O banco BRICS é o primeiro passo na desdolarização da economia mundial

Do RT Actualidad – tradução Equipe GGN

Jornal GGN – Os BRICS podem eventualmente substituir o atual sistema econômico dominando de forma hegemônica pelos Estados Unidos, acredita o economista Peter Koenig. O Bando de Desenvolvimento dos BRICS é o primeiro passo.

O Banco de Desenvolvimento dos BRICS constitui o primeiro passo no processo de desdolarização do sistema econômico mundial, assegura o economista e ex-funcionário do Banco Mundial Peter Koenig em um artigo publicado no “Global Research”. “Este banco poderia atuar, de forma temporal, como entidade financeira central dos BRICS, chegado o momento, eles poderiam criar moeda própria”, avalia Koenig.

O Banco de Desenvolvimento concentraria seus esforços na modernização da infraestrutura social e de transporte, sistema de distribuição de energia e telecomunicações. Também na prospecção, extração e elaboração de recursos energéticos, incluindo alternativos procedentes de fontes renováveis, explica o especialista.

Em conjunto, os BRICS representam 30% do PIB mundial e aproximadamente 45% da população total. E constituem uma ameação real para os interesses dos Estados Unidos, entende Koenig. Para ele, Washington está se empenhando a fundo para desestabilizar a situação nestes países. Por exemplo, Estados Unidos acusava recentemente o Governo de Dilma Rousseff de corrupto, depois de sua vitória no primeiro turno eleitoral, diz o economista.

Não existe nenhuma razão econômica para a queda do rublo fora da manipulação da propaganda anti-russa e da manipulação monetária

“Na verdade, agora é o momento para que novos sistemas econômicos e monetários substituam o Banco Mundial atual (Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento), um esquema de cassino predatório de Wall Street em dólares, que somente nos últimos 100 anos contribuiu muito e se beneficiou de duas guerras mundiais, para o empobrecimento do planeta, tanto em termos sociais como meio-ambientais. Este sistema está a ponto de cair em um abismo ainda maior que a depressão dos anos 30”, assegura Koenig, que recorda que, atualmente, seis bancos estadunidenses  administram dois terços de todos os ativos bancários no mundo.

Leia também:  Teoria moderna da moeda é da hora, por Fernando Nogueira da Costa

Segundo o economista, o sistema dos BRICS podem oferecer uma alternativa mais saudável ao dólar, que imprime dinheiro quando lhe convém. Como exemplo deste sistema viciado, Koenig mencionou a queda do rublo. Koenig considera que “não existe nenhuma razão econômica fora da propaganda e manipulação da moeda anti-russa” que a justifique,  e que a economia russa, apesar das sanções, tem fundamentos muito mais sólidos que os EUA.

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34 comentários

  1. BRICS

    Não há dúvidas para mim de que um dos motivos do desespero de desestabilizar o governo DILMA também é a criação deste bloco BRICS.

    A direita brasileira apoiada pela direita internacional irá fazer qualquer coisa para que DILMA não governe prejudicando o PT no próximo pleito em 2018.

    Infelizmente, uma grande parcela da população não tem massa cinzenta para observar isto e o risco é real.

    • Concordo. Ferrar a Petrobras

      Concordo. Ferrar a Petrobras é uma das estratégias. Ficou fácil depois que os entreguistas atrelaram-na aos “mercados” internacionais. A jogada está telegrafada.

  2. Brincadeira

    Não dá para levar a sério uma pessoa que diz que a Rússia tem fundamentos muito mais sólidos que os EUA.

    O dinamismo dos EUA, a situação demográfica privilegiada, a diversidade das atividades econômicas, indústria, serviços, educação, commodities (inclusive gás e petróleo), fazem com que a economia norte-americana seja muito mais diversificada, e portanto mais resistente. É claro que existem riscos, e a preponderância do setor financeiro é um deles, mas mesmo assim a economia tem várias frentes para ajudar a se recuperar em caso de crise.

    Tirando óleo e gás, o que a Rússia tem para justificar essa alegação? Uma população envelhecida com crescimento negativo (a expectativa de vida hoje é de 63 anos para os homens e 75 anos para mulheres), uma dependência de capitais e tecnologia estrangeiros. Ou seja, a potência da Rússia baseia-se exclusivamente no setor de energia, sem dúvida um setor dinâmico e importantíssimo no mundo de hoje. No entanto, em caso de crise nesse setor, quais são s portas de saída para esse país?

    Como qualquer economia concentrada num único setor, a Rússia é muito vulnerável. Nesse sentido, os EUA têm um potencial de crescimento e recuperação muito maior.

    Uma desdolarização da economia mundial é possível e saudável, mas muitos dos argumentos usados aqui me parecem mais “wishful thinking” do que baseados na realidade.

