Quem são os peões e o reis no xadrez da política, por Alexandre Weber

Por Alexandre Weber

Comentário ao post “O Xadrez dos fantasmas de Temer e as eleições indiretas

Sou um amante do jogo de Xadrez, quando treino e ganho jogo chego a bater o computador com ratings de 1500 ou mais, mas tenho que estar treinando, senão perco jogo.

Na política me considero um amador avançado, já disputei três eleições para vereador e milito desde os tempos de estudante, quando cheguei a ser o presidente do diretório acadêmico de minha faculdade e depois, já na política oficial intergrei um grupo de jovens idealistas que se uniram em torno do dep. Federal Hebert Levy e fundamos o PFL (meu nome está no D.O. da fundação do partido). De lá para cá muita água já rolou e estou há mais de 20 anos no PSB aqui de Santos, hoje sem cargo nenhum. Nunca ocupei nenhum cargo público de qualquer espécie, nem fui  de executiva de partido nenhum, mas adoro dar meus pitacos no que entendo ser o os caminhos democráticos para a participação na gerência de nossa sociedade.

Critíco os governos por não fornecerem Rumo, Norte e Estrela ao povo e a Nação. Bem como os governantes pela ingenuidade no trato com a questão da Moeda e do Dinheiro, que é onde no nosso mundo atual reside o principal instrumento de poder.

O Xadrez entra aqui, pois o tabuleiro é uma matriz de 64 casas, oito coluna X oito horizontais, como as direções possíveis de ação no mundo tridimensional são oito, ele serve como uma simplificação bi-dimensional de um fenômeno tri-dimensional abstrato e espacial.

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Complicado? Se fosse fácil todos saberiam fazer rsrsrsrs….

Na prática e simplóriamente:

Peões = o povo, que só têm real importância estratégica quando está protegido da sexta casa em diante;

Rei = Presidente ou Presidenta,  figura essencial e em torno do qual giram as táticas e as estratégias;

Torres, Bispos e Cavalos, auxiliáres graduados que não se promovem, mas alteram o equilíbrio de forças do jogo e compõe o quadro total da partida, grossamente, o STF, os Ministérios, a Mídia, as instituições governamentais, compõe o governo e o fortalecem ou enfraquecem.

O mais importante, se avançam peões por oito colunas, logo um jogador que não tenha controle sobre oito direções é um jogador mediocre e que, cedo ou tarde, será derrotado.

Saber mover as peças e as coordenar torna o jogador muito mais forte e competitivo. Na política, saber usar as instituições e seus próceres fortalece em muito o presidente.

Um mistério no Brasil é quem são os jogadores, o Temer está mais para marionete do que um presidênte com vontade própria e do outro lado parece ser a banca, mas pode ser a NWO, assim, temos um xadrez político que disputa o Brasil, a Nação e seu Povo e não temos clareza de quem irá lucrar com uma vitória.

Mas nada impede de especular-mos e dar-mos palpites. Afinal, quem não gosta de dar papites nos jogos dos outros?

9 comentários

  1. A política brasileira hoje em

    A política brasileira hoje em dia está mais para porrinha do que xadrez, caro Weber. Não existe estratégia, porque para isso, teria que haver lei.

    Quando procuradores regionais desobedecem decisão de ministro do STF numa boa, eles simplesmente avançam quantas casas e em que direção lhes dá na telha.  Seja Bispo, cavalo, torre ou peão.

    Por isso a porrinha é mais adequada. Voce chuta e vai torcendo para que cole. Sendo a esculhambação total, eu, pessoalmente, digo lona!

    • Nada ou pouco  entendo de

      Nada ou pouco  entendo de xadrez, mas o juliano está corretíssmo. 

      Até  a Anarquia exige regra, disciplina, pois proudhom já dizia, e eu não sabia, o cículo que envolve o A é na verdade um O, de ordem.

      No xadrez politico brasileiro o cavalo está indo em linha reta e todos acham isso muito normal; já pensou tal pratica entre enxadristas profissionais?

  2. a metáfora do xadrez é ruim

    o grande problema é se tratar de um jogo de guerra. Tudo o que foi exemplificado como, povo, reis e asseclas é multiplicado por dois. Pretos e Brancos.

    O pior de tudo é o objetivo: conquistar o território do outro. Inteligência a serviço da destruição.

     

  3. amador

    Parabéns por se considerar um amador em política. Quem lê esse textinho não pode pensar outra coisa a seu respeito. 

  4. amador

    Alexandre Weber

    Parabéns por se considerar um amador em política. Esse texto que escreveu não indica outra coisa de seu autor.

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