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22/02/2017 - 12:55

É justamente isso que as oligarquias esperam das pessoas...

Quanto mais individualista e pulverizada estiver a população mais fácil a dominação. Ou seja , dividir para dominar. E é justamente isso que está acontecendo com o povo brasileiro, está todo mundo liderando a si próprio. É o trinfo do individualismo e do liberalismo que tem impedido a resistência ao golpe e a perda de direitos.

22/02/2017 - 08:21

Quando a tirania oprime, a resistência se levanta...

O que falta no país e na esquerda brasileira são lideranças que tomem a dianteira da resistência popular. Qualquer reação à ofensiva da direita depende de líderes que tomem a iniciativa de questionar e mobilizar o povo.

Iniciativa como a do MTST liderada pelo Guilherme Boulos deveria se multiplicar pelo país inteiro. Movimentos sociais, partidos de esquerda, estudantes, feministas, lgbts, artistas, ambientalistas, enfim a sociedade organizada devem tomar a dianteira da resistência popular.

A responsabilidade agora recai sobre os ombros das nossas lideranças!

21/02/2017 - 19:52

Some-se a todo esse jogo de cena para incriminar o PT e proteger o PSDB a ofensiva aos direitos sociais e aos interesses nacionais e o recrudescimento da crise econômica com o aumento do desemprego. Também, seguem as reformas explosivas da previdência e trabalhista com alta octanagem. 

Isso significa que dificilmente os golpistas conseguirão manter essa paz de cemitério que reina atualmente. Pode parecer que não, mas o povo brasileiro está assistindo a tudo isso de forma perplexa e impaciente. Mais cedo ou mais tarde isso tudo vai estourar.

 

 

21/02/2017 - 09:49

O Lula é um conciliador, se eleito em 2018 é capaz de manter o Meireles no Banco Central como fez antes...

Infelizmente ele não tem coragem de estatizar as empresas privatizadas por esse governo golpista. Inclusive ele não sinalizou nada nesse sentido...

20/02/2017 - 23:29

O Brasil precisa de líderes políticos ousados que tivessem a ambição de estatizar todas as empresas da cadeia do petróleo que foram privatizadas e aquelas empresas estratégicas privadas que assegurasse a soberania nacional.

E isso se aplica não só ao setor do petróleo, como também de defesa. O Estado brasileiro deveria estatizar parte da odebrecht responsável pela área dedefesa, que produz sofisticados mísseis e submarinos, e que está na mira do MPF e do departamento de estado americano.

17/02/2017 - 10:02

A direita está atraindo a classe média a passos largos. É melhor tomar muito cuidado com 2018. Discursos chauvinistas só funcionam com quem já é convertido. A esquerda e  o PT superestimam o poder que possuem. 2018 pode terminar como as eleições 2016 que elegeu políticos como Dória, Greca, Kalil e Crivela...

17/02/2017 - 09:30

Jair Bolsonaro é o fator Tiririca nas eleições presidenciais. Ele é a resposta dos eleitores que desprezam a política e estão mais preocupados em esculhambar com a política brasileira.

17/02/2017 - 09:21

Essa é a sua opinião, não a minha.

O Ciro Gomes é um ótimo quadro da política. Possui defeitos e qualidades como o próprio Lula ou qualquer outro líder político. 

 

17/02/2017 - 08:56

Chapa Ciro presidente e Haddad vice...

O Lula é um conciliador, se for eleito em 2018 arrastará a esquerda e toda a sua base social à conciliação com a casa grande que promoveu o golpe. O presidencialismo de coalizão acabou. É pura ilusão acreditar que uma vitória do Lula trará paz e prosperidade ao país, muito pelo contrário, os aparelhos do dispositivo golpista estarão operando a pleno vapor no supremo, no judiciário, na mídia e em todos os setores da direita.

Por outro lado, o PT e a esquerda não conseguiram reagir ao golpe e sofreram uma derrota humilhante nas eleições municipais de 2016. Uma coisa é certa, a esquerda não tem musculatura para enfrentar a ascensão da direita brasileira na atual conjuntura.

Essa eleição precisa ser resolvida já no primeiro turno com a esquerda unida e coesa em torno de um programa unificado numa frente de esquerda. O Lula tem o apoio de parcela considerável da esquerda, enquanto o Ciro tem a retórica que atinge em cheio a classe média. Essa união Lula, PT e Ciro poderá varrer a direita nas próximas eleições.

O sentimento generalizado no país é de cansaço, muita gente já não aguenta ouvir falar em Lula, PT, PSDB ou qualquer coisa que lembre a atual política. Isso significa que quem representar uma alternativa a tudo o que está aí leva o jogo. Ou seja, será a eleição de um “outsider”.

É nesse contexto que a candidatura do Ciro cai como uma luva. É uma tendência mundial a vitória de outsiders e no Brasil não será diferente.  Portanto, se a esquerda e todo o campo progressista quer virar o jogo, a única alternativa é uma chapa Ciro presidente e Haddad vice tendo o Lula como cabo eleitoral.

15/02/2017 - 08:20

O Brasil nunca será uma nação civilizada e próspera enquanto for colonizada pela elite através da mídia. A esquerda errou naquilo que os evangélicos acertaram. O que os evangélicos fizeram que permitiu capturar as bases sociais da esquerda foi investir todas as energias em mídia. E é justamente esse o maior erro da esquerda subestimar o papel da mídia na disputa por hegemonia na luta social.

14/02/2017 - 10:19

Se o Lula se candidatar em 2018, todo o dispositivo golpista irá trabalhar diuturnamente para destruí-lo. O Lula pode até chegar no segundo turno, mas dificilmente conseguirá vencer. E se vencer seu eventual governo será uma verdadeira guerra. Estão exigindo que o Lula volte a ter que propor conciliação com todos os políticos imundos que promoveram o golpe.

O melhor a fazer é passar o bastão para que a esquerda se renove, inclusive nas suas práticas. Aquele modelo de política de coalisão que o Lula praticava já não faz o menor sentido hoje.

14/02/2017 - 10:12

Só pelo fato do Ciro se comprometer a expropriar todas as empresas estrangeiras que entrarem no pré-sal já tem a minha consideração.

Além disso, ele tem ccompromisso com a questão nacional e é contra a hegemonia da ideologia rentista no Banco Central. Outra coisa, ele é um líder capaz de colocar ideias simples em prática, como a exigência de conteúdo nacional nas compras da Petrobras e fortalecimento de empresas estatais.

O Ciro não é o candidato ideal, mas é o que temos.