As moedas imaginárias do José Serra, por Fernando Siqueira

Resposta de Fernando Siqueira ao senador José Serra:

Seguindo o DNA entreguista do PSDB (em 1995, FHC fez a mudança da Ordem econômica  da Constituição Federal que acabou com o Monopólio do Petróleo, das telecomunicações, do gás canalizado e da cabotagem, além de escancarar o subsolo brasileiro para as transnacionais), o Senador José Serra apresentou o PL 131/2015, que retira a Petrobrás de operadora única do pré-sal, desmontando o contrato de partilha e seus avanços. 

Tentando justificar o seu projeto entreguista , o Senador fez um artigo publicado no O Globo de 23/07/2015. Nesse artigo, o Senador mostra a confusão mental que o domina, ao tentar justificar o injustificável. Vamos mostrar dois exemplos:

1) “A dívida da companhia é de R$ 340 por barril de petróleo produzido, enquanto a média das petroleiras é de R$ 60”. Ora, o que significam esses dados? Rigorosamente …nada! Se, por exemplo, a Noruega ao descobrir petróleo no Mar do Norte usasse esse raciocínio ela teria entregue o petróleo para as multinacionais, pois ela, até então,  não produzia nada. Qualquer empréstimo tomado pela estatal Statoil teria uma divida infinita. Digamos que a divida fosse US$ 1 bilhão, sendo a produção zero, 1 bilhão dividido por zero é um numero infinito. 

A dívida da Petrobrás foi feita para por em produção 74 bilhões de barris que tem de reservas a produzir, sendo 14 bilhões do pós-sal e 60 bilhões descobertos no pré-sal (Tupi – 10bi, Franco -10bi, Libra – 15bi, Iara 4bi, Sapinhoá – 2bi, Carcará, Carioca e outros 14bi, área das Baleias 5bi).  É, pois uma dívida para investimentos. Nenhuma petroleira tem um portfólio de reservas a produzir nesse patamar. Um número aceitável seria a divisão da dívida pelo numero de barris a produzir, ou seja, US$ 328bilhões da dívida, divididos pelos 74 bilhões de barris daria US$ 4 por barril. Este sim, um número que significa alguma coisa. E é o melhor entre as petroleiras. O que a produção, vinda de campos anteriores, tem a ver com isto?

Leia também:  Acordo da Petrobras nos EUA: remessa de divisas do Brasil para estrangeiros, por Jorge Folena

2) Falando que as receitas do pré-sal são imaginárias (sic) ele cita Vilfredo Pareto: “é preciso  distinguir uma moeda de ouro de uma imaginária e se alguém afirmasse que não há diferença proporia uma simples troca: eu lhe dou moedas imaginárias em troca de moedas de ouro .

Vemos aí dois absurdos: i) o petróleo não é uma moeda imaginária, mas é o bem mais estratégico e valioso hoje, do planeta; ii) não existe moeda mais imaginário do que o dólar. É um papel pintado, sem qualquer lastro ou garantia e, no entanto, compra o ouro, o petróleo, e até algo ainda mais valioso: a consciência de muitas pessoas.   

30 comentários

  1. Ao afirmar:

    “Um número aceitável seria a divisão da dívida pelo numero de barris a produzir, ou seja, US$ 328bilhões da dívida, divididos pelos 74 bilhões de barris daria US$ 4 por barril. Este sim, um número que significa alguma coisa. E é o melhor entre as petroleiras. O que a produção, vinda de campos anteriores, tem a ver com isto?”

    O autor está mais errado que o Serra…

    A Petrobrás paga com o que produz, não com o que está na terra (exceto se vender reservas). Além disso, o que está na terra não é só dela; tem que descontar a parte dos “sócios”, das concessões a outras operadoras, do governo e, principalmente AS DESPESAS DE MANUTENÇÃO E PRODUÇÃO, que não são pequenas.

    Ou o autor pensa que o petróleo a si mesmo se produz, a si mesmo se embala e por si mesmo se vende e se entrega?

    Qual é a parte que cabe líquida à Petrobrás no petróleo que produz, descontadas as parcerias, impostos e despesas?

    O Autor sabe? Se sabe, é só calcular, e não escrever besteiras.

