Bolsonaro volta a prejudicar idosos e deficientes pobres

Presidente veta novamente a ampliação do Benefício de Prestação Continuada, que aumentava limite máximo de renda para acessar benefício

Foto: Carolina Antunes/PR

Jornal GGN – E o presidente Jair Bolsonaro volta a prejudicar os idosos e deficientes pobres: ele vetou a ampliação do acesso ao BPC (Benefício de Prestação Continuada), que foi aprovada pelo Congresso.

A medida tinha como objetivo aumentar o máximo de renda para ter direito ao benefício, e integrava o projeto de lei que amplia o acesso ao auxílio emergencial de R$ 600, sancionado sem vetos nesta sexta-feira (15/05).

Agora, passa a ser válido o critério de um quarto do salário mínimo por pessoa, equivalente a R$ 261,25. A proposta do Congresso considerava meio salário mínimo (R$ 522,50) por pessoa como critério para receber o benefício.

De acordo com informações do portal UOL, esta não é a primeira vez que Bolsonaro barra o aumento no limite de renda do BPC. O primeiro veto ocorreu em novembro do ano passado, quando o Congresso ampliou o limite de renda para meio salário mínimo. O veto presidencial foi derrubado em março deste ano, passando a ficar estabelecido o limite de renda de meio salário mínimo.

Durante as discussões sobre o auxílio emergencial de R$ 600, o Congresso debateu novamente o BPC. O projeto de lei colocava que, em 2020, o critério de renda para obter o benefício continuaria a ser um quarto de salário mínimo e, em 2021, teria valor o critério de até meio salário mínimo.

Bolsonaro vetou esse aumento, que voltou a ser discutido durante a discussão da ampliação do direito ao auxílio emergencial de R$ 600, mas novamente o presidente vetou as mudanças.

 

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3 comentários

  1. Leia-se Guedes, atendido por Bolsonaro. Ou o Brasil se livra de Guedes e sua turma ou o poço será sem fundo. Bolsonaro, inútil como presidente, é apenas animador de torcida alienada.

  2. Se viesse aí uma medida para “ajudar” os pobre banqueiros com mais um trilhão, seria aprovada na hora e sem vetos pelo Cachorro Louco na presidência.

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