Documentário de Noam Chomsky aborda concentração de riqueza e democracia

Enviado por Tony

Excelente Documentário “Requiem for the American Dream – Noam Chomsky”

Sinopse: O intelectual icônico Noam Chomsky apresenta sua visão de como a riqueza e a influência se concentraram nas mãos de poucos nos Estados Unidos (e no mundo), influenciam e distorcem a Democracia, desfigurando-a.

— OS DEZ PRINCÍPIOS DA CONCENTRAÇÃO DE RIQUEZA E PODER —
1. Reduzir a Democracia
2. Moldar a ideologia
3. Redesenhar a economia
4. Deslocar o fardo de sustentar a sociedade para os pobres e classe média
5. Atacar a solidariedade
6. Controlar os reguladores
7. Controlar as eleições
8. Manter a ralé na linha
9. Fabricar consensos e criar consumidores
10. Marginalizar a população

PS:  Chomsky ao final deixa um recado: “Governo nenhum fará reformas se não for pressionado pelo poder do Povo organizado”, e um reflexão de esperança: “O que importa são os pequenos atos de pessoas desconhecidas que fundam as bases para eventos significativos da história”

 

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Leia também:  Quando as armas falam, por Henrique Matthiesen

4 comentários

  1. O poder corrompe. O poder
    O poder corrompe. O poder absoluto corrompe absolutamente. Mais uma vez o dito popular se confirma. O neoliberalismo se autodevorou. Diante do excesso de poder, a competência dos empresários se desvirtou e se transformou em desejo de domínio. Cada vez isso fica mais claro para mais pessoas. Os dez princípios citados por Chomsky definem muito claramente os objetivos desse governo golpista brasileiro. 

     

  2. O documentário é muito bom,

    O documentário é muito bom, mas Chomsky cometeu um omissão imperdoável.

    Ele se esqueceu de relacionar o declínio programado da solidariedade social entre os norte-americanos ao crescimento evidente do militarismo nos EUA (único país que mantém centenas de bases militares ao redor do mundo). A principal característica do militarismo (desde tempos imemoriais) é fortalecer ligações entre os soldados e entre estes e seus comandantes. Não há altruísmo maior do que dar a vida pelo companheiro de armas. 

    O problema desta substituição é a evidente inversão de valores que ocorreu. Na sociedade que se diz a “mais avançada e livre de todas as nações” emergiu um Estado claramente inspirado na Prússia do século XVIII. A prussificação dos EUA é um fenômeno que tende a piorar em razão da produção de armas de fogo customizadas para crianças e do ensino que estas estão recebendo para manusear armamentos http://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/as-armas-de-fogo-produzidas-para-criancas-nos-eua . Este fenômeno, é preciso salientar, não existia nem mesmo na Prússia quando o marechal Gebhard Leberecht von Blücher ajudou a derrotar Napoleão em Waterloo.

    Até nos programas de TV já temos visto crianças portando fuzis automáticos. Já teci alguns comentários sobre este assunto http://jornalggn.com.br/blog/fabio-de-oliveira-ribeiro/natural-born-killers-o-romantismo-absurdo-da-guerra-no-cinema-norte-americano . Os incidentes letais com armas empregadas por crianças também aumentou, outro aspecto que distingue o prussianismo norte-americano do que existia na Prússia. 

    Chomsky sugeriu modificações no imaginário da sociedade norte-americana que foram sendo produzidas desde a década de 1950. Mas ele não foi capaz de descer aos detalhes. É possível ver e mostrar como isto ocorreu utilizando o maior produto de exportação dos EUA: as séries de TV e os filmes.  

    No imaginário norte-americano, a solidariedade perfeita é aquela que existe numa sociedade militarizada e murada em cujo centro há uma igreja. Além dos muros estão os bárbaros irredutíveis e destinados ao extermínio: eles eram os índios que cercavam os Fortes nos westerns movies; atualmente eles são retratados como zumbis que foram perdendo quaisquer características humanas nas últimas décadas. 

    A cena final do filme “Eu sou a lenda” (2007), mostra o protótipo de solidariedade que predomina dentro das Bases Militares dos EUA dentro e fora daquele país. A evolução que a narrativa desta história sofreu ao longo dos anos é um indicativo claro de mudanças operadas no imaginário dos norte-americanos desde que a primeira versão de  “The Last Man on Earth” foi lançada: http://antonioribeironoticias.blogspot.com.br/2011/01/america-atraves-do-cinema.html .

    Ok, vou parar por aqui. Creio que meu comentário ficou longo e sofisticado. Acho que vou transformar ele num tópico. O que vocês acham?

     

  3.  
    Por Erivaldo
     
    Sem duvida,

     

    Por Erivaldo

     

    Sem duvida, toda essa balela “ANTE-CORRUPÇAO” parece pequena diante de uma questão ainda maior, ou seja, um adeus ao fim do financiamento empresarial de campanhas. Em um recente documentário de Noam Chomsky aborda concentração de riqueza e democracia  “Requiem for the American Dream – Noam Chomsky” Ele apresenta sua visão de como a riqueza e a influência se concentraram nas mãos de poucos nos Estados Unidos (e no mundo), influenciam e distorcem a Democracia, desfigurando-a.

     

    Muito verdadeiro que existem muitas pessoas cujos interesses são totalmente contrários a um novo modelo de participação democrática. O ministro Gilmar Mendes sentou em cima durante um ano e meio da ação que pedia o fim do financiamento empresarial de campanhas  o Dep. Eduardo Cunha mostrava-se contrariado com o fim dessa medida, visto que acabaria com a mina dos ovos de ouro dessa gente. Parece-me que isso assustou demasiadamente muita gente (elite empresarial) assustou os políticos corruptos de todas as agremiações política sem exceção. Um dos objetivos mais importantes do movimento conservadores em curso é manter o financiamento privado de campanha política. Daí porque  cabe o povo esclarecido os movimentos sociais a eterna vigilância que em nada contribui para a democracia e que parece  querer tenta por todos os meio arejar o povo da participação  democrática.  

     

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