The Silence of the Lambs, por Rogério Maestri

Porém não vou falar de filmes, mas sim de um povo que se acha muito esperto e está sendo enganado desde o início da Pandemia por seu serviço de saúde que é chefiado por um sujeito que tem uma pinta de psicopata, estou falando do povo Sueco.

The Silence of the Lambs, por Rogério Maestri

Talvez o nome do livro e do filme em português no Brasil a maioria das pessoas conheçam, “O silêncio dos Inocentes”, enquanto em Portugal conservaram o título, “O silêncio dos cordeiros”, que faz muito mais sentido que a tradução brasileira.

Porém não vou falar de filmes, mas sim de um povo que se acha muito esperto e está sendo enganado desde o início da Pandemia por seu serviço de saúde que é chefiado por um sujeito que tem uma pinta de psicopata, estou falando do povo Sueco.

No filme citado a personagem feminina principal era uma agente do FBI que ficou marcada em sua infância após ter visto cordeiros irem ao matador e em nenhum momento gritaram ou espernearam, bem diferente que no Brasil, onde também vamos para o abate, mas nos comportando como cordeiros mas sim como os inteligentes porcos, ou seja, mas vamos gritar e espernear.

O tal chefe do saúde pública sueca, que deve ser descendente dos eugenistas suecos que esterilizaram compulsoriamente ou “voluntariamente” mais de dez por cento da população feminina na Suécia num período de 40 anos (63.000 mulheres) por razões de pureza da raça sueca, entrando nessa fila, pessoas com dificuldade de aprendizado, minorias étnicas e outros indesejáveis para procriar e o estado de “bem estar social” (para os não incapazes) tivessem que pagar o sustento.

Este chefe passou a conversa nos suecos que deveriam procurar a imunidade de rebanho. Para um povo que acredita piamente que seus funcionários públicos e governo em geral não mentem e sempre tomam boas decisões, imunidade de rebanho (herd immunity) parece uma solução condizente ao comportamento de cordeiros.

Se tomarmos os dados absolutos de mortes na Suécia pelo Covid-19 é um número muito baixo, aproximadamente 3000 mortos, porém se tomarmos o número de mortos por habitantes a Suécia já ocupa o sétimo lugar na Europa (não considerando os micro Estados) e subindo. Provavelmente ultrapassa em poucas semanas os Países Baixos, que também relaxaram no início, ficando atrás somente do Bélgica, Espanha, Itália, Reino Unido, França e Países Baixos.

Porém se olharmos com detalhe as curvas médias de números de infectados e de mortos, os únicos países que não mostram uma clara tendência de decrescimento dessas curvas são o Reino Unido e a Suécia. O primeiro porque entrou tarde na quarentena e a Suécia que deixa para os seus responsáveis cidadãos irem se suicidando.

Ou seja, os inocentes cordeiros vão aos poucos para o matadouro e talvez vão se dar conta que são mais um rebanho de cordeiros daqui a duas ou três semanas quando ultrapassarem alguns outros países não tão louros nem de tão sangue puro.

 

Só algumas notas:

1) Na Suécia foi dos poucos países das mais de 264 mil mortes que morreu uma criança.

2) O grau de imunidade dos suecos na sua capital está em torno de 20% a 30% e para atingirem a imunidade de rebanho este número deverá estar em torno de 80%.

3) Os Suecos não testam quase ninguém, somente o pessoal da saúde e quem baixa em hospital.

4) Não quis ser maldoso, comparando o número de mortes com a Noruega, Dinamarca e Finlândia, pois as taxas de mortes da Suécia por habitantes comparadas com esses países nórdicos varia de 7:1 a 3:1.

5) As mortes foram concentradas nos asilos de idosos e nos bairros de imigrantes.

Você pode fazer o Jornal GGN ser cada vez melhor.

Assine e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Assine agora

Leia também:  Precisava uma pandemia para mostrar o fosso social no Brasil?, por Rui Daher