    • Nao entendeu!
      Acho que vc nao entendeu foi o raciocinio.
      Assim o comercio e industria funciona.
      O Brasil tem programado uma safra de soja de 100 mil ton. Por exemplo. A produtividade e eficiencia nada tem com o estimado em funcao do valor. 100 mil estara relacionado com o mercado futuro. Quanto valera a tonelada na coleita e na entrega. Todo este calculo estara construido com os servicos e transporte.
      Outro exemplo muito bom eh a reserva internacional.
      Aqui a capacidade de produzir petroleo eh que importa e o mercado. A divida se pagando eh importante. O investimento ou a parte descoberta financeira sempre vai e deve existir numa industria. Credito.
      Independente de qualquer analise economica, financeira eh visai do conteudo. A india morre de fome. Tem uma das belas tecnologia nuclear. A america gasta bilhoes, entre o estado financiando e parceiros, sem retorno nenhum com investimento aeroespacial, sondas, foguetes, satelites, etc,
      Nao ha retorno do capital.
      A visao do conteudo da petrobras, passa por ciencias que eh o importante, onde todas as grandes internacionais de infraestrutura e servicos estao infiltradas no projeto para tirar proveito, a tecnologia de agua profunda. O conteudo e a rede de varias areas da ciencia esta presente, empregos, educacao, imposto e um projeto nacional e para a nacao, de todos.
      Mesmo dando prejuizo no barril e a independencia nacional vai esta assegurada, este eh outro fator da defesa e estrategico. Como a razao do submarino nuclear. Ao desenvolvimento e o retorno na producao de navios, A guerra eh esta companheiro.

      • Aí não tem raciocínio nenhum, João
        Tem só um desejo do autor e uma maledicência troncha que parte do desconhecimento total do assunto que se quer abordar.

        Nada mais.

        Quanto à “independência nacional assegurada” com prejuízos…

        Quem paga a conta?

        Pois é… você!

        • Não respeitar o raciocínio

          Não respeitar o raciocínio porque não estaria na linearidade “culta” da língua diz muito sobre caráter. Fico na dúvida se este desrespeito é por preguiça, presunção ou falta de argumento mesmo.

      • Valeu ter feito observações tão destoantes do lugar comum

         

        João (sexta-feira, 24/07/2015 às 08:47),

        Talvez eu tenha manifestado contrariamente a algum comentário mais recente seu, mas em relação a este, eu estou de pleno acordo. Não sou economista, mas tenho a sensação de que uma das grandes dificuldades que o economista encontra nas propostas que lança ou nas análises que faz é partir de antemão para a compreensão da economia sem entender o funcionamento do capitalismo.

        E aí começam tratando Estado e economia como entes autônomos e estáticos. São dinâmicos e interdependentes. A bem da verdade, o Estado, como é um instrumento de manutenção da ordem existente, e de forma mais direta como instrumento de dominação capitalista, não é tratado como um ente em constante mutação e que dá vida ao sistema econômico.

        Eu venho repetindo uma imagem que ajuda a compreender toda a importância do Estado para o dinamismo da economia. Suponhamos que a NASA tivesse sido criada com o fito de trazer petróleo da Lua. Criada com esse objetivo não haveria aquele economista que não alegasse que a criação da NASA teria sido uma ficção desastrada e que se consistiria em um empreendimento que iria para o buraco. No entanto, com o objetivo de trazer petróleo da Lua, a NASA se constituiria em algo muito mais realista e concreto do que com o objetivo vago, etéreo e insensato da conquista do espaço. De qualquer modo, fosse como fosse criada, salvo talvez pelo desenvolvimento tecnológico com o aprimoramento de armamento, máquinas e equipamentos militares que os gastos com as forças armadas acarretaram, não há nada que produziu mais avanço para os Estados Unidos do que a NASA.

        De certo modo, eu torço para que o nosso pré-sal possa ser o que foi a conquista do espaço para os americanos.

        Clever Mendes de Oliveira

        BH, 24/07/2015

    • Seu comentário é perfeito

      Seu comentário é perfeito José.

      É impressionante a quantidade de absurdos que escrevem sobre a Petrobrás. E o pior é que o Blog tem dado guarida para esse tipo de coisa, totalmente fora de qualquer realidade.