    • Nicolas,  temos, tablebts,

      Nicolas,  temos, tablebts, pcs, geladeira, fogão, automovel,  etc..etc…mas basta cortar o gas e  eletrecidade,   para voltar a morar nas cavernas, portanto……….vulnerável não é a Russia.  

      • Exatamente o contrário,

        Exatamente o contrário, vulnerável é quem tem todos os ovos numa mesma cesta.  A Rússia é dependente alimentar, corta o gás, falta o frango e as bistecas de Santa Catarina na mesa dos camaradas.

        Sob teu ponto de vista o Brasil é vulnerável perante a Bolívia. Basta o país andino cortar o fornecimento de gás e o Brasil volta às cavernas?. E sem a receita do gás a burgusia aimara iria viver do que?

        Quem tem mão fraca não blefa, e se blefar perde.

         

        • A quatão colocada aqui, é a

          A quatão colocada aqui, é a hegemonia do dolar como moeda nas transações comerciais entre paises, fora isso, o mundo necessita de energia tanto quanto o frango e a bisteca de santa catarina.

          PS: quem tem mão fraca nem entra no jogo.

           

           

      • E os EUA não têm?

        Cesar, a Rússia não é o único produtor de gás no mundo, embora eles tenham reservas gigantescas. Os EUA também geram energia, têm um vizinho ao norte totalmente alinhado com eles para suprir as necessidades de eletricidade e estão se tornando autossuficientes em petróleo e gás.

        Além disso, a Rússia até agora não conseguiu equacionar seu problema demográfico: a população tem diminuído nos últimos 10 anos a uma taxa anual de 0,2%. 

        O que digo é que a diversidade da economia dos EUA, que não depende de um único setor como é o caso da Rússia, torna eles menos vulneráveis.

        Isso não quer dizer que os EUA não vão perder a atual dominação quase absoluta que tem sobre o mundo; o mundo unipolar que surgiu depois do colapso da União Soviética está desaparecendo, substituído por um mundo mulltipolar, com vários polos regionais, entre os quais a Rússia, a China, a Alemanha e o próprio Brasil. 

        • Nicola, é um bom debate, e

          Nicola, é um bom debate, e não vou me ater aos EUA, atualmente  o mundo depende de energia tanto quanto do ar que respiramos, a questão é: o banco dos BRICS deve substituir o dolar em suas transações comerciais, 

    • Realmente…

      Realmente… para quem é, pensa e age, na condiçao de colonizado, jamais o levará a sério!

       

       

       

       

       

       

       

      • Ninguem aqui é colonizado

        Ninguem aqui é colonizado pela China e Russia, a realidade não é que se deseja, é aquilo que é, achar que um banco desses vai criar um moeda para desbancar o dolar é uma alucinação.

    • A Rússia atualmente

      possui uma população de 140 milhões de habitantes, *** MENOR *** do que a população de 200 milhões de habitantes do Brasil ! 

      Essa população russa é um pouco maior do que a mexicana (120 milhões) e o dobro da população turca (76 milhões). 

       

  3. http://www.parareligion.ch/
    O

    http://www.parareligion.ch/

    O Koenig é um esoterico que gira feito um pião amalucado, os seus estudos não tem nexo ou logica, mistura ocultismo

    com lavagem de dinheiro, uma omelete de conceitos mal misturados, sem pé nem cabeça, uma coisa maluca.

    Como é que um banco de fomento com capital de 100 bilhões a ser integralizado em DEZ anos vai mudar a ordem monetaria mundial? Como? Na lista dos 100 maiores bancos do mundo, o ultimo tem  mais de 300 bilhões, um fundo de investimento americano, o BlackRock tem 4 trilhões de dolares de ativos, existem 18 fundos americanos com mais de 1 trilhão de dolares de ativos, o que 100 bilhões em DEZ ANOS pode provocar? Na Florida tem 8 bancos que só operam só no Estado com mais de 100 bilhões de ativos, o Banco do Brasil tem quase 600 bilhões de dolares de ativo e não mudou o mundo por causa disso. Estão brincando com os leigos, o Banco Africano de Desenvolvimento tem mais de 100 bilhões de dolares e não mudou nem a Africa Francesa, que continua usando o franco comunitario, lastreado no euro.

    E registre-se que o banco BRICS está em organização,  longe de começar a operar, os americanos estão morrendo de medo, a briga no bamco Brics agora e para ver quem consegue aquela boquinha para a cunhada.

    • É isso aí, para uma legião de

      É isso aí, para uma legião de sonháticos e saltelmos crentes, sempre o Motta para botar as coisas nos seus devidos lugares.

       

  4. https://www.navyfederal.org/a

    https://www.navyfederal.org/about/about.php

    O capital inicial do Banco dos BRICS será de US$50 bilhões podendo chegar a US$100 bilhões.

    A Cooperativa de Credito dos Funcionarios da Marinha dos EUA tem um ativo de US$62 bilhões e tem emprestimos da ordem de U$44 bilhões, nem seque é um banco, é apenas uma cooperativa de empregados.

