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Formação Doutor em História (UFF) e mestre em Ciência Política (UFRJ)

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A renegociação das dívidas dos estados como nova etapa do golpe, por Roberto Bitencourt

A renegociação das dívidas dos estados como nova etapa do golpe

por Roberto Bitencourt

Os termos das negociações que se têm estabelecido entre os governadores estaduais e o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, são expressão de nova e superior etapa do golpe capitaneado por Michel Temer (PMDB).

Especificamente em relação ao estado do Rio de Janeiro, nessa semana foram costurados parâmetros e medidas para a renegociação da dívida com a União, assim como pretensamente atenuar a intensa crise fiscal e administrativa.

Diga-se, crise em elevada medida criada pelos anos de governo Sergio Cabra Filho – hoje preso – e Pezão, ambos integrantes de uma camarilha (o PMDB) de testas de ferro de empreiteiras e multinacionais, que sangraram os orçamentos do estado, para satisfazer os grupos representados pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).

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A maioria precisa do país e virar povo, mesmo que não saiba, por Roberto Bitencourt da Silva

Sucessivas violações do governo Temer exigem mais articulação e união contra desmonte da democracia no país

por Roberto Bitencourt da Silva

Amesquinhamento absoluto do ensino médio, decidido às portas fechadas entre oligarquias políticas, sem consulta e debate com a sociedade. Eliminação de históricos direitos trabalhistas e previdenciários. Alienação dos valiosos patrimônios das nossas Petrobras e Eletrobras. Violação de garantias constitucionais elementares para a saúde e a educação.

Desinvestimentos na produção do conhecimento, em ciência e tecnologia. Incremento da desnacionalização do setor produtivo. Defesa de chacinas e outras intervenções ou ações, incompatíveis com qualquer noção minimamente relacionada a uma sociedade que se possa atribuir atenção com padrões de civilidade, justiça social, democracia e interesse nacional.

O golpismo, o entreguismo e o reacionarismo encarnados na abjeta figura do presidente Michel Temer (PMDB) impõem flagrantes e imensuráveis retrocessos culturais, políticos e econômicos ao Brasil.

Os personagens espúrios que formam o ilegítimo governo Temer demonstram, aberta e despudoradamente, o que são e o que pensam as classes dominantes no Brasil: fazendeirões, multinacionais, especuladores financeiros e imobiliários, bancos.

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Utopias políticas para o Brasil, por Roberto Bitencourt da Silva

 

por Roberto Bitencourt da Silva

Experimentamos as agruras de um cenário nacional em que prevalecem absoluta descrença política, amplo e preocupante apassivamento popular, assim como o delineamento de um horizonte civilizatório nefasto para o povo brasileiro. A nossa própria existência enquanto estado nacional, dotado de instrumentos de exercício de soberania, bastante ameaçada.

Em meio às trevas é sempre difícil enxergar saídas e soluções. Se o ambiente é desolador para isso, mais necessárias se tornam as propostas e a capacidade imaginativa e projetiva de futuro.

É a própria condição da vida que impele os sujeitos a seguir em frente, pensando e agindo, principalmente em se tratando de uma sociedade como a brasileira, riquíssima, mas submetida a uma espúria degradação política e a um nefasto neocolonialismo econômico.

Nesse sentido, são propostas fecundas e visões mais generosas de país que o livro “Uma nova utopia para o Brasil”, de Ruben Bauer Naveira, aborda. O autor é funcionário de carreira da Petrobras, doutor em Engenharia de Produção e colaborador da plataforma Brasil Debate.

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O presidente Jango e o filho, em livro de memórias, por Roberto Bitencourt da Silva

por Roberto Bitencourt da Silva

João Vicente Goulart, diretor do Instituto João Goulart e filho do ex-presidente destituído e perseguido pela ditadura civil-militar de 1964, há pouco publicou importante livro: Jango e eu – memórias de um exílio sem volta.

Abordando aspectos da trajetória familiar no exílio, sobretudo referindo-se a Jango, a obra é uma grande contribuição para o resgate de traços da personalidade do antigo líder trabalhista. Também tece um rico panorama das vicissitudes vivenciadas pelos exilados e, em especial, pelos povos do Cone Sul, entre as décadas de 1960 e de 1970.

Lançado pela editora Civilização Brasileira, Jango e eu apresenta o comportamento simples de João Goulart, mais afeito e confortável no trato e nas conversas com os colaboradores e empregados de suas fazendas, do que em eventos da “grã-finagem”.

