O segredo sueco e os delatores contra a Petrobras, por André Araújo

Por André Araújo

O SEGREDO SUECO E OS DELATORES CONTRA A PETROBRAS – A Suécia passou pela Segunda Guerra como um dos cinco países neutros da Europa (com a Suíça, Portugal, Espanha e Turquia), mas cometeu um pecado. Em 1940, deixou tanques alemães passarem por suas estradas para entrarem na Noruega pelo norte, a Noruega passou a guerra como território conquistado pelos alemães desde Abril de 1940. A Inglaterra jamais perdoou esse deslize da neutralidade sueca. Em 1965, o ex-Ministro de Relações Exteriores da Suécia, Bjoern Pritz, fez uma declaração sensacional. A Suécia deixou os alemães passarem por seu território porque achou que a Inglaterra, em Junho de 1940, estava negociando um armistício com a Alemanha.  Mas como isso seria possível tendo o guerreiro Churchill como Primeiro Ministro? O sueco então explicou: em 18 de junho de 1940 foi chamado ao Foreing Office pelo Vice Ministro Richard Butler um deputado do Partido Conservador em grande ascensão e com enorme prestígio político.

Butler pediu ao Embaixador da Suécia que era Bjoern Pritz a intermediação junto à Alemanha para saber as condições de um armistício. O sueco cumpriu a missão e procurou em Berlim Ribbentrop que ficou encantado, era o que mais a Alemanha queria, um acordo com a Inglaterra, o verdadeiro objetivo do Terceiro Reich era tomar a URSS e não a Inglaterra.

Quando Churchill soube da demarche de Butler ficou furioso e o desautorizou. Butler só teve esse atrevimento porque seu chefe direto, o Ministro do Exterior Lord Halifax era do grupo pacifista de Chamberlain, Churchill não conseguiu compor todo o gabinete e tinha que tolerar a presença dos apazigaudores. Esse episódio passou batido, a Suécia ficou com a má fama e não pode explicar o porque de ter aberto as portas aos alemães, a demarche de Butler fez ela entender que a fraqueza da Inglaterra mostrou que era melhor a Suécia estar bem com a Alemanha. O peso dessa atitude ruim da Suécia pesava na alma de Pritz e ele resolveu contar o que tinha acontecido para justificar a atitude da Suécia.

A revelação explicou então um mistério. Butler deveria ter sido o sucessor de Churchill no Partido Conservador e como tal o futuro Primeiro Ministro conservador e não Anthony Eden. Butler tinha mais votos para ser Primeiro Ministro mas a Rainha Elizabeth II mandou avisar o Partido Consrvador que não homologaria uma indicação de Butler. A Rainha sabia da tentativa de acordo de Butler com os alemães e a Casa Real jamais aceitou isso.  Butler fez tudo para manter seu ato em absoluto segredo mas quem devia saber soube. Terminou aí a carreira política de Butler.

Agora, o sueco Pritz explicou a razão. Elizabeth sabia da abordagem de Butler para um acerto com a Alemanha e considerava isso um ato de alta traição, Butler jamais poderia ser Primeiro Ministro sob seu Reinado.

“Entendimento com o inimigo” é ato que nenhum País com noção de Pátria pode tolerar.

O episódio me vem à mente com a espantosa notícia de que delatores brasileiros da operação Lava Jato vão aos EUA, ajudar a processar a PETROBRAS, com apoio da Justiça brasileira. É impressionante como esse fato não desperta nenhuma indignação na mídia nacional, passa em branco. É a completa perda da noção de PÁTRIA.

A Justiça de um País NÃO PODE ajudar a Justiça de outro País a processar uma empresa do próprio Estado de que faz parte. Nesse momento o Brasil é adversário dos EUA, a relação nesse caso é de litígio entre dois Estados soberanos, não importa as razões do processo, estão em jogo interesses nacionas definidos, os EUA querem extrair da Petrobras e portanto do Brasil o máximo de dinheiro e a Pertrobras e seu acionista controlador, o Estado brasileiro, querem não pagar nada ou pagar o mínimo possivel. Quanto mais forte estiver a acusação pior para o Brasil.

