O ponto onde convergem Venina e o MH17 derrubado na Ucrânia, por J. Carlos de Assis

Há uma coisa em comum entre a denúncia norte-americana de que o voo MH17 da Malásia foi derrubado por insurgentes ucranianos ligados a Moscou e a denúncia de Venina de que a presidente da Petrobras, Graça Foster, não deu ouvidos a suas denúncias de irregularidades na empresa: nos dois casos, a uma campanha maciça da imprensa para validar as denúncias sucedeu, em poucos dias, o mais estrondoso silêncio. No caso de Venina, só falam agora no assunto os que a ridiculizam, com razão. No caso do MH17, o silêncio é total.

Esses dois casos ilustram muito bem o papel que a “liberdade” de imprensa vem exercendo em nosso tempo. É um instrumento sobretudo de manipulação da opinião pública. Os manipuladores contam com a falta de espírito crítico da sociedade, o que, por sua vez, justifica-se exatamente pela ausência de noticiário imparcial sobre acontecimentos com valor político e estratégico. Sabe-se agora, com certeza, que o MH17 foi derrubado por forças de Kiev. Sabe-se agora que Venina, antes de ser denunciante, foi ela própria denunciada.

A ausência recente na imprensa ocidental de notícias sobre o monstruoso ataque ao MH17, um avião civil derrubado provavelmente por um míssil ou por um caça de Kiev sobre o Leste da Ucrânia, é a maior evidência do esgotamento da estratégia de exaustão de uma versão destinada a cobrir os fatos reais com uma máscara favorável. Eu costumava ouvir de um grande manipulador da imprensa brasileira a observação de que “o importante é a versão, não o fato”. Assim, para “plantar uma versão”, era necessário divulgá-la antes dos fatos.

Leia também:  O simbólico e o abismo: ou porque devemos temer a destruição da Lava a Jato, por Fernando Horta

Putin atribuiu formalmente a Kiev a responsabilidade pelo crime numa reunião com personalidades estrangeiras na Rússia, mas a imprensa ocidental praticamente o ignorou. Uma vez estabelecida a versão é extremamente difícil retificá-la. Mesmo porque, no caso do MH17, estão envolvidos aspectos técnicos de difícil aferição por internautas. Os internautas, que são hoje a consciência crítica da grande mídia, não tem como penetrar em alguns de seus segredos, exceto numa situação em que interfere o gênio de um Wikileaks.

O desmascaramento de Venina tem sido uma operação relativamente mais fácil. Os internautas se lançaram a investigações próprias, independentes dos grandes jornais e tevês, para descobrir que a moça estava sendo processada pela Petrobras por incompetência ou má fé no acompanhamento de contratos na construção de Abreu e Lima; que tinha feito contratos sem licitação com o então marido ou namorado, algo que nem o jornal Valor, nem a TV Globo cuidaram de revelar em suas bombásticas entrevistas na versão original.

Sim, houve uma denúncia de Venina fundamentada. Relacionava-se com contratos superfaturados na área de comunicação, mas em 2008. A denúncia gerou uma comissão de inquérito da qual resultou a comprovação do superfaturamento e a demissão do responsável. Na interpretação de um jornalista da Globo, isso lhe dava credibilidade para fazer as outras denúncias. Mas quais denúncias? Tudo o que ela disse no Valor, e repetido na Globo, eram ilações vagas, inclusive a alegação de que exortara Graça Foster das irregularidades.

Se a Lava Jato seguir o curso retilíneo que vem seguindo até aqui, não se admirem se Venina vier a ser condenada por irregularidades na Abreu e Lima, das quais há indícios fortes no relatório da comissão de inquérito da própria Petrobras sobre o assunto, já entregue ao Ministério Público. Ela disse insistentemente que ia “até o fim”.  Estamos aguardando que fim é esse. O fato é que até mesmo os jornalões e a Globo perceberam que deram um tiro na água. Daí seu significativo silêncio. Não é nada diferente do silêncio da imprensa ocidental sobre o avião derrubado no Leste da Ucrânia. E esse é o preço que a gente tem que pagar pelo valor supremo da liberdade de imprensa, agora felizmente vigiado pelos internautas.

J. Carlos de Assis – Economista, doutor pela Coppe/UFRJ, professor de Economia Internacional da UEPB.

50 comentários

  1. “Sabe-se agora, com certeza,

    “Sabe-se agora, com certeza, que o MH17 foi derrubado por forças de Kiev” Puxa, que furo jornalístico, por favor passe a fonte da notícia, preciso mandar ao Putin.

    “Sabe-se agora que Venina, antes de ser denunciante, foi ela própria denunciada.”  Assim ela arriscou a reputação dela para favorecer a grande mídia golpista, já que o caso da petrobrás, apesar dos bilhões e bilhões perdidos, foi feito debaixo do pano. Ou seja, nunca a pobre Graça poderia saber, muito menos a Dilma.  Artigo genial. Viva a mídia independente.