    O Banco do Brics vai desbancar o poder do sistema financeiro mundial? As pessoas não tem noção do ridiculo.

    • Mota,   A lógica  desse fundo

      Mota,   A lógica  desse fundo funciona como um cheque especial, e não quem tem mais dinheiro,    pode ser aumentado  com cotas de participação por pais, de acordo com a nesessidade,  (China tem 3,4 tri,  Russia 480 bi, Brasil 380 bi. AfS 280 bi em reservas) o FMI salvo enganos tem reservas de 200 bilhões, atualmente é ele quem socorre paises em dificuldade no balanço de pagamentos.

      • Na boa, vc acha mesmo que

        Na boa, vc acha mesmo que qualquer um desses países vai tirar sua reservas do BIS, para botar no banco dos brics? Sabe de nada, inocente… Se nenhum dos países faz isso com relaçao ao Banco Mundial, vai fazer com o banco dos brics? Sabe de nada, inocente…

          • Vc tá me dizendo que as

            Vc tá me dizendo que as reservas do Brasil não estão mais aplicadas no BIS? Espantoso! O BC, por intermédio do Depin,  está sabendo disso?

          • desisito………… é

            desisito………… é evidente que o Brasil usou 5% só das reservas, que é a cota dele, a maior fatia veio da China, por isso eles vão nomear o presidente.

      • O FMI nunca teve muita

        O FMI nunca teve muita reserva, o que ele tem é CREDIBILIDADE, um programa do Fundo vale como AVAL de um Pais,

        achar que o Banco dos Brics vai ter a mesma função e compara um boteco pé sujo com o restaurante DOM.

    • Caro Motta

      Sua maneira de pensar tem certa lógica, meus parabéns, pórem você não está levando em consideração que este é o PRIMEIRO PASSO, apenas o primeiro de muitos que o BRICS terá de caminhar para que de fato se concretize o que o autor está dizendo. E não se esqueça quem são os países que estão fundando o Brics…….

       

    • Você não entendeu o ponto

      Você não entendeu o ponto principal do argumento:

      “Este banco poderia atuar, de forma temporal, como entidade financeira central dos BRICS, chegado o momento, eles poderiam CRIAR MOEDA PRÓPRIA”

      Essa “nova ordem financeira mundial” não é dependente da reserva em dólar do banco. Ela é dependente do comércio internacional não lastreado no dólar. O artigo só peca em dizer que este seria o “primeiro passo” – Na minha opinião está mais para a “gota d’agua”. O primeiro passo foi da comunidade européia com o EURO. Uma moeda do BRICS seria o prego no caixão do Bretton Woods System, e o fim da hegemonia do dólar como reserve currency (e muito dever de casa pros EUA controlarem os dólares que vão “voltar pra casa”).

       

      • Uma MOEDA não se cria por um

        Uma MOEDA não se cria por um desejo, as condições de aceitabilidade de uma moeda são historicas, a Libra Esterlina dominou o mundo desde a derrota de Napoleão até a Primeira Guerra, cem anos, por causa da Guerra o dolar substitui a Libra e até hoje é a reserva mundial, voce acha possivel quatro paises absolutamente diferentes, culturas politicas e juridicas ABSOLUTAMENTE DIVERGENETES, costurarem uma combinação para criar uma moeda propria?

        O Bando de Desenvolvimento dos BRICS é um banco de fomento, NÃO TEM AS FUNÇÕES DO FMI, nem seus criadores disseram isso, é um banco para EMPRESTAR DINHEIRO PARA OBRAS DE INFRA ESTRUTURA, não é para criar moeda ou ajudar seus membros em crises cambiais.

        A CHINA em 4.000 anos de Historia conheciada JAMAIS operou em aliança com outros Paises, a China FUNCIONA SOZINHA, nem nos tempos aureos do comunismo a China era aliada da Russia, a Libra e o Dolar funcionaram e funcionam como moeda de reserva mundial PORQUE EMITIDA POR UM SÓ PAIS, ninguem no planeta vai confiar no sistema juridico da Russia, da China ou da India, pode até confiar no do Brasil, mas os BRICS não são uma estrutura juridica com crebilidade suficiente para emitir uma moeda, essa é uma ideia de bocó sem noção alguma de historia e de economia.

        • Quem não tem nenhuma noção de

          Quem não tem nenhuma noção de história e economia é o senhor.

          A Libra foi a moeda internacional de reserva e troca porque a Grã-Bretanha era a maior potência financeira e comercial do planeta, até ser substituída pelos EUA, A decadência britânica apresenta inúmeras semelhanças com o processo experimentado hoje pelos Estados Unidos, principalmente na decadência industrial em favor do financismo. É o mesmo caso dos EUA, que perderam sua posição relativa no setor produtivo em favor das finanças, e hoje assiste a China caminhando para retomar sua posição histórica de nação mais rica do mundo(leia um livro de história pela primeira vez em sua vida).

