Bolsonaro monta no Mourão, por Paulo Caruso

por Paulo Caruso

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10 comentários

  1. É isso mesmo?

    Esse blog que sempre foi um bastião na luta contra o esgoto da mídia reproduzindo desenho desse escória, o cara que fez uma charge com Dilma e a Boate Kiss, cujo incêndio vitimou centenas de pessoas em Santa Maria?????????????????

    É isso mesmo?????

      • Uai…

        E então em nome desse jornalismo limpinho, não-militante, asséptico, por que não uma charge ilustrando a cena assim?

        – Nazista fala com o outro: Her capitão mandou levar 300 judeus de um campo a outro, mas me forneceu apenas um VW como transporte.

        – Fácil, assa todos antes e leva no cinzeiro.

         

         

        Teve holocausto?

        Teve?

        Judeus foram assados?

        Claro?

        Tem humor?

        Bem, aí depende se você era alemão ou judeu em 1939!

        Tem jornalismo?

        Claro!

        E tudo ao som da cavalgada das valquírias, de wagner, porque afinal, como jornalismo, arte também não tem ideologia!!!

        Arf, esse blog tá cada dia pior!

    • Concordo inteiramente!

      Depois de ver, quando ainda tinha estômago pra isso, diversas atuações desse sujeito fazendo charges deploráveis no Roda Viva, peguei asco.

      Não se trata de dar espaço a ideias discordantes, mas dar voz a um escória deste. Podemos dizer que ele fez sua parte no Golpe com charges que beiravam beiravam a covardia.

    • Patrulheira

      Você não tem coragem sequer de dizer seu nome, de admitir que é professora em Campos de Goytacazes, de admitir que é mal informada, por não saber que o autor da charge é Chico Caruso, e não Paulo Caruso.

  2. O burro de carga é ele!

    Bolsonada é o POSTE do Mourão! Quem não entendeu isso até agora não entendeu nada!

    Essa charge é a melhor explicação da falha da segurança de Bolso. O “profissional da violência” é o general.

    Se ganhar, ele não governa. Vai ser impichado como a Globo fez com Collor, levar um tiro com arma das forças armadas ou ser internado num hospício.

    Dessa vez teremos que escolher em qual dos dois postes iremos votar.

    Caruso perdeu o bonde da história faz tempo…

  3. Mourão pega carona nas costas do Bolsonaro

    Ontem o Janduí Tupinambás teorizou que o Bolsonaro mais perdeu do que ganhou com a fakeada. Segundo o Janduí:

    “Apesar do nome ter ficado mais exposto na mídia, minha teoria é que ele mais perde que ganha. 

    A maioria esmagadora de seus eleitores o tem como mito e mito é mito. Mito não faz cocô, não fica doente, não chora e muito menos fica numa cama de hospital com aquela roupa humilhante e uma sonda enfiada nariza a dentro com ar de coitado e fraco.

    Estas cenas destroem a imagem mitológica do subconsiente dos seus eleitores e, com isso, seus eleitores ficam menos motivados. Continuam a votar nele mas é um banho de água fria na onda Bolsonaro”.

     

    Pois bem. Bismarck, o chanceler de ferro da unificação alemã, era um mito. Para não perder sua imagem mitológica, ele não queria, por nada do mundo, ser fotografado no seu leito de morte. Mas dois pioneiros paparazzi invadiram o local onde o homem de ferro agonizava e o desmi-s-tificaram.

    Enquanto ser mitológico, o Bismarck era tal qual visto na imagem constante do link abaixo:

    https://www.google.com/search?safe=active&biw=1600&bih=766&tbm=isch&sa=1&ei=lZObW9X-CM25wgSBlJCIDQ&q=bismarck+chanceler&oq=bismarck+chanceler&gs_l=img.3..0i19k1j0i8i30i19k1.9591.11064.0.11222.10.7.0.0.0.0.547.547.5-1.1.0….0…1c.1.64.img..9.1.546….0.axd99mQAvhI#imgrc=M_MVHGiMER1efM:

     

    Enquanto simples mortal, o Bismarck era tal qual visto na imagem constante do link abaixo:

    https://www.google.com/search?q=bismarck+leito+de+morte&safe=active&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwiZ-K_sq7rdAhVImJAKHaJyBckQ_AUICigB&biw=1600&bih=766#imgrc=q7tN76m6pELqrM:

    Alguém escreveu a respeito desta última imagem:

    “Esta fotografia rouba-nos o mito Bismarck e, em troca, dá-nos o homem Bismarck”.

     

    Nesta campanha eleitora, já vi Marineiro convicto em eleições passadas desdenhando da fraqueza da Marina e dizendo que votaria no Bolsonaro.

  4. Recorte editorial
    Também faz parte do jornalismo.
    Caruso sabe disso.
    Escolhas têm consequências.
    Faça uma autocrítica e exerça sua atividade claramente em favor do povo, antes de buscar lugar em canais populares.
    A charge também é jornalismo, e a linha editorial também vale para a seleção desses jornalistas, mesmo que ocasionalmente seu posicionamento seja coerente. É importante dedicar os parcos espaços disponíveis à colaboração de autores identificados com essas linhas e renova-los sempre que possível.

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