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Formação Pós-doutor e doutor em História (UFF), mestre em Ciência Política (UFRJ)

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O “petismo” como problema moral, por Mauro Luis Iasi


 

Sugestão de Roberto Bitencourt da Silva

do site do PCB - Partido Comunista Brasileiro

O "petismo" como problema moral

Por Mauro Luis Iasi

“A vida ético-individual implica necessariamente uma responsabilidade histórico social nas decisões, nos comportamentos” – GYÖRGY LUKÁCS.

Sempre afirmamos e continuamos acreditando que o drama da experiência petista não pode se reduzir a uma dimensão moral, isto é, a um mero problema de traição ou abandono de valores resultantes do transformismo que se operou. Preferimos centrar nossa atenção no estudo do comportamento da classe trabalhadora e nas determinações materiais e históricas do ser da classe e sua consciência. Nesta direção o transformismo verificado nas direções correspondem a um determinando momento histórico, marcado pelo processo de reestruturação produtiva do capital e de derrota na luta de classes no plano internacional com o desfecho dramático das experiências de transição socialista operadas no século XX, em especial a soviética.

No entanto, há inegavelmente uma dimensão moral e ética nesta tragédia, na medida em que há decisões que são tomadas, caminhos que são escolhidos em detrimento de outros, valores abandonados e valores aceitos, pequenas e grandes traições. Ainda mais que isso, a inflexão política operada na direção da conciliação de classes e a consequente perda de autonomia dos trabalhadores, acaba por incidir num fenômeno mais amplo no que diz respeito a moralidade social e sua eticidade. Evidente que o petismo (que é responsável direto por muita coisa) não pode ser responsabilizado pelo conservadorismo presente na sociedade e suas manifestações mais grotescas com as quais nos deparamos hoje. As raízes do conservadorismo são outras. No entanto, as manifestações reacionárias que presenciamos e sua forma, em grande medida, devem ser compreendidas no quadro geral da luta de classes e da crise.

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A obsessão dos golpistas por Cuba, por Roberto Bitencourt da Silva

Por Roberto Bitencourt da Silva

Durante mais de um ano, em inúmeras manifestações favoráveis à destituição da presidente Dilma Rousseff, reacionários golpistas de diferentes quadrantes esbravejavam uma renitente palavra de ordem: “Vai pra Cuba!”.

A Cuba revolucionária, altiva e independente dos EUA consiste em uma verdadeira obsessão dos atores individuais e coletivos que, à essa altura do campeonato, refestelam-se com o êxito do golpismo.

Nos devaneios de suas mentalidades colonizadas, as direitas golpistas – localizadas seja nas instituições do Estado, seja na sociedade civil –, identificavam “comunismo” e “cubanização” do país, devido às tímidas medidas redistributivas do período Lula/Dilma.

Malgrado os governos do PT terem apenas aproveitado, com sensibilidade, a expansão dos preços e das vendas das commodities no mercado internacional para adotarem algumas ações que permitiam o aumento do consumo popular.

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A violação da soberania do voto, por Ana Maria Magalhães

Enviado por Roberto Bitencourt da Silva



Por Ana Maria Magalhães


Difícil expressar a avalanche de sentimentos que me assaltam. Tinha apenas 4 anos quando Getulio se suicidou. Foi um dia sombrio em nossa casa. Papai, o trabalhista e nacionalista Sergio Magalhães, decidiu se candidatar naquele ano e foi eleito deputado federal. O voto para nós era sagrado. Um meio democrático de escolher o melhor caminho que cada um pensava para o país. E eu sonhava que um dia poderia votar.

Depois veio o 11 de novembro para impedir a posse de Juscelino a quem a vida poupou o sentimento do medo. Conseguiu
 concluir o mandato em permanente luta conta os anti-democratas. Jânio foi eleito mas renunciou pressionado pelas mesmas forças que o elegeram. E mais uma tentativa de golpe por parte das Forças Armadas e da elite empresarial. Vencemos e Jango tomou posse, ainda que sob o regime parlamentarista. Leia mais »

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O golpe televisionado, por Roberto Bitencourt da Silva



Por Roberto Bitencourt da Silva

A presidente Dilma Rousseff (PT) tem mostrado segurança, clareza e dignidade nas respostas oferecidas aos senadores, na sessão de julgamento sobre o impeachment, que ora transcorre no Senado e é transmitido pela TV da casa legislativa.

De maneira firme e com propriedade, a presidente da República estabeleceu os contornos do golpe: perda do mandato sem crime de responsabilidade é arbítrio, violação constitucional, ruptura institucional.

