Domingueira GGN: Xangai, a saga dos cantadores nordestinos

Confira o bate papo de Luis Nassif com Eugênio Avelino, popularmente conhecido como Xangai, cantor, compositor e violeiro baiano

Foto: Ana Rezende (via Facebook)

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3 comentários

  1. Gostei muito da entrevista com Xangai, a quem conhecia desde os tempos do “Que que tu tem canário”, e depois conheci pessoalmente na casa de Mario Aratanha, criador da Kuarup, responsável em grande parte pela produção e divulgação de Xangai e Elomar. Mário é a razão primeira desse meu comentário, a quem nós e a música brasileira muito devemos, e ainda não teve o devido reconhecimento pelo seu trabalho e dedicação (pelo menos um reconhecimento ao nível de Marcus Pereira), na pesquisa e promoção de intérpretes ignorados pela mídia e grandes gravadoras. Consertão, em suas várias edições, e tantos outros intérpretes e músicos dos diversos matizes da nossa música persistentemente relegados ao esquecimento, tiveram em Mário, durante os anos em que permaneceu como diretor e produtor da Kuarup, um defensor incansável.

  2. Assisti e foi ótima a Domingueira com o Xangai, essa maravilha de músico que o Brasil se orgulha de ter. Mas me inquietei com o Nassif por senti-lo um pouco desconcentrado quando o Xangai contava suas histórias. Não foi o mesmo Luis Nassif das Domingueiras anteriores, Mas valeu: Moisés. Itabira/Mg.

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