E não venham com essa historia de “acordo de cooperação judiciária”. Acordos desse tipo se destinam a combater o crime organizado, o tráfico de drogas e armas, o terrorismo, NAÕ SE PRESTAM A UM ESTADO PROCESSAR O OUTRO, como um Estado (e a Justiça brasileira faz parte de um Estado) pode ajudar outro Estado a PROCESSA-LO? O Procurador brasileiro quando viaja aos EUA tem sua passagem paga pelo Estado brasileiro, vai lá ajudar a processar o Estado que lhe paga a Passagem? Não faz nenhum sentido. Po incrível que pareça, ninguém na mídia achou isso estranho.

Em nome de uma causa, a Justiça, não se pode vender a Pátria, que está acima da Justiça. A Petrobras é parte do Estado brasileiro, processá-la é processar o Brasil, a conta desses processos vai doer em nossos bolsos e não será pequena.

O Departamento de Justiça pensa em um minimo de US$1,6 bilhão de multa, a SEC em um valor um pouco menor, os acionistas minoritarios, que agora terão a colaboração da ex-gerente da Petrobras Venina Venosa como testemunha

contra a Petrobras, pensam em um mínimo de US$2,5 bilhões para as seis ações coletivas, todas a cargo de advogados abutres especializados e que vão aparelhar suas ações com os processos criminais no Brasil e nos EUA.

A Monarquia britânica tem mil anos porque está nela entranhada a noção de Pátria, Butler teve a audácia de contactar com o inimigo em nome da Paz, mas a Pátria vem antes da Paz, a Pátria vem antes de causas internacionalistas, porque a Pátria é uma só e as causas são muitas. Quando os EUA caçam Snowden pelo mundo não é por pouca coisa. Traição à Pátria é coisa séria nos Estados Unidos, tão séria como é no Reino Unido e em todo País que se dá ao respeito.

 

64 comentários

  1. Trair Pátria, justiça

    Trair Pátria, justiça vendida, imprensa partidaria,………. como podemos definir isto ?? Já vi esta historia antes.

  2. da tendência de ser contra o país na lava jato…

    o que deve ser estudado mesmo é se foi a convite, po intimação ou por condução coercitiva

    de quem partiu o convite para colaborarem e quando

    uma vez que o lance de tratado internacional já deixou de convencer há tempos

    e, pelo que me informei, porque não acontece dessa forma em nenhum outro país, com ataques diretos a nossa política central, estrutura governamental e princpais empresas

    me parece que estão sabotando geral, até com erros primários gerando prejuízos enormes e diretos para a sociedade e para a própria natureza ( vide mineradoras )

  3. ” dolar or fleet “

       Nem Ted Roosevelt imaginou que a politica do “Big Stick”, se renovaria desta forma após mais de um século, não sendo necessário para atuar em seu quintal a movimentação da Frota, sequer a pressão do dolar, para colocar sua politica externa comercial em evidência, somente basta agora a colaboração interna, a qual sempre existiu quando em epocas que o quintal era dominado por ditaduras.

        Hoje com os governos democraticos, ficou mais facil e bem mais barato, só precisam de alguns procuradores, juizes e apoio da midia local.

        E caro AA, o Brasil nunca teve uma “Politica de Estado” ( apenas soluços, com Geisel e Lula ), seu exemplo sueco é valido, mas considero um exemplo bom o da India, uma nação muito mais dividida, problemática e polarizada que o Brasil, que independente de qual partido ou coalizão de governo esteja liderando, os projetos estratégicos ” de Estado”, a defesa da industria nacional, seguem uma linha central constante,  claro que alterações pontuais ocorrem, mas as diretrizes não se modificam, os objetivos permanecem.