Vai bem a presidente, apesar de a sabatina não demonstrar reversão do processo, cuja tendência está alinhavada há meses.

Nesse sentido, cumpre destacar que o padrão das indagações feitas pelos senadores adeptos da cassação do mandato presidencial demonstra, reiteradamente, apoio a um golpe de Estado parlamentar.

Por que está caracterizando-se um golpe?

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Movimentos sociais fazem acampamento em defesa da democracia e contra o golpe

Enviado por Roberto Bitencourt da Silva

Do MST

Manifestantes de todas as regiões do país chegam a Brasília a partir deste domingo (28) para participar do Acampamento Nacional em Defesa Democracia e dos Direitos, montado no estacionamento do Ginásio Nilson Nelson em Brasília.

Organizado pelas Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, o acampamento será o ponto de referência da resistência popular e terá uma programação até o encerramento do processo do impeachment no Senado, previsto para terminar no dia 30.

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Um enredo previsível



“Dizem por aí que os realistas só olham a parte má das coisas. Mas que querem? A parte boa da sociedade quase que não existe. De resto é bom a gente acostumar-se logo com as misérias da vida. É melhor do que o indivíduo, depois de mergulhado em pieguices, deparar com a verdade nua e crua” (Graciliano Ramos).

 

A sessão que ora transcorre no Senado para cassar o mandato da presidente Dilma Rousseff (PT) – é para cassar, não para julgar, muito menos avaliar o processo – caracteriza-se como mais um espetáculo dantesco. A hipocrisia dos parlamentares e demais personagens associados ao golpismo não tem limite. Nauseante.

A presidente Dilma está sendo defenestrada por uma verdadeira gangue, vende-pátria, autocrática, que despreza qualquer imagem de democracia, de respeito à vontade popular. Com todas as limitações do processo eleitoral brasileiro, se tem uma coisa que a maioria do eleitorado não apoiou e não apoia é um programa privatizante e de desmonte da nação. Leia mais »

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Um ícone a ser saudado: Fidel faz 90 anos, por Roberto Bitencourt da Silva



O aposentado comandante Fidel Castro Ruz completa 90 anos de idade, em 13 de agosto. Convenhamos, o aniversário do líder cubano corresponde a um acontecimento que merece ser saudado. Um bom motivo, também, para a reflexão política sobre a América Latina.  

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Filho de João Goulart propõe a realização de plebiscito

por Roberto Bitencourt da Silva

João Vicente Goulart, filho do ex-presidente João Goulart, está envolvido com a pregação a favor de um plesbiscito que permita a realização de novas eleições para a Presidência e a Vice-Presidência da República.

O apelo em torno do plebiscito defende o resgate da soberania política e eleitoral do povo brasileiro, por conta da "usurpação da democracia em nossa país", e questiona o "entreguismo" do governo Temer, que está comprometendo as "riquezas do país em tão curto tempo".

A campanha promovida pelo filho do ex-presidente Jango está apoiada no projeto de decreto legislativo no. 16, de 2016, do Senado Federal. O projeto parlamentar é assinado, entre outros, pelos senadores Randolfe Rodrigues (Rede), Roberto Requião (PMDB), Cristóvam Buarque (PPS) e Vanessa Graziottin (PC do B). Leia mais »

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O PDT morreu, mas o brizolismo está vivo

Por Roberto Bitencourt da Silva



Na segunda-feira (25/07) o PDT fluminense lançou o nome da deputada estadual Cidinha Campos como candidata a vice-prefeita, para compor a chapa eleitoral com o deputado federal Pedro Paulo (PMDB), que concorre à Prefeitura carioca.

Pedro Paulo é tido como fiel escudeiro do prefeito Eduardo Paes (PMDB) e, há meses, tem sido apresentado como nome de continuidade da administração pemedebista.

A aliança do PDT com o candidato de Paes surpreendeu a muitos no Rio de Janeiro. Virou voz corrente que “Brizola deve estar se revirando no caixão”.

Isso não tenho condições de saber. O que sei é que não espanta esse mais novo capítulo da degradação do antigo partido do ex-governador Leonel Brizola.   

Há anos o PDT converteu-se em mero satélite do PMDB, oferecendo estreito apoio parlamentar e ocupando cargos nos governos do estado do Rio de Janeiro e da capital.

