China: País não vai afrouxar política monetária, diz premiê

Jornal GGN – A China não vai ceder e afrouxar a política para sustentar sua economia ou acalmar o mercado monetário volátil. A frase foi do primeiro-ministro Li Keqiang nesta quinta-feira (1), publicada em um artigo do jornal do Partido Comunista Qiushi, um dos mais influentes do país.

Para ele, nada mudará, mesmo que a China tenha entrado em uma fase “dolorosa” de reestruturação.
 
Li ressaltou na publicação que seu governo está confortável com a desaceleração da economia, desde que o crescimento permaneça dentro de uma “faixa razoável”. Mas reconheceu que a China precisará de firmeza ao lidar com sua economia.
 
Entre as reformas deste ano, Li afirmou que serão priorizadas a permissão para que investidores privados abram instituições financeiras, a liberalização do mercado de taxas de juros e a determinação de um sistema para assegurar depósitos.
 
A expansão da China, segunda maior economia do mundo, desacelerou nos três primeiros meses do ano em meio aos esforços de reforma do governo e demanda fraca por exportações. Isso levou alguns especialistas a especularem que a China pode afrouxar a política monetária de maneira mais vigorosa, reduzindo o volume de dinheiro que os bancos mantém no banco central, para sustentar a economia.
 

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