  4. Uma empresa é apenas uma pessoa jurídica

    Confundir empresa com pátria é apenas retórica furreca de quem não sabe o que é uma coisa nem a outra. Uma empresa, seja estatal, mista, privada ou multinacional, nada mais é do que uma pessoa jurídica, e tal como as pessoas físicas, não está acima da lei. Pode ser processada, e a justiça brasileira pode e deve colaborar com o que for necessário.

    • Só colonizados acham retórica. .
      Só mentes colonizados por interesses outros acham retórica furreca confundir empresas com pátria. E pátria é o conjunto da sociedade e dos interesses de um povo úmido por um teritorio, uma língua, uma Cultura. As empresas são parte de uma nação e algumas fazem parte.de suas ações estratégicas. Imagine se os americanos considerariam a NASA apenas uma Empresa? Se assim fosse eles então estariam sendo FURRECOS ao defnderem até com armas.os interesses de.suas empresas? Só vira-latas medíocres podem achar natural um poder da República ajudar os interesses estrangeiros em detrimento de uma Empresa que ele seja majoritario e tenha interesses estratégicos. É sim traição e crime e lesa pátria.

      • A NASA não é uma empresa

        A NASA não é uma empresa, e sim uma agência. Ela não produz lucros, apenas despesas, que são justificadas porque as descobertas que ela promove com suas explorações espaciais são de interesse geral.

        Uma empresa comum, como uma petrolífera, é apenas uma pessoa jurídica como outra qualquer, e tal como as pessoas físicas, está ao alcance da lei dos países onde está presente, e é obrigação do país de origem colaborar nas investigações.

    • Só colonizados acham retórica. .
      Só mentes colonizados por interesses outros acham retórica furreca confundir empresas com pátria. E pátria é o conjunto da sociedade e dos interesses de um povo úmido por um teritorio, uma língua, uma Cultura. As empresas são parte de uma nação e algumas fazem parte.de suas ações estratégicas. Imagine se os americanos considerariam a NASA apenas uma Empresa? Se assim fosse eles então estariam sendo FURRECOS ao defnderem até com armas.os interesses de.suas empresas? Só vira-latas medíocres podem achar natural um poder da República ajudar os interesses estrangeiros em detrimento de uma Empresa que ele seja majoritario e tenha interesses estratégicos. É sim traição e crime e lesa pátria.

      • O capital não tem pátria

        As empresas de um país não são parte de sua identidade nem de sua cultura, e os interesses de seus acionistas podem não corresponder aos interesses nacionais. O capital é apátrida, sempre foi, e ainda mais nessa era de globalização. O importante é garantir que os investimentos sejam feitos aqui, e não a nacionalidade do investidor. O capital, além de não ter pátria, é como o vento: só entra onde tem saída.

      • Os fatos a que me refeiro ,

        Os fatos a que me refeiro , ou seja, o VETO a R.A. Butler para ser Primeiro Ministro se deu em 1955, quando Elizabeth II era Rainha, ele assumiu com a morte do Rei Jorge VI em 1952. A memoria da ação de Butler em 1940 era do pai dela Jorge VI, eu disse que a instituição Casa Real é que tinha o registro da traição de Butler. Fonte : ARQUIVOS SECRETOS, de Alain Decaux,

        Livraria Civilização Editora, Porto, edição de 1968, paginas 71 a 87, capitulo “”Uma Paz Inglesa de Compromisso””.

    • Outro momento

      Acho que a parte que envolve a rainha aconteceu muito depois da guerra, quando Churchill estava para se retirar da política.

  5. A dinastía británica é mais

    A dinastía británica é mais recente do que mil anos. Na realidade é de uma casa Alemã.

    Por outro lado, a pátria é uma construção simbólica, leia o recentemente falecido Benedict Anderson (Comunidades Imaginadas). 

    Na realidade o que temos é uma luta capitalista ou melhor, uma luta entre o capitalismo privado ocidental e o capitalismo de Estado da China. 

  6. Quem tem o monopólio da força internacional?

    Meu deus do céu, é por isso que a humanidade evolui tão lentamente*.