Está muito à vontade e enfronhado na orientação elitista e empresarial dos governos capitaneados pelo PMDB no estado. Leia mais »

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Venda do controle da BR é início da privatização da Petrobras, diz AEPET

 
Jornal GGN - A Associação dos Engenheiros da Petrobras afirmou que a venda do controle da BR Distribuidora é "o início do desmonte e privatização da Petrobras". Em nota oficial, a AEPET disse que as justificativas apresentadas pelo Conselho de Administração da estatal, que seria uma forma de reduzir a dívida de R$ 450 bilhões da estatal, "não se sustentam".
 
Os engenheiros explicam que o problema da dívida já está sendo resolvido, com extensão de prazos e empréstimos com contrapartida na produção de petróleo. "A Petrobrás tem reservas e novas plataformas entrando em operação, vantagem estratégica na relação com credores e países dependentes de petróleo importado. A recente desvalorização do dólar, com a recuperação do preço do barril de petróleo e a valorização do real já fez mais para a solução da dívida do que a venda de ativos", publicaram.
 
Além de denunciar o desmonte da estatal brasileira, com o início da venda do controle da BR, a Associação afirma que o "Brasil corre o risco de entrar em novo ciclo do tipo colonial", diante do cenário de desintegração e a entrega do pré-sal. "O fim do regime de partilha, maximizando a riqueza do petróleo para o Estado brasileiro, completará o quadro, transferindo a propriedade do petróleo para o consórcio das empresas produtoras. Nenhum país se desenvolveu exportando petróleo por multinacionais", completou.
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Elogio a Glauber Rocha, por Nildo Ouriques

Enviado por Roberto Bitencourt da Silva

Por Nildo Ouriques

De seu blog



Quando vi por primeira vez aquela parte do documentário realizado por Silvio Tendler chamado Glauber labirinto do Brasil, no qual Darcy Ribeiro faz eloquente discurso em homenagem ao amigo morto, julguei apressadamente que, talvez, se tratasse do tradicional exagero que costuma acompanhar uma perda definitiva. Darcy dizia ser Glauber o "mais indignado" de toda uma geração, um sujeito que oscilava "entre a esperança e o desespero" porque o Brasil nunca realizava nossas imensas possibilidades.

 Aquele pungente discurso de Darcy me tocou profundamente. Após ver e revê-lo muitas vezes, guardei a cena como quem guarda um trecho decisivo de um autor importante ou ainda o verso de poema triste como aquele de Cesar Vallejo, à disposição da memória para ilustrar uma situação real. (Me moriré en Paris con aguacero, un día del cual tengo ya el recuerdo. Me moriré en París - y no me corro - tal vez un jueves, como es hoy, de otoño") Na semana passada encontrei num sebo de Salvador - o Sebo do Brandão - um velho e preservado exemplar do livro Revolução do Cinema Novo (1981) de Glauber. Estou lendo aos pedaços, na verdade aos saltos, movido pelas sacadas sucessivas do gênio baiano que surgem a cada página. A oralidade da escrita é insuperável, Não conheci alguém capaz de afirmar seu estilo com tanta força. Pode-se imaginar Glauber falando, feito vulcão, convincente, profundo, seguro, profético.  

Alguém poderá afirmar tardia minha descoberta. É fato. Eu devo a Gilberto Vasconcellos a insistência sobre a estética de Glauber, de quem já tinha visto todos os filmes sem perceber a grandeza e profundidade do fenômeno. Enviei a Giba quase tudo de Ludovico Silva e alertei à ele sobre Gunder Frank e Marini. Na boa, nada de troca desigual entre nós. Troca de equivalentes. Mas Glauber tem algo de muito especial. É síntese potente entre política e cultura.  

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O “príncipe eletrônico”: a Globo contra o Povo Brasileiro em dois atos

Por Roberto Bitencourt da Silva


Octavio Ianni enxergava longe

Inspirado nas ideias dos pensadores Nicolau Maquiavel e Antonio Gramsci, o grande sociólogo brasileiro Octavio Ianni cunhou, ao final do século passado, a expressão “príncipe eletrônico”.

Então envolvido com os seus estudos relativos aos processos da globalização – isto é, a expansão da civilização capitalista no mundo, após o fim da guerra fria –, Ianni apropriou-se e redesenhou a figura meio mítica, meio conceitual do “príncipe”.

Para o antigo filósofo florentino, o “príncipe” referia-se a um líder individualizado, condutor de vontades e eventual construtor de estados. Na perspectiva bem posterior de Gramsci, o “príncipe” consistia em singular ator coletivo: o partido político.