          O que os Brics defendem não é a substituição do dólar pelo yuan ou o rublo, mas a criação de uma moeda de reserva internacional administrada multilateralmente, tanto que as propostas iniciais eram de reforma das instituições de Bretton Woods, para que tivessem maior representatividade, e a adoção dos SDR do FMI como moeda internacional, fazendo eco a proposta inicial de Keynes(outro que, ao contrário do senhor, não tem qualquer noção de história e economia)que, em Bretton Woods, sugeriu a criação de uma moeda internacional, o Bancor, mas foi combatido pelos americanos, desejosos de consolidar sua hegemonia nas finanças internacionais(em detrimento da economia internacional, como se pôde constatar com a crise causada pela Doutrina Nixon).

          Aliás, as reformas do FMI e do Banco Mundial foram apoiadas pelos países do G-20 na reunião da Coréia, mas nunca forma implementadas, pçor resistência dos EUA e afins. Por isso a necessidade da criação de uma alternativa.

    • O Banco dos Brics é apenas um

      O Banco dos Brics é apenas um dos instrumentos na estratégia de desdolarização das finanças internacionais. Um outro exemplo são os acordos de swap, que vem sendo celebrados pelos países dos Brics com seus parceiros comerciais. Na verdade, nota-se como o banco Brics será utilizado de forma complementar, atuando em projetos que visem o fortalecimento dos fluxos comerciais e de investimentos entre países – como fazem as institutições de Bretton Woods – porém, orintados por princípios e interesses distintos. 

      Como qualquer banco de desenvolvimento, os investimentos seguem a lógica pública, buscando atrair investimentos privados para detemrinados projetos.

      O senhor faz um comentário desses e ainda se diz autor de livros de finanças. Realmente, algumas pessoas não têm noção do ridículo.

    • Motta Araujo, noção do

      Motta Araujo, noção do ridiculo quem não tem é você. Parece que você não leu o artigo, mas se leu, não entendeu nada. Você, cara, é daquelas pessoas que são contra tudo, não importando nem de se passar por idiota com seus comentários ridículos.  

       

  5. O que está em jogo na

    O que está em jogo na geopolítica econômica é muito mais do que o universo brasileiro, qualquer um que tenha buscado estudar um pouco sobre isso sabe perfeitamente. Se temos ministros de direita (pra lá de direita, inclusive) é porque isso é um problema interno nosso, porém, são setores que já percebem a demanda legítima e crescente de maior igualdade e oportunidade no corpo social. Se irão ceder ou não, ou se o governo vai ceder a “pressões” sejam quais forem, é isso que devemos, nós brasileiros, resolver. A política externa de Dilma não poderia ser melhor no momento. Façamos as críticas, mas também não devemos esquecer que são no mínimo mais quatro anos dela e do PT no poder, até lá muita água rola.

  6. merece ser relido oesse

    merece ser relido oesse texto.

    o segundo parágrafo explicita muito bem  o

    que é do nosso interesse.

  7. PIB em ppp: BRICS = 30

    PIB em ppp: BRICS = 30 trilhões de dólares; G7 = 33 trilhões. Os americanos tem de se preocupar mesmo, porque a farsa do dólar vai acabar.

    • O que dá lastro ao dolar

      O que dá lastro ao dolar chamae INSTITUIÇÕES, não a economia. Quem goberna os EUA são INSTITUIÇÕES.

      Russia e China são ditaduras, quem confia nesses governos?

  8. A substituição do dólar já começou

      O pessoal fala “daqui a pouco vai começar”, não daqui a pouco vai acelerar, o processo já começou. Antes mesmo do encontro dos Brics já havia a viagem do Putin à China com mais um chute no traseiro do cumpadre wasshington, eu imagino essa turma que faz cosplay de capitão américa daqui à alguns anos como os japoneses que passaram décadas negando a derrota do império.

       O banco é importantíssimo, terá mais poder de empréstimo que o FMI+banco mundial que são os instrumentos de geopolítica do outro lado e não se confundem com os bancos normais. Um portozinho em cuba já deixa muita gente de cabelo em pé mas ignoram fatos dessa magnitude!  É que bom cabrito não berra, ficam falando em foro de SP que é um chá das cinco perto da aliança de fato dos BRICS porque querem idiotas como plateia e não gente sabendo onde o jogo é jogado de vedade. Fiz uma busca por notícias de Putin+china e o pig nacinl veio com:

    “tigre solto por putin ameaça cabritos na china”

    “midia chinesa censura gesto de putin pra primeira dama”

  9. Componentes sociais degradantes

    “Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada”.

    A natureza humana precede, fomenta e tempera os macro-sistemas, independente de quais formas sejam. 

