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imagem de Roberto Bitencourt da Silva
Formação Pós-doutor e doutor em História (UFF), mestre em Ciência Política (UFRJ)

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Aumento do salário mínimo na Venezuela é 50% maior que a inflação em 2015

Reportagem do Diário Liberdade.

Este ano, o governo venezuelano aumentou em 137% o salário mínimo, 57% mais alto do que a inflação prevista para 2015, de 80%.

O salário mínimo teve seu quarto aumento no ano anunciado na última quinta-feira (15) pelo presidente Nicolás Maduro. O novo incremento foi de 30%, subindo de 7.421,66 para 9.649 bolívares (R$ 5.885,89). Leia mais »

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As esquerdas precisam recolher lições dos grandes mestres, por Roberto Bitencourt

Por Roberto Bitencourt da Silva

A crise de legitimidade do sistema representativo brasileiro é por demais evidente para me estender sobre o assunto. Vale apenas frisar o acentuado processo de erosão da credibilidade das práticas e das instituições políticas, que envolvem um contumaz desapreço dos principais partidos políticos pelas promessas de campanha e pelas suas próprias diretrizes programáticas e origens formativas. A maioria esmagadora dos organismos partidários mal disfarça sua vocação exclusivamente talhada no negocismo da transação lucrativa sobre a coisa pública.

Um fenômeno que consiste em uma importante variável da crise política em vigor. Especificamente no tocante ao PT, um longo processo de diluição de ideias e propostas de natureza esquerdista tem culminado, atualmente, no mais absoluto distanciamento do governo federal em relação a quaisquer laivos de atenção às suas pretensas bases sociais.

A indiferenciação do PT em face dos partidos liberal-conservadores torna-se a cada dia mais saliente, não deixando de dar sua cota de contribuição para a perda de legitimidade do sistema político. Antigo vetor da esperança de um país mais justo e soberano, o PT tem colaborado para desvanecê-la de vez.

Gostemos ou não, por conta da hegemonia alcançada nas últimas décadas entre as forças progressistas e esquerdistas, o anoitecer do PT compromete e desgasta a imagem de todos os setores sociais e partidários associados a uma cosmovisão de esquerda. Uma poderosa máquina midiática não deixa de operar diuturnamente com a desqualificação de movimentos sociais, sindicatos e partidos. Guardem ou não relação com o petismo.

Nesse sentido, levando em conta a experiência petista de governo desde 2003, os segmentos partidários e sociais de esquerda precisam recolher alguns ensinamentos e arregaçar as mangas, de modo a dialogar com as classes trabalhadoras, populares e médias, tendo em vista a construção de um projeto alternativo de nação.

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Um ministro "compatível"com o status da ciência e tecnologia no Brasil

Por Roberto Bitencourt da Silva

Sobre o novo ministro da Ciência e Tecnologia, sr. Celso Pancera, classificado como o "pau mandado do Cunha", pelo noticário da grande imprensa, convenhamos, não há muita surpresa em sua indicação. Nem me refiro às eventuais e controversas experiências na seara política do novo ministro peemedebista. Basta lembrar o seguinte: a economia brasileira entrou há cerca de duas décadas em um processo acentuado de desnacionalização e desindustrialização.

A indústria corresponde a algo em torno de 10% do PIB nacional. Quase 50% dela é de propriedade forânea, sobretudo nos ramos portadores de maior dominio técnico-científico e de capital. Isso quer dizer que grossa parte dos empregos gerados no país são de baixa densidade educacional e precários, do ponto de vista da seguridade social e trabalhista.

O novo ministro, aqui no Rio, foi durante um par de tempo, até o ano passado, presidente da Fundação de Apoio à Escola Técnica do Estado do Rio de Janeiro - Faetec. Notabilizou-se por privilegiar a oferta de cursos de curta duração, com a alegada intenção de dar suporte ao mercado de trabalho, à qualificação dos trabalhadores.

