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A dramaturgia publicitária de Janot

Esses vazamentos de diálogos - com clara simulação por parte de Machado - é teatro. Ninguém pense que Aecio, Renan, Jucá e demais vão ser investigados por iaso, que não vão. Trata-se só de um marketing da PGR (e Moro) para ataques futuros e não serem acusados de partidarismo. E vão parar assim que peceberam abalos sérios na opinião pública.

Está tudo montadinho, vocês não desconfiam? As falas de Machado têm claras marcas de texto escrito. Com elogios ao Lava Jato que só uma agência de publicidade ruim seria capaz de fazer ao próprio cliente. "Janot quer criar uma nova casta" quaquaqua.

Revelar que foi golpe, isto todos já sabem. Mas proteger os golpistas ele sabe como ninguém.

Janot quer Lula Ele está incumbido de derrubar Dilma em definitivo e provocar a prisão ou inviabilização política do ex-presidente. E vai cumprir a missão atribuída. Mesmo que tenha que criar outras dramaturgias.

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Lava Jato e Censura Prévia

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O Descaminho Levy

 

Numa metáfora crua e pouco sofisticada, podemos dizer que Dilma acabou encurralada por bandidos armados num beco sem saída, e sem muita chance de escapar de um assalto. Dessa forma, cabe também nos perguntarmos como ela chegou até esse beco. A identidade dos bandidos conhecemos, as suas reais intenções são mais que percebidas, mas por que Dilma estava lá naquela hora?

Acredito que Dilma chegou a esta situação por três (des)caminhos: Leia mais »

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Janot prepara-se para assumir protagonismo no golpe

 

Há até pouco tempo, o procurador-geral, Rodrigo Janot, poderia atuar nas sombras para a derrubada do governo Dilma. Mas algumas coisas deram errado.

Ele não contava com o forte desgaste do juiz Sérgio Moro, constatado até por pesquisa recente encomendada pela Fiesp. Também não previa que o golpe via Câmara acabasse por encontrar resistências na própria casa, prinicipalmente, vitaminadas por manifestações de rua pela democracia.

O terceiro imprevisto de Janot foi a atuação mais equilibrada do STF, impedindo que Lula fosse sacrificado nos porões da Repúblca de Curitiba. Até então, o procurador-geral parecia dar como certo o cerco a Lula e sua prisão e inviabilização política, pela própria ação dos seus comandados em Curitiba, em conluio com o juiz Sérgio Moro, e a derrubada de Dilma via Congresso. Isso não é mais garantido. Não lhe resta outro caminho senão assumir o protagonismo pelo golpe.

Evidentemente, tentará se proteger sob o verniz de imparcialidade, anexando processos contra Aécio Neves e nomes do PMDB, mas o alvo é Dilma e Lula, pelas mãos de uma delação "negociada" com o senador Delcídio. Leia mais »

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Janot destruiu sonho de uma PGR neutra

Depois que seu possível envolvimento no episódio do vazamento para a Globo dos grampos criminosos veio a público, Rodrigo Janot não esconde mais sua militância política contra o PT. Depois do esdrúxulo pedido para que Lula fosse "ministro sem foro", numa inovação constitucional, agora ele ataca de "foro sem ministro" ao pedir ao STF que o ex-presidente não seja confirmado na Casa Civil.

Desfaz-se assim de qualquer máscara sobre sua missão na Procuradoria Geral da República: contribuir para o golpe e inviabilizar Lula para 2018.

Janot pode passar à história como o maior engodo da memória institucional da PGR. O homem que chegou prometendo neutralidade, mas que, com seu comportamento parcial, motivou excessos e partidarização dos seus comandados. Não é à toa que sua equipe escolhida a dedo na República de Curitiba seja formada por um quase partido de procuradores anti-petistas.

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Esquema Lava-Jato é tocado como série de TV, por Weden

Por Weden

O esquema jusmidiático da Lava Jato - operado por Janot, Moro e Cartel de Mídia - comprovou nesta semana em mais um episódio da temporada 2016 da série que os diretores tratam seu público como um bando de estúpidos.

É bom lembrar que a série se inspira em outros produtos ficionais americanos, mais elaborados e inteligentes, como CSI NY, LA e Miami, com a diferença maior de que estas geram emprego.