     

  2. Bolinha de papel …

    Em menos de 5 horas um fisico radicado na Suiça (fazendo seu desjejum) e um analista de imgagens (insone) no Rio Grande do Sul desvendaram a notícia bombastica veiculada no JN e no JG na noite anterior sobre a agressão ao Vampiro da Mooca.

    A famosa BOLINHA DE PAPEL das eleições de 2010.

  3. Torturadores.

    A “grande” mídia se tornou o principal instrumento de tortura do ocidente. E o pior é que muitas pessoas nem se dão conta da tortura soft praticada através da manipulação e distorção dos fatos.

    Nossos heróis de hoje são Bradley Manning, Julian Assange, Edward Snowden, Glenn Greenwald e outros que nos ajudam a enxergar o sistema sórdido de lavagem cerebral coletiva, assim como você e outros colaboradores dos blogs sujinhos.

  4. Ontem como hoje… Jornalismo é uma piada!

    Esse é um fenômeno antiquíssimo que embala a Imprensa… Claro que o que se vê hoje no Brasil ( pauta única das grandes Famiglias midiáticas) extrapola o eixo original de uma empresa jornalística que sempre foi dar sustenção a grupos que a criaram e a sustentam. Jamais tiveram qualquer interesse que não fosse a liberdade de Imprensa que lhes fosse conveninete. 

  5. Eu já sabia !

    Desde a primeira aparição desta ilustre desconhecida, via Jornal Valor, que eu desconfieia da veracidade das denúncias da Venina, que soava mais como uma retaliação contra a sua demissão(por justa causa) de um alto pôsto na diretoria da Petrobrás, do que de fatos que realmente tivessem ocorrido, e se ocorreram, por que ela, que se diz honesta, não denunciou e veio a público antes ?

    Não acredito, que a operação Lava Jato, avance até o ponto de investiga-la tambem, porque se isso ocorrer, virão a público, sua atuação, tão ou mais libidinosa do que a dos atuais investigados dos negócios criminosos, na Petrobrás.

  6. Silêncio

    O Assis foi preciso no quesito silencio. Esperar uma autocrítica da mídia tradicional só após uns trinta anos, como foi o caso recente de uma (discreta) retratação do ” Globo” pelo apoio ao regime de exceção de mais de vinte anos. Se foi sincero eu não sei, mas no “combate diário” , a única forma de identificar uma “barriga”, ou um recuo, é observar um súbito silencio, após algum estardalhaço “a la boimate”. Com essa censura e monopólio existente na área de.mídia, temos de nós adaptar. Uma pena a falta de pluralidade, e ainda querem censurar os blogs.

  7. A aparição de Venina,

    A aparição de Venina, escolhendo a Globo e até a entrevistadora, foi uma jogada até certo ponto inteligente, haja vista os depoimentos seguintes de Jabor, e tantos outros das Organizações Globo, incluindo os de Glória Maria, como tendo sido a Venenosa uma pessoa trasnparente. Acontece que o nome dela não saía na Operação Lava a Jato, e por isso ela se contiha no seu silêncio. Foi a partir ds investigações dentro da Petrobrás que a mulher sentiu poder degustar o veneno dos seus parceiros de tranbicagens. Aliás, foi fácil pra mulher jogar lama em Graça Foster e até tentar fazer o mesmo com Lula, mas por que será que não emitiu uma linha sobre o ladrão-mor, se na Petrobrás os dois trabalhavam unidos? Do mesmo modo, por que será que P.R.Costa não entregou Venina na delação premiada? Mistério!

  8. O que me impressiona

    é a falta de coragem para muitos que por aqui circulam deitando exortações sobre a corrupção do “governo” na Petrobras. Agora, quando começam a “desanuviar” essas questões, demonstrando que essa barbaridade que é a roubalheira na petroleira acontece desde há muito tempo, essa gente não reconhece este fato. Assim como a grande mídia manipuladora, esse pessoal que acredita ou por convicção ou por má fé, é pior do que o Paulo Roberto Costa. Este, pelo menos está preso, reconhece (mesmo que minimamente) a sua culpa. Esses outros continuam por aqui a pregar a sua moral de cueca.

    Já adianto: não concordo com roubo de ninguém, seja meu irmão, minha mãe, meu vizinho, muito menos em políticos, seja de que partidio for, principalmente dos quais votei.

    Não será com esta mídia seletiva que vamos resolver esse problema crônico. Enquanto não mudarmos as estruturas desse nosso sistema político haveremos ainda de lamentar muitos malfeitos Brasil a fora.

    • Desfaçatez

      Mas veja a desfaçatez da reportagem, como não podem provar dizem que ele irá vender. Ou seja, se alguém tentar defendé-lo dirá sempre que por causa da imprensa ele vendeu o seu triplex, mesmo Lula negando, mesmo a construtora negando e sem nenhuma prova que é dele. Fazer o que então? Eu parei de levar a sério uma série de jornais e sites a esses ligados, leio apenas para saber o que estão dizendo e tentar interpretar suas reais intenções.