    Falo aqui para alguns comentaristas. Tem gente que não consegue distinguir entre o conteúdo de um texto e a pessoa que o redige.

    Vamos tentar desenhar. Para crianças, ok.

    Vamos imaginar uma situação em que ninguém sabe como apagar um incêndio e eu estou diante do próprio querendo apagá-lo.

    Aí alguém grita. Joga um balde d’água!

    Ao escutar essa proposta e olhar o proponente, o reconheço. Ah, esse cara é do “mau”. A proposta dele só pode ser ruim. Deve estar querendo me prejudicar.

    E então fico parando vendo a fogueira arder.

    Nesse instante, do outro lado da rua alguém diz. Joga gasolina!

    Ao me virar e olhar o sujeito reconheço-o na hora. Ah, esse cara é “legal”. Suas propostas casam direitinho com as minhas, e não é de hoje. Ele até torce para o meu time. Reza na minha igreja. É do meu grupo de ativistas virtuais. Logo, a proposta dele só pode ser boa. Ele está querendo me ajudar.

    E então, buuum!

    Moral da história… eu avisei que era para crianças.

    Uma pessoa “boa” pode se equivocar e uma pessoa “má”, nem sempre faz propostas cujo único intuito é nos prejudicar.

     

    Sei que nossa vida social, política e econômico-ambiental é mais complexa.

    Mas também sei que a melhor estratégia de PODER é convencer a si e aos outros de que o mundo é feito entre bonzinhos e malvados.

    Quanto maior a capacidade de alguém, para nos convencer, por exemplo, de que não devemos perder tempo avaliando o conteúdo de uma proposta, mas tão somente olhar o “currículo” do proponente, mais poderosa será essa pessoa.

    E aí está o fundamento das religiões ocidentais e a base dos poderes monárquico-absolutistas.

    Esses poderes precisam simplificar as nuances e complexidades da vida para encobrir seus interesses e privilégios. É por isso que temos o céu e o inferno. Deus e o diabo. “Petistas” e “tucanos”. Empresários (batalhadores) e políticos (ladrões). Um aparato judiciário acima de qualquer suspeita e corruptos presos.

    Em suma, de um lado temos aqueles absolutamente bons e, do outro, aqueles absolutamente maus. Uns totalmente certos e outros totalmente errados.

    Essa visão maniqueísta foi colocada a baixo pela democracia, inspirada no livre mercado, com seus pesos e contrapesos institucionais. Por outro lado, esse ideal democrático ainda se restringe aos limites nacionais. E há muito ainda que avançar, em mais países e dentro deles. Do ponto de vista internacional, estão havendo imensos avanços, mas sua efetividade é infinitamente mais limitada. Quem tem o monopólio da força para fazer valer as leis internacionais?

    Foi para evitar as guerras civis que a humanidade criou as democracias modernas. É um enorme avanço, embora não exista em todos os países. Além disso, ainda falta avançar para o fim das guerras militares entre os países. Será possivel algum dia? Enfim, preservar a dialética da democracia e avançar para além dos limites de cada país é algo do qual não podemos abrir mão.

    Digo tudo isso, porque às vezes parece que sentimos saudades de um passado em preto e branco. Algo mais simples. Desde, é claro, sejamos “nós”, nosso time, nossa religião, nosso “partido” quem dita as regras. E, de preferência, nas três esferas governamentais e nos três, quatro, ou cinco, poderes republicanos.

    Mas todo esse longo discurso, onde critiquei a posição de alguns colaboradores do blog, foi apenas para colocar na mesa um debate que eu considero tabu no Brasil. O conceito de Pátria.

    Digo isso porque creio que aí esteja o âmago da discussão entre o André Araújo e o Diogo Costa. Dois dos maiores debatedores do blog.

    Um, radicalmente patriótico, e o outro, um feroz democrata.

    Um pragmático que aceita a dura realidade dos impérios nacionais. O outro, um idealista que sonha com a democracia internacional.

    Não prego a paz dos cimitérios. A polêmica é saudável. Mas é preciso uma síntese.