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Urge mudar nossa visão sobre economia e política, por Roberto Bitencourt da Silva

por Roberto Bitencourt da Silva

Levando em conta fenômenos econômicos e políticos da conjuntura e mirando o retrovisor do tempo, assim como algo que se possa chamar de futuro em nosso país, abaixo chamo a atenção para sérias limitações em nossas percepções de sociedade e Estado, derivadas da hegemonia do pensamento liberal.

Limitações com força de incidência na ação e no pensamento político, sobretudo das esquerdas e dos movimentos sociais. Somente esses atores políticos podem ser os mais consequentes para desempenhar o papel de inibir o golpismo entreguista em curso, proteger as garantias individuais e sociais da Constituição, perseguir mudanças sociais e políticas progressistas, como também defender a soberania nacional.

Mas, para isso, faz-se necessário escantear categorias de percepção, não raro, assimiladas da retórica das estruturas de poder mundial e eivadas de preocupações e sentidos que são incompatíveis com o nosso tempo ou com os desafios relacionados ao nosso perfil de inserção no mundo.

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Moniz Bandeira analisa o cenário mundial, por Roberto Bitencourt da Silva

por Roberto Bitencourt da Silva

O historiador e cientista político Luiz Alberto Moniz Bandeira lançou recentemente importante obra intitulada “A desordem mundial”. Publicado pela editora Civilização Brasileira, o denso livro descreve e analisa o panorama contemporâneo das relações internacionais.

Residindo na Alemanha há cerca de 20 anos, Moniz Bandeira, aos 80 anos de idade, produziu mais um relevante trabalho para a compreensão do nosso tempo. Trata-se de uma fecunda demonstração do seu conhecimento sobre as estruturas de poder em escala internacional.

Talvez não seja exagero afirmar que Moniz Bandeira representa uma espécie de Nicolau Maquiavel brasileiro. Nenhum estudioso no país melhor conhece as formas do exercício de poder mundial e a força de ingerência que manifesta nas vidas dos povos. O poder, em estado bruto ou dissimulado, é o foco da sua investigação.

Ademais, o autor não deixou de experimentar os sabores e as vicissitudes da atuação prática na seara política. Jovem, foi assessor parlamentar de um deputado federal de esquerda, Sergio Magalhães (PTB) – uma liderança proeminente da antiga Frente Parlamentar Nacionalista (1956-1964), também presidente da mesma entre 1963 e 1964.

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Algumas razões para a derrota eleitoral de Marcelo Freixo, por Roberto Bitencourt


 

Algumas razões para a derrota eleitoral de Marcelo Freixo

por Roberto Bitencourt da Silva

O deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL) perdeu a eleição à prefeitura do Rio de Janeiro para o senador Marcelo Crivella (PRB). Os números totais atribuídos aos candidatos foram de 1.700.030 votos para Crivella e 1.163.662 para Freixo.

A alienação eleitoral, ou seja, a soma das abstenções e dos votos nulos e brancos foi privilegiada por quase 50% do eleitorado carioca. Número elevadíssimo, que relativamente expressa fenômeno nacional, devido a decantada crise da democracia representativa brasileira.

Desse modo, algumas importantes questões são colocadas pelo processo eleitoral carioca e por  seus números finais. Seguramente necessárias para a reflexão sobre o comportamento político local e, talvez, tendam a guardar certa possibilidade de atenção para outras paragens municipais e estaduais.

Para o que nos importa em especial, essa eleição carioca merece detida reflexão por parte das esquerdas da cidade e do País, como um todo, já que muitos, em todo o Brasil, canalizaram esperanças para o Rio.

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Crivella: conservadorismo, oportunismo e casos polêmicos, por Roberto Bitencourt


por Roberto Bitencourt da Silva

O senador Marcelo Crivella (PRB), líder nas sondagens eleitorais para a prefeitura do Rio de Janeiro, há anos tem conseguido projetar uma imagem razoavelmente positiva. 

Dotado de retórica articulada, simpático e costumeiramente sereno, o candidato tem perseguido a construção de uma identidade propositiva e acima das “disputas” e dos “interesses políticos”.

O “bem comum”, habitualmente argumenta, é o seu objetivo maior. Tem conseguido convencer a muitos. Desde o início da década de 2000, paulatinamente vem galgando posições importantes no cenário municipal e estadual do Rio de Janeiro.

Senador há mais de 10 anos, as frequentes participações nas corridas eleitorais da capital e do estado demonstram crescente influência política e obtenção de votos.

Porém, muito longe da imagem projetada, Crivella possui lado e representa interesses bastante claros: a inserção e o aumento do poder de ingerência da cúpula da Igreja Universal, da qual é bispo licenciado, na formação da opinião e na construção da agenda pública brasileira.

