A guerra mundial da civilização contra a barbárie e o papel de Lula, por Luis Nassif

https://www.youtube.com/watch?v=sLFH0SE14DE height:394

A cada dia fica mais clara a importância de Lula para a grande guerra mundial em defesa da democracia.

 

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Leia também:  Ô, Lula!, por Gustavo Conde

10 comentários

  1. Uma noite de crime
    O Brasil da Globo e Bolsonaro lembra os novos pais fundadores nos filmes (e agora seriado) The Purge (Uma Noite de Crime)

    Os cidadãos “de bem” assistindo bem protegidos enquanto a pobreZa se extermina.

    Os filmes são bons, quanto ao seriado parece promissor

  2. Nassif resumiu o Estado do

    Nassif resumiu o Estado do Mundo. Comovente sua defesa do humanismo, na figura de Lula, e sua resistência ao fascismo no dia a dia do GGN. É verdade que o Brasil é palco  dessa guerra dos EUA para conservar sua hegemonia, por isso Lula está preso e amordaçado.

  3. para se prender alguém como o Lula…

    é preciso sofrer muitas das mutações que trazem a deficiência moral e a intelectual

    para jogá-lo numa caverna, é preciso que o judiciário passe por praticamente todas elas ao não fazer nada para resgatá-lo

     

  4. Sessentões e septuagenários, vamos recomeçar a luta?
    Nassif, a eleição de um ex-torneiro-mecânico como presidente da República em 2002 se deveu em grande parte à desmoralização da política econômica neoliberal que – defendida pelo príncipe dos sociólogos FHC que o havia vencido nas eleições presidenciais de 1994 e 1998 – levou o Brasil à falência e ao FMI. O retirante nordestino não só livrou o país da falência e do jugo do FMI como o transformou em peça-chave do BRIC, o conjunto de super-potências que poderia modelar um século XXI à altura das aspirações da Humanidade. Há dois anos, entretanto, ocorreu a partidarização do Judiciário, o impeachment de Dilma, a re-implementação da política econômica neoliberal e da crise que nos asfixia e o encarceramento de Lula, para evitar que o povo o escolha de novo para endireitar a Nação. O que houve conosco nesse interregno é de fácil explicação: a resistência civil à ditadura militar envelheceu, o conjunto de entidades da sociedade civil que se opunha à mesma foi neutralizado, a expansão da Internet somada à financeirização da mídia resultou no PIG (em que o capital midiático rola na Bolsa, nos anúncios governamentais em troca do silêncio aos desmandos), o grande cúmplice do que chamas de fim do multilateralismo. E eu, de regresso à barbárie colonial que o advento da República Federativa deveria ter exterminado. Uma nova corte imperialista se entronizou, em que os nobres lordes e vice-reis são chamados de ministros, juízes, promotores ou simplesmente de deputados e senadores. Não há OAB capaz de denunciar essa ditadura togada-concursada ou congressista, a SBPC ainda ontem perdeu o grande Warwick Estevam Kerr que a presidiu há 40 anos, juntamente com Oscar Sala, Crodowaldo Pavan, Aziz Ab Saber, Carolina Bori e outros cientistas co-responsáveis pela redemocratização, ao darem espaço em suas reuniões para pessoas como aquele líder metalúrgico que em 1986 ali se apresentou, antes de ser eleito deputado federal por SP, debutando na política como Lula. Foi ali também que Cláudia Andujar, aqui hoje justamente homenageada, revelou a grandeza da nação Yanomâmi, guardiã dessa mesma fronteira Brasil-Venezuela hoje desmatada e transformada em palco de guerra contra um país que se recusou, ao contrário do nosso, em ceder seu petróleo aos Estados Unidos. E aqui, no pré-sal vendido de graça quando poderia nos lastrear no BRIC, chegamos à causa de nossa derrocada, ao motivo pelo qual um juiz de primeira instância – apoiado por promotores e policiais federais claramente golpistas – desencadeou esse pesadelo em curso, em que 13 milhões desempregados e outros 30 milhões de “desalentados” que desistiram de procurar emprego, irrompem como vítimas do neoliberalismo tucano (o mesmo que jogou a Argentina no nocaute econômico atual e nos nocauteará outra vez assim que as reservas ajuntadas por Lula e Dilma forem espoliadas). Como caipira da Alta Mogiana, vizinho da Grande Poços, este teu ex-colega de redação está disposto a recomeçar a velha resistência, agora septuagenário, desde que você deixe de chamar bandidos como Barroso de provincianos como eu, já que de há muito parei de chamar você carinhosamente de mouro, pois se o corretor ortográfico suprimir o u, vira xingamento…

  5. Parabéns pela abordagem

    Parabéns pela abordagem internacional do problema. Eu estava um pouco cansado das discussões “brasileiras” que insistem em ignorar o que ocorre no resto do continente: Honduras, Paraguay, Argentina, Nicarágua, Peru, Ecuador e Venezuela. Estou ansioso para saber se a Europa realmente tentará reagir ao ataque à democracia. A ONU, de certa forma, foi coerente e firme, tal como se esperava. Mas eu ainda sonho que a campanha do Perez-Esquivel dê frutos e Lula receba o Nobel. Isto sim seria uma reafirmação da “Europa” a valores democráticos.

  6. Nassa: Muita estrela pra pouca universo

    Ou muito filósofo pra pouca massa.

    Uma pérola:

    “Nassif é apenas um detrator….!”

    ¨Começou a chantagear pessoas aí….!”

    Parei por aqui.

    Foi mais do que suficiente.

    Tem gente que te ama, Nassa!

    [video:https://youtu.be/CHDDlKhGXgE%5D

    Um abraço.

    #LulaLivre

     

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