  9. o maior exemplo, além destes

    o maior exemplo, além destes muito bem citados   pelo professor assis,

    foi o da guerra do iraque.

    bush e seu esquema pentagonal da guerra e da morte,

    inventaram que havia armas disso e daquilo com o diatador  hussein,

    e a grande mídia internacional avalizou.

    donde se concui que tudo que sai do grande

    império passa ser verdade.

    por isso, parabenizo o professor assis, por comparar ambos os eventos.

    como dá para desconfiar da influencia dessa grande mídia

    nas primaveras que resultaram em regimes ditatoriais e conservadores pelo mundo.

     

  10. Chantagem

    A cobertura à base de escândalos tem lá estes inconvenientes, na realidade, o que estão fazendo é apoiar  cantagistas para impor o máximo de culpa contra quem está investigando. Acho que poucos vão se propor a investigações deste porte sofrendo uma pressão deste tipo.

    O certo é que o cartel tem alguns de seus operadores incriminados, só e exclusivamente na Petrobrás. Curiosamente uma investigação de concessões, parcerias público privado, as PPPs, os pedágios não parece ser necessária sob o ponto de vista da audiência do novelão:’A Paquidermica Petroleira Estatal’. Fico em dúvida se escândalos deste tipo não resultam em reforço de caixa para empresas falidas.

      • No meio militar chega a ser

        No meio militar chega a ser infantil que a derrubada de um avião há 10.000m de altitude tenha sido derrubado por um manpad, que é um míssil de mão que atinge no máximo 3.000m. Para acusação no mínimo crível deveriam provar a existencia de armamento muito maior pelos insurgentes ucranianos. E até agora nada. Por isto o silêncio.

      • Investigações oficiais?
        Ordenaram, via Kiev, que o MH17 sobrevoasse região de guerra. Nenhum operador de voo foi interrogado para saber o motivo da ordem.  Estranho. Os furos nas fuselagem provam que foi míssil ar-ar que derrubou o avião. E o relatório dos holandeses não falaram nada. Estranho No dia da catástrofe, o caça ucraniano SU-25 retornou sem carga de combate. Estranho. EUA possuem dados de satélite que poderiam ajudar na investigação. No entanto, nada oferecem.  Estranho. O piloto ucraniano Voloshin não é fake. Está envolvido na queda. A Russia propôs usá-lo no polígrafo. Até agora a investigação oficial não propôs entrevistá-lo.  Estranho. Por que EUA ficam calados? Estranho. A investigação oficial está contaminada. Relatório da comissão Holandesa não vale os bits que consomem no HD.  Não disseram nada. Ficaram em cima do muro.  Para encarar o Pentágono, The Guardian teria que ter uma entrevista bombástica com Voloshin. Não conseguirão nunca!  (se é que Voloshin ainda está vivo ou com sua identidade orignal…) E já ia me esquecendo: o The Guardian em nenhum momento questionou o relatório dos técnicos russos. Apenas questionou a existência do piloto Voloshin. 

        • O The Guardian não questionou?

          A matéria do The Guardian cujo link forneci nem ao menos cita Voloshin. Mas afirma: “previous claims of Ukrainian involvement in shooting down the civilian passenger jet have been roundly dismissed. Efforts to shift the blame from the Kremlin have extended to supposed satellite photos that were said to implicate the Ukrainians but were quickly identified as crude fakes and dismissed.”

          O jornal, portanto, colocou sim em dúvida as provas do envolvimento de Kiev. Se teve boas razões para isso ou não, não vou entrar no mérito.

          • O relatório dos engenheiros russos não foi contestado

            O relatório dos engenheiros russos tras somente isto aqui sobre satélites:

            f) At the time when the Boeing 777 was shot down, there was an American satellite on station.
            In connection with this, the Russian military  are  of  the  opinion  that  their  American  partners should bring to wider attention, the satellite images, which were made during the aeroplane’s destruction, should such images be in Washington’s possession.

             As alegações citadas no The Guardian não se referem a este relatório que, por sinal, possui 16 páginas de evidências que, a meu ver, são um tanto quanto difíceis de contra-argumentação.  O caso escabroso do MH17 realmente, se parece muito com nossa Venina! 🙂 e ambos possuem as marcas sujas do pentágono. Logicamente que as digitais são dos serviçais dos serviçais de seus serviçais.      

  11. Maquinas de propaganda, nada mais

    A midia e’ o instrumento principal de manutencao do poder por parte de uma plutocracia planetaria completamente falida moralmente, e que insiste em arrastar a humanidade inteira para o seu caminho de retorno ao barbarismo – a Nova Ordem Mundial neo liberal e dai’ ‘a sociedade tecnetronica, totalitaria, do Zbig Brzezinski.