Agora o Super-Moro contra a Estrela do Mal diz ter encontrado ligações entre a morte de Celso Daniel, mensalão e Petrobras

Só esqueceu de uma coisa: os críticos da série televisiva alertam que a morte aconteceu em 2002, 11 meses antes de Lula chegar ao poder. A crítica acredita que faltou zelo na elaboração do roteiro.

Mas há uma fan fiction rolando por aí. O argumento do enredo é primoroso.

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Janotismo: PGR tenta minar negociações contra o golpe

O PP é um dos partidos mais sujos do país. Perde nada para DEM e PMDB, campeões de denunciados. Mas assim como as denúncias contra o PMDB vinham sempre na hora em que o partido titubeava em trair ou não Dilma, agora que ela precisa do PP, Janot vai pra cima do partido. Tem que denunciar? Lógico. Mas essas atitudes com hora marcada são muito suspeitas. É o janotismo funcionando

No futebol, tem um jargão que é o "perigo de gol" Que é quando o juiz marca uma falta na área, supostamente, para evitar o tento.

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Lula, Aécio e o "janotismo", por Weden

Por Weden

Recentemente, foi divulgado que, para chegar à PGR, Rodrigo Janot fez dedicada campanha, contratando até assessoria de imprensa e marketing. Lançou-se a uma caça aos votos como um político profissional se lança a uma campanha para uma vaga no Legislativo. Para ganhar a confiança de Dilma, prometeu não ser partidarista, parcial, se comportar da mesma maneira com Chicos e Franciscos. Não queria ser visto como o promíscuo procurador anterior.

Jà no cargo, mostrou-se o avesso da imagem que tentou passar. Janot vem sistematicamente bloqueando investigações contra Aécio Neves e outros tucanos. Na única investigação que abriu, pediu arquivamente sem ouvir a principal testemunha, mas nunca fez qualquer esforço para evitar que Lula fosse vítima das armações da sua "forçatarefa". Leia mais »

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Memória do Futuro. Os agentes do Golpe de 2016 (II): Temer

 

(Atenção, a série Memória do Futuro poderá vir a ser apenas uma peça de ficção, mas os artigos que traz são legitimos e ajudam a contar a história presente). 

Rio de Janeiro. ano 2036

Historiadores se debruçam sobre o papel do vice-presidente Michel Temer no movimento golpista de 2016. Difícil entender como um homem já ao final da vida pode sacrificar sua longa biografia numa aventura que lhe manchou a história. O fato é de que sua decisão de não combater firmemente a tentativa de golpe, acabou por depositar sobre ele a desconfiança de que tenha sido um dos prinicipais articuladores do movimento. Para alguns especialistas mais críticos, Temer teria sido mais do que um adesista ao golpismo, mas assumido conscientemente o papel de conspirador.  Um artigo da época, escrito pelo jurista Patrick Mariano, e publicado no Viomundo, já prenunciava este triste destino.

 

"Temer e a ordem jurídica da conveniência Leia mais »

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Memória do Futuro. Os agentes do Golpe de 2016: a OAB, por Weden

Por Weden

Atenção: no futuro este texto poderá ter sido uma ficção. Mas todo o passado é verdadeiro.

No dia 27 de março, contrariando manifestos de milhares de juristas, vozes discordantes entre advogados, movimentos sociais, organizações da sociedade civil, personalidades internacionais, sindicatos, intelectuais e acadêmicos, artistas, a OEA, a CNBB, e toda uma Rede pela Democracia, a OAB insistiu em apoiar o Golpe de 2016. Mas para para pensar o futuro, vamos lembrar do passado, com esta passagem brilhante do artigo de Denise Rollemberg, Memória, Opinião e Cultura Política. A Ordem dos Advogados do Brasil sob a Ditadura (1964-1974. Daniel Aarão Reis; Denis Rolland. (Orgs.). Modernidades Alternativas. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 2008, p. 57-96)

 

"A Ordem dos Advogados do Brasil sob a Ditadura (1964-1974)”.Daniel Aarão Reis; Denis Rolland. (Orgs.). Modernidades Alternativas. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 2008, p. 57-96). Denise Rollemberg ∗ À época a classe dos advogados não vacilou um só instante. J.B. Viana de Moares.2 No dia 7 de abril de 1964, o Conselho Federal da OAB realizou uma reunião ordinária. Era a primeira após o golpe de Estado que depusera alguns dias antes o presidente João Goulart. A euforia transborda das páginas da ata que registrou o encontro. A euforia da vitória, de estar ao lado das forças justas, vencedoras. A euforia do alívio. Alívio de salvar a nação dos inimigos, do abismo, do mal. Definindo todos os conselheiros como “cruzados valorosos do respeito à ordem jurídica e à Constituição”, o então presidente da Ordem dos Advogados do Brasil/OAB, Carlos Povina Cavalcanti3 , orgulhoso, se dizia “em paz com a nossa consciência”.