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"Não aguento mais o FHC", por Valter Duarte Ferreira Filho

Enviado por Roberto Bitencourt da Silva

Do Facebook de Valter Duarte Ferreira Filho (1)

Não aguento mais o FHC. Como é que pode um sociólogo que foi relator da Constituição de 1988 e presidente do país em dois mandatos mostrar ignorância a respeito dos motivos para “impeachment” de presidente, em especial por crime de responsabilidade?


Na entrevista publicada ontem na Folha de São Paulo (2), FHC disse que “o impeachment depende de você ter uma argumentação convincente, não só para o Congresso, mas para o povo”. Desse modo, embora isso tenha certa procedência, fala apenas na importância da representação no sentido sociológico do “impeachment” e não nas suas razões constitucionais.

Assim, ignora também que está propondo um caminho golpista. Será que mesmo no seu estreito maniqueísmo político (democracia, bem – ditadura, mal) não consegue ver isso? Será que pensa que “impeachment” não passa de questão de ter ou não ter uma boa retórica para o Congresso e para o povo de modo a executar um golpe sem armas?
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Rio de Janeiro: uma cidade a cada dia mais partida, por Roberto Bitencourt da Silva

Por Roberto Bitencourt da Silva

Primeiro escravizaram os antepassados. No mesmo compasso estupraram as suas mulheres, que deram crias negras e morenas. Mais braços para a lavoura, as minas e a geração de riqueza canalizada para o colonizador e o fazendeirão.

Mais tarde "libertaram" o escravo sem o correspondente acesso à terra. Adiante, com as terras concentradas, foram adotados maquinários no campo. Resultou disso a expulsão do meio rural, com um processo massificado e marginalizado de urbanização. Sem acesso à moradia. Criaram-se as “latolândias”, como designava o trabalhista Alberto Pasqualini às favelas, paridas do ventre da injustiça social e da espoliação capitalista.

Mora(ra)m sob o improviso e a precariedade. Foram e são chamados de "criminosos". Ao menos, potencialmente assim vistos. Na cidade não foram nem são concebidos como gente. Não tem empregos regulares e com garantias mínimas. O setor produtivo, preenchido por multinacionais ou por empresas nacionais que importam equipamentos e máquinas, não absorvem a contento a força de trabalho. Nem de longe.

Vivem de bico e trabalho irregular. São tidos como "camelôs e biscateiros marginais". Mal têm acesso à escola, por que não há emprego minimamente qualificado no horizonte. Gente descartável, sobrante. Classificados, frequentemente, como "criminosos" e "suspeitos" de "banditismo", as suas áreas de moradia são ocupadas pela polícia. As célebres UPPs.

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Histórico discurso de Leonel Brizola na resistência ao golpe de 1964

Por Roberto Bitencourt da Silva

Um histórico discurso pronunciado por Leonel Brizola, nos primeiros dias de abril de 1964, em Porto Alegre-RS, está disponível no Youtube. Em frente à Prefeitura porto-alegrense, contando com a transmissão da “Rádio Nacional da Legalidade”, e acompanhado por dois correligionários trabalhistas – o deputado federal Wilson Vargas e o representante da mocidade do partido (PTB), Claudio (inaudível) Rocha –, o então deputado federal Brizola preconizava a resistência popular e de frações militares nacionalistas ao golpe militar-empresarial que marchava aceleradamente.

Tentava-se reeditar a campanha da Legalidade de 1961, que assegurou a posse de João Goulart na Presidência. Brizola assinalava a importância da greve geral na Guanabara (atual cidade do Rio de Janeiro), assim como preconizava a mesma medida para as classes trabalhadoras de São Paulo, contra a “tentativa de golpe” dos “gorilas”, das “oligarquias” e do “capitalismo internacional”.

Ademais, saudava a colaboração do 3º Exército e apelava aos sargentos, aos fuzileiros navais e ao almirante Aragão, para a resistência contra a “ação criminosa” de uma “minoria” e do “Governador Carlos Lacerda”. Pedia igualmente a João Goulart que não renunciasse ao cargo e à resistência. Discursos dramáticos de Brizola e dos seus companheiros trabalhistas, norteados por valores nacionalistas e anti-imperialistas.

