Angélica Kberw e o Feliz 20 de Setembro a todos nós, por Régis Mubarak

"Se não cantar minhas raízes, é melhor não cantar nada!”; a celebração da Revolução Farroupilha e as lembranças das raízes gaúchas

Amanhã é 20 de setembro e em todo o nosso amado Rio Grande do Sul é um dia de importância incontestável. Enquanto ia escrevendo matéria sobre folclore e história argentina, que será publicada na próxima semana numa revista impressa, me bateu aquela saudade do meu rincão, da minha querência, saudade de estar em casa, ainda que a Argentina é parte das minhas origens ancestrais e minha segunda casa. Me bateu saudade de atravessar o Rio Uruguai e poder estar próximo das pessoas que amo tanto e são tão importantes no atual momento da minha existência. Então me peguei pensando em quem iria homenagear, nessa data tão simbólica a nós, gaúchos e gaúchas. E há tantos nomes importantes, significativos, de expressão, nomes masculinos e por incrível que pareça, infelizmente é bom ressaltar, tão poucos nomes femininos, de destaque, de orgulho, de raça e raízes! Então eis que na imagem dessa revelação da música missioneira fronteiriça, esse talento de nome Angelica Berwanger Krewer minha homenagem a todos os gaúchos e gaúchos espalhados por todas as querências, mas principalmente a todas nós, as mulheres de sangue mestiço, fronteiriço e de dupla cidadania, de mãe ou pai castelhanos. A cantora missioneira Angélica Kberw me representa na essência dessa nova mulher gaúcha e quando diz na belíssima composição de Anomar Danúbio Vieira: “Se não cantar minhas raízes, é melhor não cantar nada!” meu coração transborda, de saudade e de orgulho do meu Rio Grande! Feliz! Feliz! Feliz 20 de Setembro a todos nós!!!

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Régis Mubarak – Jornalista – Argentina & Brasil.

 

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