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Janot não é confiável. Mas Teori vai compactuar com isso?

 

Quer dizer que o MP ocutou a testemunha chave da denúncia de propina para Aécio Neves? Será que ele não sabe que casos como esse podem levar o país a uma ruptura social gravíssima?  Está na hora de o  STF chamar para si a reponsabilidade e dar um basta na parcialidade do decepcionante procurador-geral da República e do Lava Jato.

 

Helena Sthephanowitz, Leia mais »

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Cartel de mídia e MP: uma relação delicada, por Weden

Por Weden

O procurador geral da República, Rodrigo Janot, deveria ter mais cuidado em manter investigadores do MP com passado nebuloso na equipe do Lava-Jato. Afinal, é evidente que, ao escalar procuradores com currículos frágeis, estará dando margem a se tornarem presas fáceis de organizações poderosas com interesses políticos e econômicos na operação. Este é o caso do procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, que não teria qualquer chance de se safar, ainda que não culpado, de uma investigação maciça tocada pelas organizações Globo sobre seu passado no caso Banestado. O que revela um modus operandi perverso da relação entre empresas bilionárias e o judiciário ou o MP no país.

O procurador Santos Lima é o mais agressivo entre os que estão na força-tarefa. Recentemente, desferiu, em entrevistas, diversos ataques contra a presidente Dilma por ter ela emitido medida provisória ditando novas regras para os acordos de leniência. É ele que vem, fazendo coro a Gilmar Mendes, chamando, constantemente, o PT de “organização criminosa”. E neste final de semana, enquanto o juiz Sérgio Moro ponderava as acusações, Santos Lima afirmaria abertamente que Lula fora “beneficiário” de suposto enriquecimento ilícito. Segundo o juiz, no entanto, não há provas para tal conclusão.

O poder que se acredita investido vai além. Santos Lima admite que teve papel importante no boicote aos contratos da Petrobrás com as empresas investigadas. O que alimentou um prejuízo de mais de um 1% do PIB brasileiro, segundo estudos da FGV, Ipea entre outras entidades.

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Dallagnol entrega submissão de Janot ao PSDB e à midia

 

 

Caso grave não deixa qualquer margem de dúvida sobre atuação tendenciosa de Rodrigo Janot à frente da Procuradoria Geral da República. O procurador Deltan Dallagnol disse que a investigação contra Lula atendeu a uma representação tucana a partir de uma matéria da Veja. Depois de duplamente rejeitado por MPs estaduais, Janot aceitou a denúncia e encaminhou para Curitiba. Há duas semanas, o Procurador Geral pediu arquivamento de denúncia contra Aécio Neves, que teve nome explicitamente citado por delatores. A promiscuidade entre setores do Ministério Público e bilionárias corporações midiáticas além da atuação pouco republicana dos procuradores gerais escolhidos por Lula e DIlma mostram que a instituição deve ser repensada urgentemente e que o modelo de escolha dos titulares da PGR fracassou.

 

Do Brasil 247 Leia mais »

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Não há mais garantias constitucionais no Brasil, por Weden

Por Weden

A prisão do empresário João Santana é só mais um capítulo da interrupção das garantias constitucionais no Brasil para quem não participa da frente de retomada do poder montada pelo PSDB (representante de certos setores empresariais e financistas), magistrados, agentes da Polícia Federal e Ministério Público, com o apoio estratégico e definitivo de bilionárias corporações de mídia. Não é novidade. Os poderes discricionários só atacam seus inimigos e os infiéis.

Mais esta vítima do estado de exceção estará preso sem julgamento por quanto tempo o poder abusivo quiser, sem qualquer resguardo da lei. Desde o fim da ditadura em 1985, não imaginávamos que poderíamos voltar a este estágio.

Longas prisões sem julgamento; tortura psicológica em cadeias; prisões sem mandado; perseguição política a um ex-presidente (como o fora em outra época a Jango e Juscelino); tentativa de intimidação a advogados, vitimados por calúnias e difamações; relações promíscuas entre Ministério Público e bilionárias corporações empresariais (as mídias); juízes em conluio com fins partidários e golpistas; ameaças, chantagens, extorsões, vazamentos de informação criminosos e escutas clandestinas.