  12. vernina,mh17

    Este artigo me parece mais uma justificativa para a “regulação da mídia”. Foi só uma entrevista, ninguém estava querendo provar nada. Acho que a verdade, se aparecer, virá após as investigações da polícia. E daí se ela participou também do esquema. Para mim o importante é que tem gente disposta a falar. Provas, veremos em breve.

     

  13. Quando alguem percebe

     algo errado e vem pra cima, o negócio e sair correndo  e gritar pega ladrão, pega ladrão!

  14. Tá certo

    O sujeito faz uma crítica ferrenha a imprensa “ocidental”.

    Qual é a boa imprensa, camarada ? A oriental ?

    Como o senhor só critica a “ocidental”, apesar de ter sido em jornais ocidentais que foram noticiadas as denúncias do Assange, do Snowden, apesar de ser na imprensa “ocidental” que economistas como o Paul Krugman encontram espaço para criticar as políticas econômicas de austeridade, etc, presume-se que sua opinião sobre a imprensa “oriental” seja outra,

    A imprensa russa, a chinesa, a iraniana, etc, todas são exemplos de pluralidade, óbvio. 

    Como diria a o Maguila, tem gente que não tem senso de noção. 

    • nada como uma inversão no argumento

      pra distorcer o sentido do comentário. fazer crítica a um, não significa elogiar o outro.

      qualquer criatura, com dois neurônios funcionais, pode perceber a manipulação da imprensa, que é o foco da crítica.

      • Meu querido

        A crítica é dirgida apenas a imprensa “ocidental”  que,  apesar dos pesares, ainda é a única que tem um pouco a oferecer.

        Fora dessa imprensa, o que sobra é bem pior. 

        No restante, é óbvio que a imprensa, qualquer imprensa, só serve para formar opinião pública servindo a algum interesse. Já dizia Mark Twain, que foi jornalista por uma vida inteira, que num jornal se deve confiar apenas na data, e com alguma ressalva.

        Mas, como você mesmo disse, pelo menos a imprensa ocidental não engana quem tem pelo menos dois neurônios. Enquanto em outros lugares, onde a imprensa serve a interesses do Estado, quem tem esses dois neurônios para afrontar a imprensa, morre.

        Além disso, por aqui temos o blog do Nassif. Vai procurar algo parecido na Russia, na China ou no Irã.

        • O jornal que publicou Snowden

          O jornal que publicou Snowden foi o The Guardian, que não é grande imprensa, equivale mais ou menos à Carta Capital.

          Mas até que concordo, na imprensa ocidental sem contar o Brasil que tem a pior do mundo, há um pouco de pluraridade. Graças às regulamentações da mídia, presente nas democracia mais avançadas, o que exclui o Brasil dessa lista, infelizmente

          • Tá certo
            O The Guardian não é grande imprensa.
            Só é o terceiro mais lido na Inglaterra e um dos mais influentes, senão o mais influente.
            O The Guardian é mais ou menos a Carta Capital e eu jogando futebol sou mais ou menos como o Neymar.

          • The Guardian é o terceiro

            The Guardian é o terceiro jornal de maior circulação em papel do Reino Unido (189.000/dia)

            Também é o terceiro jornal mais lido do mundo na versão online.

            Ao todo, cerca de 9 milhões de leitores diários.

            Coisa pequena…

          • The Guardian é o terceiro

            The Guardian é o terceiro jornal de maior circulação em papel do Reino Unido (189.000/dia)

            Também é o terceiro jornal mais lido do mundo na versão online.

            Ao todo, cerca de 9 milhões de leitores diários.

            Coisa pequena…

  15. A mídia-lixo-corporativa é a máquina de propaganda do regime…

    … que está destruindo a humanidade e o planeta.

    A função desta mídia é fabricar falsos consensos, que impõe os interesses de menos de 1% da população sobre toda a humanidade.

    Esta minoria ínfima de zilhardários está devastando a terra e explorando os seus próprios semelhantes sem qualquer limite.

     

  16. J. Assis, discordo que a

    J. Assis, discordo que a mídia deu um tiro n’água, nem no pé.

    Eles sabem o que estão fazendo, é intencional, é proposital!

    A “grande” e decrepita mídia não liga para o leitor, usam a imprensa como ferramenta politica.

    Na verdade tem dois leitores desse jornal: o complacente e o inocente.

    E como fica a “reputação” reporter da GLOBO NWES Leilane Neubarth que só faltou dar uma medalha de honra ao mérito pela “denuncia” da Sra. Venina? 

    Disse que a Sra. Venina era um cidadão honrada… putz!!!!

    Que lixo de jornalismo… ou melhor.. isso é jornalismo?