    Não se pobre abrir mão dos direitos universais da humanidade (e seus acordos internacionais) e, tampouco, abrir mão de nossa soberania para nos submetermos, ingenuamente, aos interesses dos impérios nacionais.

     

    * Digo isso porque acredito que estamos evoluindo. Não sou um crente pós-moderno. Creio que há retrocessos e avanços, mas no longo prazo acredito que estamos lentamente evoluindo. E o fundamento dessa dedução é que hoje somos em maior número e vivemos mais que ontem. Sei, quantidade não é qualidade, mas imagine um procedimento dentário sem anestesia, como era num passado nem tão distante. Isso, para dizer o mínimo.

  7. Ninguém é obrigado a produzir

    Ninguém é obrigado a produzir provas contra si mesmo.

    Esse é o fundamento da crítica do AA. 

    Simples assim.

    Ah, como uma Pátria não pode agir senão através de seus patrícios, através de suas instituições, é em relação a uma delas (e a inércia das outras) que a crítica se dirige.

  8. 163rd InfDiv und 5th Waffen SS “Viking”

       AA, pelo que já li, quando da operação de ocupação da Noruega em 1940, a neutralidade da Suécia não foi rompida diretamente pela Alemanha ou pelos britanicos *, pois o Norte da Noruega foi alvo de operações navais, uma das poucas exercidas pela Wermacht na 2WW, já quanto a “passagem” de unidades germanicas pela Suécia, é fato conhecido quando da Operação Barbarossa, que por solicitação da Finlandia, a Suécia, em junho/julho de 1941, autorizou a passagem por seu território da 163rd InfPzgdDiv alemã, que se deslocou da Noruega para a Finlandia.

        Tambem é corrente que a campanha de recrutamento européia das Waffen – SS, exercida principalmente após 1940 ( Europa contra o bolchevismo – frase de H. Himmler ), conseguiu auferir em muitos de seus quadros combatentes, suecos e demais nórdicos, que foram enquadrados, na 1a divisão não alemã, mas “germanica”, das Waffen-SS, a 5a Pzgd “Viking”, e que o governo sueco, não impediu em nada que seus cidadãos, incluindo militares de carreira, formassem nesta unidade alemã ( germanica ).

        Caro AA, cá entre nós, a “neutralidade sueca”, é uma falácia, pois apesar de estarem ainda nesta origem diplomática, de não serem oficialmente NATO, e nem querem apresentar ao parlamento a proposta desta união, em todas as operações desenvolvidas pelos suecos, o “comando – controle “, estão adidos a NATO, ou na “real”, como falam “in off” os suecos, nosso “inimigo” é a Russia ( eles não esquecem até hj. da morte de um Rei na Russia , em séculos passados ).

          A “neutralidade sueca” funciona assim: Uedem na Alemanha, é o Centro de Operações Aereas Combinadas da NATO referentes ao Norte europeu ( Baltico e Mar do Norte ), e possui linha direta – fonia e dados ( Link 16 no jargão ) – com as forças armadas suecas, portanto uma aeronave, ou embarcação russa, trafegando ou “passando”, sendo detectada, no Baltico, primeiramente pelos estados blaticos e Polonia, ou pela rota norte ( Noruega/Finlandia), estados – NATO, teria um “gap” sueco, mas não tem, a Suécia e participe da rede NATO.

  9. Não se preocupem

    O ministro da Justiçá vai designar uma comissão para organizar um relatório no prazo inadíável de 180 dias corridos. Uma vez preparado este relatório, será formada uma comissão para dar um parecer no prazo de 90 dias.  

    De posse deste parecer sua excelência vai convocar uma cúpula com os ministérios da Defesa, das Relações exteriores, da Policia Federal, do Ministério Público e da Embaixada Americana, para se posicionarem contra esta barbaridade.  Assim sua excelência estará agindo de uma forma republicana,  não deixando ninguém de lado.

    Tenho certeza de que não sobrará pedra sobre pedra, doa a quem doer!! 

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