      A maioria aqui parece ter tendência de querer minimizar os riscos, os custos, a dívida e as despesas da empresa e maximizar as receitas, a capacidade, etc, etc, etc…Ou seja, tudo ao contrário do que a boa contabilidade manda.

      Agora essa implicância com o Serra. Ora, o coitado é um só e não manda nada na empresa. Sozinho ele não pode nada. Quem manda na empresa é a Dilma, quem lesou seu caixa em 60bi foi o atual Governo, segurando o preço dos derivados, que levou a empresa a esta situação que está hoje. Não foi o Serra. De quem foi a idéia de a Petro entrar em usinas de cana ? Agora estão vendendo tudo na bacia das almas. Foi ideia do Serra também ?

      Bem ou mal, como senador ele tem o direito de propor o projeto que quiser. Se é bom ou não é outra coisa, se vai ser aprovado ou não, também. Se o Governo é contra, cabe a ele lutar para defender a empresa, melhorar ela, seu caixa e dar a ela condições de se concentrar no Pré-Sal.

      É realmente exdrúxulo ficar lançando mão de relações (dívida atual sobre reserva de barris ? ) para se justificar algo que ja se queria. Hà alto mais bizarro que isso ?

      Bem díficil.

       

      • O pessoal não gosta de más noticias, Daniel…

        Preferem se auto-iludir com “sonhos”!

        As culpas tem que ser sempre da “oposição”, no país, no trabalho, no ambiente social e até em casa, se são casados… 

        Não tem a menor ideia de que recursos finitos não garantem futuro nenhum, nem que para produzir há custos.

        Depois reclamam se a conta não fecha.

      • Implicância com o Serra?

        Daniel, respeito a tua opinião, mas desta vez, não vou contigo não.  E olha, eu tô bem pertinho da PB.  Posso falar, exemplificar, testemunhar. Que me importam as relações dívida x reserva, investimentos, e que tais ?

        Estou de pé desde as 05:30, correndo atrás do prejuízo decorrente das ações desta corja que quer vender – ou melhor, entregar – as riquezas que são minhas, tuas, nossas ao Capital Internacional e você nos traz essa singeleza:  estamos de implicância com o cabra José Serra, que é o primeiro a defender este assalto ?   Acho que vou levar esta tua visão à minha equipe que está sendo desmobilizada neste momento, perdendo empregos, interrompendo projetos, tendo que dizer em casa que a Petrobras é um problema para o Brasil!   Quem sabe o pessoal concorda contigo e vai ao Gabinete do Serra pedir um emprego na Chevron…

        Cáspita! (desculpem).

        • Anna, respeito voce e sua

          Anna, respeito voce e sua condição pessoal, me desculpe, mas o que o Serra tem a ver com o que está ocorrendo com a Petrobrás ?

          Ele não tem ingerencia nenhuma na empresa. Até aonde eu sei, nunca teve.

          Os problemas atuais são em decorrencia da lava jato e a fragilidade financeira da empresa é em decorrencia da má gestão que houve e também do seguramento de preços dos derivados do Petréleo.

          Como todo oportunista o Serra pode até estar se aproveitando disso, mas nada disso, até onde eu sei, é culpa dele.

          E ele não conseguirá aprovar nada sozinho.

          A Petrobras agora está vendendo ativos na bacia das almas, paricipações em usinas de cana, por ex, tudo por má gestão estratégica.

          Precisamos ver as coisas claramente para poder opinar no sentido de melhoria da companhia.

           

          • Daniel

            Daniel, o que o Serra representa e defende tem enorme impacto sobre a cia..  Eu não defendi em nenhum momento a gestão ou as questões de formação de preços ou relativas aos mercados, até porque nem tenho competência para isso. Você e vários outros articulistas e comentaristas aqui conhecem bem mais e deixo para vocês esta árdua e nem sempre agradável tarefa.

            Mas desconsiderar todas as nefastas consequências trazidas pela ação negativa dos Grupos que este Sr. – Deus do Céu, um Senador da República Brasileira que defende interesses estrangeiros –  representa, não me leva a mal, mas vai muito além de “picuinha” e “má vontade”.  Agravante há no fato de que estamos falando de um representante do povo.

