Dono da Giraffas demite filho e dá uma aula de cidadania corporativa, por Luis Nassif

Carlos Guerra diz que não apoia governo Bolsonaro, e nenhum outro, enaltece a pluralidade e toma medidas de amparo aos seus trabalhadores

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7 comentários

  1. Passo a admirar essa pessoa. Bom senso e empatia. Isso é o que necessitamos nesse momento, e foi isso que ele passou. Vamos passar por dificuldades? Vamos. Mas com certeza vamos superar. E Digo mais, da forma que a nossa economia já estava andando de muletas, acredito que não mudará tão drasticamente somente por conta da pandemia. Estamos no segundo ano desse governo e não vi e nem ouvi um plano de governo com direção e rumo. Essa pandemia, talvez, venha a ser mais uma desculpa do fracasso de um presidente insano e um ministro meia boca (leia-se Guedes). Grande parte da indústria já foi defenestrada e não tem volta. O desemprego já bate recorde. Temos de ser criativos e complacentes, não com o governo, mas sim com as pessoas que estão a nossa volta,do nosso convívio. Espero que passemos o mais rápido por essa crise para tomarmos novamente as rédeas do nosso destino.

  2. Muito bom!
    O que este cidadão mostra é que com ações corporativas inteligentes, o lucro será afetado dentro de valores suportáveis, salvo se a empresa já estiver, assim como o país, maquiando resultados.
    Fico impressionado com a fragilidade de caixa da maioria das empresas, que alegam não resistir a 30/60 dias sem receita.
    Porra, isto vai passar, e a população voltará avida para o consumo, se, claro, ações estapafúrdias deste desgoverno não aumentar o nivel do desemprego ou precarizar ainda mais a renda do trabalhador.
    Aliás estes pseudo economistas que boiam neste governo precisam entender que nao se trata apenas de blindar empresários (principalmente os banqueiros que permanecem sentados quietinhos sobre gordos lucros), o que deve ser garantino é que durante a crise a demanda, mesmo que abaixo da curva, se mantenha e que, finda a crise, retorne acima da curva equilibrando as contas de todos.
    Cara, por mais simplorio que pareça a comparação, no passado o seu “Juaquim” da antiga quitandinha da esquina, levava o mes, as vezes mais, no famoso “caderninho”, sobre o qual não incidiam mora estando os juros da compra ja no preço (como hj). A quitandinha perdeu para a variedade do supermercado, mas algumas ainda resistem, e nao aboliram o “caderninho”.

    E voltando ao Giraffas, onde passarei a comprar meus sandubas, meu único lamento é que para cada um Guerra Pai existem nove “Veios da Havan”.

  3. O pai veio a público puxar a orelha do filho ADOLESCENTE, missão dolorosa, lição VEXATÓRIA.
    Depois dessa, só 2 medidas possíveis:
    1. O filho se reciclar e fazer um curso, SUMIR, e de preferência NUNCA mais voltar ao comando pra não arrebentar com a imagem da empresa.
    2. A empresa se profissionalizar URGENTEMENTE, ou vender o controle.
    em tempo – agora, “omisso politicamente” arrisco a afirmar que o empresário é neoliberal, e perigas ser um minion ..porque, pra mim, progressista, progressista mesmo, empresário HUMANISTA, com preocupação SOCIAL (e tem deles SIM), não tem o pq ficar em cima do muro como ele fez questão de salientar.

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