mesmo começa a retrucar passando do limite das pequenas ilegalidades. A cada ultrapassagem dos limites, de novo o advogado protesta, e como neste momento o juiz começa a perder as estribeiras, maiores são suas ilegalidades no processo."

 

Muito bom texto. Tive sempre a convicção, fartamentamente reforçada, de desequilíbrio do tal. Teorias conspiratórias à parte, acredito que tenha sido escolhido a dedo justamente por conta disso para jogarem-no à frente dessa farsesca inquisição. A megalomania, messianismo e extrema vaidade aliado a pouquíssima cultura geral e jurídica, além clara sociopatia fazem-no a perfeita marionete. Tenho certeza que a análise detalhada desse personagem faz parte de algum arquivo denominado "profile" em uma sala num grande prédio envidraçado.

Ao escutar os embates da defesa, tive também a impressão de terem percebido isso. Não se trata de manipulação dos advogados, mas exposição corajosa, técnica e justa do absurdo de chamarem-no de juiz. 

14/12/2016 - 11:20

“Na opinião de interlocutor dos procuradores, o que eles puderem fazer para “derreter” o governo, será feito“.

Diga-se de passagem QUALQUER GOVERNO. O que aumenta a possbilidade aventada no "Xadrez dos senhores da guerra..." quanto a um pacto nacional e pouco provável uma guerra. Separados, os beligerantes são menos que valentões faladores e uma guerra com tais figuras muito pouco factível. Logo mais provável um acordo salvacionista e menos possível um conflito.

14/12/2016 - 09:20

...clareza de sempre de A.A. na percepção dos rumos políticos. A História é tão repetitiva que chega a impressionar como governantes conseguem se enredar nas mesmas coisas...Uma licenciatura na matéria deveria ser requisito desejável aos bons dirigentes....

14/12/2016 - 08:16

...entre a ignorância e a má-fé também não saberia qualificar essa estupidez. Mas talvez contem com "ganhos" imediatos, contando com impunidade inclusive das urnas para aqueles que são eleitos, e com a complascência dos poderes que supõe que permanecerão. Realmente uma boa pergunta a ser respondida...

13/12/2016 - 15:48

Pesquisa realizada pelo Departamento de Competitividade e Tecnologia da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Decomtec) aponta sérios problemas de endividamento e geração de caixa em uma amostra de 269 das maiores empresas da indústria de transformação.

Essas empresas, que correspondem a 43% do faturamento do setor, encerraram o ano de 2015 devendo meio trilhão de reais, e com retração na geração de caixa de 6,6%, descontada a inflação. Metade delas está com relação dívida/Ebitda maior do que cinco, nível considerado crítico pelos analistas financeiros.

Como consequência dos juros altos e da escalada do câmbio em 2015, as despesas financeiras cresceram 85% e ultrapassaram a capacidade de geração de caixa (Ebitda) em 20%. O lucro líquido agregado caiu 65%, e 44% das empresas da amostra sofreram prejuízo em 2015, contra 22% em 2010.

Mantendo a atual tendência, projeta-se que o endividamento dessas empresas cresça 207% até 2020, contra 28% do Ebitda, a partir das perspectivas de mercado do relatório Focus, o que levará o agregado da amostra a uma perigosíssima relação dívida/Ebitda de 4,69 (hoje, ela é de 2,81).

Trata-se de um cenário extremamente preocupante e comprometedor para o investimento industrial e a retomada do crescimento econômico. Para evitar que isso se confirme, e para trazer algum alívio às empresas com dificuldades financeiras, elencamos algumas propostas de políticas públicas ao final do trabalho.

( http://migre.me/vICh1 ) para visualizar o estudo Situação Econômica do País e a Deterioração Financeira da Indústria de Transformação.

13/12/2016 - 15:21

Pesquisa realizada pelo Departamento de Competitividade e Tecnologia da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Decomtec) aponta sérios problemas de endividamento e geração de caixa em uma amostra de 269 das maiores empresas da indústria de transformação.

Essas empresas, que correspondem a 43% do faturamento do setor, encerraram o ano de 2015 devendo meio trilhão de reais, e com retração na geração de caixa de 6,6%, descontada a inflação. Metade delas está com relação dívida/Ebitda maior do que cinco, nível considerado crítico pelos analistas financeiros.

Como consequência dos juros altos e da escalada do câmbio em 2015, as despesas financeiras cresceram 85% e ultrapassaram a capacidade de geração de caixa (Ebitda) em 20%. O lucro líquido agregado caiu 65%, e 44% das empresas da amostra sofreram prejuízo em 2015, contra 22% em 2010.

