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CONTEÚDOS DO USUÁRIO

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Entre pai e filho

elefante

Hoje, não preciso mais falar do meu pai.

Já não faz sentido.

Resta carregá-lo no meu peito todo sentido.

Presente e recôndito.

Tampouco, falar do meu filho tem sentido.

Basta guardar nos meus olhos um menino refletido.

Mas há que ver o pai que há no meu filho convertido

e, entre esses dois homens repartido,

buscar para mim ainda algum sentido.

 

PS: Oficina de Concertos Gerais e Poesia de pai para filho como um mal hereditário.

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Stairway to Haven solo para piano e guitarra

Sugestão de Sergio Saraiva

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Prometê-lo acorrentado

 

Amar é lo

não se caber e cabelo,

a tudo que pesa dê-lo

e a cara-a-cara melo.

Do lado de camelo,

me rastelo a um mundo

para lê-lo. Meu casta elo.

Tê-lo e me tê-lo o mar tê-lo.

A todo a pelo o entorno zelo.

E então, basta ao coto vê-lo,

para sê-lo assim tão sim gelo.

 

PS: Oficina de Concertos Gerais e Poesiapó da china e chá de cogumelo

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O auxílio luxuoso de um pandeiro

Se a gente falasse menos, talvez compreendesse mais - Luis Melodia 

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A primeira vítima de todas as guerras, por Sergio Saraiva

Em uma guerra, a primeira vítima é a verdade.

A primeira vítima de todas as guerras

por Sergio Saraiva

Essa lei cruel de todas as guerras pode ser comprovada na forma como a Folha de São Paulo noticia o ocorrido na Venezuela; onde, em resistência às eleições para a assembléia constituinte, realizadas em 30 de julho de 2017, grupos de oposição ao governo Maduro cometeram um ato terrorista contra as forças policiais. 

Fato documentado em vídeo.

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Moro - o óbvio, por Sergio Saraiva

Ninguém acusa o juiz Moro de ser sofisticado em seus raciocínios – é certo. Tampouco a entrevista concedida ao autodenominado “grupo internacional de jornalismo colaborativo Investiga Lava Jato" poderá ser utilizada como prova de sua força argumentativa.

Moro e Aécio

Moro - o óbvio, por Sergio Saraiva

E, diga-se de passagem, igualmente, o que a Folha traz na sua edição de 30 de julho de 2017 não mostra que os jornalistas do tal grupo tenham feito qualquer força para tirar do juiz declarações que demonstrassem o contrário.

A bem da verdade, quando se espreme o conteúdo da entrevista, mais uma vez, está lá o juiz Moro se justificando de suas decisões.

Tal qual quando é questionado sobre as provas utilizadas na condenação do ex-presidente Lula.  Moro inicia afirmando que tudo está na sentença e que não fará comentários. E, em seguida, comenta. Melhor teria feito se ficasse na declaração padrão: “tudo que tinha para ser dito está nos autos”.

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Ordem do dia: todo poder emana do povo, por Sergio Saraiva

“Está nas mãos dos cidadãos brasileiros a oportunidade de, nas eleições de 2018, sinalizar o rumo a ser seguido”. Sob a discreta tutela dos generais. 

General Villas Bôas

Ordem do dia: todo poder emana do povo

por Sergio Saraiva

entrevista do comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, para a Folha de 29 de julho de 2017, merece uma análise cuidadosa. E uma dolorosa reflexão.

A começar pelo tempo investido para que as respostas fossem elaboradas – 23 dias desde o recebimento das perguntas. Não é de se crer que um comandante e uma pessoa tal qual se mostra ser o general Villas Bôas fizesse o jornal esperar por mais de três semanas em função de desinteresse ou indelicadeza - não. Logo, resta a conclusão de que as respostas foram muito bem pensadas antes de serem dadas.

Outra característica que salta aos olhos, quando lemos a entrevista, é o cuidado de contextualizar cada resposta. Mas cuidar também para que cada resposta contivesse, na maioria das vezes, uma frase conclusiva que não deixasse dúvidas de como pensam as Forças Armadas sobre a questão suscitada.

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Professor paulista: serviço de doido, por Sergio Saraiva

A Folha de São Paulo de 24 de julho de 2017 traz uma matéria que traça um diagnóstico preocupante dos impactos da precariedade do trabalho docente para a educação pública de São Paulo. Mas foi preciso reescreve-la, para mostrar isso.

Folha24jul

Professor paulista: serviço de doido

por Sergio Saraiva

Um estado de epidemia é o que se pode concluir quando se considera o índice de absenteísmo dos professores da redes públicas – municipal e estadual – no Estado de São Paulo.

Cada professor das redes públicas de ensino do Estado de São Paulo registra, em média, 30 dias de ausência das escolas em um ano e o principal motivo é o volume de licenças médicas. Especialmente na capital, licenças médicas (afastamentos com mais de 15 dias) representam 60% das ausências, A média de outras prefeituras do Estado é de 39%.

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Tudo bem no ano que vem: feliz 1930, por Sergio Saraiva

O que será que será que andam combinando no breu das tocas?

1930

Tudo bem no ano que vem: feliz 1930

por Sergio Saraiva

Muito se tem discutido sobre os desdobramentos que terá no TRF – Tribunal Regional Federal – da 4ª Região a condenação de Lula. Colhi, ao acaso, quatro comentários e, como está na moda, fui ouvir Chico Buarque:

Do presidente do TRF respondendo a questionamento a respeito dos prazos de tramitação do processo de Lula. Esse dado é crucial já que, a depender de mais célere ou mais lenta, há possibilidades de Lula ser preso e impedido de concorrer e até de concorrer e, sendo eleito, tomar posse.