    Ayn Rand sintetiza o desequilíbrio provocado por essa latência de avidez exacerbada de alguns somada e contrastada à deficiência de ação/percepção de muitos. Assim como Rui Barbosa em 1914 quando disse: 

    “De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto”. 

    São componentes sociais degradantes, que propagam a doença da exploração humana, usurpando o respeito socio/cultural que deveria haver entre nós. Contudo, mesmo a generalização da corrupção/prostituição de caráter ao longo dos tempos imuniza a humanidade, mas como todo excesso de doença, pode ser condenante. 

    • Koning

      How the Fed Helped Pay for World War I

       John Paul Koning

      Governments can pay their bills in three ways: taxes, debt, and inflation. The public usually recognizes the first two, for they are difficult to hide. But the third tends to go unnoticed by the public because it involves a slow and subtle reduction in the value of money, a policy usually unarticulated and complex in design.

      In this article, I will look under the hood of the Federal Reserve during World War I to explain the actual tools and levers used by monetary authorities to reduce the value of the public’s money in order to fund government war spending. This example will help readers better understand the more general idea of an “inflation tax,” and how such a tax might be used in the future to fund the state’s wars.

      It is the government’s monopoly over the money supply that allows it to resort to inflation as a form of raising revenue. Kings and queens, by secretly reducing the amount of gold in coins they issued to the public, could use the gold held back to pay for their own pet conquests. Slowly the public would discover that the coins they were using had less gold than the amount indicated on their face. Their value would be bid down, and the coin-holding public would bear the costs in lost purchasing power.

      Legal-tender laws adopted by governments prevented the public from exchanging bad coins at less than their face value. A fall in market value, after all, would cut off a significant future revenue source: the government’s ability to issue bad coins at inflated values.

      The use of force to subsidize an inferior coin’s value reduced its capacity to provide the holder with certainty, corrupted the informational value of the prices it provided, and diminished the public’s trust in the money. This decline in a monetary system’s efficacy due to bad money and legal-tender laws is always a cost born by the money-using public.

      Just as kings debased coins to help pay for their wars, the Federal Reserve used inflation to help pay for US participation in World War I. It did so by creating and issuing dollars in return for government debt. In effect, the Fed’s balance sheet became a repository for war bonds. Furthermore, the Fed brought this debt onto its balance sheet at a higher price than the market would have paid otherwise, a subsidy born by all those who held money as its purchasing power declined.

      Before explaining how this process worked, it is necessary to know a few things about the Fed. The institution began operations in 1914 on the “real-bills” principle. Member banks could borrow cash from the Fed, but only by submitting “real bills” as collateral.

      These bills were short-term debt instruments that were created by commercial organization to help fund their continuing operations. The bills were in turn backed by business inventories, the “real” in real bills. By discounting or lending cash to banks on real bills, the Fed could increase the money supply.

      The original Section 16 of the Federal Reserve Act required that all circulating notes issued by the central bank be backed 100% by real bills. On top of this, an additional 40% gold reserve was to be held by the Fed. In those days, Federal Reserve notes — a liability of the Fed — were convertible into gold, and the 40% gold reserve added additional security. Thus, for each dollar liability it issued, the Fed held 140% assets in its vaults, or one dollar in real bills and 40¢ in gold on the asset side of its balance sheet.

      The Fed was also permitted to engage in open-market purchases of government debt and banker’s acceptances. But government debt was not of a commercial nature, and therefore was not considered a real bill. Because the 100% “real”-backing requirement for notes could not be satisfied by Fed holdings of government debt, the Fed could only issue a limited number of notes for government debt before running up against the 100% requirement.

      Thus, the real-bills doctrine as set out in the Federal Reserve Act significantly hemmed off the Fed’s balance sheet from serving as a bin for the accumulation of government debt and claims to government debt. To help finance the war, which it had entered into in April 1917, the US government would have to open up the Fed’s balance sheet to the Treasury’s war debt.

      “To help finance the war, the US government would have to open up the Fed’s balance sheet to the Treasury’s war debt.”

      A major step was taken in June 1917 with the relaxation of the double requirement of 100% real bills and 40% gold for each dollar issued. A small change to Section 16 now meant that the 40% gold reserve could simultaneously substitute for 40% of the real-bills requirement.

      Rather than holding $1.40 in assets for each $1.00 issued ($1.00 real bills, 40¢ gold), the Fed now only needed to hold $1.00, comprised of 40¢ gold and 60¢ real bills. This freed up a significant amount of the Fed’s collateral for new issues of notes.

      An earlier step to harness the Fed for war-financing purposes was the 1916 addition of Section 13.8 to the Federal Reserve Act. This change allowed the Fed for the first time to make loans to member banks with government debt serving as collateral. But such collateral was not considered a real bill, and therefore was not eligible to contribute to the 100% “real” backing requirement for dollars issued.