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A contrarreforma da educação e a coerência de Temer, por Roberto Bitencourt da Silva

Por Roberto Bitencourt da Silva

A proposta de reformulação curricular do ensino médio, apresentada pelo presidente Michel Temer (PMDB), guarda aspectos decisivos de coerência com a natureza do seu governo.

Tendo nascido de uma ampla articulação nacional e internacional para destituir uma presidente eleita e legítima, o golpismo que tipifica o governo Temer forçosamente dispensa o diálogo com a sociedade civil. No caso, especificamente com os professores e os estudantes.

Aspectos que marcam essa contrarreforma já eram ventilados durante o primeiro governo da presidente Dilma Rousseff (PT). Porém, como se tratava de um governo eleito, expressão da vontade soberana dos eleitores, após questionamentos do professorado, foram engavetados.

O ensino de espanhol desconsiderado e a disciplina de inglês, acompanhada de português e matemática, será obrigatória. Nada mais natural para um governo ilegítimo e reacionário que está reorientando as relações externas do país.

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As eleições no Rio de Janeiro e a alternativa Freixo, por Roberto Bitencourt da Silva

As eleições no Rio de Janeiro e a alternativa Freixo

Por Roberto Bitencourt da Silva

O cenário político e econômico do estado do Rio de Janeiro e da sua capital é bastante desolador. Anos a fio a "Cidade Maravilhosa" e o estado têm sido administrados pelo mesmo e amplo agrupamento político, envolvendo inúmeros partidos e tendo como pólo irradiador o PMDB.

As consequências têm sido devastadoras, especialmente, para o povo carioca: a depreciação constante dos serviços públicos; uma obscura trama de interesses empresariais com agentes políticos, que financiam a especulação imobiliária e a acumulação de capital pela parasitária burguesia dos setores de construção e transportes, que vivem às custas de vultosos recursos públicos.

O governo estadual provocando a sangria dos serviços públicos, por intermédio de descontroladas e injustificáveis desonerações fiscais para o grande capital nacional e internacional, assim como a prefeitura carioca transferindo recursos do erário para ONGs, fundações e empresas privadas, em vários setores e de diferentes formas. Há anos.

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Temer escancara as portas para a privatização, por Ivan Valente



Sugestão de Roberto Bitencourt da Silva

Por Ivan Valente

Do Facebook do deputado federal


O presidente ilegítimo Michel Temer anunciou nesta terça-feira a lista dos bens públicos que serão entregues à iniciativa privada. Para começar, concessão de aeroportos de Porto Alegre, Salvador, Florianópolis e Fortaleza, terminal de combustível em Santarém e do terminal de trigo no Rio de Janeiro, com abertura de editais ainda este ano. 


A lista prevê um entreguismo ainda mais pesado para o ano que vem, envolvendo estradas e ferrovias que atravessam o país inteiro, grandes campos de petróleo e gás natural, vastos recursos minerais e várias companhias elétricas. Mais parece uma lista negra, em que tudo o que é nosso será riscado, transferido para o capital internacional e para o controle de poucos magnatas.  Leia mais »

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O “petismo” como problema moral, por Mauro Luis Iasi


 

Sugestão de Roberto Bitencourt da Silva

do site do PCB - Partido Comunista Brasileiro

O "petismo" como problema moral

Por Mauro Luis Iasi

“A vida ético-individual implica necessariamente uma responsabilidade histórico social nas decisões, nos comportamentos” – GYÖRGY LUKÁCS.

Sempre afirmamos e continuamos acreditando que o drama da experiência petista não pode se reduzir a uma dimensão moral, isto é, a um mero problema de traição ou abandono de valores resultantes do transformismo que se operou. Preferimos centrar nossa atenção no estudo do comportamento da classe trabalhadora e nas determinações materiais e históricas do ser da classe e sua consciência. Nesta direção o transformismo verificado nas direções correspondem a um determinando momento histórico, marcado pelo processo de reestruturação produtiva do capital e de derrota na luta de classes no plano internacional com o desfecho dramático das experiências de transição socialista operadas no século XX, em especial a soviética.

No entanto, há inegavelmente uma dimensão moral e ética nesta tragédia, na medida em que há decisões que são tomadas, caminhos que são escolhidos em detrimento de outros, valores abandonados e valores aceitos, pequenas e grandes traições. Ainda mais que isso, a inflexão política operada na direção da conciliação de classes e a consequente perda de autonomia dos trabalhadores, acaba por incidir num fenômeno mais amplo no que diz respeito a moralidade social e sua eticidade. Evidente que o petismo (que é responsável direto por muita coisa) não pode ser responsabilizado pelo conservadorismo presente na sociedade e suas manifestações mais grotescas com as quais nos deparamos hoje. As raízes do conservadorismo são outras. No entanto, as manifestações reacionárias que presenciamos e sua forma, em grande medida, devem ser compreendidas no quadro geral da luta de classes e da crise.