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Os grupos políticos da PF e a omissão de Dilma, por Weden

Por Weden

Os grupos políticos que hoje atuam na Polícia Federal já anunciavam sua atuação enviesada desde o segundo semestre de 2014. Pouco antes das eleições, delegados e agentes portavam claro discurso eleitoral, mostrando que a intenção era utilizar a operação Lava Jato de forma a interferir no resultado do pleito. Dilma nada fez. E continuou nada fazendo, ao manter um ministro da Justiça inerte e inépto após o 26 de Outubro.

A omissão pode custar muito caro para o governo, para o PT e para o país. Poder  paralelo em grupamentos armados é como um câncer. Não há como extirpá-lo sem prejuízo para o corpo. Embora a ação seja necessária.

Hoje Monica Bergamo afirma em sua coluna que Lula reclamou da  ação de grupelhos políticos na corporação e no Ministério Público. Ora, pelo menos na PF, estes grupelhos são bem conhecidos; eles próprios, confiando na permissividade do governo, não tentaram ser discretos.

Pelo contrário. Quanto mais o ministro da Justiça usava de sua demagogia característica, ao evocar um suposto republicanismo, mais a  PF era tomada de assalto por agentes e delegados opositores ao governo, sem nenhuma responsabilidade republicana.

Dilma não mexeu um dedo para evitar que o pior acontecesse. Tentou capitalizar politicamente junto a seu ministro a sua não ação. Pensou que poderia passar à história como aquela que deixou livre o "combate à corrupção". Não vai. Junto à opinião pública, mesmo injustamente, vai passar à história como um dos governos mais corruptos da história, carregando para a lama o seu antecessor.

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Comentários

02/05/2016 - 17:47

Mas as contas não foram julgadas meu caro. E mesmo que fossem o critério foi mudado em outubro e elas ocorreram em julho e agosto. É por isso que não querem julgar primeiro .

Leia mais. .

09/03/2016 - 13:42

Isso Nassif...

Esse é o bom combate. E espero que os cariocas façam o mesmo!!!!

Abraços.

 

 

23/02/2016 - 10:53

 

Não caro. É apenas alguém preocupado com o estado de direito.

Seja lá o que você entende por isso.

 

 

25/01/2016 - 17:17

 

Sem meias palavras.

Votei em Dilma e não me arrependo.

Mas Dilma é conivente com este tipo de prática criminosa da Polícia Federal. Não há como negar isso. Ela não sabe discernir entre autonomia da PF e desmando.  No futuro, diremos que os anos Dilma foram anos sombrios nos  porões da PF. Uma solução seria fazer denúncias internacionais contra o governo.

 

 

25/12/2015 - 22:11

 

Sim, em relação à PF, o governo Dilma beira o escárnio. Ivan esqueceu da estupidez de nomear Joaquim Levy.

Uma decepção atrás da  outra.

No fundo, defendemos a democracia. Dilma, é difícil defender.

23/12/2015 - 13:17

 

Isso  é  que dá colocar o  nome  de Tribunal num  órgão consultivo.

 

As pessoas  juram  que seus atos  são  "julgamento".

23/12/2015 - 08:53

 

Prezado Clever, 

Eu só relatei o que está na pesquisa Datafolha:  a pior avaliação recua 13  póntos no Nordeste, 6 pontos no Norte, Sul e Centro Oeste, e  dois no Sudeste, que eu desconsiderei.

Não fiz projeções.

Abraços.

 

 

 

23/12/2015 - 08:49

 

Prezado, 

Me baseei nos números da pesquisa. Consulte-a. Quanto à população, ela basicamente quer saber de preços, salários e emprego.

Os 10% de inflação assustam. Mas as projeçoes para  o próximo ano voltando  à casa dos 6% já traz sensação de alívio, principalmente pelo fato de que a percepção é sempre comparativa.

O desemprego está alto para Dilma. A última  taxa em novembro ainda é menor do que a  crise de  2009. E dezembro não ultrapassará com certeza, por ser um mês tradicional de baixa.

Todos os outros detalhes  econômicos são bons pra discussão em blogs, mas seu Manoel e dona Maria estão pouco se lixando. Eles são mais pragmáticos do que os sábios.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

23/12/2015 - 08:44

Leia a pesquisa. Está disponível.