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Tríplex 164 A: o jornalismo declaratório prova a inocência de Lula, por Sergio Saraiva

Como uma reportagem do Globo de 2010 sofreu releituras sucessivas até transformar-se em "prova" para a condenação de Lula.

tríplex

Tríplex 164 A: o jornalismo declaratório prova a inocência de Lula

por Sergio Saraiva

Não foi intencional – por certo ao contrário -  mas o artigo da Folha de 16 de julho de 2017 onde o jornal busca contar a ”história do tríplex do Lula” acaba por demonstrar as inconsistências na condenação de Lula.

O artigo traz uma cronologia da condenação de Lula tomando como base o tríplex do Guarujá. Mas, quando do artigo se exclui o que é apenas declaratório, nada sobra. Nem provas, nem convicção – somente declarações. E uma reportagem do Globo como o fio condutor de toda a argumentação que levou à condenação de Lula.

Vejamos o didático artigo da Folha.

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O Aleijadinho

PS: Oficina de Concertos Gerais e Poesia: uma Itabira imaginária dentro de um coração paulistano.

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Fim de ciclo III - aprendendo com Maiakovski

Viveremos mais uma vez uma fase típica da “saída da Família Real” – algo que se precipita e que precipita ações drásticas e desesperadas. Fim de ciclo I e Fim de ciclo II. Tempos de incertezas que serão resolvidas pelos acontecimentos na forma em que estes forem acontecendo.

País do futuro Leia mais »

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Fim de ciclo II - Lula está morto, viva Lula

Crônica de uma morte anunciada, a condenação de Lula não fugiu ao script traçado. Mas é um anticlímax. Foram tantos os vazamentos que já sabíamos o fim do filme.

Lula chega a depoimento

Viveremos mais uma vez uma fase típica da “saída da Família Real” – algo que se precipita e que precipita ações drásticas e desesperadas. O ”Congresso Eduardo Cunha” e as "reformas trabalhistas" foram um desses eventos de final de ciclo. A condenação de Lula é outro.

Sergio Moro é um ator disciplinado. Não esperem dele uma gague. Não espere uma fala fora do tempo. Falta-lhe talento para tanto. Ele é previsível do começo ao fim. E sem graça. Leia mais »

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Fim de ciclo I - O "Congresso Eduardo Cunha" ouviu a voz do dono

O ataque à CLT consolidado em 11 de julho de 2017 é o ponto de pico do “Congresso Eduardo Cunha” que corresponde, na prática, à volta do voto censitário ao país. Mas também é sintoma de um fim de ciclo.

Congresso Eduardo Cunha

O Congresso eleito em 2014 é o ápice de um modelo que privilegiava o poder econômico em detrimento do poder político. Porém, até o advento de Eduardo Cunha, havia um determinado equilíbrio. Esse equilíbrio foi rompido quando tornou-se necessária a aplicação do golpe contra o quarto mandato petista consecutivo.

Este Congresso atual é o “Congresso Eduardo Cunha”. E sua bancada eleita com os recursos do financiamento empresarial das campanhas políticas. Com o financiamento das campanhas por empresários, na prática, reinstaurou-se no país o voto censitário que vigorou até 1891. No modelo de voto censitário, só os ricos votam. Leia mais »

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Há coisas que só acontecem com o Botafogo, por Sérgio Saraiva

Na falta de Sergio Moro, vamos de Rodrigo Maia. Pobre Manequinho, há coisas que só acontecem com o Botafogo.

Rodrigo Maia

Há coisas que só acontecem com o Botafogo

por Sérgio Saraiva

A pesquisa Datafolha que especulava sobre a intenção de votos para presidente trazia uma informação relevante que aparentemente passou sem maiores apreciações. Parece uma curiosidade, mas é sintomática no que revela. Na simulação para segundo turno, Lula só perde para Sergio Moro – um empate técnico, na verdade, mas, mesmo assim, Moro está à frente de Lula por dois pontos percentuais. É também o cenário onde há menor porcentagem de indecisos.

Datafolha jun2018 2turno

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Fotos

GloboDatafolha

Dilma X Dilma

guerra fria

Mesa redonda com Tio Rei

datafolhajulho14

Pesquisa CNI IBOPE

sabesp

Vídeos

Romário calado é um poeta. Ou, traíra não nada no Rio Tejo.

Autopsicografia

Fernando Pessoa

O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.

E os que leem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.

E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.

 

Pós-7 de setembro

Obsolescência Programada

Defamation

Documentos

Verão de 2010. Ou, o momento em que Serra vacilou.

Verão de 2010. Ou, o momento em que Serra vacilou.

 

Este é texto que provavelmente contém erros factuais, já que escrevo basicamente de memória. Não tem a intenção de documentar a história, mas sim, de questionar-me por que um político experimentado, após uma carreira longa, vacila no seu melhor momento.

Ocorre que no Brasil ainda não votamos em partidos e sim em nomes e um partido poder sequer existir na prática e, ainda assim, eleger um presidente. Leia mais »

EEUU 2011

EEUU, 2011

 

Da Carta Maior

 O pior acordo do mundo Leia mais »

Paternidade impossível

OPINIÃO

Paternidade impossível

O GLOBO  08/07/2011 

  Leia mais »

Política paulista, problema, solução ou fase de transição?

 

A questão é que, para o bem e para o mal de São Paulo, tanto PT como PSDB foram, e são até hoje, em grande parte, fortemente paulistas. E esses dois partidos têm dirigido o Brasil nas duas últimas décadas.

Assim seus políticos têm já de início a esfera federal como alvo e não a construção de uma carreira local para depois alçar postos nacionais.

Foi assim que se construiu a política na redemocratização e principalmente após a morte de Tancredo. Leia mais »

Áudio

Sem colaborações até o momento.