Uma luz no fim do túnel começa a surgir para a Itália?

Passaram-se cerca de 22 dias desde que a Itália decretou o isolamento nacional e o dia em que os novos casos começaram a reduzir

A equipe médica sai de uma barraca em uma das estruturas de emergência criadas para facilitar os procedimentos no hospital de Brescia, norte da Itália. CRÉDITO : Luca Bruno / AP

Jornal GGN – O noticiário internacional nesta quinta (26) é marcado pelo tímido otimismo a respeito da situação da Itália, o país com mais mortes por coronavírus em todo o mundo. O motivo é que, pelo quarto dia consecutivo, o número de novos casos confirmados de COVID-19 caiu.

Havia apreensão sobre quando a curva relacionada aos novos casos iria atingir seu pico e começar a cair, mostrando o resultado inicial da quarentena.

Passaram-se cerca de 22 dias desde que a Itália decretou o isolamento nacional (9 de março) e o dia em que os novos casos começaram a reduzir (o último domingo, 22 de março).

A informação deve ser vista com cautela porque as próprias autoridades italianas admitem problemas de subnotificação de casos. Além disso, o fato é que a situação da Itália ainda é dramática. Os novos casos ainda estão no patamar dos milhares.

Segundo o último relatório do governo italiano, há mais de 57 mil pessoas infectadas. A quarta-feira registrou 3.4 mil novos casos. Na terça, foram 3.6 mil casos. Na segunda, 3.7 mil e, no domingo, 3.9 mil.

Além disso, o número diário de mortes ainda é muito alto. O sistema de saúde enfrenta dificuldade de absorver toda a demanda por leitos.

A Itália tem 7,5 mil mortes por coronavírus. O total de casos divulgados pelo site Worldometer é de 74,3 mil casos (eles deixaram de atualizar os casos novos).

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