    • Repetindo comentário que fiz em outra publicação…

      Rapaz, esta Leilane já foi uma repórter respeitável, mas depois que ela foi para a Globonews comentar ad nauseum o julgamento da AP470, tornou-se uma paladina do noticiário. Raivosa, por diversas vezes deixou constrangidos seus entrevistados e comentaristas ao tentar induzir, direcionar respostas e ao forçar determinado viés às falas alheias. Aliás, tornou-se a marca de algumas apresentadoras de telejornal: a impressão é de que a qualquer momento vão descer do salto e rodar a baiana com as mãos nas cadeiras. Deve render pontos a favor com seus patrões. Nos tempos que correm, cada emissora tem a Sherazade que merece.

      E estou repetindo porque não saimos disso:  só constatações de que há algo de podre … Mas nada de concreto acontece.

       

  17. .
    Assis, além do narrado em seu artigo, há o fato por trás do fato:
    1- O que levou Venina a denunciar em 2008 a irregularidade?
    2- Quais interesses estariam sendo contrariados naquele momento? 3- Quais as mudanças, diga-se, o que ocorreu após a denúncia naqueles idos, quem foi alijado, quem obteve vantagens?

    Para ir até o fim, tanto Venina como a investigação precisam puxar a corda de lá do início. Verão o filme então por inteiro e não através de “trailers” selecionados.

    Da mesma forma, o MH17 ter sido derrubado pelos fascistas ucranianos não determina o fim do caso. Por que um avião civil, exatamente naquele dia? Quem queriam alvejar? Foram os fascistas confundidos pela contra-informação inimiga e julgaram que o avião conduzindo Putin naquele dia seria aquele?

    São apenas algumas das dúvidas que somente podem ser dissipadas com investigação séria e sem manipulações.

    • Sobre o MH17

      Existe uma séria incoerência na acusação da imprensa ocidental. O avião estava há 10.000m de altitude. Os insurgentes não possuem caças. Para derrubar teriam de possuir um míssil enorme que é carregado em suportes de lançamento do tamanho de um caminhão que os insurgentes não possuem. A única arma contra aviões que possuem e possuiam são do tipo carregados pela mão como bazuca que atingem no máximo 3.000m. Portanto ou foi um caça ou um lançador de mísseis de KIEV. Até hoje não houve nenhuma prova de que os insurgentes possuíssem a capacidade de derrubar o MH17.

  18. É que o pig não encontra

    É que o pig não encontra limites na arte da manipulação. Isso explica porque deixaram a dona menina veneno com cara de choro dizer que “me mandaram para Singapura e nem pude ver minha mãe doente”. E os coxinhas logo imaginaram a Singapura como uma espécie de Sibéria do PT.

    Só que pelo que consta Stalin não pagava um salário de 160 mil para quem ele mandava para Sibéria. Mas o pig não está nem aí. Já foi o suficiente para na semana seguinte ao Fantástico, virar assunto na fila de banco. Eu ouvi um senhor falar para uma senhora, “O PT mandou a pobre mulher para Singapura, madaram ela para a África!”. O velho coxinha não sabe onde fica Cingapura, imagina sobre o salário da “pobre mulher”. A ignorância é a glória do pig  

    • Eu penso que o caso Venina deva ter outra explicação

       

      Juliano Santos (segunda-feira, 29/12/2014 às 13:54),

      Às vezes avalio que José Carlos de Assis exagera, mas ainda assim concordo com ele.

      Acompanho os textos de José Carlos de Assis há um bom tempo. Aliás, acompanho-o desde o livro “A chave do tesouro” no início da década de 80. Há pouco menos ou mais de uns cinco anos precisei fazer referência ao caso do dono da Copersucar, o Jorge Wolney Atalla, e o único lugar onde obtive informação foi no livro de José Carlos de Assis. Parece que houve um período que foi retirada qualquer referência ao nome de Jorge Wolney Atalla na internet e não se conseguia grande coisa.

      Embora eu seja leigo em economia, acompanho-o e concordo na maioria das vezes com José Carlos de Assis. Há pelo menos dois bons posts dele sobre a discussão da independência do Banco Central que caberiam aqui serem mencionados para indicar comentários meus em que explicito esta concordância. Refiro-me, pela ordem de aparição, ao post “O jogo político por trás do conceito de BC independente, por J. Carlos de Assis” de sexta-feira, 12/09/2014 às 08:05, e que voltou a ser postado em 17/09/2014 às 18:29, e ao post “De volta ao BC independente, desta vez o de Gustavo Franco em 1999, por J. Carlos de Assis” de sábado, 20/09/2014 às 18:10.

      O endereço do “De volta ao BC independente, desta vez o de Gustavo Franco em 1999, por J. Carlos de Assis” é:

      http://jornalggn.com.br/noticia/j-carlos-de-assis-de-volta-ao-bc-independente-desta-vez-o-de-gustavo-franco-em-1999

      No post “De volta ao BC independente, desta vez o de Gustavo Franco em 1999, por J. Carlos de Assis”, há dois comentários meus, um enviado segunda-feira, 22/09/2014 às 22:44, para Luis Nassif e outro enviado segunda-feira, 22/09/2014 às 15:00, para junto do comentário de LC, enviado sábado, 20/09/2014 às 18:48, e eles dizem apenas o que eu já disse aqui.