08/12/2015 - 07:44

 

A suposta carta de Temer supostamente escrito para supostamente Dilma ler, rs, é um mimimi danado. Mas estão atacando o cara sem ele dizer uma  palavra. Aliás, por isso mesmo. . Lógico que ele é ambíguo, escorregadio, mas isso está longe de  representar que o sujeito tenha um ministério pronto pra assumir. Devagar com o andor. Ontem Gleisi já partiu pra cima. Eu começaria a ficar realmente irritado.

Temer não é santo. Mas as diabruras que poderia fazer não chegam perto do que oposição e  Cunha estão fazendo.

Se a carta for verdadeira é bom para colocar as coisas em dia. Só isso. Pelo menos as fofocas...

 

 

 

06/12/2015 - 17:45

 

Nassif,

Não se pode esquecer o que é mais contraditório: por incrível que pareça só Dilma tem legitimidade para seguir a pauta recessiva (não deveria, mas tem). Porque sabe que o arrocho é interpretado não como guinada definitiva para o neoliberalismo ultra conservador, mas como medidas de superação de dificuldades, que podem ser atenuadas mais para a frente.

Uma pauta recessiva na mão de Temer nunca seria interpretada assim. Para movimentos sociais, sindicatos, universidades, intelectuais de esquerda, etc, se trataria só de um começo para coisas muito piores (como disse num post anterior): o início do desmantelamento de direitos e do precário estado de bem estar social que temos.

É lógico que esta pauta pode ser tocada, e será tocada por Temer, se no poder.

Mas ele deve ter em conta que é muito diferente, por exemplo, fazer greves contra Dilma. Pisa-se em ovos. Contra Temer, os ovos serão quebrados sem qualquer cerimônia. O país se dividiria definitivamente. No pior momento. Carregando para o fundo o PT com certeza, mas todos os patrocinadores do golpe juntos.

06/12/2015 - 17:44

 

Nassif,

Não se pode esquecer o que é mais contraditório: por incrível que pareça só Dilma tem legitimidade para seguir a pauta recessiva (não deveria, mas tem). Porque sabe que o arrocho é interpretado não como guinada definitiva para o neoliberalismo ultra conservador, mas como medidas de superação de dificuldades, que podem ser atenuadas mais para a frente.

Uma pauta recessiva na mão de Temer nunca seria interpretada assim. Para movimentos sociais, sindicatos, universidades, intelectuais de esquerda, etc, se trataria só de um começo para coisas muito piores (como disse num post anterior): o início do desmantelamento de direitos e do precário estado de bem estar social que temos.

É lógico que esta pauta pode ser tocada, e será tocada por Temer, se no poder.

Mas le deve ter em conta que é muito diferente, por exemplo, fazer greves contra Dilma. Pisa-se em ovos. Contra Temer, os ovos serão quebrados sem qualquer cerimônia. O país se dividiria definitivamente. No pior momento. Carregando para o fundo o PT com certeza, mas todos os patrocinadores do golpe juntos.

06/12/2015 - 13:08

Prezado, 

 

A debacle argentina não tem nada a ver com a esquerda. Pelo contrário. Ela  começa na segunda metade do século e vai se anunciando paulatinamente, através de governos de direitas e ditaduras, com intervalos peronistas.

Abraços.

06/12/2015 - 13:06

 

Prezado, André, 

 

O cenário é esse. Gostaria que lesse mais a  partir de Castel, o que vem acontecendo com a precarização do  trabalho nos últimos dez anos (e é por isso que há enorme pressão para a desfiguração da CLT). Ora, isso acontece mesmo em países com bem estar social consolidado. Imagina no Brasil.

Retorno também á explosão dos mini jobs na Alemanha, e a desregulamentação do NHS por parte de Cameron. Assim como a pressão sobre as previdências de cada país, e as soluções terríveis em países como o Chile.

O cenário previsto é baseado parte no documento do PMDB, com apoio da imprensa conservadora, e em declarações espontâneas de consultores neoliberais. E na observação de processos de desmantalemanto do welfare, no mundo.

 

Podemos discutir a partir de bases bibligráficas e documentais.

Abraços

 

 

 

06/12/2015 - 12:59

 

Prezado, todas as afirmações estão baseadas no documento do PMDB e em declarações públicas de partidários neoliberais.

Posso passar as fontes, se quiser.


Abraços.