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A obsessão dos golpistas por Cuba, por Roberto Bitencourt da Silva

Por Roberto Bitencourt da Silva

Durante mais de um ano, em inúmeras manifestações favoráveis à destituição da presidente Dilma Rousseff, reacionários golpistas de diferentes quadrantes esbravejavam uma renitente palavra de ordem: “Vai pra Cuba!”.

A Cuba revolucionária, altiva e independente dos EUA consiste em uma verdadeira obsessão dos atores individuais e coletivos que, à essa altura do campeonato, refestelam-se com o êxito do golpismo.

Nos devaneios de suas mentalidades colonizadas, as direitas golpistas – localizadas seja nas instituições do Estado, seja na sociedade civil –, identificavam “comunismo” e “cubanização” do país, devido às tímidas medidas redistributivas do período Lula/Dilma.

Malgrado os governos do PT terem apenas aproveitado, com sensibilidade, a expansão dos preços e das vendas das commodities no mercado internacional para adotarem algumas ações que permitiam o aumento do consumo popular.

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A violação da soberania do voto, por Ana Maria Magalhães

Enviado por Roberto Bitencourt da Silva



Por Ana Maria Magalhães


Difícil expressar a avalanche de sentimentos que me assaltam. Tinha apenas 4 anos quando Getulio se suicidou. Foi um dia sombrio em nossa casa. Papai, o trabalhista e nacionalista Sergio Magalhães, decidiu se candidatar naquele ano e foi eleito deputado federal. O voto para nós era sagrado. Um meio democrático de escolher o melhor caminho que cada um pensava para o país. E eu sonhava que um dia poderia votar.

Depois veio o 11 de novembro para impedir a posse de Juscelino a quem a vida poupou o sentimento do medo. Conseguiu
 concluir o mandato em permanente luta conta os anti-democratas. Jânio foi eleito mas renunciou pressionado pelas mesmas forças que o elegeram. E mais uma tentativa de golpe por parte das Forças Armadas e da elite empresarial. Vencemos e Jango tomou posse, ainda que sob o regime parlamentarista. Leia mais »

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O golpe televisionado, por Roberto Bitencourt da Silva



Por Roberto Bitencourt da Silva

A presidente Dilma Rousseff (PT) tem mostrado segurança, clareza e dignidade nas respostas oferecidas aos senadores, na sessão de julgamento sobre o impeachment, que ora transcorre no Senado e é transmitido pela TV da casa legislativa.

De maneira firme e com propriedade, a presidente da República estabeleceu os contornos do golpe: perda do mandato sem crime de responsabilidade é arbítrio, violação constitucional, ruptura institucional.

Vai bem a presidente, apesar de a sabatina não demonstrar reversão do processo, cuja tendência está alinhavada há meses.

Nesse sentido, cumpre destacar que o padrão das indagações feitas pelos senadores adeptos da cassação do mandato presidencial demonstra, reiteradamente, apoio a um golpe de Estado parlamentar.

Por que está caracterizando-se um golpe?

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Comentários

01/11/2016 - 18:13

Maria Luisa, muito obrigado por essa dica de leitura de pesquisa. Parece muito interessante mesmo. Gdes abços.

01/11/2016 - 18:10

José, eu me atreveria apenas a dizer, em relação aos temas, programas, que a retomada da chamada questão nacional deve ser urgente. Só as esquerdas podem fazer isso, mas precisam mexer no vespeiro. Pensar e problematizar o perfil de inserção do Brasil na divisão internacional do trabalho, a nossa dependência e subalternidade semicolonial tecnológica e econômica do capitalismo central. Essa dimensão afeta todas as áreas e setores de atividades, implicando em retração de investimentos em educação, desemprego, subemprego, controle foraneo da vida nacional etc. Agora, do angulo organizacional, como havia escrito, precisa ser pensado e colocado em pra´tica de maneira coletiva. O problema é sério e espinhoso. Gdes abços.

05/04/2016 - 22:58

Prezado Marcelo,

Você tem toda razão. A informação relativa à premiação, que registrei no texto, está realmente equivocada, sendo observada por mim somente agora, por meio da sua pertinente intervenção. Pessoalmente não tenho como editar, depois de publicado, mas fica o registro de concordância com o seu esclarecimento, por fragilidade da informação/fonte que mobilizei. Agradeço bastante a correção e o esclarecimento.

Grandes abraços,

Roberto.

 

05/02/2016 - 17:49

Muito obrigado, Anna, pela dica do ótimo texto, sobre um pensador essencial. Grandes abraços.