Balbúrdia Institucional, por Francisco Celso Calmon

Assessorados por fedelhos da atual política, o miliciano presidente persevera em seu objetivo porra-louca de provocar uma guerra civil no país. 

Balbúrdia Institucional

por Francisco Celso Calmon

Coerente com o seu passado terrorista o ex-capitão e atual presidente do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, pregou a sublevação de civis e militares contra a Carta Magna do Brasil.

Em total desrespeito à dignidade do cargo que ocupa, o chefe do Executivo se insurge contra os demais poderes da República e em cima de um palanque agita seus seguidores a pugnar por uma ditadura e um novo AI-5.  

Assessorados por fedelhos da atual política, o miliciano presidente persevera em seu objetivo porra-louca de provocar uma guerra civil no país.  

Com as feridas ainda abertas do passado ditatorial, o chefe do Executivo prega pelo ressurgimento de uma quadra história que infelicitou a nação, deixando em seu rastro assassinatos, desaparecimentos forçados, torturas, corrupções, enfim, a barbárie do terrorismo de Estado, que foi implementada a parti do AI-5.

O atual presidente é o mesmo que quando tenente do Exército ameaçou explodir os gasodutos, é o mesmo que declarou ser a favor da tortura, é o mesmo defensor da ditadura, cujo erro, segundo ele, foi não ter matado uns 30 mil brasileiros.  

A geração que combateu à ditadura militar sente-se novamente ameaçada e perseguida pelo arbítrio e pela pregação bolsonarista do extermínio sanitário dos idosos. Mas nada nos intimidará, reagimos no presente, como fizemos no passado. 

À semelhança do “cabo” Anselmo, o “capitão” Jair prega a desarmonia entres os poderes republicanos, a quebra de hierarquia e atenta contra a democracia, um e outro são traidores da pátria e da democracia. 

A história ensina, resta aos democratas e as instituições sadias aplicarem as lições impedindo que o sociopata continue a destruir o Brasil.  

Pela democracia, pela vida, Fora Bolsonaro, já!

Francisco Celso Calmon, coordenador do Fórum Memória, Verdade e Justiça do ES e ex-coordenador nacional da RBMVJ.

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4 comentários

  1. “Ninguém solta a mão de ninguém” – no cabeçalho do cartum.
    Embaixo, pessoas pegam nas mãos umas das outras, em linha, dançando a dança da morte.
    Mais ao centro da turma, a Morte, de capa preta e com a foice às costas, pegando na mão do Capetão. Outras pessoas pegam nas mãos. Cada um tem uma declaração:
    “Vírus chinês”.
    “Vírus comunista”.
    “Coronavírus não existe”.
    “Reza que sara”.
    “Meu amado capitão diz que não tem problema”.
    “Eu tenho empresa”.
    “Quero que todo mundo se dane”. (esse também é um empresário)
    “Uma gripezinha”. (o Capetão)
    “Facilita mesmo meu trabalho, valeu”. (a Morte)

  2. O desenho nos remete aos tempos de Filinto Muller nos porões dos assassinatos e torturas do Ditador Fascista Getulio Vargas e o apoio incondicional de seus Familiares Leonel Brizola, Tancredo Neves, João Goulart,… Filinto Muller, parceiro de armas e fardas de Juscelino Kubscheck nas Tropas do Fascista, combatendo as Forças Paulistas que exigiam a volta da Democracia, Constituição e Liberdade. Querem destruir este Estado Maravilhosos que tais Elites Esquerdopatas construíram a partir de Universidades Federais como UnB de Darcy Ribeiro, USP ou UNE de FHC, Aloísio Nunes ou Serra, OAB de Temer ou Luiz Fleury Filho (do massacre do Carandiru) ou MEC. Por sinal, todas Obras e Projetos do Governo Ditatorial Fascista. Mas quanta coincidência?!!! E Bolsonaro quer acabar com tudo isto? Pobre país rico. Mas de muito fácil explicação.

  3. o comite popular de santos por memoria verdade e justiça assina conjuntamente .
    jose luiz saavedra baeta cordenação.

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