      Thus, while loans on government debt were now permitted, their quantity was significantly limited. Only if there was some “slack” comprised of excess Fed holdings of real bills backing the note issue could 13.8 loans be made.

      With the United States gearing up for the war, President Woodrow Wilson announced in April 1917 the first war-bond issues, or “Liberty-bond” drives. To help prop up the war-bond market, another change was made to the Act to further pry open the Fed’s balance sheet to the acceptance of government debt. Section 13.8 loans were now permitted to serve along with real bills and gold as eligible backing assets for Federal Reserve notes.

      Thus, the 60% “real”-backing requirement could be satisfied not only by real bills, but also “nonreal” government debt. The Fed now faced no constraints in bringing government debt onto its balance sheet to expand the note issue.

      The ability to lend on the security of government debt was further strengthened by the Fed’s adoption of a preferential discount rate on all Section 13.8 loans secured by Liberty bonds. This rate was set at 3%, a full percent below the regular discount rate.

      According to Fishe,[1] member banks could make a profit on the spread by buying 3.5% Liberty bonds at government-debt auctions, then funding these purchases by submitting the bonds to the Fed as collateral for loans at the preferential rate of 3%. “If member banks subscribed to the entire Liberty bond issue by this method … they stood to gain $410,958 tax-free every fifteen days,” writes Fishe.

      The immediate result of these changes was a massive increase in the Fed’s balance sheet, driven almost entirely by Fed loans to member banks secured by government debt. This is best observed in our chart above. The discounts/advances component of Federal Reserve assets (in blue) quickly expanded in 1917. By 1919, discounts collateralized by government debt grew to almost 100% of all discounts made (line on bottom of chart). Collateral submitted prior to the changes had been primarily private debt.

      The modifications that freed up the Fed’s collateral requirements now allowed the Fed’s balance sheet to act as a very effective “sink” for the accumulation of government war debt. No longer need the Treasury depend on the wherewithal of private individuals and banks to bring government debt onto their own balance sheets — they now had the central bank’s balance sheet to count on.

      “By 1920 a dollar would buy about half the goods it was capable of purchasing in 1914.”

      Furthermore, by overvaluing government debt collateral through the preferential discount rate, the Fed created an incentive system that encouraged the private sector to utilize the Fed as a “sink.” Private investors could acquire Liberty bonds, then submit them for cut-price discount loans.

      The US Treasury was happy with this setup, as it meant that Liberty-bond drives would be met with significant demand from investors. The necessity of luring investors away from competing private-sector bond issuers by posting high rates was avoided. Now the Treasury could skirt the competition by using the Fed to provide subsidized loans through the preferential rate.

      The result of all these machinations was a significant inflation, which varied between 13% and 20% for most of the war, up from the 1% inflation rate experienced in the Fed’s first year. By 1920 a dollar would buy about half the goods it was capable of purchasing in 1914.

      To sum up, by overvaluing government debt, the Fed was able to issue money at a faster rate than it would otherwise have been capable of. The private sector, lured by the dangling carrot of an easy discount policy, went to the Fed for cash, but the sector had no real long-term demand for these dollars and tried to offload them, resulting in a fall in the dollar’s value.

      At the same time, by overvaluing the government collateral it brought onto its balance sheet, the Fed reduced the quality of its own assets. Bankers and investors who watched such statistics grew wary and sold dollars for more credit-worthy stores of value.

      In this way a portion of war costs were paid for by everyone who held the weakening dollar. Indeed, Friedman and Schwartz estimate that 5% of the cost of the war was funded by Fed inflation.[2]

      With the Fed’s balance sheet widened to accept loans on government debt, the state’s ability to fund wars via inflation has been ensured. Independent central banking, established in the 1950s, has only gone part way in reducing the Treasury department’s ability to use the Fed to subsidize wars. Only by completely removing the Federal Reserve’s monopoly over the money supply and introducing choice and competition in currency will this unfortunate link ever be fully severed.

      • Tim Maia – Me dê motivo…

         

         

        Speech delivered at the Munich Economic Talks,
        October 6, 2010

         

         

        Ladies and Gentlemen,

         

        According to a recent news item, not widely circulated, after more than 90 years of slavery, on October 3, 2010, Germany made the final payment for its World War I debt. This event is highly symbolic. It gives me great pleasure to be one of the first to congratulate you, literally hours after the German people were finally freed from debt slavery.

         

         

        I have been a student of money and credit for over fifty years. I could summarize the result of my studies as follows: Most, if not all, the great events in the history of mankind since the advent of money, have a causal explanation. The causes are to be found in the use or abuse of money and credit — provided that we penetrate historiography sufficiently deeply.

         

        My talk is meant to be dispassionate, well-grounded in economic thought, and certainly free from nationalistic overtones.

         

        This evening I would like to illustrate my thesis through the following example:

         

        The Great Depression of the 1930’s, in particular, the unprecedented world-wide unemployment was caused by the decision of the victorious Entente powers to return to the gold standard after World War I, BUT without allowing the clearing house of the gold standard, the international bill market, to make a comeback.