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Darcy Ribeiro, na visão de Gilberto Vasconcellos: pensador rebelde e anti-imperialista

Por Roberto Bitencourt da Silva

“O que notabiliza Darcy é o esforço em construir uma teoria do Brasil e da América Latina que não fosse eurocêntrica”.

 “O antagonismo entre Terceiro Mundo e imperialismo é mais presente do que o conflito entre camadas assalariadas e patronais nas nações avançadas”.

“Os brasileiros vivem de um projeto alheio: desde os senhores escravistas aos gerentes das multinacionais”.

Informações sobre o livro:

Gilberto Felisberto Vasconcellos. “Darcy Ribeiro: a razão iracunda”. Florianópolis: UFSC, 2015, 258 p.


Recém-lançado pela editora da Universidade Federal de Santa Catarina, o livro “Darcy Ribeiro: a razão iracunda” revela um empreendimento intelectual difícil, mas sobremodo importante: analisa diferentes aspectos do pensamento social e político de Darcy Ribeiro – antropólogo, educador, estadista e “fazedor de universidades e escolas”. Uma tarefa seguramente complicada e hercúlea, haja vista a extensa produção bibliográfica do personagem, assim como as suas múltiplas facetas na vida pública e acadêmica.

O autor é Gilberto Felisberto Vasconcellos, sociólogo, jornalista e professor da Universidade Federal de Juiz de Fora. Articulista de “Caros Amigos”, cunhou há anos a expressão “petucanismo”, uma provocativa palavra que visa identificar simetrias entre as cosmovisões políticas de PT e PSDB. Muito além de uma polarização entre os dois partidos hegemônicos das últimas décadas, Vasconcellos tem procurado explorar questões e problemas nacionais comumente desprezados pelo “petucanismo”, um fenômeno político adepto da solução dependente e subalterna do Brasil ao capital internacional.

Nesse sentido, se você compreende o Brasil dividido entre “coxinhas” e “petralhas” sugiro parar a leitura por aqui. Tanto o autor, quanto o personagem submetido ao rigoroso estudo, compartilham ideias e categorias de percepção sobre o Brasil que nenhuma relação guardam com a encarniçada – e cada vez mais indistinguível – controvérsia entre as agremiações políticas nascidas na São Paulo das multinacionais.

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Pezão e o elitismo racista no Rio de Janeiro

Neste fim de semana, o governo estadual do Rio de Janeiro adotou medidas que chocaram a diferentes setores da população. A Polícia Militar fez operações em áreas da zona sul carioca, parando ônibus e detendo jovens, menores de idade, oriundos de favelas e demais áreas do subúrbio carioca, que tinham as praias como destino (1).

Alguns jovens foram encaminhados ao Centro Integrado de Atendimento à Criança e ao Adolescente (Ciaca). A alegação oferecida pelo governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) é que a ação policial visava “impedir crimes, como os arrastões”. Ao que tudo indica, o ficcional futuro projetado pelo filme “Minority Report” está se desenhando no Rio de Janeiro.

A arbitrariedade das ações e a pseudojustificativa apresentada pelo governador dão uma amostra da cosmovisão de sociedade esposada pela trupe peemedebista. Uma cidade em que negros e pobres são concebidos enquanto criminosos potenciais e que o direito de ir e vir, uma dimensão elementar dos direitos individuais e do direito à cidade, é tolhido por uma perspectiva elitista e racista de sociedade. Leia mais »

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Movimentos sociais mobilizam-se por direitos e pela democracia

Por Roberto Bitencourt da Silva

A manifestação a ser promovida, hoje (20/08), pelos movimentos sociais tem como eixo a bandeira "Mais Democracia e Mais Direitos". Envolve o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, a Central Única dos Trabalhadores, a Federação Única dos Petroleiros, entre outros organismos coletivos populares, apresentando a pauta de demandas abaixo destacada:

– Defesa da legalidade democrática e do Estado de direito.