Das reflexões de ambos, Octavio Ianni, em contexto histórico que nos é mais próximo, salientava o papel desempenhado pelos conglomerados de comunicação, enquanto principais agentes formuladores de ideias e galvanizadores de vontades mundo afora.

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Defesa e acusação sobre o "Escola Sem Partido", por Aluizio Alves Filho

Enviado por Roberto Bitencourt da Silva

Considerações do experiente professor, sociólogo e cientista político Aluizio Alves Filho em torno do debate promovido pelo canal Futura, esta semana, acerca do projeto “Escola sem partido”. O debate envolveu o professor Fernando de Araujo Penna, da Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense, e o advogado Miguel Naggib, autor do projeto “Escola Sem Partido”

Por Aluizio Alves Filho

O professor Fernando Penna, contrário ao projeto “Escola sem partido”, falava pausadamente e valendo-se de argumentação racionalmente fundamentada para defender o seu ponto de vista. A argumentação era típica e usual por professores experientes, colocando pontos que dão margem para o diálogo, como propôs Paulo Freire.

Durante a sua exposição acompanhei a reação do defensor do “Escola sem partido”: semblante fechado, as pernas balançando nervosamente, sinais típicos de insegurança e ansiedade. Se fosse um educador, com manejo de sala de aula, saberia disso.

Mas não é, como deixa claro, pois começa a falar esbravejando, dizendo que não é educador e que Paulo Freire “não entendia nada de Direito Constitucional”. Deduzo daí tratar-se da fala de um advogado constitucionalista e, a considerar suas palavras iniciais, que não entende nada de pedagogia, nem de educação.

Interessante um advogado confessar que não entende do assunto que está tratando para condenar Freire, que, ao que eu saiba, nunca falou em Direito Constitucional limitando-se a produzir na área de sua competência. Competência que é reconhecida pelos pares, nacional e internacionalmente.

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O projeto “escola sem partido” e as incoerências das direitas



Por Roberto Bitencourt da Silva

Muitos personagens individuais e coletivos têm se manifestado com bastante propriedade acerca do projeto de lei do Senado no. 193, de 2016. De autoria do senador Magno Malta (PR-ES), o projeto é conhecido como “escola sem partido” (1). Trata-se de uma excrescência autoritária e obscurantista.

O projeto legislativo visa suspender a liberdade de pensamento e a autonomia pedagógica no ambiente escolar. O seu próprio nome de “batismo” é destituído de sentido, já que sugere a absurda ideia de que as escolas e as universidades estão sob o controle de partidos políticos, especialmente de esquerda.

Um projeto dessa natureza é que se propõe a partidarizar, direta ou indiretamente, a educação brasileira.

Contudo, um dos aspectos que mais chamam a atenção na retórica e nas iniciativas dos respectivos apoiadores do projeto é, precisamente, o uso irrestrito e abusivo da liberdade de pensamento.

Consiste em um caso curioso no panorama das direitas brasileiras de nossos dias. Sempre ciosas na mobilização de categorias como “mérito” e “competência”, praticamente não se tem notícias de professores que apoiem o tal projeto.

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A Eletrobras sob o risco da privatização, por Roberto Bitencourt

Por Roberto Bitencourt da Silva*

“Quis criar a liberdade nacional na potencialização das nossas riquezas através da Petrobras, mal começa esta a funcionar, a onda de agitação se avoluma. A Eletrobras foi obstaculada até o desespero. Não querem que o trabalhador seja livre. Não querem que o povo seja independente” (Carta-Testamento do Presidente Getúlio Vargas).

Importância estratégica e um pouco de história

A Eletrobras é uma empresa estratégica para o Brasil. Ela é fundamental para o domínio e a formação técnico-científica nacional e para a tomada de decisões soberanas sobre o desenvolvimento. Igualmente decisiva para o controle e o uso nacional dos nossos excedentes econômicos.

De acordo com os dados disponibilizados pelo relatório de sustentabilidade da estatal de 2014, a Eletrobras é, em nossos dias, “a maior companhia de capital aberto do setor de energia elétrica da América Latina” (1).

Atuando na geração, na distribuição, na transmissão e na comercialização por meio de 16 empresas, a Eletrobras possui uma participação, majoritária, de 33% da capacidade de geração de energia elétrica do país. Responde por 48% do total de transmissão de energia e, na distribuição, “cobre uma área correspondente a 31% do território brasileiro”.

A história da formação desse gigante nacional envolveu muitos atores sociais e políticos, individuais e coletivos, civis e militares, bem como diferentes lutas do povo brasileiro a favor da emancipação econômica em relação aos espoliativos grupos estrangeiros.

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