         

        This decision was made in secret. It has never been made public. But there can be no doubt about the fact that in 1920 everybody, even Keynes himself, admitted the desirability of an expeditious return to the gold standard. Had there been no decision to ban it, bill trading would have started spontaneously.

         

        What this decision was meant to accomplish was to block multilateral world trade by brute force. It was to be replaced by bilateral trade or, to call a spade a spade, by a barter system. Why did the victorious Entente powers make such a foolish decision that was going to hurt their own producers and consumers, and hinder reconstruction? They did it because they wanted to punish Germany over and above the provisions of the Versailles peace treaty. They wanted to maintain the wartime blockade under a different name. They wanted to monitor, and control if need be, the move of goods in and out of Germany. In peacetime the only way to accomplish this was to replace multilateral with bilateral trade; to block the financing of world trade with short-term commercial bills, also known as real bills. To put it differently, the Entente powers phased out self-liquidating credit and replaced it with artificial bank credit, the creation of which they could control through their central banks.

         

        World trade prior to 1914 was multilateral. By this I mean that imports were paid for by issuing, endorsing, and accepting bills of exchange payable in gold at maturity no more than 91 days after shipping the underlying merchandise. With three good signatures: that of the exporter, that of the importer, and that of a recognized acceptor the bill of exchange went through a most remarkable metamorphosis. It became money. Ephemeral, to be sure, but money nevertheless. The exporter could use it to pay for his imports by passing it on, after endorsing it, to the exporter in a third country. This exporter could likewise use it to pay for his own imports, and so on and so forth. Only in the light of this fact can one explain the unprecedented expansion of world trade during the 100-year period between 1815, marking the end of the Napoleonic War and 1914, marking the outbreak of World War I. Such a record level of world trade would not have been possible without the clearing house for the gold standard, the bill market. Geographically, this clearing house was located in the City of London. It was the great London trading houses and banks on which bills of exchange, covering merchandise shipped from country A to country B, were drawn. It was the great acceptance houses in London that accepted them. Once so endorsed and accepted, these bills started to circulate on their own wings and under their own power, as only monetary gold could circulate: without friction.

         

        It was this great clearing house of the gold standard in London that was blocked, nay, sabotaged, by the decision of the Entente powers at Versailles in their vindictive moment of victory. They never examined the broader economic implications of their move, beyond the obvious effect of putting the foreign trade of Germany on a leash. They utterly failed to see the wider consequences of their folly.

         

        To show just how short-sighted the decision to block the circulation of real bills was, consider the argument of the German economist Heinrich Rittershausen(1898-1984) that he presented in his monograph entitled Unemployment and Capital Formation, published in 1930, but obviously written before the Great Depression has become a reality. Rittershausen predicted that, hard on the heels of the collapse of the gold standard, a horrendous wave of world-wide unemployment would prostrate the world economy.

         

        Under multilateral world trade financed by real bills there was something we may, in want of a better term, call the Wage Fund — out of which the wages of laborers producing merchandise demanded most urgently by consumers could be paid. Please remember that these goods during their gestation period of up to 91 days could not be sold to the ultimate consumer. He was the only one to pay for his purchase by handing over the gold coin. Neither the producers of semi-finished goods that go into the merchandise, nor the wholesale and retail merchants would ever pay gold: they would issue or endorse bills. It could take 91 days (or 13 weeks, or 3 months, or a quarter) before the real bill matured into the gold coin with which wages could be paid. But laborers have to be fed, clad, shod, and sheltered in the meantime. They cannot wait for 3 months till the merchandise will have been sold to the ultimate gold-paying consumer. Wages have to be paid weekly, not quarterly.

         

        Thus, then, the Wage Fund is absolutely necessary for the maintenance of world trade and full employment on a scale it has reached prior to 1913. Such a Wage Fund could only exist by virtue of the bill market. So much of the ‘float’ of real bills in the world was earmarked for paying wages; the remainder was earmarked to pay for supplies. The system worked extremely well: ‘structural’ unemployment was unheard-of before World War I.

         

        This Wage Fund was unwittingly destroyed by the victorious Entente powers at the moment they decided to block the financing of world trade through real bills circulation as it existed before 1914. The result was that world trade never really recovered. In fact it took the better part of the twentieth century for the volume of world trade to reach its 1913 peak level again. In the meantime it was touch-and-go. Bilateral trade, barter, or direct payment of gold and gold exchange replaced self-liquidating credit, as the credit represented by real bills was called.

         

        The destruction of the Wage Fund was not immediately noticed. The great inflation due to World War I imparted sufficient stimulus for a full decade to cover up the complete absence of a reliable fund out of which wages could be paid. In due course, however, the surplus money was siphoned off by an extraordinary explosion of speculative activity in financial bills, real estate, and in the shares of joint-stock companies. Real bills were conspicuous only by their absence.