– Reforma tributária progressiva, com taxação das grandes fortunas e do patrimônio.

– Defesa da Petrobras, do sistema de partilha do pré-sal e da soberania nacional.

– Defesa dos direitos dos trabalhadores, do emprego e dos salários, contra a terceirização.

– Mais democracia e mais direitos.

Afirmam os organizadores que o protesto nacional se destina tanto a um posicionamento contra o golpismo reacionário, quanto a questionar as iniciativas e a agenda liberal-conservadora do governo federal. Sem lugar à dúvida, norteados por tais intenções, os protestos dos movimentos sociais vêm em boa hora.

Não sou petista, nunca fui, não me agrada um governo débil, que tem a capacidade de pôr para escanteio a tímida plataforma eleitoral do ano passado. Um governo que já sofreu uma espécie de golpe branco, como alguns oportunamente têm analisado, ao assimilar a agenda extremamente conservadora dos adversários situados mais à direita ainda.

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Protestos conservadores: entre o hilário e o trágico, por Roberto Bitencourt da Silva

Neste domingo, uma vez mais, desencadearam-se os protestos dos setores conservadores, envolvendo especialmente estratos médios da sociedade. Eles têm um quê de hilário e folclórico. Têm refletido apelos políticos e morais inconsistentes, que mal conseguem formular uma frase dotada de sentido racional.

O sentimento de ódio prevalece e embota a capacidade de percepção sobre o País e os seus problemas. Balbucios de críticas e de propósitos políticos predominam, sem um mínimo de consideração à lógica e ao bom senso.

Garantir privilégios, ou pretensos privilégios, de classe ou estratos de classe dão certa tônica aos protestos, associado a uma cosmovisão social, política e econômica despudoradamente excludente. Não raro, protestos que também desconsideram as próprias e boas normas do nosso idioma.

Igualmente, tais protestos expressam uma dimensão trágica. Revelam o poder de influência dos conglomerados de mídia nas sensibilidades e nos comportamentos coletivos. Uma “escola paralela”, como diriam Paulo Freire e Sérgio Magalhães, nos idos dos anos 1980.

Uma “escola” que se sobrepõe, coloca para escanteio a educação formal/escolar e hoje defende estritamente uma agenda negativa para o Brasil. Mira um retrocesso em relação às parcas conquistas alcançadas nas últimas décadas, como a recente eliminação da fome e os direitos sociais garantidos na Constituição de 1988, além de direitos assegurados remotamente, como a legislação trabalhista.

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Quem diria: PT e PSDB incorporam a “maldição populista”

Quem diria: PT e PSDB incorporam a “maldição populista”

por Roberto Bitencourt da Silva

O “populismo” é um conceito sociológico, político e econômico demasiadamente controverso. Inúmeras e diversificadas abordagens teóricas, no curso de décadas, têm procurado identificar características e oferecer um sentido para esse termo linguístico, de largo uso nos meios jornalísticos, políticos e acadêmicos. Uma tarefa inglória e, não raro, improdutiva.

O conceito de “populismo” tem se prestado muito mais como um recurso desqualificatório do que um instrumento propriamente de análise. Para o que nos importa, em particular, serve como uma via para iluminar determinadas contradições políticas da encarniçada polarização PT/PSDB. Contudo, cada vez mais destituída de sentido.

Por conta da projeção alcançada pelos estudos da sociologia uspiana, nos anos 1960-70, o “populismo” foi uma palavra que “pegou” no jargão intelectual e político do país. Tomava por foco críticas dirigidas ao trabalhismo e ao comunismo do pré-1964, entre outros, ao estatismo, ao nacionalismo e ao anti-imperialismo destas correntes políticas.

O PT, em seu nascedouro e anos a fio, folgadamente mobilizava a categoria “populismo” visando demarcar, para si, um pretenso caráter politicamente “inovador” e “autêntico” no campo das esquerdas brasileiras. O comunismo do velho PCB e o trabalhismo brizolista e janguista postos na lata do lixo histórico.