Mantendo a atual tendência, projeta-se que o endividamento dessas empresas cresça 207% até 2020, contra 28% do Ebitda, a partir das perspectivas de mercado do relatório Focus, o que levará o agregado da amostra a uma perigosíssima relação dívida/Ebitda de 4,69 (hoje, ela é de 2,81).

Trata-se de um cenário extremamente preocupante e comprometedor para o investimento industrial e a retomada do crescimento econômico. Para evitar que isso se confirme, e para trazer algum alívio às empresas com dificuldades financeiras, elencamos algumas propostas de políticas públicas ao final do trabalho.

( http://migre.me/vICh1 ) para visualizar o estudo Situação Econômica do País e a Deterioração Financeira da Indústria de Transformação.

13/12/2016 - 14:28

...de assinar a CC por conta deste artigo...

07/12/2016 - 09:01

07/12/2016 - 08:40

 

... mais para confissão de ignorância e pasmo quanto aos porquês da situação das coisas na Economia logo no primeiro bloco analisado. Aparenta dizer “...apesar de termos feito tudo certinho, como mandam as melhores literaturas (*), ela está pior do que quando a recebemos.”

A divulgação do PIB do terceiro trimestre pelo IBGE confirmou o pessimismo quanto à velocidade e força da recuperação da atividade econômica. Os números mostram que, após sucessivos trimestres recessivos, o ponto de inflexão apenas ocorrerá no ano que vem e assim mesmo sem levar a uma robusta retomada. Vale recordar que a melhora da confiança de consumidores e empresários após a saída de Dilma sugeriu inicialmente que a recuperação pudesse ser mais rápida. Porém, parece que a herança maldita deixada pela gestão econômica anterior é muito mais pesada do que se imaginava inicialmente.

Apesar de ter os fatos em mãos tanto experimentando-se esse aperto (agora com o Usurpador e antes com Dilma/Levy) bem como com uma política anticíclica (Lula/Crise 2008) os resultados foram bem evidentes para poder-se raciocinar sobre isso – e estes dois só mencionando as experimentações nacionais; haveria muitos outros exemplos no Exterior.

O escritor do Livro de Hebreus reforça a colocação do Nassif, quando diz que não é Política Econômica, é uma questão de fé mesmo: “...Fé é a firme convicção das coisas que se esperam e a prova das coisas que não se veem..." (!)

A única saída possível deste estado de coisas é substituir os tais crentes dessa mística teoria econômica. Essa argumentação vinda de um Doutorado em Economia pela FGV por si só merece um estudo acadêmico, abrangendo Economia e Psicologia/Psiquiatria.

(*) Esta pérola que diz eu li em um livro, foi extraído de um texto de dirigentes do BC, sobre o mesmo assunto.Eu

06/12/2016 - 07:58

Totalmente ilegal essa liminar. Considerando que vem de um dos supostos guardiões da Constituição, vai realmente tudo muito mal ...

 

""O elemento comum a todos esses casos – com exceção daquele envolvendo o deputado André Vargas – é a renúncia, que impediu o prosseguimento de processos de perda de mandato que, em última análise, teriam efeito semelhante à persecução por crime de responsabilidade. A decisão individual, porém, só ocorreu em decorrência de enorme pressão dos meios de comunicação, da sociedade e dos próprios pares.

Mas, na inexistência dessa iniciativa individual, a decisão de permanecer no cargo, por parte do parlamentar cuja legitimidade se esvai em decorrência de denúncias de enorme gravidade, somente pode ser ultrapassada se, em deliberação por maioria absoluta da respectiva casa, for acatado o parecer do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar (na Câmara) ou da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (no Senado) recomendando a perda do mandato.

Tal processo, porém, por sua natureza e pela necessidade de ser assegurado o contraditório e a ampla defesa, requer um tempo prolongado para sua conclusão. No caso do presidente de ambas as casas, inexiste instrumento que os obrigue a renunciar aos respectivos cargos ou permita o seu afastamento preventivo, ainda que instaurado processo para a perda do mandato parlamentar.

Assim, somente aos próprios membros da Casa é conferida a prerrogativa de dar início ao procedimento e de acatar, ou não, a denúncia, constituindo-se essa garantia democrática da independência do Poder Legislativo, um escudo protetor que, em certa medida, mitiga a responsabilização de seus membros perante a sociedade."

Luiz Alberto dos Santos *

* Consultor legislativo do Senado Federal e advogado, é mestre em Administração, doutor em Ciências Sociais e professor da EBAPE/FGV. Foi subchefe de Análise e Acompanhamento de Políticas Governamentais da Casa Civil da Presidência da República (2003-2014).

 

03/12/2016 - 14:16

....essa besta preocupada com vaias?!? Francamente!

29/11/2016 - 17:18

!!