      E o post “O jogo político por trás do conceito de BC independente, por J. Carlos de Assis” pode ser visto no seguinte endereço:

      http://jornalggn.com.br/noticia/o-jogo-politico-por-tras-do-conceito-de-bc-independente-por-j-carlos-de-assis

      E nele há um comentário meu enviado sexta-feira, 12/09/2014 às 13:47, para junto do comentário de Adolpho enviado sexta-feira, 12/09/2014 às 08:37 que também serve para mostrar a concordância que eu tenho com os textos de José Carlos de Assis.

      Em relação ao comportamento da grande mídia eu fiz alguns comentários recentes junto ao post “Jorge Furtado responde a resenha “O Mercado de Filmes”” de quinta-feira, 25/12/2014 às 15:00, acompanhando a idéia de que a grande mídia distorce bastante a realidade. Distorce por uma questão ideológica e distorce também pela necessidade de vender a notícia. O endereço do post “Jorge Furtado responde a resenha “O Mercado de Filmes”” é:

      http://jornalggn.com.br/noticia/jorge-furtado-responde-a-resenha-o-mercado-de-filmes

      Em meus comentários há outros links para textos sobre esta discussão da influência da mídia no comportamento da sociedade, embora eu vejo certo limite nesta capacidade de convencimento da mídia. A influência existe, mas ela é um pouco menor do que se propaga, em parte porque a própria sociedade já tem determinados contornos do qual a grande mídia não pode fugir, além disso, a própria natureza do capitalismo conduz tanto a mídia como de certo modo já moldou antes da mídia o comportamento na sociedade.

      E a influência da grande mídia só é maior porque as nossas próprias escolas não repassam o conhecimento adequado sobre a realidade. Poucos sabem alguma coisa sobre o Estado moderno, sobre o orçamento público, sobre a democracia (Porque, ao permitir a inclusão de grupos minoritários, a democracia representativa é superior à democracia direta, porque o fisiologismo é inerente à democracia representativa), sobre o capitalismo etc. E a sociedade vê estas instituições mais como uma idealização e assim não aceitam a realidade ainda quando é se dá dentro dos parâmetros da lei. Então de certo modo é exatamente como você finda o seu comentário: “A ignorância é a glória do pig”. E acrescento que eu considero que a ignorância não é de escolaridade, mas de conhecimento político, uma lacuna que em meu entendimento está espalhada por todos os cantos da sociedade e é um desconhecimento que atinge a esquerda. E o mais grave que o esclarecimento seria uma grande tarefa que a esquerda deveria cumprir, mas ela se encontra tolhida nessa tarefa porque a maioria da esquerda conhece a realidade política como ela aprendeu socialmente e nos ensinamentos dos grandes meios de comunicação.

      Bem volto a enfatizar que  concordo na maioria das vezes com José Carlos de Assis, mas às vezes penso que ele exagera. Agora, nessa questão da Venina, quem exagera sou eu. Desde o início a Venina pareceu-me um assunto tão sem sentido que a insistência da mídia no caso só se explica, em meu entendimento, por razões contrárias. Desconfio da mídia que critica muito o governo. Esta notícia da Venina para mim é notícia de interesse do governo e não da grande mídia.

      Desde que a Veja fez uma grande defesa da economia brasileira, na campanha de 2006, depois que Lula foi a TV dizer que não se devia atacar tanto o Antonio Palocci porque a economia era frágil, que a economia brasileira estava sólida, eu passei a desconfiar que o governo usa a imprensa principalmente a imprensa que se passa como crítica do governo.

      Nesse caso da Venina eu já havia apontado a fraqueza da argumentação. Em comentário que enviei quinta-feira, 18/12/2014b às 21:56 para DanielQuireza junto ao post “O Governo tem que agir, e rápido, com relação à Petrobras” de quinta-feira, 18/12/2014 às 17:17, aqui no blog de Luis Nassif e originado de comentário de Daniel Quireza, eu mencionei como esta matéria estava sendo transmitida de forma muito enviesada no jornal Valor Econômico. O endereço do post “O Governo tem que agir, e rápido, com relação à Petrobras” é:

      http://jornalggn.com.br/noticia/o-governo-tem-que-agir-e-rapido-com-relacao-a-petrobras

      Eu tentei mostrar para DanielQuireza como as idéias dele estavam contaminadas por informações ruins que de certo modo enfraqueciam os argumentos dele em relação ao papel que o argumento deveria ter para resolver o problema da Petrobras. Em meu comentário eu dizia o quanto o Valor Econômico tinha rebaixado no noticiário sobre a Petrobras e transcrevendo um trecho de reportagem de quarta-feira, 17/11/2014, intitulada “Mensagens contestam defesa de Graça”, assinada por Juliano Basile com a colaboração de Elisa Soares, do Rio, e Raquel Ulhôa e Thiago Resende, eu avaliava que deveria haver outra intenção dar respaldo a dois parágrafos como os que transcrevo a seguir:

      ““No entanto, Venina pediu que Geovanne fosse retirado imediatamente da empresa e apresentou um parecer jurídico para tanto. “A demissão deve ser implementada ainda que esteja o empregado gozando de auxílio doença, visto o risco representado pela manutenção de seu vínculo empregatício para a continuação das averiguações” escreveu ela.