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O governo Dilma, as direitas fascistas e as esquerdas, por Roberto Bitencourt da Silva

Nunca vi, nem jamais li algo parecido com o que se passa no governo da sra. Dilma Rousseff. Uma presidente sem vontade de governo, sem projeto algum de País. Um governo e um partido (PT) subservientes àqueles que querem varrê-los da cena pública, por permitir umas parcas, tímidas, mas reais melhorias sociais nos últimos anos.

O governo federal e o PT acenam para o PSDB, elogiam as organizações Globo, lançam os juros lá em cima, adotam um ajuste fiscal que incide especialmente sobre as classes médias e populares. Um caso estranhíssimo de desistência – e ainda precoce! – do governo e de abandono da plataforma eleitoral, mesmo que bastante acanhada.

As direitas mais empedernidas, partidárias ou não, são diversificadas. Têm no PSDB um dos sujeitos coletivos que participa da linha de frente do golpismo. Tais direitas, que envolvem diferentes estratos sociais e uma cosmovisão que sinaliza para um liberalismo econômico extremado e uma percepção política fascistóide, não possuem uma pauta clara. São ”contra a corrupção”, na esteira da agenda dos meios massivos de comunicação. O foco que galvaniza as sensibilidades destes setores é “acabar com o PT”, o seu “bolivarianismo”, “comunismo”.

Parece piada, mas não é. Trata-se de um caso muito curioso, já que o PT tem se revelado um gestor "eficiente" do periférico capitalismo brasileiro. Tem combinado acolhimento acrítico e irrestrito de investimentos externos, medidas privatizantes, estímulos à exportação de bens primários, com incentivos à expansão do mercado interno, via programas sociais compensatórios e realização de grandes obras para eventos e moradia. Para qualquer pessoa minimamente razoável, de "socialismo", “comunismo” nem lembrança. Mas, para as direitas fascistóides, servem como demônios a serem “exorcizados” no Brasil.

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Carta de Fidel a Alexis Tsipras, primeiro-ministro grego

Do Diário Liberdade.
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Sobre golpismos e parlamentarismo

Desde o início do ano o país encontra-se envolvido pela sombra do golpismo. Retóricas oriundas dos mais diferentes quadrantes políticos mobilizam argumentos e símbolos que denotam ora uma volúpia golpista, ora uma acentuada preocupação com eventual ruptura das frágeis instituições e das tímidas práticas democráticas existentes.

Setores flagrantemente conservadores, norteados por uma cosmovisão economicamente liberal, entreguista, em regra caminhando na esteira da agenda construída pelo oligopólio da mídia, reclamam o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).

No horizonte das suas aspirações está a exclusão do PT e de qualquer segmento social ou organismo partidário, pauta ou símbolo que ao menos lembrem o universo das esquerdas. Um golpismo cujos ingredientes seriam uma rigorosa disciplina e o silêncio impostos às classes trabalhadoras, populares e medianas. O Brasil conhece muito bem essa história. Leia mais »

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EUA repetem na Venezuela a guerra econômica executada contra Allende

do Diário Liberdade

EUA repetem na Venezuela a guerra econômica que executaram contra Allende no Chile

A guerra econômica executada na Venezuela desde 2013, por parte da direita apoiada pelo governo dos EUA, que inclui desestabilização, estocamento, especulação e contrabando de extração, tem como objetivo repetir no país o ocorrido contra Salvador Allende quando o Chile sofreu um golpe de Estado em 1973, após promover a escassez e a carência da população.

Arquivos desclassificados em 2003 revelaram que, em 1970, o então presidente dos EUA Richard Nixon deu instruções para promover um golpe de Estado que impedisse a posse de Allende ou que fosse derrubado em seus primeiros dias de governo, recorda o jornalista venezuelano Eleazar Díaz Rangel, ao traçar um paralelo entre o que ocorreu no Chile de Allende e o que acontece atualmente na Venezuela de Maduro, em sua coluna no diário Últimas Notícias. Leia mais »

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