Brumadinho: Pesquisadores avaliam impactos sobre a saúde após desastre

Pesquisadores falam sobre estudo que aponta principais impactos que o desastre da Vale pode causar a população e a área atingida a curto, médio e longo prazo

do CEE-Fiocruz
Brumadinho: Pesquisadores avaliam impactos sobre a saúde após desastre

Os pesquisadores Diego Xavier e Cristovam Barcellos do Observatório Nacional de Clima e Saúde do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz) em parceria com o pesquisador Mariano Andrade, do Centro de Estudos e Pesquisas em Emergência de Desastres em Saúde da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (Cepedes/Ensp/Fiocruz) conversaram com o blog do CEE-Fiocruz após o evento Desastre da Vale S. A. em Brumadinho – Impactos sobre a Saúde e desafios para a Gestão de Riscos.

Na ocasião, eles divulgaram estudo sobre os principais impactos que o desastre da Vale pode causar a população e a área atingida, alertando para consequências a curto, médio e longo prazo, inclusive, nas áreas de influência do Rio Paraopeba.

Assista aos vídeos:

Christovam Barcellos: ‘Brumadinho é uma zona potencial de transmissão de febre amarela e esquistossomose’

Diego Xavier : ‘O SUS tem papel fundamental frente aos problemas de saúde que tendem a se alongar durante anos’

Mariano Andrade: ‘É necessário reorganizar o setor público para amenizar o sofrimento das vítimas de desastres’

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1 comentário

  1. Sinceramente, acho uma verdadeira piada estes simpósios do jeito que são organizados e o que é discutido. Pode parecer no primeiro momento que estou adotando uma política pró-capital e pró-mineradoras, mas na realidade estou adotando uma real política pró-vida e pró-ambiente.
    Uma ruptura de barragens como estas simplesmente não deve existir, se é feito o aumento por montante, jusante ou central, se for corretamente calculado, colocando coeficientes não de 1,3, como em muitas são adotadas, mas algo em torno de 2,5 a 3,0, nenhuma barragem caem, e logo nem são necessários seminários para ver e discutir os danos ambientais, pois simplesmente eles não existirão.
    O interessante que não há nenhum engenheiro especialista em barragens de terra, ou um geotécnico ou mesmo um geólogo também especializado no assunto para simplesmente dizer o que se deve exigir para que barragens não caiam e as mortes e as perdas na natureza não existam.

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