      Mesmo com essa determinação expressa da geóloga que comandou a auditoria sobre desvios na área de comunicação, Geovanne foi mantido nos quadros da estatal por pressões internas feitas por Paulo Roberto Costa, então diretor de Abastecimento que, após ser preso, neste ano, delatou casos de corrupção na companhia. A alegação de Costa para que Geovanne ficasse foi a mesma utilizava na nota divulgada ontem pela Petrobras: de que ele estava em licença média””.

      Tratava de uma história sem pé nem cabeça que nem mesmo um folhetim daria divulgação.

      O pior foi que na segunda-feira, 22/12/2014, o Valor Econômico, circulando com as datas de sábado, domingo e segunda-feira, 20, 21 e 22/12/2014, na página A7, trouxe a matéria “Graça deve ser convocada a depor no MP” de autoria de Juliano Basile e André Guilherme Vieira em que a mesma história é repetida. Transcrevo o que diz lá na notícia:

      “Em 3 de abril de 2009, Venina enviou e-mail pedindo ajuda a Graça Foster, então diretora de Gás e Energia, para concluir um texto sobre as descobertas que fez sobre desvios milionários na área de comunicação. A mensagem foi enviada às 3p0 daquele dia. Na mesma data, a comissão interna da estatal concluiu que houve os desvios. Graça, entretanto, não respondeu à mensagem da gerente.

      Ao todo, os desvios na área de comunicação do Abastecimento retiraram mais de R$ 58 milhões da Petrobras para serviços que não foram prestados. A estatal informou, em nota, que demitiu o funcionário supostamente responsável pelos desvios – Geovanne de Morais. No entanto, como ele estava sob licença médica, a estatal manteve-o no cargo por mais quatro anos. Ao verificar que Geovanne não foi demitido, Venina obteve parecer jurídico determinando o desligamento do funcionário, mesmo sob licença médica. Ela encaminhou o parecer aos superiores, pois achava absurdo que o funcionário acusado de desvios continuasse sob a folha de pagamento da estatal. Geovanne, porém, não foi desligado de imediato. Passaram-se quatro anos para que ele fosse demitido, informação atestada em nota da própria Petrobras”.

      É tão frágil a matéria e que a notícia no longo prazo iria favorecer o governo que me pareceu bem provável que o próprio governo é que tinha interesse que fosse divulgado como foi.

      Clever Mendes de Oliveira

      BH, 29/12/2014

  19. “o importante é a versão, não

    “o importante é a versão, não o fato”: talvez o maior exemplo disso seja a tal bíblia: os ABSURDOS que lá estão contrariam por completo a Lógica e o Bom Senso e o Conhecimento Científico…

    Entretanto, BILHÕES de pessoas estão prisioneiras daquele delírio, a maioria pelo MEDO de questionar “verdades divinas”…

    Claro, os ESPERTOS MILENARES da farsa e da fraude são muito, muito, MUITO mais competentes que essa mídia que aí está; não é à toa que detêm PODER sobre a Mente Humana há SÉCULOS…

    Mas o antídoto está a caminho, em TODOS os casos: CONHECIMENTO, mormente aquele advindo da nossa amada e tão adoravelmente bagunçada INTERNET…

    Para desespero daqueles que desejam que tudo fique como está…

    • eu também acredito que é por aí mesmo…

      muitas vezes os pregadores e seguidores enfurecem-se para adquirirem forças contra o que consideram como obstáculos, contra a lógica, a própria natureza e o conhecimento científico………………………………………………………

      conhecimentos que muitas vezes confirmam o que pregam, mas não da forma que pregam………………………………….

      pronto, só isso, o fato de ser diferente,  já é motivo para ser perseguido e ridicularizado

       

      julgam-se e atuam como proprietários de nossas mentes, mas, veja bem, apenas por considerarem que são todas iguais………………………………….

      bom da internet é que ela é o caminho ideal para mentes diferentes

      nem melhores nem piores, diferentes

  20. A “liberdade de imprensa”

    A “liberdade de imprensa” usada dessa forma, leva os veículos às eminentes reportagens sobre a “boa forma de A”, ou o “carro novo de B”.

     

    em síntese, utopicamente a “liberdade de imprensa” irá direcionar os leitores assiduos por informação a outros veículos, deixando globos e vejas com seus entretenimentos de CARAS e quejandos…..