            Estou vendo claramente.  Se a cia., como você afirma, apresenta problemas de gestão, atue-se para mitigá-los, saná-los e impedir a repetição futuramente.  Se há problemas a resolver e responsabilidades a apontar, faça-se.  O que acontece é que no clima criado em torno deste assunto – e vamos combinar, a Lava Jato é, sob todos os aspectos, uma falácia para derrubar governo e não uma operação para prender corruptos – afeta ainda mais a capacidade da cia. de recuperar-se.

            Estou vendo as coisas claramente, provavelmente por um viés diferente do seu.

            Mas limpar a barra e deixar barato para o Sr. José Serra, desculpe, não vai dar.  A responsabilidade deste Sr. é enorme e ela deveria estar a serviço dos interesses do Brasil e não contra ele.  Afinal, uma parcela infinitesimal dos proventos, remuneração, benefícios, auxílios, etc. deste sr.  saem do meu bolso também!  O mínimo que eu espero dele é honrar os compromissos que tem com a defesa dos interesses do Brasil, que eu imagino foram jurados em sua diplomação.

  2. O que é moeda imaginária para político corrupto ou entreguista?

    O que é moeda imaginária para político corrupto ou entreguista?

    Aquela que não se divide entre seu próprio bolso e as burras dos seus patrocinadores.

    ———————————-
    PS: Nada impede que um político entreguista seja também corrupto. Aliás, a correlação aqui não é pequena.

  3. Qual é a parte?

    Infelizmente nosso nosso missivista (José Mayo) tenta esconder sua própria ignorância em sua falta de educação.

    “Qual é a parte que cabe líquida à Petrobrás no petróleo que produz, descontadas as parcerias, impostos e despesas?”

    Não deve ser pequena, ou a Chevron não teria cooptado um senador da república para representá-la, como sabemos desde o escândalo (não escandalizado pela mídia) do Wikileaks.

     

    • Eu poderia te responder, para esconder a minha ignorância
      Que a Chevron tem gestores, ao passo que a Petrobras teve e tem corruptos e corruptores, mas… seria usar e exibir o mesmo vácuo mental de comentaristas ideológicos como você.

      A resposta “não deve ser pequena” não me serve. O lucro “fake” que essa porcaria de companhia distribui aos acionistas enquanto a coluna de passivo só aumenta, também não…

      A resposta que gostaria de ter, se você tivesse a mínima condição de oferecê-la (sei que não), é à pergunta que fiz e sobre a qual você não soube dizer nada, só “desconversou”; diga-me “jênio”:

      – “Qual é a parte que cabe líquida à Petrobrás no petróleo que produz, descontadas as parcerias, impostos e despesas?”

      Depois a conversa segue.

  4. Dolar

    O dolar deixou de ser papel pintado há muito tempo. Hoje não é preciso gastar papel e usar rotativas. Basta sentar em frente a um computador e digitar.  Em tres segundos estão prontos 2 trilhões de dólares, aptos a comprar todo nosso petróleo e quase todos nossos políticos.

  5. O dolar compra até a

    O dolar compra até a consciência de quem não a tem, como é o caso de José Serra….

  6. Vou passar o número da minha

    Vou passar o número da minha conta, quem sabe o autor não queira me depositar alguma quantia, pode ser em dólar, que segundo ele é moeda imaginária, não vale nada.

    Se para ele não vale nada para nós aqui vale sim.

    A que ponto chegou o blog. dando guarida a um texto absurdo como esse.

    Se a relação que o Serra propoê é estranha a do autor é completamente bizarra, misturando presente com futuro, totalmente incerto, sem fazer nenhum desconto.

     

    • A dívida da Petrobras é um problema, mas não faz o texto absurdo

       

      DanielQuireza (sexta-feira, 24/07/2015 às 10:03),

      Não me pareceu muito centrado este seu comentário. Cheguei a pensar no Olavo Bilac como se eu fosse o amigo dele a demandar: “perdeste o senso”. Não foi o uso da segunda pessoa que me fez perceber que havia algo errado na minha analogia, foi mais o fato de você considerar o texto absurdo, pois assim você mais parecia com o amigo do poeta.

      O dólar vale pela economia americana. Solto é só uma folha de papel. A Petrobras tem uma parte real que são suas plantas, indústrias e poços produtores, o valor bruto da produção e o resultado que ela alcança, e já na parte que ela tem de imaginária: o valor do nome, o know how adquirido, etc., ela vale mesmo é pelo pré-sal.