         

        When money became scarce after the bubbles burst one after another: the bubble in US Treasury bonds in 1920, the Florida real estate bubble in 1925, and the stock market bubble in 1929, the absence of the Wage Fund, destroyed a decade earlier, immediately became obvious. There was no money to pay the wage earner. Workers were laid off. They had to be put on the dole. An unprecedented wave of unemployment, like a tsunami, engulfed the world. Dictatorships could escape the curse of unemployment by destroying civil liberties: Lenin’s under the banner of international socialism, Hitler’s under the banner of national socialism.

         

        The only economist in the world who saw what was coming was Rittershausen. But he was treated by the international community of economists with the same contempt as the German delegation was at the Versailles peace conference. A new economic gospel was promulgated by the prophet John Maynard Keynes who made a complete volte face. He was a most vocal opponent of Britain’s return to the gold standard in 1925. Not because he realized that Britain’s ‘newly-born-again’ gold standard was not viable as it grievously lacked a vital part: the clearing house. Keynes opposed the gold standard on doctrinaire grounds. According to him the gold standard was obsolete, contractionist, an obstruction to progress. The new dispensation called for flexible foreign exchange rates that could be easily manipulated in the service of a hidden political agenda. Keynes was theenfant terrible of economic science. He was a perfect antithesis of Rittershausen. He was a master of demagoguery. He made economics stand on its head. For thousands of years the problem of economics was the scarcity of savings as well as over-consumption, especially during princely wars. Keynes invented over-savingand its twin brother, under-consumption. These notions are as obnoxious as they are preposterous. Yet the world, desperate for getting out of the depression, bought them. This was just what Keynes has been waiting for. He was hell bent on manipulating the whole world through clever verbiage, but which utterly lacked any substance.

         

        Rittershausen, on the other hand, had no ulterior motivation. He just wanted to find the truth. And, indeed, he found it by pointing to the destruction of the wage fund in the wake of blocking the circulation of real bills. It is a great tragedy thatRittershausen was born in Germany rather than Britain, and Keynes was born in Britain rather than Germany. If it had been the other way around, then Keynes would have been totally ignored, as was his desert, and Rittershausen would have been elevated to international fame, as was his. He would have been made the object of world-acclamation and admiration.

         

        History may not be repeating, but it certainly is strongly echoing itself. The Great Financial Crisis of 2008 is such an echo of the Great Depression of 1930. Or could it be that the Great Depression of 1930 was the harbinger of something far worse: the Great Financial Crisis of 2008 and its aftermath, still to be visited upon the world?

         

        The last remnants of the gold standard were abolished in 1971 when the Republican president Richard Nixon defaulted on the international gold obligations of the US — almost 40 years after the Democratic president Franklin D. Roosevelt defaulted on its domestic gold obligations. It triggered the fast-breeder of money, originally envisaged by Keynes, later dressed up academically and made palatable politically by Milton Friedman. At first, the going was great under the catch-word: “you have never had it so good”. But then, just as during the “roaring 20’s”, speculators grabbed the money spun out by the fast breeders and ran with it. Once again, bubbles were blown and started bursting one after another. Now the world is confronted with the worst prospects for unemployment ever. At any rate, far worse than the one Rittershausen had predicted in 1930. We can, using his methodology, predict Great Depression II in the making. The world still is lacking a Wage Fund. A vastly expanded army of unemployed people will have to be fed, clad, shod and sheltered. The money to do it is not there. Once again, governments will have to create it out of nothing to pay the dole.

         

        The obvious way out of this corner is the resuscitation of the Wage Fund through allowing the spontaneous circulation of real bills that were last used in 1914. Lest anyone suggest that this feat could be accomplished under the regime of irredeemable currency, beware: real bills can only work if they mature into gold. It is unthinkable that they could mature into irredeemable paper currency. A real bill is an IOU promising to pay gold, and it offers a return to boot. An irredeemable banknote is an “IOU nothing” and it offers nothing — an inferior instrument at best, a fraud at worst. A real bill, to be meaningful, must mature into a superior financial instrument. Otherwise it refuses to circulate. Therefore the rehabilitation of real bills assumes the simultaneous rehabilitation of the gold standard. The two go together as hand and glove.

         

        The way to return to the gold standard is for the US government to open the US Mint to gold — as ordained by the American Constitution that has been violated by power-hungry presidents such F. D. Roosevelt and his successors, every one of whom swore to uphold it, only to turn around and trample on it.

         

        It would be an extraordinary act of statesmanship if a new president reinstated the monetary provisions of the American Constitution.

         

        There is no other way to prevent the collapse of the debt tower, or to fend off the tsunami of unemployment and the global breakdown of law and order.

         

         

         

         

        September 24, 2010.

         

         

         

        Antal E. Fekete 

         

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