  21. MH17

    “Sabe-se agora, com certeza, que o MH17 foi derrubado por forças de Kiev.”

    Muita calma… Não se sabe, não.

    O que é mais aceito é que foi um missil terra-ar e que não há provas sobre qual lado apertou o botão. É sim possível que os rebeldes tivessem acesso ao lançador, pois eles já haviam tomado o controle de algumas bases militares Ucranianas. E é pouco provável que os Russos tenham qualquer envolvimento na história.

     

    Achei um vacilo dos grandes dar como certa responsabilidade Ucraniana na queda do avião.

    • O MH17 malaio foi abatido por caças do regime de Kiev

      Para que fiquem sanadas de vez as dúvidas, basta entrar no “link”

      <http://resistir.info/ucrania/mp7_30jul14.html> :

      O MH17 malaio foi abatido por caças do regime de Kiev

      sex, 01/08/2014 – 22:13

      Análise chocante de um perito alemão: O MH17 malaio foi abatido por caças do regime de Kiev – “O avião não foi atingido por um míssil”

      Do Resistir.info

      http://resistir.info/ucrania/mp7_30jul14.html

      por Peter Haisenko

      • Ingenuidade

        E qual a justificativa pros Ucranianos derrubarem um avião comercial com um Jato? Pensaram que era o Putin!

        Cara, os ucranianos podem não ser tão bons quanto os militares de Holliwood, mas também não são idiotas. Eles saberiam reconhecer o avião pela assinatura de radar. Ainda mais um piloto treinado. E mesmo assim, um governo decidir matar um presidente de outro país não é algo feito assim no achometro. É meio ingênuo pensar isso.

        Por outro lado, parece razoavél que um rebelde, com treinamento rudimentar num um equipamento roubado do exercito ucraniano, confunda aviões (civis ou militares) e faça um desparo sem a ponderação necessária.

        Sobre essa perito: Nunca ví um perito que se preze divulgar um resultado desses sem ter acesso ao local ou às evidências. O cara que faz um laudo com fotos da internet não pode ser levado a sério, me desculpe.

  22. Esta é a Verdade!

    A única imprensa confiável é a americana, e o único chefe de Estado que diz invariavelmente a Verdade é Obama. Acredite se quiser. Tsc, tsc, tsc….

  23. Fontes??!!

    “Sabe-se agora, com certeza, que o MH17 foi derrubado por forças de Kiev.”

    FONTES POR FAVOR!!!

    A questão mencionada está, até o meu conhecimento, longe de ser pacificada. Há relatórios e indícios conflitantes, apresentados por cada um dos lados envolvidos na questão.

    Há de se admitir que Washington e seus fantoches já fizeram muito de propaganda e desinformação. Mas a partir disso simplesmente induzir que tudo que lhes favorece é mentira, há um longo caminho.

    A máquina de propaganda pode simplesmente amplificar os fatos favoráveis, e ignorar os desfavoráveis, sem necessariamente “mentir” ou alterar versões de acontecimentos.

    Fico na espera de fontes confiáveis e plurais (não vinculadas a apenas um único ponto de vista) sobre a questão. Até lá, o artigo parece-me pura especulação – e ainda perde legitimidade para os outros assuntos que trata (da Lava-Jato).

  24. Perguntem a revista veja como
    Perguntem a revista veja como eles adotaram o padrão de jornalismo “Carlinhos Cachoeira “e seu intermediário “Caneta”…aí vocês saberão o quanto a mídia está preocupada com ética e interesse público. O resto é abobrinhas. ..O povo é só massa de manobra. Lei de médios já.

  25. Relacionar as coisas

    Tempos atras o banco central da Alemanha tentou recuperar as suas reservas de ouro que estao sob a custodia dos EUA e nao conseguiu senao parcialmente (apenas uma fracao das reservas totais foi devolvida).

    Ha’ poucas semanas, o governo holandes conseguiu recuperar todas as suas 40 toneladas de ouro que estavam sob a custodia do Federal Reserve.

    A Alemanha e’ um pais mais poderoso do que a pequena Holanda.  Por que e’ que a primeira nao conseguiu que lhe devolvessem as reservas ouro e a segunda conseguiu?

    Pode-se especular que o “exito” da Holanda deve-se ao fato de presidir aa comissao de inquerito que investiga o derrube do MH17 malaio. A conivencia da dita comissao com os interesses do governo dos EUA e dos seus servicais ucranianos e’ um facto notorio.  Basta ver os links listados no fim desta pagina:      http://resistir.info/ucrania/mp7_provas.html

    Assim, bastaria insinuar que a dita comissao de inquerito (da qual a Malasia foi impedida de participar) poderia fazer uma investigacao e um relatorio minimamente objetivo  e esclarecedor para que o governo dos EUA se tornasse mais cordato ao pedido holandes.

    Especulacao?  Conspiracionismo?  Pode ser.  Pero que la hay, las hay.

     

  26. + comentários

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