      Clever Mendes de Oliveira

      BH, 24/07/2015

  7. Partilha é put-option de 30%
    Mas não acho ruim continuar assim.
    Mantém o óleo enterrado no oceano até 2019, quando algo que possa se chamar de gestão assume (se não for antes…) então conserta a besteira.

    • Espero que o algo que se possa chamar de gestão venha

       

      Calvin (sexta-feira, 24/07/2015 às 10:07),

      E não custa torcer para que este “algo que se possa chamar de gestão” tenha a competência para perceber que talvez o melhor seja deixar o óleo enterrado por mais alguns anos.

      Clever Mendes de Oliveira

      BH, 24/07/2015

    • Desperta aí pessoal!
      Lenita, olha que para me tirar do sério…
      Mas defender a posição deste cara é provocação ou ingenuidade; e nada disso cabe neste momento grave para o País. Estou tendo que demitir por causa dessa brincadeirinha de desgastar a Petrobras – é duro colocar pessoas em risco – e a minha irritação bateu no teto com este blábláblá… A vida real é roxa, não é cor de rosa!
      Desculpe o desabafo…
      Abraço!

      • Esses pobres (de cabeça)

        Sempre defendem alguém do PSDB. Mas este nefasto privateiro é demais. Eu o comparo ao Cunha, querendo aproveitar o momento de fragilidade do governo e fortaleza (?) do PMDB  p/ colocar seu projeto s/ a Petrobrás em regime de URGÊNCIA, em conluio c/ presidente da câmara/Senado além de  se reunir com o Cunha e o Egrégio Mendes s/ possivelmente o Impeachment da presidente Dilma. Verdadeiros irmãos metralha !

        Nada para o bem do país !

  8. No início os entreguistas

    No início os entreguistas diziam que não adianta nada dizer que o petróleo é nosso se ele está debaixo da terra. Agora dizem a mesmíssima coisa do fundo do mar.

    Não mudaram nada.

    Ou mudaram?

    Como pode um cidadão brasileiro dizer que esse tantão de ativos (só o campo de Libra, dizem, é maior do que todo golfo do México) são um “fardo”.

    Não entendem que a Petrobras não está aí somente pra dar lucros pra acionistas sejam eles quais forem. É impressionante como se recusam a aceitar que uma sociedade de economia mista ou empresa pública têm também objetivos para com o público também como garantir a oferta do bem, amortecer oscilações de preços, priorizar conteúdo nacional, etc.

  9. FAÇO uma pergunta que não sei

    FAÇO uma pergunta que não sei mesmo.

       Gostaria de saber se foi erro de digitatação mesmo.

                ”Imaginário”, há plural ?

           Mesmo que não seja, não é esquisito escrever:

                     ERROS IMAGINÁRIO ?

                    Eu escrevo errado. Muito errado.

                        Sabe como melhorei um tiquinho ? LEndo.

                                Esxemplo: A palavra assesor. Qual a regra estabelecida que não escreva aceçor?

                                  NENHUMA,

                             A língua portuguesa é DESNECESSARIAMENTE difícil.

  10. As moedas imaginárias do José Serra, por Fernando Siqueira

    Boa noite a todos. Fico imaginando (por mais que pareça insanidade): Quando a Casa da Moeda americana emite dólares, o que será que eles pensam? Os dólares irão para uma parede falsa em alguma mansão de algum traficante? Se for este o destino, qual a utilidade do dinheiro ficar por décadas ou mesmo sem ser localizado? Onde as leis capitalistas se impõem ao capital nesta condição? Há muitos anos li um artigo do João Sayad: O FETICHE DO DINHEIRO. Muito bem, concordo com ele. É fácil para os americanos “fabricar liquidez” enquanto aceitarmos o jogo, lógico, só eles ganham!

  11. Ele fala que o petróleo é

    Ele fala que o petróleo é moeda imaginária porque pensa Petrobras como ações na bolsa, não como ativos, daí o grande erro. A Petrobras tem infinitamente mais ativos do que o valor que suas ações lhe conferem, mas é difícil para alguém que não tem noção do valor de ativos de uma empresa estratégica como a Petrobras tem para o Brasil, e se tem noção, é pura desonestidade intelectual.

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